Regina Casé em uma viagem cósmica

Dica da coluna #PERAMBULANDO: “VIVA! VIDA!” chega de graça ao CCBB Brasília para misturar ciência, humor, tecnologia e ancestralidade em uma jornada pelo planeta. Se você gosta de teatro que faz rir, pensar e ainda olhar para o mundo de um jeito diferente, anote esta dica da Coluna #PERAMBULANDO: Regina Casé está de volta aos palcos com “VIVA! VIDA!”, um solo que transforma o teatro em uma espécie de nave espacial para viajar por bilhões de anos — da formação do planeta ao mundo hiperconectado das notificações de WhatsApp. O espetáculo chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília nos dias 25, 26 e 27 de agosto, com sessões gratuitas às 19h. Escrita por Estêvão Ciavatta Pantoja, com colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a montagem costura ciência, meio ambiente, espiritualidade, tecnologia e saberes ancestrais em uma narrativa que promete ser tão divertida quanto provocadora. E quem conduz essa viagem é Regina Casé, com aquele talento que dispensa apresentações e uma boa dose de humor para transformar assuntos aparentemente complicados em conversa próxima, curiosa e cheia de vida. A atriz parte de perguntas sobre o planeta, as células, o universo e a nossa própria existência para chegar a uma constatação simples — e gigantesca: estamos todos conectados. A direção é assinada por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, enquanto Daniela também responde pelo cenário. No palco, painéis de LED criados pelo Estúdio Radiográfico acompanham a narrativa e transformam o espaço em uma extensão da própria história. A trilha sonora de Amaro Freitas, que mistura jazz e referências afro-nordestinas, completa a experiência. O resultado é um espetáculo que passeia da explosão das estrelas à química do amor, da ancestralidade indígena às urgências ambientais e da história da Terra à vida digital. Tudo isso sem transformar a plateia em sala de aula — pelo contrário. A proposta é provocar, emocionar e, quando menos se espera, arrancar uma boa risada. “VIVA! VIDA!” também nasce de uma parceria antiga entre Regina e Estêvão. Segundo a atriz, a montagem começou justamente da curiosidade e das conversas que os dois mantinham com cientistas sobre temas como física, química, biologia e o planeta que habitamos. Aos poucos, essas conversas viraram roteiro e agora chegam ao palco. Com 90 minutos de duração e classificação livre, o espetáculo propõe uma pergunta que parece enorme, mas talvez seja bastante íntima: o que significa estar vivo em um planeta que existe há bilhões de anos? Para descobrir, é só garantir o ingresso e embarcar. Aproveita e siga o perfil @ccbbbrasilia para ficar por dentro do que rola por lá!   Serviço: “VIVA! VIDA!” | CCBB Brasília | 25, 26 e 27 de agosto de 2026 – 19h | 90 minutos – livre | gratuita com retirada liberada um dia antes de cada sessão, ao meio-dia, com capacidade para 1.000 pessoas sentadas. Imagens: Carlos Airó Nascimento_Identidade Visual Estúdio Radiográfico

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Brasília ganhará novo monumento

A capital federal se prepara para receber A Queda de Atlas, monumento interativo de sete toneladas que desafia a gravidade. Muito em breve, a capital do país vai ganhar um novo ponto de contemplação urbana que promete dar um verdadeiro nó no cérebro de quem vive ou visita a cidade. Imagine um imponente “origami” feito de aço corten e concreto, pesando quase sete toneladas, mas que, desafiando a lógica, parece flutuar no ar. Batizada de A Queda de Atlas, a monumental instalação é a nova aposta do arquiteto e artista visual Anderson Schneider. Em plena reta final de construção, a obra, que será instalada na frente do SESI Lab, criará uma impressionante ilusão óptica já que a estrutura maciça não repousará sobre pilares. Em vez disso, ela irá pairar, pendurada de baixo para cima por finos cabos de aço galvanizado. A sensação de quem a observar será a de que a gravidade foi invertida, e os cabos servem apenas como âncoras segurando a peça no chão para impedi-la de decolar rumo ao céu. Mas o assombro visual (que promete render imagens incríveis) é apenas a porta de entrada da experiência sensorial e contemplativa que, por meio da engenharia, arquitetura e escultura, convidará o público a uma reflexão sobre a exaustão e a cobrança por performance na vida contemporânea. A obra esconde uma surpresa e que será revelada em breve, mas já podemos adiantar o spoiler: a peça será interativa, perfeita para quem curte momentos de devaneio e leveza em meio à rigidez do concreto. Viabilizada por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e com o patrocínio da Pinheiro Ferragens para sua complexa execução física, a instalação que ornamentará os jardins do SESI Lab está prevista para estar entre nós ainda neste mês de agosto. Para a imprensa especializada, cidadãos e visitantes que buscam novos ângulos e intervenções inusitadas na capital: preparem as lentes. O aço vai levitar…   Serviço: “A Queda de Atlas”, de Anderson Schneider Quando: Final de agosto de 2026 Onde: SESI Lab (Setor Cultural Sul, Brasília – DF) Mais informações: Em breve… mas já pode ver os spoiler em @aquedadeatlas   Fotos: Divulgação / Anderson Schneider

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Os Miseráveis de volta à cena… e de graça

Musical inspirado no clássico de Victor Hugo percorre o DF com uma história de miséria, desigualdade, poder e redenção que continua perigosamente atual. Há histórias que envelhecem. E há aquelas que parecem ter sido escritas ontem. É o caso de “Os Miseráveis – O Musical”, clássico de Victor Hugo que atravessa quase dois séculos sem perder a capacidade de provocar, emocionar e, principalmente, cutucar feridas que continuam abertas. A boa notícia que Coluna #PERAMBULANDO traz é que o espetáculo chega a Brasília e ainda por cima com entrada gratuita. Produzida pela Cia. de Cantores Líricos, a montagem baseada no romance publicado originalmente em 1862 ganha os palcos do Gama, Ceilândia e Águas Claras a partir deste mês. E não espere apenas uma história de época: por trás dos figurinos e cenários inspirados no século 19 estão temas bastante familiares ao século 21 – desigualdade social, pobreza, abuso de poder, intolerância e a eterna busca por justiça e redenção. No centro da trama está Jean Valjean, interpretado por Vittor Borges, condenado a 19 anos de prisão depois de roubar um pão. Ao recuperar a liberdade, ele tenta reconstruir a própria vida e encontrar uma segunda chance. No seu encalço está Javert, o implacável inspetor vivido por Tiago Scafuto e Féllix, que transforma a perseguição a Valjean em uma verdadeira obsessão. Ao redor dos dois orbitam personagens que se tornaram ícones da literatura e do teatro: Fantine, interpretada por Renata Dourado; Marius, vivido por Tiago Boca; Cosette, por Julia Basile; e Eponine, personagem de Bruna Hernandes. A história ainda traz os Thénardier, interpretados por Paulo Santos e Ana Barreto, além do jovem Gavroche, vivido por Joaquim Frazão. A proposta da montagem é justamente fazer esse clássico respirar novamente. “Apesar da história se passar no século 19, a produção é extremamente atual. Tanto pela temática quanto pelos personagens”, destaca Renata Dourado, diretora geral e produtora do espetáculo. E ela promete uma experiência que vai além da narrativa: cenários, figurinos de época e efeitos especiais entram em cena para transportar o público para o universo criado por Victor Hugo. O romance original retrata a França do século 19 a partir da vida de seus personagens mais pobres, revelando uma sociedade marcada pela desigualdade e pela exclusão. Valjean, Fantine, Cosette, Marius, Eponine, Gavroche e Javert se encontram em uma trama que mistura pobreza, amor, revolta, injustiça e esperança. É justamente essa combinação que fez de “Os Miseráveis” uma obra tão resistente ao tempo — e que agora ganha uma nova leitura nos palcos brasilienses. Com direção musical de Rafael de Abreu, também fundador da Cia. de Cantores Líricos, e direção cênica de Vittor Borges, o espetáculo aposta em um elenco formado por artistas da cena lírica e teatral brasiliense. Uma oportunidade para reencontrar um dos grandes clássicos da literatura mundial em uma montagem que promete emoção, música e aquela boa dose de reflexão que continua sendo necessária. E o melhor: é só escolher o palco mais conveniente e ir. Mais informações, acesse @ciadecantoresliricos. Ficha técnica: Direção musical: Rafael de Abreu Direção cênica: Vittor Borges Direção geral e produção: Renata Dourado Elenco: Jean Valjean: Vittor Borges Javert: Tiago Scafuto e Féllix Fantine: Renata Dourado Eponine: Bruna Hernandes Marius: Tiago Boca Cosette: Julia Basile Enjolras: João Roberto Combeferre: Marcelo Victor Sr. Thenardier: Paulo Santos Sra. Thenardier: Ana Barreto Gavroche: Joaquim Frazão Cossete criança: Beatriz Rocha e Lia Cordeiro Madela Serviço: Os Miseráveis – O Musical Data: 15 de agosto Horário: às 17h e às 19h30 Local: Teatro Paulo Gracindo, do Sesc Gama – as 19h Data: 22 e 23 de agosto Sempre às 19h Local: Teatro Newton Rossi, do SESC Ceilândia Data: 30 de agosto Horário: 17h e 19:30h Local: Teatro da Caesb, em Águas Claras Gratuito Não recomendado para menores de 14 anos Mais informações: @ciadecantoresliricos Fotos: Divulgação

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Modernex: o Museu Nacional de Piercing

Embaixada do Reino dos Países Baixos doa obra de Janet Vollebregt ao acervo do Museu Nacional da República.   Brasília ganhou oficialmente um novo marco artístico na tarde desta terça-feira (4). Em cerimônia realizada no Museu Nacional da República, a Embaixada do Reino dos Países Baixos oficializou a doação da escultura Big Piercing de Janet Vollebregt ao acervo permanente da instituição, em uma ação que integra as comemorações pelos 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Reino dos Países Baixos. A solenidade reuniu o embaixador do Reino dos Países Baixos no Brasil, Aldrik Gierveld, representantes do Governo do Distrito Federal, autoridades, integrantes do corpo diplomático, artistas e convidados. Os convidados foram brindados com espumante, drinks e um buffet, além de uma trilha sonora da DJ Leriss, para celebrar a ocasião. Criada pela artista e arquiteta neerlandesa Janet Vollebregt, Big Piercing estabelece um diálogo direto com a arquitetura do Museu Nacional da República. Em seu discurso, Janet emocionou o público ao afirmar que realizar uma intervenção em um edifício projetado por Oscar Niemeyer representava um momento muito especial em sua trajetória. Segundo ela, Niemeyer é uma das grandes inspirações de sua geração de arquitetos, tornando a instalação da obra um encontro simbólico entre diferentes visões da arquitetura. A artista também explicou o conceito que orienta seu trabalho. Para Janet, os edifícios podem ser compreendidos como corpos vivos, capazes de receber adornos, assim como as pessoas. Nesse sentido, Big Piercing funciona como um grande adorno para a cúpula do museu, mas seu significado vai além da dimensão estética. Inspirada na tradição ancestral das joias e dos talismãs, a obra também representa um amuleto de proteção, bem-estar e boas energias para o edifício e para todos que o frequentam. Exibida pela primeira vez em Brasília durante a mostra Esférica / Nurturing Spheres, realizada em 2022, a escultura retorna agora em caráter definitivo, consolidando um legado da cooperação cultural entre Brasil e Reino dos Países Baixos. A doação reafirma o compromisso da Embaixada com o intercâmbio artístico entre os dois países e deixa para a capital federal um presente permanente que une arte contemporânea, arquitetura e diplomacia em um dos mais importantes monumentos culturais brasileiros. Confira quem prestigiou o evento com cliques de Gilberto Evangelista:

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Que venca o melhor do buffet da cidade!

Festival “O Quilo é Nosso” reúne 21 restaurantes do DF, pratos exclusivos e coloca o público para escolher o melhor buffet da capital até o dia 31 de julho. Tem gente que acha que restaurante a quilo é só solução para o almoço corrido. Pois a 10ª edição do Festival O Quilo é Nosso chega justamente para provar o contrário. A partir desta segunda-feira (21), 21 restaurantes espalhados pelo Distrito Federal entram na disputa que vai eleger o melhor buffet da capital, transformando aquela refeição do dia a dia em uma verdadeira experiência gastronômica. Promovido pela Abrasel, o concurso celebra um formato que nasceu em Belo Horizonte, nos anos 1980, e acabou conquistando o Brasil inteiro. Durante 11 dias, até 31 de julho, cada casa participante apresenta uma receita criada especialmente para a competição, enquanto clientes e jurados percorrem os restaurantes em busca dos sabores mais surpreendentes. E desta vez tem um ingrediente extra na avaliação: sustentabilidade. Pela primeira vez, os estabelecimentos ganham pontuação adicional ao mostrar criatividade no aproveitamento integral dos alimentos, utilizando cascas, talos e sementes em suas receitas. A proposta é valorizar uma cozinha mais consciente, sem abrir mão do sabor. A participação do público também faz parte da brincadeira. Entre os dias 21 e 26 de julho, qualquer pessoa pode experimentar os pratos concorrentes e votar, pela internet, avaliando critérios como atendimento, ambiente, limpeza, qualidade do buffet e, claro, a receita criada para o festival. As informações sobre os restaurantes participantes, os pratos concorrentes e a votação estão disponíveis no site oficial do concurso e também na plataforma BonnApp. Depois da etapa brasiliense, os três restaurantes mais bem avaliados representam o Distrito Federal na fase estadual, em agosto. Já a grande final acontece em setembro, em São Paulo, quando um júri especializado escolhe o melhor restaurante a quilo do Brasil. Se você precisava de um bom motivo para variar o almoço nesta semana, ele está servido. Além de descobrir novos sabores, ainda dá para ajudar a eleger quem prepara o melhor buffet da cidade. Fique ligado! Festival O Quilo é Nosso / até 31 de julho 2026 / Votação de 21 a 26 de julho / Lista de participantes  Fotos: Reprodução do Ticiana Werner Restaurante

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Domingo a Esplanada será puro orgulho

27ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Brasília reúne música, diversidade, cidadania e milhares de pessoas em uma das maiores manifestações de direitos humanos da capital. Desde 1998, Brasília reserva um domingo por ano para celebrar a diversidade, defender direitos e lembrar que respeito nunca sai de moda. Neste domingo (26), a partir das 14h, a Esplanada dos Ministérios volta a se transformar em um grande palco a céu aberto para receber a 27ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Brasília, considerada a terceira mais antiga do país e o maior ato de direitos humanos da capital. Mais do que uma festa, o evento encerra a programação do Festival Brasília Orgulho, que, ao longo dos últimos dias, espalhou pela cidade exposições, ações culturais, intervenções urbanas, gastronomia e debates voltados à valorização da diversidade. Com o tema “LGBT+, Levante e Vote”, a edição deste ano convida o público a ocupar as ruas em uma manifestação que mistura música, cultura, representatividade e participação cidadã. A concentração acontece em frente ao Congresso Nacional, de onde parte o tradicional cortejo pela Esplanada, acompanhado por trios elétricos, artistas e milhares de pessoas que fazem da caminhada um dos momentos mais emblemáticos do calendário cultural brasiliense. A entrada é gratuita e aberta a todos os públicos. Entre os destaques da programação está o tradicional trio do Distrito Drag, que promete embalar o percurso com apresentações de Lorena Simpson (foto), Banda das Montadas e dos DJs Sarah Vika, Ella Nasser e Nicolas Magalhães. Para Victor Baliane, diretor da entidade, participar da Parada é também reafirmar a importância da luta por direitos e visibilidade da população LGBTQIA+. A seleção artística deste ano buscou reunir diferentes expressões da comunidade, valorizando talentos do Distrito Federal e de outras regiões do país. Vale a dica de quem gosta de aproveitar Brasília #PERAMBULANDO: use roupas leves, capriche no protetor solar, leve uma garrafinha de água e, se puder, opte pelo transporte público, já que haverá alterações no trânsito da Esplanada. Depois, é só escolher sua bandeira, reunir os amigos e viver um dos eventos mais coloridos, simbólicos e importantes do ano na capital federal. Porque, no fim das contas, a Parada também é isso: um convite para celebrar a liberdade, a diversidade e o direito de cada pessoa existir exatamente como é. Não fique de fora e siga o @brasiliaorgulho. Fotos: Divulgação / Capa – Reprodução: Bruno Cavalcanti para Brasilia Orgulho

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Sábado é dia de vinho… bora?

Se tem um programa que combina perfeitamente com o sábado brasiliense, é aquele que reúne bons vinhos, petiscos caprichados e gente disposta a aproveitar a noite sem pressa. Pois pode anotar na agenda: no dia 25 de julho, a partir das 18h, o Let’s Wine, um dos eventos itinerantes do Festivais Boa Mesa, desembarca no The Club Beach Tennis, na 608 Sul, prometendo mais uma edição para brindar em grande estilo. A proposta continua sendo a mesma que conquistou os apaixonados por vinho: uma seleção especial de rótulos servidos em taça ou garrafa, com preços convidativos para quem quer degustar, descobrir novos sabores ou simplesmente relaxar entre amigos. Para acompanhar, entra em cena um menu exclusivo de petiscos preparado pelo restaurante Vila 5, criando harmonizações que fazem toda a diferença na experiência. Em um ambiente descontraído, o Let’s Wine une gastronomia, bons vinhos e aquele clima leve que combina com as noites de Brasília. Os ingressos do primeiro lote estão disponíveis no Sympla e custam R$ 35 e dão direito a uma taça personalizada do evento.  A classificação é para maiores de 18 anos. Anote aí: o Let’s Wine acontece no The Club Beach Tennis (SGAS 608, Conjunto G, Parte A, Asa Sul, ao lado do Maristinha e atrás da ACM), das 18h às 23h. Agora é só reunir a turma e brindar.

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Festa: 10 anos de Vinho na Vila!

Em edição inédita no Pontão Lago Sul, evento reúne vinícolas do Distrito Federal e de várias regiões do país, degustações, aulas e programação cultural. Taça na mão, vista para o Lago Paranoá e centenas de rótulos brasileiros à disposição. Essa é a proposta do Vinho na Vila, que celebra dez anos em 2026 e desembarca pela primeira vez no Pontão Lago Sul, nos dias 31 de julho e 1º de agosto. A edição comemorativa reúne mais de 250 vinhos nacionais, incluindo lançamentos, edições limitadas e rótulos produzidos no Distrito Federal e em Goiás. Criado para desmistificar o consumo de vinho e aproximar o público dos produtores brasileiros, o evento acontece em formato de feira, com sessões de degustação livre de três horas, além de aulas, palestras, workshops, gastronomia, feira de produtos criativos, música ao vivo e outras experiências culturais. Com curadoria de Larissa Fin, da Casa Vitis, a proposta é oferecer ao visitante a oportunidade de conhecer novos produtores, descobrir pequenos lotes e conversar diretamente com quem faz o vinho brasileiro. “O Vinho na Vila completa dez anos com o mesmo propósito que deu origem ao projeto: mostrar a força, a diversidade e a qualidade do vinho brasileiro e valorizar a produção nacional“, destaca Larissa. Segundo ela, o evento convida o público a aprender, degustar e ampliar a percepção sobre a qualidade dos vinhos produzidos no país. Brasília também terá protagonismo na programação. Ao todo, participam 35 vinícolas, sendo dez do Distrito Federal e 25 de outras regiões brasileiras, reforçando o momento vivido pelos vinhos do Cerrado. “A força dos Vinhos de Brasília está na união de quem acredita neste território. Eventos como o Vinho na Vila são fundamentais para aproximar o público dos nossos rótulos e mostrar que o Cerrado produz vinhos de excelência, com identidade própria e uma história que está apenas começando“, afirma Renata Sanches, proprietária e sommelière da vinícola Marchese e curadora da etapa brasiliense. Para Isabella Bonato, proprietária da vinícola Oma Sena, o evento também é um convite para descobrir a qualidade da produção local. “O Cerrado de Altitude de Brasília tem nos dado muitas alegrias, com vinhos premiados na Inglaterra, França e Itália. O Vinho na Vila é uma excelente oportunidade para o brasiliense conhecer e se surpreender com o que está sendo produzido por aqui.“ Com patrocínio nacional do Sebrae e apoio do Pontão Lago Sul, o Vinho na Vila chega à capital celebrando uma década de história e mostrando que o vinho brasileiro vive um dos seus momentos mais promissores. Serviço Vinho na Vila   –   Edição Brasília Quando: dias 31 de julho e 1º de agosto de 2026 Onde: Pontão Lago Sul Horário: portões abertos das 10h às 21h Entrada: ingressos à venda pela Ticket360, com valores individuais a partir de R$ 150,00 + taxas. Formato: sessões de degustação de três horas Mais informações pelo instagram: @vinhonavila   Fotos: Divulgação

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Férias criativas na Cerrado Cultural

Programação reúne oficinas de máscaras e aquarela para crianças e suas famílias. A Cerrado Cultural realiza sua primeira programação de férias com duas oficinas gratuitas voltadas para crianças e suas famílias. Ao longo do mês de julho, o público é convidado a vivenciar atividades que estimulam a imaginação, a experimentação e a criação compartilhada. No dia 14 de julho, das 14h30 às 16h, o artista Raylton Parga conduz uma Oficina de Máscaras, um encontro dedicado à construção livre e lúdica de máscaras. A atividade convida crianças e seus responsáveis a explorar formas e personagens, transformando materiais simples em elementos de expressão e brincadeira. No dia 21 de julho, das 14h30 às 16h, a artista e arte-educadora Débora Passos ministra uma Oficina de Aquarela Botânica. Utilizando tinta produzida a partir da buganvília, arbusto presente no jardim da Cerrado Cultural, a atividade propõe uma experiência de criação em família a partir da observação da natureza e da experimentação com a aquarela. Antes da oficina, o público conhecerá as obras em aquarela dos artistas Dalton Paula e Genor Sales, que servem como ponto de partida para a atividade, aproximando a experiência da visita do processo criativo desenvolvido em seguida. Também como parte da programação, no dia 25 de julho, a Cerrado realiza uma Visita Guiada à exposição “Uma continuidade como respiro“, de Cláudio Tozzi, e à coletiva “Abissal Abismal“, com curadoria de Tálisson MeloA atividade conduz o público por um percurso comentado pelas duas mostras, apresentando as obras e seus processos curatoriais. A visita marca o encerramento do ciclo expositivo e convida o público a uma última aproximação com o conjunto em exibição. Vale ressaltar que as oficinas têm vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas por meio do formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria). Já a visita guiada, não tem limitação de participantes e não exige inscrição prévia. Saiba mais Cerrado Cultural: Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas. Raylton Parga, 1995, Taguatinga (DF), onde vive e trabalha. Formado em licenciatura e bacharelado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), desenvolve uma produção vinculada à abstração geométrica, investigando rigidez, precariedade e irregularidade do traço a partir do desenho e da linha como estruturas centrais. Em sua trajetória, conta com 6 exposições individuais e 15 exposições coletivas, incluindo OBRAXEROX, no Museu de Arte de Brasília (2023), e o 44º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional, Contemporâneo (SARP). Seus trabalhos integram coleções públicas e privadas do Distrito Federal, Goiás e São Paulo. Débora Passos, 1988, nascida em Teresina (PI), vive e trabalha em Brasília (DF). É bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), onde se formou em 2012. Pesquisa desenho e fotografia e atua como arte-educadora em exposições desde 2009. Em sua pesquisa poética atual, investiga o corpo, a memória, a ancestralidade e os diálogos entre corpos femininos e vegetais, desenvolvidos nas séries Seio e Ginófitas, por meio do bordado livre, desenho e aquarela. Participou de exposições coletivas em Brasília (Museu Nacional, Caixa Cultural, Pé Vermelho, DeCurators etc.), além do MAC Niterói (RJ) e do CCSP (SP). Programação de Férias – Educativo Cerrado Cultural Oficina de Máscaras Data: 14 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Com: Raylton Parga Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Oficina de Aquarela Botânica Data: 21 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Com: Débora Passos Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Visita Guiada Data: 25 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 10h30 Sem restrição de Público Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Local: Cerrado Cultural Endereço: SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF Participação: Gratuita Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1aMdrRoVoirZw6EJC1U4BpOrV23USf5j4?usp=sharing Imagens: Divulgação

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O bom e velho rock na pauta do dia

A capital recebe o 1º Seminário Mercosul do Rock, encontro inédito que reúne artistas, pesquisadores e gestores para discutir patrimônio, resistência e o futuro do gênero na América Latina.   Muito além de guitarras, riffs e grandes clássicos, o rock também é memória, identidade, resistência e uma das mais importantes manifestações culturais da América Latina. É com esse olhar que Brasília recebe, entre os dias 10 e 12 de julho, o 1º Seminário Mercosul do Rock: Patrimônio, Resistência e Arte na América Latina. O encontro acontece no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) e propõe três dias de debates, oficinas, painéis e shows para pensar o papel do gênero na sociedade e seus próximos passos. A iniciativa é do coletivo e Ponto de Cultura Setorial Cultura Rock, movimento de atuação nacional voltado ao fortalecimento do gênero por meio de políticas públicas, valorização patrimonial e incentivo à cadeia produtiva. O grupo reúne projetos como a 1ª Conferência Livre Nacional do Rock, o Inventário Participativo do Rock, o Mapa do Rock Brasil e a websérie Setorial Rock Shots. A realização é da AACUC (Associação de Arte e Cultura de Ceilândia), com recursos públicos destinados ao fortalecimento da cultura. Mais do que promover discussões, o seminário quer responder a uma questão central: como transformar o rock em um patrimônio cultural reconhecido, fomentado e integrado ao desenvolvimento da América Latina? Para isso, reunirá pesquisadores, artistas, gestores e produtores na construção de propostas concretas para o setor. O evento acontece em um momento importante para o reconhecimento institucional do gênero. No Distrito Federal, o rock já é Patrimônio Cultural Imaterial desde 2016 e, em 2024, passou a ter também o Dia do Rock Brasiliense, celebrado em 27 de março. Paralelamente, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 4.354/2024, de autoria da deputada federal Erika Kokay, elaborado a partir de iniciativa técnica do Setorial Cultura Rock, que busca reconhecer oficialmente o rock como manifestação da cultura nacional. “Já passou da hora de pensarmos o Rock para além da música. Ao longo de sua história nas Américas, o Rock consolidou-se como uma expressão de identidade, liberdade e resistência, conectando diferentes povos, culturas e gerações. Trata-se de uma cultura viva, transversal e transformadora, capaz de fortalecer identidades, inspirar comportamentos, impulsionar a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento econômico, humano e social“, afirma João Mancha, diretor-presidente do Setorial Cultura Rock e coordenador-geral do seminário. A programação está estruturada em três grandes eixos: o rock como manifestação de resistência durante as ditaduras militares latino-americanas; a contemporaneidade do gênero, com foco em diversidade, inclusão e economia criativa; e a integração cultural entre Brasil e os demais países do Mercosul. Além dos debates, o público poderá participar de oficinas presenciais sobre gestão de redes sociais, comunicação e imprensa para bandas e festivais, boas práticas de palco e economia criativa. As atividades serão realizadas em formato híbrido, com transmissão online, ampliando o alcance para participantes de toda a América Latina. As tardes terão apresentações de DJs e performances artísticas na Sala Multiuso. Já as noites serão dedicadas aos shows no Galpão Hugo Rodas, com apresentações das bandas Mitsein, Amazing, Podrera, Evil Corpse, Faces dos Caos e Detrito Federal. A programação completa e as inscrições gratuitas para palestras e oficinas estão disponíveis on line, clica aí! Fotos: Divulgação e Giancarlo Duarte / Unsplash (capa)  

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