MeMefolia: um pré-Carnaval imperdível!

Não tem samba no pé, tampouco marchinha, mas tem muito humor e alimento para a alma na segunda fase da exposição mais viral em cartaz no CCBB Brasília. Como assim você ainda não foi na exposição Meme: no Br@sil da memeficação, que está rolando lá no CCBB Brasília? Em cartaz até 1º de março, a mostra entra agora, a partir deste sábado, 31, em uma nova fase — ainda mais viva, participativa e bem-humorada — com a chegada da MeMefolia, uma programação especial que amplia o diálogo da exposição com o público por meio de conversas, oficinas e encontros gratuitos. A MeMefolia transforma a experiência da mostra em um verdadeiro espaço de troca: humor como linguagem, pensamento crítico como provocação e o meme como espelho do Brasil contemporâneo. Entre férias escolares e o clima pré-carnavalesco, o CCBB reafirma seu papel como lugar de convivência cultural, reunindo crianças, jovens e adultos em atividades que misturam reflexão e prática, riso e política, memória coletiva e cultura digital. Passam por essa programação nomes centrais do humor e da comunicação no país, como Marcelo Tas (foto abaixo), referência histórica do humor crítico na TV e na educação; Malfeitona, artista que fez do traço “malfeito” um gesto criativo potente nas redes; Viktor Chagas, pesquisador pioneiro nos estudos sobre memes, democracia e cultura digital; além de Pamella Anderson e Raquel Real, entre outros convidados. Em paralelo, oficinas convidam o público a criar memes, emojis, imagens improvisadas e até acionar memórias afetivas, reforçando o caráter lúdico, educativo e intergeracional da proposta. Tudo isso acontece dentro do universo já potente da exposição Meme: no Br@sil da memeficação, que ocupa as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília, reunindo mais de 800 obras de cerca de 200 artistas e produtores de conteúdo digital. Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, e colaboração do perfil @newmemeseum, a mostra investiga os memes como linguagem estética, ferramenta crítica, expressão de afetos coletivos e forma legítima de produção cultural. Organizada em cinco núcleos temáticos — Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado e Combater ficção com ficção —, além de prólogo e epílogo interativos, a exposição aposta em uma cenografia imersiva e múltiplas linguagens: vídeos, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, neons, instalações sonoras e experiências sensoriais que atravessam as ruas, as redes e o imaginário brasileiro. Mais do que celebrar o meme, a mostra propõe algo raro: pensar criticamente a memificação, o humor e a comédia como forças que moldam nossa forma de comunicar, de narrar o país e de lidar com a política, a ética e o cotidiano. Um território onde rir também é um ato de reflexão. Claro que este colunista já foi lá conferir. Para você que curte vídeo, clique aqui e veja o que fiz por lá com a vibe total da expo, até na trilha sonora. Com visitação gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, a exposição e a MeMefolia convidam o público a olhar para os memes não apenas como entretenimento, mas como linguagem viva, coletiva e profundamente brasileira. Confira a programação completa abaixo: Bate-papos e oficinas Tatuagem de chiclete Oficina ministrada por | Malfeitona (foto abaixo) Quando | 31/01, às 15h Classificação indicativa | 14 anos + Duração | 2 horas Onde | Galeria 4 Vagas | 20 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília Inspirada nas tatuagens de chiclete que marcaram a infância e a adolescência de muita gente, esta oficina propõe uma volta divertida a esse universo. Os participantes vão criar desenhos simples, coloridos e bem-humorados para transformar em tatuagens temporárias. A ideia é brincar com o corpo como suporte, resgatar a memória afetiva dos adesivos de chiclete e explorar, de forma leve e criativa, como a arte pode nascer do improviso e da imaginação cotidiana. Vocês não estão prontos para essa conversa Bate-papo com | Malfeitona, Pamella Anderson e Viktor Chagas Quando | 31/01, às 17h30 Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Duração | 1h30 Onde | Galeria 4 Vagas | 90 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília Em um bate-papo sobre a linguagem e a estética dos memes, Viktor Chagas, coordenador do #MUSEUdeMEMES, se reúne com as artistas plásticas Helen Fernandes (Malfeitona) e Pamella Anderson, cujas obras integram o acervo da exposição MEME: no Br@sil da memeficação. A conversa, em tom descontraído, pretende recuperar um pouco das trajetórias das convidadas e refletir sobre seu processo criativo, explorando as articulações entre o humor, a crítica social, e a experimentação artística e visual tão presentes em suas obras. O tensionamento entre as fronteiras da arte e do cotidiano é central na expressão artística de Fernandes e Anderson, e herda da cultura digital o estilo provocativo, ambivalente e exagerado.   Monte o seu meme Oficina ministrada por | Pamella Anderson Quando | 01/02, às 15h Classificação indicativa | Livre – menores de 12 anos acompanhados de responsável Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 20 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília Nesta oficina, o público é convidado a criar memes com papel, lápis de cera, canetinhas e colagens, etc. Crianças, jovens e adultos experimentam processos rápidos de criação, nos quais a ideia nasce do acaso e da resposta imediata ao que está à mão. Ao transportar a lógica dos memes do ambiente digital para o espaço físico, a atividade explora o humor e a potência expressiva do improviso, aproximando a prática artística da dinâmica espontânea e coletiva das redes sociais. Humor na era do coach Bate-papo com | Raquel Real, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli Quando | 07/02, às 16h Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Duração | 1 hora e 30 minutos Onde | Galeria 4 Vagas | 90 participantes Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília O encontro discute como memes e conteúdos humorísticos expõem as contradições do discurso da produtividade, da autoajuda e da meritocracia que circulam nas

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Artesanato e criatividade como elementos do design

Oficina faz parte da programação preparatória do II Fórum das Cidades Criativas do Design que acontecerá em março na cidade. No dia 31 de janeiro de 2026, das 9h às 12h30, o Centro de Artesanato do GDF (507 Sul) recebe a oficina “Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções”, voltada a artesãos e profissionais criativos do Distrito Federal que desejam fortalecer sua atuação no mercado sem abrir mão da identidade, da autoria e da cultura presentes em cada criação. Com 3h30 de duração e vagas limitadas a 21 participantes, a oficina propõe uma imersão prática para quem já produz — ou deseja produzir — com mais clareza sobre os próximos passos do próprio negócio criativo. A iniciativa, que faz parte da programação preparatória do II Fórum das Cidades Criativas do Design, que acontecerá em Brasília (10 a 13/03), conecta saberes e experiências do fazer artesanal a uma visão mais estruturada de empreendedorismo, ajudando os participantes a transformar talento em soluções com maior consistência, valor percebido e sustentabilidade. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a refletir sobre posicionamento, comunicação de valor e tomada de decisões mais seguras para crescer, vender e se manter relevantes no mercado. A oficina também aproxima o artesanato e a criação autoral das oportunidades ligadas ao turismo, valorizando o Distrito Federal como território de cultura, identidade e produção criativa. A condução da oficina ficará a cargo dos facilitadores Andrea Judice, Marcelo Judice e Wagner Alves, com apoio de profissionais responsáveis pelas estações de trabalho temáticas: Alessandra Pinheiro, na área de Branding; Claudia Pires El-moor, com foco em Embalagem; e Eduardo Meneses, responsável pela estação de Precificação. Essa dinâmica permite que os participantes tenham contato direto com ferramentas práticas e orientações aplicáveis ao seu próprio negócio criativo. Para quem vive do fazer — e para quem deseja viver dele com mais estratégia — a proposta é uma virada de chave: olhar para o próprio trabalho com visão de futuro, com os pés no território e com a mente aberta para novas possibilidades de construção e crescimento. O projeto é uma realização do Instituto ACDD e conta com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, por meio do Termo de Colaboração nº 3/2025 SETUR/DF. Informações e inscrições no @brasiliacidadecriativa. Serviço: Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções  Local: Centro de Artesanato do GDF – 507 Sul Data: 31 de janeiro de 2026 Horário: 9h às 12h30 Duração: 3h30 Público: Artesãos e criativos do DF Vagas: 21 participantes / Entrada Franca Foto de Jocelyn Morales na Unsplash

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Qual é o melhor Burger do país?

Festival elabora ranking com melhores sanduíches do país e a capital federal garante seu espaço nesse pódio. Onde está o melhor hambúrguer do Brasil? E de Brasília? A Coluna #PERAMBULANDO foi atrás das respostas, e elas vêm direto do ranking oficial do Burger Fest, um dos maiores e mais respeitados festivais do gênero no país. Depois de rodar seis capitais brasileiras, provar mais de cem receitas e reunir um time afiado de especialistas e curadores, o festival revelou sua aguardada lista anual com os 50 melhores hambúrgueres do Brasil. Na edição de número 20, quem levou a melhor foi São Paulo, coroada oficialmente como a capital nacional do hambúrguer. O grande campeão do ranking é o BBC Burger (foto abaixo), mas o domínio paulistano vai além: a cidade emplacou 23 endereços entre os 50 mais desejados do país, inclusive o terceiro lugar com o Sinyal. A medalha de prata foi para Belo Horizonte, que havia vencido a edição anterior e agora garante esse disputado segundo lugar com o Nimbus, prova de que a cena mineira segue fortíssima. Mas o Burger Fest não se resume apenas ao pódio. O ranking deste ano também trouxe categorias paralelas que ajudam a entender o fenômeno para além do sanduíche em si. Em Batata, por exemplo, o primeiro lugar foi alcançado pelo (mineiro) Foraster Burger; o segundo lugar ficou empatado entre Happens Deli (paulista) e (carioca) Porco Amigo, enquanto o (paulista) Thi.s Burger garantiu a terceira posição. Outro ponto interessante desta edição é a diversidade geográfica do ranking. Como o leitor já deve ter percebido, casas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Campo Grande e Brasília aparecem com força na lista, mostrando que a cultura do hambúrguer artesanal está cada vez mais espalhada – e amadurecida – pelo país. E por falar em Brasília… A capital federal também marcou presença entre os 50 melhores hambúrgueres do Brasil, segundo o Burger Fest. Nesta edição, Brasília emplacou cinco casas nesta categoria: 17º – Superquadra Bar (foto de capa); 34º – Benedito; 40º – Rusticano; 46º – O Fi de Vó; e 47º – Chincho Gordo. Esses endereços ajudam a provar que a cidade tem, sim, identidade própria quando o assunto é hambúrguer, transitando com personalidade da chapa à brasa, do clássico ao autoral. Embora este colunista se satisfaz e se encha de orgulho pelas hamburguerias eleitas pelo DF, o Madre Teresa Deli (foto abaixo) ficar de fora é uma grande injustiça. Quer saber por que sustento essa opinião? Clique aqui e descubra! Nos bastidores, o festival segue apoiado por marcas que dialogam diretamente com esse universo. A Heinz, ketchup número 1 do mundo e apresentadora do evento, apostou na ativação Revelação Heinz, convidando o público a usar óculos especiais para descobrir mensagens escondidas nos molhos e trocar por brindes físicos e digitais, elevando a experiência muito além do prato. Já a McCain, batata oficial do Burger Fest pelo oitavo ano consecutivo, destacou a tecnologia SureCrisp, com foco na linha SureCrisp Max, desenvolvida para manter a crocância por até 45 minutos após a fritura, um detalhe que faz toda a diferença, especialmente no delivery. “Para essa edição, a curadoria selecionou casas e chefs que sempre estiveram presentes no evento e que continuam performando com inovação, qualidade e talento”, resume Claudio Baran, criador do Burger Fest, ao comentar mais um ano do ranking que mistura curadoria especializada e voto popular. Os números ajudam a dimensionar o impacto do festival: em 14 anos, o Burger Fest já movimentou cerca de R$ 7 milhões diretamente no mercado, ultrapassou a marca de 2 milhões de hambúrgueres consumidos, envolveu aproximadamente 3 mil estabelecimentos em todo o Brasil e gerou cerca de R$ 150 milhões em vendas. A criação e organização são da Agência KRP, responsável também por projetos como Brunch Weekend, Sanduweek, Food Delivery Series, Semana do Hambúrguer e o Guia de Bares Brahma/Ambev. Fotos: Reprodução Instagram

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Silva e “As Melhores do Verão”

Parceria entre a Nova Birosca e o Lah no Bar vira grande comemoração de aniversário do agitador cultural Ricardo Lucas. Tem noites que são mais do que shows. São encontros. E o Festival de Verão do Silva, marcado para o dia 31 de janeiro, na Nova Birosca do Conic, nasce exatamente com esse espírito: celebrar a música brasileira, a energia do verão e, sobretudo, uma história construída com afeto, diversidade e ocupação cultural da cidade. No centro dessa grande ação está o cantor capixaba Silva, que traz a Brasília o show “As Melhores do Verão”, um repertório especial, com clima de carnaval, pensado para fazer o público cantar, dançar e se reconhecer nessa mistura irresistível de brasilidade. Mas o festival vai além do palco: ele marca também a comemoração dos 40 anos de vida e 20 anos de trajetória profissional de Ricardo Lucas, empresário e produtor cultural que há duas décadas ajuda a escrever capítulos fundamentais da noite e da cultura brasiliense. A festa, que tem seus ingressos disponíveis no site Shotgun, nasce de uma parceria inédita entre a Nova Birosca e o Lah no Bar, dois espaços que são símbolos da cena LGBT+ e da ocupação criativa do Conic. Juntos, eles transformam o coração da cidade em um território de celebração coletiva, com duas pistas, múltiplos ambientes, DJs e artistas da capital federal, criando uma experiência imersiva que dialoga com a estética e a liberdade já vistas em projetos como o Club Vittar. O verão pede Silva A turnê de verão de Silva chega embalada pelo sucesso do Bloco do Silva, projeto que rapidamente conquistou o país e já passou por diversas capitais ao lado de nomes como João Gomes, Alcione, Liniker, entre outros. Inspirado pela atmosfera do Carnaval, o show mistura axé, brasilidades dos anos 1990 e 2000 e homenagens à MPB em ritmo festivo, sem deixar de lado momentos mais afetivos da carreira do artista. No repertório, canções como “A Cor é Rosa”, “Fica Tudo Bem” e “Um Pôr do Sol na Praia” aparecem ao lado de faixas animadas que convidam o público a mergulhar de vez na estação mais quente do ano. Um show pensado para celebrar o agora, com leveza, emoção e aquela sensação boa de verão vivido intensamente. A abertura da noite fica por conta do grupo Elas Que Toquem, com seu pagodão cheio de identidade e tempero baiano, que ainda recebe a participação especial da cantora Ju Rodrigues, reforçando a força feminina nos palcos e a diversidade que dá o tom do festival. Uma história que se confunde com a cidade Celebrar Ricardo Lucas (foto abaixo) é, também, revisitar parte importante da história recente da cultura de Brasília. Ao longo de mais de 20 anos, ele construiu uma trajetória marcada por projetos que redefiniram a relação entre música, público e cidade. Passou pela extinta Boate Garagem, atuou em espaços como o Glow Lounge Bar, a Blue Space Brasília, e deixou uma marca definitiva à frente da Victoria Haus, que funcionou por 12 anos no SAAN e se tornou um dos espaços mais icônicos da noite brasiliense. Nesse percurso, assinou produções e parcerias com nomes como Anitta, Xuxa, Iza, Pabllo Vittar, Preta Gil, Karol Conká, Gloria Groove, Wanessa, Rouge, além de DJs e artistas da cena eletrônica e underground, no Brasil e fora dele. Hoje, à frente do Lah no Bar, conhecido como “o bar da escada mais famosa de Brasília”, Ricardo segue criando encontros. Mais do que um endereço, o Lah virou ponto de convivência afetiva, onde música, conversa, liberdade e diversidade se cruzam diariamente. Desse modo, o Festival de Verão do Silva surge como síntese dessa caminhada: um evento que celebra a música, a cidade, os encontros e a potência cultural do Conic. Um aniversário que vira festa coletiva, um show que vira experiência e uma parceria que reafirma Brasília como território vivo, pulsante e criativo. No fim das contas, é disso que se trata: gente, música, verão e histórias que continuam sendo escritas — de preferência, dançando.   Parabéns pra você! Festival de Verão do SILVA / Nova Birosca – Conic /  Sábado, 31 de janeiro – a partir das 20h30 / Ingressos: Shotgun   Fotos: Reprodução Instagram

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Quando Brasília vira diálogo

Exposição no MAB reúne obras históricas e contemporâneas em uma visita guiada que celebra arte, memória e liberdade. Na última terça-feira, 28, o Museu de Arte de Brasília (MAB) realizou uma visita guiada exclusiva para convidados à exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, com mediação do curador Cláudio Pereira. A atividade proporcionou um percurso aprofundado pela mostra, que reúne obras do acervo do MAB e da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira, articulando arte, memória e história na construção do imaginário da capital federal.     Durante a visita, os convidados puderam conhecer os principais eixos curatoriais da exposição, que propõe uma reflexão sensível e crítica sobre a noção de liberdade em suas dimensões estética, política, poética e histórica. O percurso parte do álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de Mário Fontenelle, e estabelece diálogos com obras de artistas fundamentais para a consolidação visual da Nova Capital, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Athos Bulcão, Marianne Peretti, entre outros, além de produções contemporâneas. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, a visita guiada reforça o papel do museu como espaço de preservação e difusão da memória da cidade. “O MAB é um espaço de celebração da arte contemporânea que conta a história da capital federal. Uma visita como essa, guiada pelo curador Cláudio Pereira, é um privilégio. Com conhecimento e sabedoria, ele nos apresenta a trajetória dessa cidade modernista, tombada como patrimônio histórico mundial”, afirmou. Já o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, destacou o momento de renovação institucional vivido pelo museu. “Essa visita marca a renovação pela qual o Museu de Arte de Brasília está passando, por meio de obras que representam a relação de Brasília com as artes visuais e o design”, ressaltou. Para o curador Cláudio Pereira, a visita representa um marco em sua trajetória no museu. “Esse momento é muito importante para o MAB, especialmente com as duas exposições que tive o privilégio de curar: ‘Diálogos da Modernidade’ e agora ‘Diálogos da Liberdade’. Contamos ainda com a doação da obra ‘Museu Imaginado’ (acima), do artista Carlos Bracher, que retrata a fachada do Museu de Arte de Brasília”, destacou. A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” permanece em cartaz até o dia 26 de fevereiro, reafirmando o compromisso do MAB com a preservação da memória artística, o estímulo ao pensamento crítico e a promoção de diálogos entre diferentes gerações e linguagens artísticas. Aproveita e já siga o @museudeartedebrasilia, e não deixe de conferir alguns cliques de quem participou dessa visita guiada, pelas lentes desse colunista/fotógrafo: Fotos: Gilberto Evangelista

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“À Beira do Sol” em cartaz no CCBB

Atração integra a Ocupação Os Buriti – 30 anos e fica em cartaz até domingo (25). A Cia. Os Buriti está em cartaz de 22 a 25 de janeiro (quinta a domingo) com o espetáculo “À Beira do Sol” (classificação livre), no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). A peça integra a Ocupação Os Buriti – 30 anos, que celebra três décadas do grupo. O espetáculo fica em cartaz na quinta e sexta (22 e 23), às 19h; e no sábado e domingo (24 e 25), com sessões às 16h. A sessão do dia 23 tem interpretação em Libras. Os ingressos estão disponíveis no site do CCBB Brasília e na bilheteria do CCBB. “À Beira do Sol” é um solo interpretado por Naira Carneiro, que também assina a direção e a dramaturgia juntamente com Duda Rios (Cia Barca dos Corações Partidos). A montagem propõe uma imersão poética no universo da loucura e do inconsciente. A criação se inspira nos artistas Arthur Bispo do Rosário e Profeta Gentileza, e também nos relatos da psiquiatra Nise da Silveira. A peça é apresentada em sessão extra em 22 de janeiro (quinta), às 19h. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria física do CCBB e no site. A obra acompanha a trajetória de Arian, que ouve vozes dizendo que o Astro Rei vai se pôr para nunca mais voltar. Ela, então, passa a vigiar o Sol para impedir que o mundo fique para sempre na escuridão. O espetáculo recebeu 19 indicações a prêmios nacionais, como a de melhor espetáculo infantil pelo Prêmio APTR (Associação de Produtores de Teatro) e a de melhor atriz no Prêmio CBTIJ. Ocupação Além de “À Beira do Sol”, a Ocupação Os Buriti – 30 anos apresenta ainda os espetáculos “Cantos de Encontro” (classificação livre). “Depois do Silêncio” (foto acima – classificação 12 anos), que fica em cartaz nos fins de semana de 30 de janeiro a 1º de fevereiro e de 6 a 8 de fevereiro, com sessões sempre às 19h. As entradas podem ser adquiridas na bilheteria física do CCBB e no site. Com direção artística e coreografia de Eliana Carneiro, a atração se baseia em fatos reais da vida da menina Helen Keller (1880-1968), que perde a visão e a audição com poucos anos de idade e passa a viver em um mundo totalmente apartado até a chegada da professora Anne Sullivan. A partir desse encontro, Anne inicia a árdua tarefa de ensinar libras tátil e possibilitar que Helen aprenda a se comunicar com o mundo exterior. A montagem tem no elenco Camila Guerra e Naira Carneiro, que interpretam Anne Sullivan e Helen Keller, e Renata Rezende, atriz surda, que apresenta ao público um contexto atual e autobiográfico, criando um contundente diálogo paralelo entre as personagens de 1890 e os dias de hoje. A peça é bilíngue, encenada em português e em Libras pelas próprias atrizes, o que a torna acessível para pessoas surdas. Já “Cantos de Encontro” tem sessões nos dias 31 de janeiro, 1º, 7 e 8 de fevereiro, sempre às 16h, com venda de ingressos na bilheteria física do CCBB e no site do CCBB. Voltado para crianças de todas as idades, o espetáculo apresenta canções autorais, histórias, dança e manipulação de bonecos. Em cena, quatro intérpretes apresentam diferentes ritmos da música popular brasileira, em uma montagem que já encantou públicos no Brasil e no exterior, com passagens por 40 cidades brasileiras e seis países europeus. Três décadas Criada em 1995 por Eliana Carneiro, a Cia Os Buriti – Teatro de Dança se dedica à criação de espetáculos para todas as idades, unindo diferentes linguagens artísticas. A companhia é formada pela diretora e atriz Eliana, seus filhos Naira Carneiro e Guian Carneiro, pelas atrizes Camila Guerra e Renata Rezende e pelos músicos Jorge Brasil, André Togni, Daniel Pitanga, Marília Carvalho, Diogo Vanelli e Carlos Frazão. Ao longo de sua trajetória, o grupo criou 16 espetáculos autorais, gravou três álbuns musicais, lançou três livros infantis, produziu dois curtas-metragens e 14 videoclipes. Desde 2020, realiza ações artísticas e educacionais contínuas no Espaço Cultural Casa Buriti. A companhia já se apresentou em diversas cidades brasileiras e em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, França, Áustria, Grécia, Índia, México, Paraguai e Romênia, participando de importantes festivais e encontros de teatro, dança e música. Parceria O Centro Cultural Banco do Brasil e a Cia. Os Buriti mantêm uma parceria sólida desde 2006, com a montagem do espetáculo “Cordas e Contos“. Em 2016, essa união foi reafirmada com o espetáculo “Kalo – Filhos do Vento“. Em seguida, a companhia foi convidada a conceber e realizar a instalação e a performance de abertura do Museu Permanente do CCBB. Foi no palco do Centro Cultural que os últimos espetáculos da companhia, “À Beira do Sol” e “Depois do Silêncio“, tiveram suas estreias. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Partiu Teatro? “À Beira do Sol” / 16 a 25 de janeiro – sextas às 19h; sábados e domingos às 16h / Sessão extra em 22 de

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Vai começar o Em Casa Brasília

Festival de arte, encontros e experiências ao ar livre abre oficialmente neste sábado com a festa Benção Brasília. Brasília ganha um novo ponto de encontro cultural a partir deste sábado, 24, com a abertura oficial do Festival em Casa Brasília, uma ocupação urbana artística e cultural temporária que nasce no antigo Pesque e Pague da Lagoa dos Patos, dentro do Parque da Cidade. O projeto propõe a revitalização afetiva e criativa de um espaço que estava adormecido, devolvendo vida ao local por meio de arte, cultura, festas, encontros e experiências ao ar livre. Idealizado a partir de encontros entre amigos, o Festival em Casa Brasília surge do desejo dos sócios João Felipe Maione e Victor Braga de criar um espaço onde o público se sinta acolhido, livre e pertencente. A proposta é simples: ocupar com respeito, criatividade e cuidado um lugar esquecido, ativando-o por um período determinado com programação cultural diversa. “O Festival em Casa nasce do desejo de devolver vida a um espaço que sempre esteve ali, mas que precisava de afeto, presença e criatividade. A gente acredita na ocupação como forma de cuidado, encontro e celebração da cidade e das pessoas que fazem Brasília pulsar”, afirma Victor Braga. O projeto se apresenta como “a casa dos produtores da cidade”, um espaço aberto para receber festas, coletivos e iniciativas culturais que já movimentam a cena brasiliense. Sem rótulos, o Festival em Casa Brasília mistura linguagens, ritmos, estilos e públicos, criando um ambiente plural, descolado e genuinamente conectado à identidade da capital. Inspirado na ideia de uma casa de cabeça para baixo, o espaço propõe novas formas de ocupar e viver a cidade. O conceito atravessa tanto a curadoria quanto a cenografia do espaço, simbolizando a inversão de perspectivas e a busca por novos caminhos para celebrar, conviver e criar. Durante o período da ocupação, o público poderá vivenciar uma programação diversa, que inclui festas e encontros musicais, picnics, feiras criativas e gastronômicas, intervenções artísticas, cenografia autoral e ações promovidas por coletivos culturais da cidade. Tudo pensado para valorizar a brasilidade, os afetos, as cores e a potência criativa de Brasília. A primeira festa, “Bença Brasília”, acontece no sábado, 24 de janeiro, às 18h, e marca oficialmente o início do projeto. Um gesto de saudação à cidade, ao parque e às pessoas que fazem Brasília pulsar, pedindo licença para ocupar, cuidar e transformar o espaço com alegria, respeito e pertencimento. No estacionamento 10 do Parque da Cidade, a batida convida o público a embarcar em uma viagem pelas nossas raízes e misturas, ao som de música urbana, afrohouse, brasilidades e sons que atravessam o Brasil. No domingo, 25 de janeiro, a programação continua a partir das 15h, com o Pic Nic Samba da Tia Zélia, que convida o público a estender a canga, chamar os amigos e curtir uma tarde ao ar livre cheia de afeto e brasilidades. A trilha sonora fica por conta do Samba da Tia Zélia, que recebe Jess Ullun e convidados, transformando o gramado em uma grande comemoração coletiva. E aí, vamos nessa?  Festival em Casa Brasília / Parque da Cidade – antigo Pesque e Pague da Lagoa dos Patos (estacionamento 10) / 24 de janeiro (sábado) e 25 de janeiro (domingo) / Ingressos Benção Brasília & Pic Nic Samba da ia Zélia  / Siga: @festivalemcasabrasilia   Fotos: Divulgação

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Partiu Marsha Trans Brasil!

Ato político-cultural tem participações das deputadas Erika Hilton e da cantora Pepita neste domingo. Em sua terceira edição, a Marsha Trans Brasil ocupa o centro de Brasília no dia 25 de janeiro. Organizada pela Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) e pelo Ibrat (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades), a manifestação político-cultural tem sua concentração em frente ao Congresso Nacional, a partir das 13h, seguida por uma caminhada que segue até o Museu Nacional da República. Entre as participações confirmadas estão a deputada federal Erika Hilton e a cantora Pepita. Para reverberar a voz da população transexual brasileira, a Marsha recebe a participação de pessoas trans da política, do ativismo e da cultura, além de caravanas de ativistas vindas de diversos estados. Participam da manifestação a cantora Pepita, a deputada federal Erika Hilton (SP), as deputadas estaduais Linda Brasil (SE) e Dani Balbi (RJ) e as vereadoras Amanda Paschoal (São Paulo), Juhlia Santos (Belo Horizonte) e Natasha Ferreira (Porto Alegre). Como aliados da causa trans, participam a deputada federal Erika Kokay (DF) e o deputado distrital Fábio Felix (DF), além de representantes de ministérios do governo federal. Para a presidenta da Antra, Bruna Benevides, a programação da Marsha Trans Brasil 2026 expressa uma grande construção coletiva. “São mais de 65 entidades unidas, compostas por movimentos sociais nacionais e locais, sindicatos, organizações internacionais e ativistas comprometidos com a defesa dos direitos das pessoas trans e travestis”, detalha. A manifestação tem como eixo central o enfrentamento ao genocídio de pessoas trans e travestis e a garantia do direito à vida. A organização defende o direito ao nome, à identidade de gênero e ao reconhecimento legal pleno, além da imediata publicação do Paes Pop Trans (Programa de Atenção à Saúde da População Trans). As pautas levantadas abarcam ainda a inclusão e a permanência de estudantes trans na educação, com a implementação de cotas em universidades, institutos federais e concursos públicos, além de programas de acesso e qualificação para o mercado de trabalho formal. Completam as pautas o enfrentamento à transfobia no sistema de Justiça e na segurança pública, a proteção de pessoas trans em contextos de migração e refúgio, o combate à agenda antitrans e a valorização do acúmulo histórico dos movimentos sociais trans como base para soluções políticas. Programação A edição 2026 da Marsha Trans, grafada assim em homenagem a Marsha P. Johnson, referência trans global, tem como tema “Brasil soberano é país sem transfobia”. A pauta reforça o papel das entidades que defendem os direitos das pessoas trans como um espaço de denúncia, memória, resistência e proposição. Para isso, as entidades realizadoras preparam uma programação de atividades de 24 a 27 de janeiro. No dia 24 (sábado), é realizada a Jornada Ibrat, às 9h, e o Bailinho Trans, às 15h. No domingo (25), a concentração para a Marsha começa às 13h, em frente ao Congresso Nacional, com a caminhada às 17h, seguida pelo show da cantora Pepita e apresentações de DJs no Palco Marsha Trans Brasil, a partir das 19h, na área externa do Museu Nacional da República. A programação de domingo é encerrada com o after da Marsha, com karaokê, no Lah no Bar. Na segunda-feira (26), é promovido o Fórum Nacional de Marchas Trans, às 9h, e o Fórum Nacional de Transmasculinidades Negras e Periféricas, às 10h. No turno da tarde, às 14h, é apresentado o Seminário Ativismos e Famílias em Defesa das Juventudes Trans. Às 17h, é celebrada a Visibilidade Trans Nacional no Ministério dos Direitos Humanos, e às 18h é lançado o Dossiê da Antra 2026, que compila dados sobre violências cometidas contra a população trans em todo o Brasil. Veja a programação completa24 de janeiro 9h – Jornada Ibrat (St. Paul Plaza Hotel) 15h – Bailinho Trans (Teatro dos Bancários) 25 de janeiro 13h – Marsha Trans (em frente ao Congresso Nacional) 19h – Shows com Pepita e DJs (Museu Nacional da República) 22h – After da Marsha + Karaokê (Lah no Bar) 26 de janeiro 9h – Fórum Nacional de Marchas Trans (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 10h – Fórum Nacional de Transmasculinidades Negras e Periféricas (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 14h – Seminário Ativismos e Famílias em Defesa das Juventudes Trans (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 17h – Visibilidade Trans Nacional no Ministério dos Direitos Humanos e lançamento do Dossiê da Antra 2026 (Auditório do Ministério dos Direitos Humanos) 27 de janeiro 10h – Seminário Educação para Transformar (Sede da OAB-DF, Auditório José Paulo Sepúlveda Pertence) Siga: @marshatransbr  Fotos: Divulgação / Reprodução Instagram

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Quem gosta de saquê, levanta a mão!

Noru Sushi aposta em carta especial, festival de degustação e drinks criativos para celebrar o universo dessa bebida enigmática e surpreendente. Quando se fala em gastronomia japonesa, muita gente pensa imediatamente em sushis e sashimis. Mas hoje, a Coluna #PERAMBULANDO chega para lembrar a todos que, no Noru Sushi (lá no Noroeste), a experiência vai muito além do prato: o restaurante transformou o saquê no grande astro da casa, com uma carta cuidadosa e cheia de personalidade. Conhecido no Japão como nihonshu – literalmente “álcool japonês” – o saquê carrega mais de dois milênios de história. Feito basicamente de arroz polido, água pura, leveduras e do famoso fungo koji, ele é resultado de um processo artesanal delicado, quase ritualístico. Aliás, um detalhe curioso: a qualidade da água utilizada na produção é tão importante quanto o tipo de arroz. Não por acaso, muitas fábricas de saquê no Japão ficam próximas a fontes naturais consideradas sagradas. Com teor alcoólico que varia entre 13% e 16%, a bebida é versátil e cheia de nuances. Pode ser servida gelada, em temperatura ambiente ou até aquecida, escolha que muda completamente a percepção de aromas e sabores, a preferida deste colunista, por se revelar em uma verdadeira viagem sensorial para ser apreciada sem pressa. No Noru, essa tradição ganha ares contemporâneos. O cliente pode optar pela dose ou pela garrafa e explorar rótulos cuidadosamente selecionados, como o conceituado Houou Suishin Junmai Daiginjo, o Hakushika Junmai Yodan Jikomi, entre outros destaques da carta. Os valores das doses variam de R$ 34,81 a R$ 59,81, enquanto as garrafas vão de R$ 169,81 até R$ 6.000,81, contemplando desde opções acessíveis até verdadeiras joias da enologia japonesa. Para quem gosta de experimentar sem compromisso, a casa oferece ainda o Festival de Saquês. Por R$ 129,81 por pessoa, é possível degustar cinco rótulos especiais: Hakushika Kura Pack, Hakushika Josen Honjozo tradicional, Hakushika Yamadanishiki Honjozo, Hakushika Tokusen Yamadanishiki Junmai e Ozeki Nigori. Um convite perfeito para descobrir novos aromas, texturas e estilos. E engana-se quem pensa que o saquê só brilha puro. No balcão do bar, ele vira estrela de drinks autorais cheios de criatividade. Entre os mais pedidos estão o Noru (R$ 37,81), com saquê, vinho branco, syrup de toranja, limão e tônica pink lemonade; o irreverente Yakuza (R$ 42,81), que mistura lichia, Cointreau e um toque de flor de sal; e o surpreendente Moscow Izu (R$ 38,81), releitura do clássico Moscow Mule com espuma de wasabi. A carta ainda traz o delicado Akari (R$ 34,81), com gin, saquê e limão siciliano; o exótico Yoru Yuzu (R$ 42,81), que leva purê de yuzu; além do shot exclusivo Kenji (R$ 19,81), combinação inusitada de saquê, cranberry e gotas de teriyaki. Para os fãs de brasilidade com toque oriental, as Caipisaquês aparecem em sabores como caju, kiwi, lichia, limão, limão siciliano, melancia, morango e seriguela, com preços entre R$ 32,81 e R$ 34,81. Assim, o Noru Sushi prova que o saquê é muito mais do que um simples acompanhamento: é cultura, tradição e criatividade engarrafadas. Para quem aprecia a gastronomia oriental, ou simplesmente gosta de brindar a vida com algo diferente, o endereço se tornou parada obrigatória em Brasília.   Tim-tim oriental! Festival de Saquês do Noru Sushi / CLNW 10-11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste / segundas – 18h às 23h; terça a sábado – 12h às 23h30; domingo – 12h às 23h / Reservas e informações (61) 99554 0336 / Siga @norusushi Fotos: Divulgação

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 “O Reinado do Riso” na CAIXA CULTURAL

Mostra explora o humor presente nas manifestações das culturas populares. De 19 de janeiro a 29 de março de 2026, a exposição “O Reinado do Riso” apresenta, na CAIXA Cultural Brasília, diversas obras que revelam a presença do riso e da comicidade nas festas e brincadeiras populares brasileiras. Com entrada gratuita, a mostra é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre a CAIXA e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para viabilizar exposições, palestras, eventos educativos e ações inclusivas. ​A exposição reúne textos, uma incrível coleção de fantasias, mamulengos, fantoches, esculturas em madeira, pinturas e fotografias para mostrar como o riso e a brincadeira ajudam a manter vivas múltiplas tradições populares, como Carnaval, Folia de Reis, Bumba meu Boi, circo, teatro de bonecos, literatura de cordel, entre outras. Além disso, a mostra evidencia como a comicidade pode ser uma forma de denúncia, resistência e crítica.​ O Reinado do Riso tem curadoria do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), unidade especial do Iphan, e foi realizada em 2012, no Museu de Folclore Edison Carneiro do CNFCP, no Rio de Janeiro. Nesta remontagem com nova expografia, após passar por Brasília, a mostra seguirá itinerante até fevereiro de 2028, passando pelas unidades da CAIXA Cultural de Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. Quem vai? O Reinado do Riso / CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília (DF) / De 20 de janeiro a 29 de março – terça a domingo – 9h às 21h / Entrada gratuita / Livre / Mais Informações @caixaculturalbrasilia – site oficial  Fotos: Divulgação

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