Uhuuu… Partiu Temporâneo de novo!

De volta a AABB a partir de 9 de janeiro com shows e agenda dedicada ao público 30+ às margens do Lago Paranoá com muito com rock, nova decoração e programação até abril. Se você é 30, 40 ou 50+, se liga nessa novidade que a Coluna #PERAMBULANDO está trazendo fresquinha para você! Afinal, mais do que celebrar a chegada de 2026, o início do ano marca oficialmente o retorno de um dos projetos mais aguardados do calendário cultural brasiliense. O Temporaneo estreia sua terceira temporada no dia 9 de janeiro, com programação que segue até 30 de abril, reunindo música ao vivo, gastronomia e uma atmosfera vibrante à beira do Lago Paranoá. Serão quase quatro meses dedicados ao rock, com apresentações sempre às sextas, sábados e vésperas de feriado, a partir das 19h30, em uma curadoria pensada especialmente para o público 30+, que acompanha o projeto desde suas primeiras edições. Clássicos do rock nacional, grandes hits internacionais e shows carregados de energia dão o tom da temporada, que reforça a proposta de encontros, boas histórias e noites memoráveis. O primeiro fim de semana da nova temporada promete aquecer o público logo na reabertura. Na sexta-feira (09/01), o palco recebe Magoo e Distintos Filhos, com participação especial de Rodrigo Suricato, vocalista do Barāo Vermelho, em um show que celebra grandes sucessos do rock. Já no sábado (10/01), é a vez das bandas Zero10 e Conecta assumirem a programação, mantendo o clima de estreia em alta e marcando oficialmente o retorno do Temporaneo ao circuito de entretenimento da cidade. Instalado na AABB, o espaço combina decoração contemporânea, ambiente ao ar livre e estrutura pensada para oferecer uma experiência completa, que vai além da música. A proposta é unir conforto, boa curadoria artística e um clima descontraído, consolidando o Temporaneo como referência em entretenimento em Brasília. “Estamos muito felizes com o início de mais uma temporada do Temporaneo, que já se consolidou como um espaço de encontro entre boa música, gastronomia e um ambiente único. Preparamos uma programação especial até abril, com artistas incríveis e experiências que prometem marcar o público desde o primeiro fim de semana”, afirma Paulinho Madrugada, um dos organizadores do projeto, junto com a Verri & Verri Produções. Os ingressos custam a partir de R$ 40 no Bilheteria Digital. Veja todos os detalhes aqui no serviço pessoal! Temporaneo | 3ª Temporada Local: AABB – Asa Sul, Trecho 2, Conjunto 17/20 Período: 09 de janeiro a 30 de abril de 2026 Dias: sextas, sábados e vésperas de feriado Horário: a partir das 19h30 Classificação: 18 anos Instagram e informações: temporaneobrasilia e Bilheteria Digital –Bilheteria Digital | Ingressos TEMPORANEO INAUGURAÇÃO | MAGOO e DISTINTOS FILHOS COM RODRIGO SURICATO e Bilheteria Digital | Ingressos TEMPORANEO INAUGURAÇÃO | BANDA ZERO 10 e CONECTA   Fotos: Divulgação

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“O Mercador de Veneza” está de volta!

Dan Stulbach e sua trupe retornam com o espetáculo a CAIXA Cultural para segunda semana de apresentações. Os ingressos começam a ser vendidos no sábado (10). A Coluna #PERAMBULANDO vem para te lembrar, se você não aproveitou a primeira chance, não perca agora a oportunidade! De 15 a 18 de janeiro, a CAIXA Cultural Brasília recebe novamente o espetáculo “O Mercador de Veneza“. A nova montagem de um dos textos mais emblemáticos do dramaturgo William Shakespeare é protagonizada por Dan Stulbach e tem direção de Daniela Stirbulov. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) ou R$ 15 (meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir de 10 de janeiro, às 9h, na bilheteria do teatro, e às 13h, no site Bilheteria Cultural. Com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, o espetáculo teve a primeira semana de apresentações entre 18 e 21 de dezembro de 2025. Esta adaptação transporta a história original, escrita no século XVI, para os anos 1990 e ressalta temas como intolerância, racismo, antissemitismo, além de contradições do capitalismo emergente. Na trama, o personagem Shylock, interpretado por Stulbach, é um agiota judeu que empresta dinheiro ao mercador Antônio, com a garantia de uma libra de carne como pagamento em caso de inadimplência. O desenrolar da dívida culmina em um julgamento dramático, que expõe os limites entre justiça e preconceito. Ao final da sessão de quinta-feira (15), o público poderá participar de um bate-papo conduzido pelos atores do elenco. A apresentação de sábado (17), às 17h, conta com acessibilidade em Libras. “Dirigir O Mercador de Veneza foi um desafio e um privilégio. Shakespeare exige mergulho, estudo, escuta, correr riscos. O texto é um ‘vespeiro’, traz temas como poder, dinheiro, preconceito, humanidade. Minha busca foi tornar essa profundidade narrativa acessível para o público de hoje, criando um espetáculo compreensível e esteticamente contemporâneo. E, acima de tudo, provocar e gerar reflexão, o cerne de Shakespeare”, afirma a diretora Daniela Stirbulov. A peça conta com a atuação de 12 atores, entre eles Dan Stulbach, que comenta sobre seu papel: “Eu queria um texto que todo mundo entendesse, aquele espírito do Shakespeare que tem aspecto popular, acessível para todos, sem perder a força da história”, diz o ator. Se liga no serviço completo: O Mercador de Veneza Local: CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília (DF). Data: de 15 a 18 de janeiro de 2026. Horários: quinta e sexta, às 20h30; sábado, às 17h e 20h; domingo, às 16h e 19h. Na sessão de quinta-feira (15), ao final do espetáculo, haverá um bate-papo com os artistas. A sessão de sábado (17), às 17h, terá acessibilidade comunicacional (Libras). Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA). Vendas: a partir de 10 de janeiro, às 9h, na bilheteria do teatro. Os remanescentes, caso haja, a partir das 13h, pelo site Bilheteria Cultural. Horário da bilheteria: de terça a sexta, e aos domingos, das 13h às 21h; aos sábados, das 9h às 21h. Estacionamento: disponível gratuitamente de terça a sexta, a partir das 18h, e aos finais de semana e feriados, durante todo o dia. Classificação Indicativa: 12 anos. Duração: aproximadamente 100 minutos. Capacidade: 406 lugares (8 cadeirantes). Produção Local: Maré Cheia Produções; Milca Luna. Mais informações sobre toda a programação no perfil do Instagram ou no site da CAIXA Cultural Brasília.   Fotos – Divulgação: Ronaldo Gutierrez e Edgar Machado

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MAB: um janeiro para criar, brincar e descobrir

Programação especial de férias faz do museu um espaço de convivência, aprendizado e imaginação compartilhada.   Atenção para mais uma dica imperdível da Coluna #PERAMBULANDO! Janeiro no Museu de Arte de Brasília (MAB) é sinônimo de férias ativas, criativas e cheias de descobertas. Ao longo de todo o mês, o museu amplia sua programação educativa e convida crianças, jovens, famílias e adultos a viverem experiências que vão muito além da visita tradicional: o acervo vira ponto de partida para oficinas, minicursos, contações de histórias, visitas mediadas e práticas artísticas que atravessam costura, bordado, pintura, dança, desenho, jogos teatrais e experimentações sensoriais. A proposta do MAB Educativo e do Ateliê do MAB é simples e potente: transformar o museu em espaço de convivência, criação e troca de saberes. As atividades dialogam diretamente com obras de artistas fundamentais da arte brasileira presentes no acervo, como Beatriz Milhazes, Antônio Poteiro e Djanira, estimulando a observação atenta, a imaginação e o fazer coletivo. Tudo acontece com mediação sensível, em ambiente acolhedor e com vagas limitadas, reforçando a experiência compartilhada. Durante os fins de semana e também em dias úteis, o público encontra uma agenda diversa: contações de histórias para bebês, visitas patrimoniais com jogos, visitas temáticas bilíngues e oficinas pensadas para diferentes faixas etárias. Entre elas, práticas que resgatam saberes populares, como a Oficina de Fuxico; experiências sensoriais com pintura feita a partir de pigmentos naturais; oficinas de dança inspiradas em obras do museu; criação de criaturas fantásticas a partir do desenho; brinquedos ópticos que apresentam os primórdios da animação; além de jogos teatrais e brincadeiras tradicionais que estimulam imaginação, presença e convivência. Paralelamente, o Ateliê do MAB ocupa janeiro com uma programação especial de férias, oferecendo minicursos gratuitos de bordado e pintura em módulos sequenciais. Organizados em dois blocos — Mini Curso de Bordado (de 5 a 11 de janeiro) e Mini Curso de Pintura (de 12 a 18 de janeiro) — os encontros atendem crianças a partir de 6 anos no período da manhã e jovens e adultos a partir de 10 anos à tarde. A ideia é permitir que os participantes acompanhem um percurso completo de aprendizagem, do primeiro contato com materiais e técnicas até o desenvolvimento de trabalhos autorais. No bordado, linhas, pontos, texturas, palavras e símbolos se entrelaçam em um percurso que conecta técnicas tradicionais à arte contemporânea. Já na pintura, o processo passa por misturas de cores, estudo do círculo cromático, investigação de materiais, luz, sombra, composição e equilíbrio, sempre valorizando a autonomia criativa. Para as crianças, os minicursos assumem um caráter mais lúdico e sensorial, combinando brincadeira, música, gestos amplos e criação coletiva. Todas as atividades são gratuitas e integram ações viabilizadas pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Ao ampliar sua programação nas férias, o MAB reafirma seu papel como espaço vivo, onde arte não é apenas contemplação, mas também prática, experiência e encontro — um convite aberto para que janeiro seja vivido com mais imaginação, afeto e criação. Para ficar por dentro da programação completa das atividades que rolam por lá, basta sigar o @museudeartedebrasilia no Instagram! Fotos: Divulgação

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Diálogos da Liberdade em fotográfias históricas

Exposição conta, através de fotos históricas, objetos e obras de arte, a história do início da capital federal.   A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, apresenta um recorte com obras do Museu de Arte de Brasília (MAB) e da Coleção Brasília / Acervo Izolete e Domício Pereira, reunindo trabalhos de artistas fundadores do imaginário visual da Nova Capital do Brasil. A mostra, em cartaz no MAB até 26 de fevereiro de 2016, propõe um percurso sensível e crítico no qual a noção de liberdade se manifesta em múltiplas dimensões – estética, política, poética e histórica – estabelecendo diálogos entre diferentes tempos, linguagens e concepções artísticas. O eixo curatorial é estabelecido pelo álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, que reúne registros históricos da construção de Brasília, bem como dos festejos e das cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. De autoria de Mário Fontenelle, fotógrafo oficial de Juscelino Kubitschek, o conjunto é composto por 24 imagens em preto e branco, realizadas entre 1958 e 1960, que documentam de forma singular o processo de edificação da Nova Capital e o imaginário de modernidade que a constituiu. Nesta perspectiva de contextualizar a presença pioneira das artes visuais na capital, destacam-se obras de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão,  Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund e, em diálogo com produções mais recentes, de Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher. Cada um, ao seu modo, contribui para a consolidação do imaginário artístico da Nova Capital, articulando arte, arquitetura e paisagem, e reafirmando a liberdade criadora como fundamento de pensamento, expressão e diálogo. Além desse núcleo de artes visuais, a mostra contempla objetos de época e curiosidades históricas, como a maquete de lançamento da Romi-Isetta, itens do serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. No segmento documental, duas relíquias assumem especial destaque: a carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, datada de 1961, ao final de seu governo, e a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro de Brasília, que reúne resquícios de suas vestes. Neste contexto, registra-se  representação do artista mineiro Carlos Bracher, com a obra “Museu Imaginado”, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista e pelo curador Cláudio Pereira. A obra ocupa lugar de destaque ao tensionar os limites entre instituição, memória e imaginação, ampliando a reflexão sobre o papel do museu, das coleções e da criação artística contemporânea. Contribuindo para potencializar a percepção do conjunto e os diálogos entre diferentes conteúdos e linguagens, apresenta-se a gravação da carta-depoimento de JK, o minidocumentário dedicado ao álbum Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo, bem como sua versão colorizada por meio de processos de inteligência artificial, ampliando assim, as possibilidades de leitura e fruição. A proposta curatorial, ao evidenciar territórios de convivência entre diferentes gerações e poéticas, visa tecer associações livres entre formas, cores, gestos e narrativas. Ao estimular leituras cruzadas, o conjunto convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre a importância do diálogo como fundamento da produção artística, matrix simbólica para a construção de sociedade livre e democrática. “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” reafirma, assim, o compromisso do acervo, formado pelo casal Izolete e Domício Pereira (*), pioneiro da NOVACAP,  com a preservação da memória artística e com a promoção de debates contemporâneos, configurando-se como um espaço de escuta e interlocução, no qual a arte se apresenta como instrumento de pensamento, sensibilidade e diálogo permanente com o tempo presente e as futuras gerações.    (*) – O casal, proveniente da Região Nordeste do Brasil, de família de fazendeiros, políticos, militares e educadores, chega à Nova Capital em 1959, cerca de um ano antes da sua inauguração. Ele, natural de São Luís – MA, foi funcionário da Novacap, assumindo posteriormente o cargo de fiscal de tributos do antigo IAPAS – Instituto de Administração Financeira de Previdência Social. Ela, natural de Recife – PE, foi funcionária do Ministério da Fazenda onde assessorou vários ministros. Paralelamente, como Pedagoga e Arte-Educadora desenvolveu um dos mais importantes projetos sociais da nova Capital, que atendeu a milhares de crianças e suas famílias. Por essa obra, foi destacada como referência pela Unicef.  Entusiastas do projeto da Nova Capital do Brasil, ambos manifestavam, à época, a intenção desse significativo acervo da Coleção permanecesse em Brasília.   Fotos que contam histórias Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília / Museu de Arte de Brasília (MAB) / Até 26 de fevereiro de 2026 – das 10h às 19h, de segunda à domingo, exceto terca-feira / Siga @museudeartedebrasilia Fotos: Divulgação

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Já tem onde curtir a chegada de 2026?

Shows gratuitos, festas premium, fé, diversidade e música para todos os gostos: confira guia com 7 opções para a virada na capital federal e arredores! Quando menos esperamos, o Ano-Novo chega. E você, que ainda não decidiu onde passar o Réveillon 2026, corre o risco real de ficar de fora da maior festa mundial. Pensando em quem gosta de decidir o rolê, literalmente, na última hora, a Coluna #PERAMBULANDO selecionou 7 dicas para ajudar o pessoal mestre da indecisão. E o melhor: a maior parte das ideias é gratuita, o que já ajuda (e muito) na motivação e na praticidade. Afinal, basta um cooler, alguns amigos, o mozão, a família – ou só Deus mesmo – para espocar a garrafa e brindar a chegada de um novo tempo. 1 – Esplanada dos Ministérios e das emoções É fato, Brasília se prepara para receber 2026 com uma grande celebração pública, gratuita e plural! O Celebra DF 2026, réveillon oficial da capital, ocupa a Esplanada dos Ministérios com uma programação que mistura diferentes estilos musicais, públicos e gerações, reforçando o caráter democrático da festa. A expectativa é de cerca de 100 mil pessoas por dia, entre 30 de dezembro e 1º de janeiro, em um dos cenários mais simbólicos do país. No dia 31, o palco principal recebe Samuel Rocha, Carlinhos Brown (foto), Lauana Prado, responsável pelo show da virada, e Israel & Rodolffo, em uma noite que passeia por ritmos populares e promete emocionar o público. A contagem regressiva será marcada por uma queima de fogos de 12 minutos, iluminando a Esplanada. Já no dia 1º, a festa continua com Adriana Samartini, Murilo Huff, Ana Castela, Pedro Paulo & Matheus, Belluco e Calcinha Preta, mantendo o clima de celebração no primeiro dia de 2026. 2 – Ancestralidade, fé e resistência cultural na Prainha A Praça dos Orixás, carinhosamente conhecida como Prainha, mais uma vez se consolida como um dos espaços mais potentes e simbólicos da virada em Brasília. Integrando a programação do Celebra DF 2026, o tradicional Réveillon da Prainha transcende o entretenimento e se firma como um manifesto de valorização da cultura afro-brasileira, reunindo religiosidade, música e ocupação do espaço público. As atividades começam no dia 30 com o Entardecer dos Ojás, ritual que marca o território como solo sagrado e reforça o reconhecimento das raízes africanas no DF. Já no dia 31, a tradicional Festa de Iemanjá reúne rituais religiosos, cortejo simbólico, entrega de flores e balaios à Rainha do Mar, além de shows de Sambrasília, Uel, Makumbá com Kika Ribeiro, Asé Dudu e Grupo Cultural Obará. A virada será celebrada com uma cascata de fogos de oito minutos na Ponte Honestino Guimarães. 3 – Virada disputada no Pontão do Lago Sul Um dos réveillons mais concorridos da cidade, o Réveillon do Pontão Lago Sul mantém sua tradição de reunir milhares de pessoas para assistir à queima de fogos disparada por balsas no Lago Paranoá. A área externa do complexo recebe até 4 mil pessoas, número definido para garantir conforto e segurança ao público, que acompanha o espetáculo sem custo financeiro direto. O acesso, porém, exige ingresso gratuito retirado antecipadamente pelo Sympla, trocado in loco mediante a doação de 1kg de alimento não perecível até o dia 30, que será destinado à Associação Marmita Solidária. A proposta reforça o caráter solidário e consciente do evento, que também adota regras rígidas de segurança, controle de objetos e apoio logístico com vans gratuitas a partir das QIs 9 e 11 do Lago Sul. A virada promete ser concorrida, organizada e emocionante. Clique aqui e fique por dentro de todos os detalhes! 4 – Réveillon com gostinho anos 80 O Réveillon Temporâneo 2026 – Viva o Tempo não apenas celebra a chegada do novo ano, como também marca oficialmente a abertura da terceira temporada do projeto, que já virou referência no entretenimento brasiliense. Instalado na AABB, às margens do Lago Paranoá, o evento aposta em estrutura coberta, varanda panorâmica e uma atmosfera pensada para quem valoriza conforto e boa música. A noite do dia 31 contará com open bar premium, incluindo whisky 12 anos, gin, vodka importados, espumante e uma carta variada de drinks. No palco, Bloco Eduardo & Mônica, Alma Rock e DJ Flávio Fatboy embalam a virada. Os últimos ingressos individuais estão à venda na Bilheteria Digital, a partir de R$ 360, enquanto a temporada segue até abril com uma programação dedicada ao rock, sempre às sextas, sábados e vésperas de feriado. Para saber mais, entre no perfil oficial do Temporâneo Brasília. 5 – Duas opções em um mesmo lugar O Réveillon Oscarito 2026 oferece duas experiências distintas para públicos diferentes, mas conectadas em uma única celebração. A área Oscarito Baladas concentra a energia da festa principal, com shows, DJs, open bar premium e pista animada até o amanhecer, sendo a opção ideal para quem quer dançar e celebrar sem pausa. Já o Cerratto Premium, restaurante do complexo, propõe uma virada mais sofisticada, com open food completo, ceia especial, petiscos, café da manhã no dia 1º e open bar com bebidas importadas. Os ingressos estão te esperando lá no Sympla e partem de R$ 350 (balada) e R$ 500 (experiência gastronômica), e incluem acesso total às áreas do evento, estacionamento e estrutura diferenciada. 6 – Diversidade musical democrática No Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), o Complexo Fora do Eixo prepara mais uma grande celebração com a festa “Uma Virada Fora do Eixo”. A proposta é reunir música, estrutura e um público diverso em uma noite que simboliza tanto o encerramento de um ciclo quanto o início de outro. A programação conta com Tonzão (foto), Kaio Vinnicius, Pepe e Kacá, nomes que transitam por diferentes estilos musicais. Os ingressos estão sendo vendido no Sympla e começam a partir de R$ 50, tornando o evento uma das opções mais acessíveis da cidade. Segundo os organizadores, a ideia é proporcionar uma experiência completa, que traduza o momento de consolidação do espaço como um dos principais polos de entretenimento do DF.

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Musical de Rita Lee tem sessão extra em Bsb

Autobiografia musical vista por mais de 160 mil pessoas sobre a histórica genialidade da roqueira ganha mais uma sessão na cidade.   Estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois, o musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical” chega a Brasília em 8 de fevereiro de 2026, no Centro de Convenções Ulysses, após lotar temporadas em São Paulo e conquistar mais de 160 mil espectadores em pouco mais de um ano em cartaz. E como as vendas para a sessão de 20h também esgotaram rapidamente na capital federal, o espetáculo terá sessão-extra no mesmo dia, às 16h30 por aqui. Então corra para garantir o seu ingresso (a partir de R$ 70 a meia-entrada) na Bilheteria Digital dessa superprodução que fará uma turnê por 11 cidades em 2026, recriando com humor, afeto e irreverência a trajetória da maior roqueira do país. Com roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco França e Márcio Guimarães, o espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves. Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo. O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país. O espetáculo Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira. Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.  O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias. “A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa. Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo.   Ovelha Negra! Rita Lee – Uma Autobiografia Musical / Centro de Convenções Ulysses / 8 de fevereiro de 2026 (domingo) – 20h / Ingressos a partir de R$ 70 (meia-entrada) na Bilheteria Digital Fotos: Divulgação + Priscila Prade

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Pérola em forma de livro by Pedro Lacerda

Na Galeria Risofloras, no coração da Ceilândia, acontece o ato final do lançamento do foto-livro-obra do fotógrafo que traduziu seus cliques em tese de pós-graduação e livro conceito.   “Babado forte” é uma locução interjetiva que expressa um tipo de surpresa ou ainda uma coisa extraordinária que você viu, viveu ou soube e, geralmente, quer muito contar para alguém. E nada descreve melhor como foi a Festa Pérola, que aconteceu na última sexta-feira (19), na Galeria Risofloras, na Ceilândia. O evento fez parte da programação de lançamento do foto-livro-obra homônimo de Pedro Lacerda. Com a discotecagem do próprio autor e dos DJs Gabi Buzzi, Conceitinho e Gu da Cei, esse foi o terceiro e último evento de lançamento do livro, que investiga os processos de produção artística tendo a fotografia como campo de pesquisa. A turnê de lançamento teve início na n’A Pilastra Escola Galeria (Guará II) e seguiu para o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina). Durante a festa, a distribuição da publicação foi gratuita e superlimitada aos presentes.  A Galeria Risofloras fica no Setor M EQNM 18/20 – Ceilândia. O projeto “Pérola” é realizado com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Pérola parte da atuação do autor como fotógrafo da cena noturna LGBTQIA+ de Brasília para refletir sobre procedimentos e metodologias de criação artística. Em diálogo com teóricos, artistas e relatos pessoais, o texto constrói uma trama de experiências que culminam em obras desenvolvidas em fotografia, vídeo e instalação. A publicação deriva da dissertação “pérola – poéticas em processos fotográficos”, desenvolvida por Lacerda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), na linha de pesquisa Poéticas Transversais (2017–2019), sob orientação do Prof. Dr. Vicente Martinez Barrios, com bolsa CAPES. Sobre a Festa Pérola Pérola é uma festa retrofuturista de música pop, produzida por Daniel Spot, Gabriella Buzzi e Pedro Lacerda. O retrofuturismo é uma tendência que materializa influências de representações do futuro produzidas antes de 1990, caracterizando-se pela mistura de estilos retrô com tecnologia futurística. Pode ser compreendido tanto como “o futuro visto a partir do passado” quanto como “o passado visto a partir do futuro”. A jornada musical tem início com synthpop e eletropop, estilos clássicos ligados ao retrofuturismo, e se estende por summer eletrohits e dance music nostálgica, composta por clássicos das pistas do início ao final dos anos 2000. Criada em 2019, a festa conta com sete edições realizadas em diferentes espaços da cidade, como o Espaço Galleria, Infinu, Mimo Bar e o Mezanino da Torre de TV, entre outros. Dito tudo isso, eu recomendo fortemente que você siga os perfis mencionados aqui, sobretudo o da Gabi Buzzi e do Conceitinho que, na minha humilde opinião de notívago inveterado das décadas de 1980 a 2010, são donos de setlist e presença de palco incríveis. Inclusive, para quem estiver curioso como foi o evento (já que não trago fotos do mesmo por aqui), clique neste link! Arrisco a dizer que vai rolar o mix de sensações tipo “poxa, queria ter ido também”, “típica festa que devia ter explodido de gente” e “vou ficar ligado no @perola.haus” para não perder a próxima edição”.   Sobre o artista Pedro Lacerda (1992) é artista visual, fotógrafo e pesquisador. Doutorando em Artes Visuais – Processos e Procedimentos Artísticos pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UNESP, é mestre em Arte Contemporânea pela UnB (2019). Possui graduações em Artes Visuais pela UnB (2016) e Comunicação Social pelo UniCEUB (2014). Há mais de dez anos participa de exposições, grupos de pesquisas e cursos livres nas áreas de artes visuais e fotografia, entre eles Fotografia Avançada na escola MADPhoto em Madrid/ES (2015). Entre 2018 e 2019 foi professor convidado no Espaço f/508 de Cultura em Brasília, recebeu menção honrosa pela participação na Bienal das Artes do SESC-DF e realizou sua primeira exposição individual. Em 2021 foi professor do Laboratório de Fotografia no espaço de arte A Pilastra (DF) e entre 2022 e 2024 foi artista representado pela Galeria Index (DF). Desde 2014 trabalha como fotógrafo e produtor na cena noturna de eventos LGBTQIA+ pelo coletivo de fotografia Shake it. Em sua pesquisa prático-teórica explora questões relacionadas à fotografia e ao campo da imagem, desenvolvendo trabalhos que discutem assuntos como identidade, tempo e espaço. Produz em fotografia, vídeo e instalação, articulando ideias em torno de espaço expositivo, suportes e mídias. De Brasília, vive e trabalha em São Paulo. Babado forte! Pérola, poéticas em processos fotográficos – Foto-livro-obra de Pedro Lacerda / Unidades limitadas podem ser comprada com @pdrlcrd Fotos: Divulgação

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“Look out!”… Lá vem a ‘Supergirl’!

Warner Bros. Pictures lança pôster e teaser trailer inéditos de um dos filmes mais aguardados do universo dos heróis, que chega aos cinemas em 25 de junho de 2026. A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar os primeiros conteúdos inéditos de Supergirl, segundo longa da nova fase da DC Studios. Dirigido por Craig Gillespie (Cruella; A Garota Ideal) e estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), que assume o papel da icônica heroína, o filme traz no elenco também Jason Momoa, interpretando o mercenário anti-herói, Lobo. No teaser trailer, o público terá um primeiro vislumbre do complexo mundo da super-heroína.Fugindo dos padrões tradicionais, Kara (Alcock) encara o mundo de forma direta e sem rodeios, sempre em busca da verdade enquanto encontra seu lugar no mundo. Ao lado de Krypto, seu companheiro bem bagunceiro, a jovem encara aventuras e festas interplanetárias, prometendo muita emoção e humor. Já o pôster revela pela primeira vez Alcock completamente caracterizada como Supergirl, antecipando para os fãs o estilo ousado e dinâmico que o filme traz. Na CCXP25, evento geek que ocorreu em São Paulo na última semana, os fãs já puderam ter acesso a uma pequena parcela do universo de Supergirl por meio de ativações exclusivas. A Warner Bros. Pictures trouxe a revelação exclusiva do figurino oficial da heroína no seu estande que, por sua vez, apresentou pela primeira vez a estética do filme, inspirado na HQ “Supergirl: Mulher do Amanhã”, de Tom King e Bilquis Evely (Panini). Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Acesse já o perfil da Warner Bros. Picture para não perder nenhum detalhe desse e de outros lançamentos que estão por vir! Fotos: Divulgação

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Brasília discute seu papel no mundo do design

Roda de Conversa com o tema: Brasília Hub Criativo movimenta último dia da exposição no Pátio Brasil. Na última quinta-feira, 18 de dezembro, o Pátio Brasil foi palco da Roda de Conversa e Apresentação Brasília Hub Criativo, evento que integrou a exposição Territórios Criativos – Do Brasil para o Mundo. A iniciativa reafirma o compromisso de Brasília em consolidar seu papel como um polo global de design e economia criativa, uma posição que a capital federal ocupa desde 2017, quando foi reconhecida pela UNESCO. Com um olhar voltado para o futuro criativo de Brasília, o evento trouxe à tona discussões relevantes sobre o impacto da cidade no cenário global de inovação e as novas oportunidades que surgem para os artistas, empreendedores e profissionais da área criativa. A roda de conversa teve como objetivo explorar as perspectivas de Brasília enquanto centro de criação e inovação, conectando as tendências globais às especificidades locais. Durante a Roda de Conversa, também foram destacados momentos importantes da agenda criativa da cidade. Brasília foi recentemente anfitriã do IX ECriativo, o Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO, evento que reuniu representantes de diversas cidades criativas ao redor do mundo. Além disso, a capital sediará o II Fórum de Cidades Criativas do Design em março de 2025, evento que promete fortalecer ainda mais a posição de Brasília no cenário internacional. A exposição Territórios Criativos seguiu com seu propósito de dar visibilidade à diversidade cultural e à inovação que permeiam o trabalho criativo brasileiro, celebrando a produção artística e o pensamento inovador. Com um público engajado e várias trocas de ideias, a Roda de Conversa Brasília Hub Criativo contribuiu para reforçar a importância de Brasília como um ambiente fértil para a inovação e a criatividade, com grande potencial para inspirar e impulsionar projetos que conectem o Brasil ao mundo. Fotos: Gustavo Leighton

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Panela Candanga edição de Natal

De 19 a 21 de dezembro, a Praça Central do Casapark recebe a Feira Panela Candanga – Especial de Natal, reunindo sabores, produtos artesanais e criações afetivas feitas por produtores locais. O evento, com acesso livre e gratuito, acontece na sexta-feira das 12h às 22h, no sábado das 10h às 22h e no domingo das 12h às 20h. Em um ambiente acolhedor, a feira apresenta opções que se transformam em presentes cheios de afeto e tornam a ceia de fim de ano ainda mais especial, em uma experiência que une gastronomia, cultura e poesia. O evento conta com apoio institucional do Sebrae no DF. Participam desta edição os expositores Apiários dos Sonhos, Bão Demais, Casa do Cuki, Casa Menon, ChefBrico, Chimichurri Costumes Argentinas, Cruls Cervejaria, Cucina e Sapore, Empório Mathias, Fine N’ Rolls, Gaúcha Prendada, Goyás Defumados, Grossbräu Cervejaria, Ju Vaz Sweet Life, Piñon Torroneria, Q Suculentos Antepastos, Q.Jos Artesanais, RJM Bistrô, Saholi Chás Blends, Sarahs Bakery e Tudo Zero Confeitaria. A Panela Candanga reforça seu compromisso com a valorização da economia criativa e do fazer manual, promovendo o encontro entre quem produz com paixão e quem consome com consciência. A realização da feira segue contando com o importante apoio do Sebrae DF, parceiro essencial na valorização e no fortalecimento dos pequenos negócios e da gastronomia local. Jingle Bells Regional! Feira Panela Candanga – Especial de Natal / Praça Central do Casapark, SGCV Sul, 22, Park Sul – Brasília, DF / 19 a 21 de dezembro – sexta 12h às 22h – sábado 10h às 22h – domingo 12h às 20h / Grátis, só chegar / Siga @casapark e @feira.panelacandanga Fotos: Divulgação

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