Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia em Ceilândia

Montagem inédita mistura contos infantis, magia e performances circenses para toda a família O “Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia” estreou pela primeira vez em Ceilândia, no antigo Ceilambódromo, no dia 25 de julho, com sessões previstas até 24 de agosto. O espetáculo é protagonizado pelo ator Marcos Frota e promete uma imersão lúdica no universo da imaginação infantil, com números inéditos, novo cenário e elenco renovado. A proposta da montagem é resgatar o encantamento e o espírito das brincadeiras tradicionais, em um tempo onde telas e dispositivos eletrônicos ocupam grande parte da rotina infantil. No enredo, uma criança que não desgruda do videogame é levada por um portal mágico ao “Mundo da Fantasia”, onde é recebida por palhaços e descobre um castelo habitado por personagens clássicos como reis, fadas, sapos e bruxas. Ao longo da narrativa, o público é conduzido por números aéreos, malabarismo e acrobacias, todos executados por artistas experientes, com figurinos e cenários inspirados nos contos de fadas. “É um espetáculo criado com carinho, pensado para a família toda. Um convite aos adultos para redescobrirem a fantasia junto com os pequenos”, afirma Frota. A superprodução envolve cerca de 150 profissionais de diferentes áreas — de costureiras a cenógrafos — que atuam nos bastidores da montagem. A criação é assinada pela tradicional família Jardim, responsável por dois circos em atividade no país, com mais de 30 anos de estrada. Para Rosana Jardim, diretora do espetáculo, a proposta vai além do entretenimento. “Mostramos que, apesar da tecnologia, a imaginação continua sendo a melhor forma de brincar — e a mais acessível”, destaca. Além da carreira como ator Com mais de 30 personagens na televisão e destaque em novelas como O Clone e Mulheres de Areia — Marcos Frota é também presidente voluntário da Universidade Livre do Circo, projeto social que atende jovens em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, oferecendo aulas de circo e acompanhamento psicossocial. Quer ir? Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia Antigo Ceilambódromo – ao lado do SESC Ceilândia (Setor N Norte, QNN 27, Lote D) Temporada até 24 de agosto – terça a sexta: 20h, sábados, domingos e feriados: 15h, 17h30 e 20h Ingressos a partir de R$ 20 (meia-entrada para crianças de 2 a 12 anos, estudantes e maiores de 60. Promoções no site.) Vendas na bilheteria (terça a domingo, das 14h às 20h) e pelo site www.circodossonhos.com Imagens: Divulgação

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Breaking: A Batalha Final

Cultura Hip Hop é celebrada na final nacional do festival que transforma dançarinos em campeões neste fim de semana no Distrito Federal Em 2024, o Breaking esteve sob os holofotes mundiais durante as Olimpíadas em Paris. E é nesse clima de exaltação que a Ceilândia sedia a grande final da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro. O SESC dessa Região Administrativa (RA) será o palco da disputa, que contará com a presença de inúmeros B-boys e B-girls de todo o Brasil. Apresentado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o evento é um dos mais importantes festivais de dança de rua do Brasil, com uma premiação total de R$ 10 mil distribuída em nove modalidades diferentes: Crew Battle; 1 X 1 Battle; B-Girl Battle; Footwork Battle; Top Rock Battle; Power Move Battle, Cypher Kings e Queens; e a Especial Battle (para pessoas com deficiência). Vale destacar a modalidade Cypher Kings e Queens que estará aberta à participação de todos os presentes no evento. Os interessados não precisam ser dançarinos profissionais; basta dançar por cerca de uma hora e meia na pista, onde os jurados escolhem o melhor dançarino(a). “É o hip hop na sua essência original”, avisa Alan Jhone, o B-boy Papel, idealizador e fundador do projeto. “Um dos momentos mais legais do festival, igual ao Especial Battle, modalidade que criamos em 2012, quando aconteceu nossa primeira edição e, desde então, nenhum outro evento no mundo produz algo totalmente direcionado ao nicho PcD”, completa. Neste ano, o evento também traz como novidade a Batalha de MCs e a Batalha Power Move (que é o breaking executado através dos movimentos de giros onde só vale power moves em combinações extraordinárias). Além disso, pela primeira vez, acontecerá uma Live sobre “As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul“, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube, no sábado, dia 28 de setembro, a partir das 9h30. Em 2023, o festival reuniu milhares de pessoas entre competidores e público, que marcaram presença nessa festa com entrada 100% gratuita. O evento oferece uma grande estrutura para receber as outras atrações que fazem parte da programação, como os shows de Groove Attak, do MC Pedrinho (RS), bem como dos DJs Batata Killa (SP), Insano (BA) e Sapo (DF). Por dentro da competição Para quem não acompanha, o Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” conta com um circuito que percorre o Brasil realizando seletivas em diferentes estados. Em 2024, por exemplo, já foram realizadas disputas em Rio Verde (GO), Campo Grande (MS) e, nos dias 24 e 25 de setembro, aconteceram a última etapa antes da final, em Primavera do Leste (MT). Importante destacar que a organização do evento também selecionou diversos dançarinos que fizeram suas inscrições por vídeos, justamente porque não conseguiram comparecer a nenhuma dessas etapas. A lista dos escolhidos nessa modalidade está disponível no site oficial, na aba Batalha Breaking. Nascido na Ceilândia, B-boy Papel exalta o lugar como caldeirão da cultura Hip Hop no Distrito Federal: “Aprendi tudo o que sei do Breaking na minha cidade, então nada melhor do que poder retribuir isso incentivando o turismo e mostrando para todo mundo como somos fortes não só na dança, mas nas artes de modo geral”. O agitador cultural também fala que seu maior desejo é quebrar os paradigmas existentes relacionados às pessoas que vivem naquela R.A. “Esse evento é a verdadeira celebração do Breaking nacional e a Ceilândia merece ser o palco dessa festa. Nada mais justo”, conclui. É inquestionável o quanto o Breaking se tornou importante desde o seu surgimento no mundo todo. “Hoje, não somos só uma dança do Hip Hop, nós participamos do evento esportivo mais importante, que são as Olimpíadas. Isso mostra a nossa força, uma dança que surgiu nos guetos dos Estados Unidos e que hoje está nos maiores palcos do planeta. O Breaking é transformador e é fácil ver quantas pessoas tiveram suas vidas mudadas por ele”, destaca Jhone. Com certeza, você não vai querer ficar de fora da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, iniciativa realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC – DF) por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), com apoio do Sesc/DF e realização da In Steps. Programação: Sexta – 27/09 14:30 – Exibição do vídeo “Quando as Ruas Chamam” e Palestra seguida de debate sobre O Breaking Como Modalidade Olímpica (tradução em libras e audiodescrição). Sábado – 28/09 09:30 – Live sobre As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul, transmitida pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube. 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:30 – Classificatórias MC Battle 15:30 – Top Rock Battle 16:00 –  Footwork Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Power Move Battle 17:30 – 1X1 Battle 19:00 – Banda Groove Attak + Cypher Kings/ Queens 20:30 – Encerramento Domingo – 29/09 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:00 – Finais MC Battle 15:00 – B-girl Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Especial Battle 17:30 – Battle Crew (categoria principal com 16 grupos) 20:30 – Encerramento. Let’s breaking? Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” / Sesc Ceilândia – QNN 27 Área Especial Lote B – Ceilândia Norte / 27 a 29 de setembro / Entrada Gratuita / Classificação Livre /Mais informações: 61 9114 7094 / Siga @quandoasruaschamam Fotos: @mebrunaferreira

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O Maior São João do Cerrado

Começou nessa quinta-feira (12) o festival gratuito que reunirá grandes nomes da música nacional   A maior festa junina fora de época do Brasil tem nome e acontece bem aqui, no coração do Brasil: O Maior São João do Cerrado, em Ceilândia,  promete animar o final de semana do brasiliense até o domingo (15) trazendo o melhor do forró nordestino, num verdadeiro show de alegria, diversidade e inclusão. O evento, gratuito, acontece na QNN 12 (ao lado do estádio Abadião) em Ceilândia Sul. Ao todo, os quatro dias de programação do evento somarão mais de 30 horas de muita música. A Banda Mastruz com Leite, considerada um dos grupos de forró mais tradicionais do Brasil, abriu a programação no palco principal na quinta-feira. Até o encerramento, o espaço receberá grande bandas, como Bicho de Pé, Iohanes, Negão Chandon, Flavinho Casca de Bala e Banda Magníficos, que  se revezarão para garantir muita diversão para o público. Artistas do Distrito Federal completam a programação do palco principal. Nilson Freire, Alisson e Aryel, Rick e Rangel e Nego Rainer estão entre as grandes atrações da festa. A programação cultural também conta com as apresentações circenses e shows no coreto e nas ilhas de forró. Um espetáculo com trios pé de serra que fazem subir a poeira e aquecem as noites de inverno no Cerrado. O encerramento da festa ficará por conta da Banda Magníficos. Com mais de 20 anos de carreira, o grupo que é um dos mais bem sucedidos no gênero de forró eletrônico, tocará seus grandes sucessos como: “Me Usa“, “Apaixonada“, “Verdadeiro Amor“, “É Chamego ou Xaveco?“, “Sonhar“, “Carta Branca” Em sua 16ª edição, O Maior São João do Cerrado homenageará um dos grandes expoentes da xilogravura no mundo, o artista J. Borges, que faleceu em julho, aos 88 anos. Em 2014, o palco principal da festa foi ilustrado com as obras do artista. O tributo é apenas uma das surpresas de 2024. Evento gigante Desde sua estreia, OMSJC já reuniu mais de quatro milhões de pessoas, 1.640 horas de música e 26 mil artistas contratados. A cada edição são gerados 100 mil watts de som e 300 mil watts de luz são consumidos. Além de fomentar a cultura, o festival estimula a economia. Só em 2023, foram gerados 1,5 mil empregos diretos e 5 mil indiretos. Mais que promover entretenimento, O Maior São João do Cerrado tem como premissa possibilitar inclusão para o público. O evento conta com intérpretes em libras, audiodescrição, plataforma elevada para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento exclusivo para PCD. O Maior São João do Cerrado é organizado pelo Instituto Brasileiro de Integração – Cultura, Turismo e Cidadania (IBI). Confira a programação completa: Quinta-feira – 12/09 Pé De Cerrado Abertura Oficial Sanfona Lascada Queima de Fogos Bicho de Pé Nilson Freire Edu Boneco Mastruz com Leite Sexta-feira – 13/09 Boka de Sergipe Elite do Cerrado Rick e Rangel Edu Boneco Iohanes Sábado – 14/09 Negão Chandon Leandro Kato Nena Queiroga Guilherme Silva Alisson e Aryel Domingo – 15/09 Flavinho Casca de Bala Sabugo de Milho Nego Rainner Si Bobiá a Gente Pimba Banda Magníficos Serviço | 16º O Maior São João do Cerrado Data: 12 a 15 de setembro de 2024 Local: QNN 12 (ao lado do estádio Abadião) Ceilândia Sul Hora: 18h – abertura dos portões   Fotos: Instagram/Reprodução

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Top Five: corre que dá tempo de curtir o finde!

Sente só essa agendinha cultural toda cremosa chegando com cinco ideias de como se divertir PERAMBULANDO pela cidade Se você, assim como este colunista, estava sem saber o que fazer para curtir o fim de semana, nossos problemas acabaram. O meu, porque levantei uns agitinhos da hora para informar todos os leitores; e o de vocês porque agora é só decidir em qual deles se jogar, pois tem opção para diferentes públicos e gostos. O primeiro destaque fica para o Festival Criolina que está trazendo – neste sábado (26), a partir das 20h, na Torre de TV – uma tríade de duplas para lá de interessantes: Gaby Amarantos dividindo a cena com o Dj Zek Picoteiro; enquanto Karol Conka vem acompanhada de RDD, membro do grupo Attooxxa, assumindo as pick-ups; e a prata da casa, Ellen Oléria e ninguém menos que o super DJ Umiranda para colocar todo mundo para dançar. Claro, tem mais atrações que você pode conferir pelo site do festival, cujos ingressos estão saindo a R$ 25 (meia entrada), disponíveis no Furando Fila. Agora, que tal uma programação para curtir com a garotada? O Sesc Festclown reúne muita palhaçaria, até o próximo domingo (27), lá no estacionamento e no teatro Nilton Rossi do Sesc Ceilândia. Está é a primeira vez em duas décadas de existência que o evento acontece fora do Plano Piloto, reunindo artistas locais e trupes consagradas, nacional e internacionalmente, em apresentações 100% gratuitas. Entre eles, estão o palhaço espanhol Hugo Miró; o palhaço alagoano Mixuruca — filho do Palhaço Biribinha, uma referência nacional; além de artistas locais, como o Mandioca Frita. Você pode conferir a programação completa clicando neste link que conta com mais de 20 espetáculos, palestras, rodas de conversa e oficinas. Para as atividades que acontecem dentro do teatro, é preciso retirar ingressos na bilheteria ou pelo Sympla. Para os demais espaços, o acesso é livre. A família brasiliense também pode aproveitar as atividades que rolam no Complexo Cultural do Choro, que traz no sábado (26), a partir das 10h, a Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. De meio dia em diante tem a já tradicional Feijoada Musical, que segue embalada por Reco do Bandolim e o Regional Choro Livre recebendo músicos em apresentações democráticas no palco principal. Já no domingo (27), o agito começa às 16h com o Piquenique Chorão e Cantação de Histórias com Mateus Ferrari. Às 17h tem Choro Livre convidando Pablo Fagundes, Larissa Umaytá e João Dias. E para finalizar, a partir das 18h45 tem Domingo no Clube com as Fulô do Cerrado. Vai perder? O Clube do Choro fica no Setor de Divulgação Cultural, ali no Eixo Monumental, atrás do Centro de Convenções. E quem é por aí que gosta de curtir uma comédia no teatro? Pois bem, a trupe Os Melhores do Mundo estará em cartaz com o espetáculo Notícias Populares, em sessões duplas no Teatro dos Bancários, nesses sábado e domingo (26 e 27). Confira horários e lugares disponíveis (com valores a partir de R$ 50) clicando neste link. Vale lembrar que a peça, criada em 1997, acabou se tornando uma das mais emblemáticas do grupo, onde cenas explosivas e personagens marcantes, contagiam o público com muito humor, em uma série de esquetes calcadas em fatos corriqueiros, histórias dramáticas, personalidades, entretenimento, política e tudo mais que couber num palco-jornal. Para finalizar, anote aí que no sábado (26), às 11h, a Referência Galeria promove um bate-papo entre a curadora Marília Panitz e a artista visual Patrícia Bagniewski, que está em cartaz no local com a exposição O que está embaixo é como o que está em cima, o que em cima é como o que está embaixo. Na conversa, serão abordados temas diversos sobre os processos de ateliê dessa artista incrível que trabalha com vidro. Seguido por uma sessão de perguntas e respostas, o evento tem duração total de 90 minutos. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos, e para quem não lembra a Referência fica na loja 11 do Bloco B da 202 Norte, e seu perfil no Instagram é o @referenciagaleria. Então, partiu sair PERAMBULANDO e curtindo tudo o que Brasília oferece para deixar seu finde muito mais divertido. Bom passeio!   Fotos: Divulgação

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Sim… Brasília comemora os 50 anos do Hip-Hop!

Com a exposição Graffiti Rivas Vida Hip Hop, a revolucionária e contagiante cultura é patrimônio imaterial do DF É isso mesmo, ele virou um cinquentão, porém, ninguém diz, tampouco acredita. O Hip-Hop, estilo musical que nasceu em uma festa que rolou em um apartamento no Bronx, em New York City, pelas mãos do DJ Kook Herc, no dia 11 de agosto de 1973, é hoje o segundo ritmo mais ouvido no Spotify em todo o mundo. Nada para um som que nasceu marginal. Só para se ter uma ideia, o Brasil é o terceiro país na lista dos que mais consomem o gênero, e claro, a cena em Brasília é efervescente. E para quem quiser se aventurar, conhecer e fazer descobertas sobre a força dessa cultura em terras candangas – que ultrapassou as barreiras musicais, se transformando em um verdadeiro estilo de vida, ela está muito bem representada na exposição Grafitti Rivas Vida Hip Hop, cujo vernissage ocorreu na última sexta-feira (11), no dia do B’Day do Hip-Hop, ocasião quando também foi lançado o minidocumentário biográfico do artista, lá na Biblioteca Nacional de Brasília.   Fazendo um justo resgate histórico para quem não o conhece, Rivas – que já foi conhecido como Kabala, é um artista multimídia detentor de inúmeros prêmios, ícone da cultura Hip Hop, onde atua indissociavelmente na maioria de seus segmentos, principalmente no grafitti. B.Boy e dançarino, ele foi fundador e influenciador de diversos grupos e equipes (crews) de Brake Dance; além de atuar também como Rapper/MC de reconhecimento nacional. Foi ele quem fundou o Encontro de B.Boys e B.Girls BSB-DF e Entorno, evento fixo no calendário cultural de Brasília há mais de 30 anos. Um parêntese… seu irmão foi o DJ Jamaika dono do hit Tô Só Observando, que chamou a atenção de toda a indústria fonográfica nacional. Ele que já participou do aclamado grupo Câmbio Negro, fundou com Rivas o grupo de rap Álibi, que contava com o apoio de Rei, do Cirurgia Moral. Infelizmente, o artista morreu aos 55 anos no último mês de março, depois de lutar muito tempo contra um câncer na coluna. Inclusive, é nítida a homenagem de Rivas a Jamaika na exposição em cartaz na Biblioteca Nacional, que reúne um acervo de 31 telas inéditas, peças de vestuário, jaquetas, bonés, camisetas, tênis, moletons e coletes, e ainda uma coleção com o nome da mostra com 50 camisetas. Produtor e arte-educador, Rivas, dedica parte da programação do evento à oficinas de graffiti para crianças e suas famílias no Espaço Kids/Geek (2º andar da Biblioteca), nos dias 09, 16 e 30 de setembro, das 9h às 11h. Também estão previstas visitas guiadas com seis escolas públicas em Brasília, onde irão rolar oficinas de rap. O mais legal é que toda essa programação vem de encontro à lei nº 7274/2023 de autoria do Deputado Distrital Max Maciel, que foi aprovada pelo IPHAN e pelo Governador Ibanês Rocha, tornando o Hip Hop Patrimônio Cultural e Imaterial no Distrito Federal. “Esse movimento representa milhares de jovens periféricos. Vale lembrar que já temos o Break como esporte olímpico e a arte do Grafitti reconhecida internacionalmente. Estamos preparando um inventário do Hip-Hop no DF. Além disso, vale ressaltar que esse movimento salva vidas nas periferias desse país”, destaca Max Maciel. Coerente, com mais de 35 anos de carreira e absolutamente engajado, Rivas é um formador de opiniões que incentivou a milhares de jovens e cidadãos a expressarem suas realidades de vida através da cultura Hip-Hop. Um nome que você não pode deixar de conhecer. Visite e exposição e confira abaixo mais cliques feitos por este colunista na abertura de Grafitti Rivas Vida Hip Hop: Serviço: Exposição Grafitti Rivas Hip Hop Onde: Biblioteca Nacional de Brasília (Complexo Cultural, Esplanada dos Ministérios) Quando: 12/08 a 12/10, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h; sábado das 9h às 14h Classificação Livre Mais informações: 3325-6257 / @rivas.artesvisuais

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Partiu pedal! Mobilidade urbana, conforto e segurança

JK Shopping inaugura motobicicletário para estimular o uso de bikes pelos seus clientes  Apostando em um futuro mais sustentável, o JK Shopping acaba de inaugurar um estacionamento todo modernoso para quem quiser passear, trabalhar ou fazer suas compras por lá de bike (ou moto). Com quase 500m², o lugar conta com 160 vagas no total e muito em breve irá oferecer um conjunto de aminities que irá deixar o pessoal com vontade de aderir à onda de se locomover em duas rodas. Com a realização de um café da manhã clientes, parceiros e imprensa puderam conferir em primeira mão o Motobicicletario que já conquistou a todos os presentes, graças ao projeto concebido pelo designer Marcos Morerira e o arquiteto Alexandros Xavier. De imediato, o local disponibiliza 92 vagas para bicicleta (uso gratuito) e 68 para motocicletas (uso pago). Além da tranca para seu veículo, o usuário pode levar também um cadeado para usar um dos 20 lockers disponíveis por lá. Com 476m², o espaço está localizado no Piso S1 do centro de compras e tem funcionamento diário, das 10h às 22h. E muito em breve, estarão sendo oferecidos outros serviços no local que irão deixa-lo ainda mais completo. “Por exemplo, teremos aqui bebedouros e pias para as pessoas lavarem o rosto e se refrescarem. Se você chegar e precisar fazer um reparo rápido, a oficina estará à sua disposição. Iremos ainda oferecer calibradores portáteis, tudo para garantir, além de segurança, o maior conforto possível”, enumera o Gerente Operacional do JK Shopping, Daniel Souza.   Diante da iniciativa, que faz parte das ações de 10 anos de vida daquele centro comercial, este colunista decidiu tirar sua bike da parede para ir PERAMBULANDO até o mall e conferir de perto a novidade. E, cá entre nós, o Motobicicletário do JK tem tudo para fazer sucesso ao mesmo tempo que estimula um estilo de vida mais saudável e sustentável! SERVIÇO: Motobicicletário JK Shopping Piso S1 do JK Shopping De segunda a domingo, das 10h às 22h. Bicicletas, uso gratuito; motocicletas, tarifa de estacionamento. Mais informações: http://jkshoppingdf.com.br   Crédito das imagens: Telmo Ximenes/Divulgação

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