Um clássico que atravessa gerações

Com visual moderno e tecnologia de ponta, a nova adaptação de “Pinóquio” chega aos cinemas para encantar crianças e despertar a nostalgia dos adultos. Existem histórias que parecem morar em um lugar especial da nossa memória, e “Pinóquio” é, sem dúvida, uma delas. Nesta quinta-feira, 16 de abril, a Paris Filmes traz para as telonas uma nova versão dessa fábula imortal, e eu já adianto: preparem-se para um espetáculo visual. Tive a oportunidade de conferir o longa em uma cabine de imprensa virtual e saí com a nítida sensação de que o diretor Igor Voloshin conseguiu um feito difícil: respeitar a essência do conto de Carlo Collodi enquanto injeta uma adrenalina de aventura que dialoga perfeitamente com o público de hoje. A trama, como bem sabemos, parte do desejo sincero do carpinteiro Gepeto de ter um filho — pedido atendido por uma estrela cadente que dá vida ao boneco de madeira. Mas o que torna este filme uma “dica imperdível” da Coluna #PERAMBULANDO é a forma como ele utiliza a tecnologia live-action para criar um universo vibrante, onde a jornada de autodescoberta do pequeno protagonista ganha novos tons de emoção. É aquele tipo de cinema que resgata memórias afetivas de quem cresceu com o personagem, mas que tem fôlego de sobra para capturar a imaginação das novas audiências, que certamente ficarão hipnotizadas pelas peripécias e lições de coragem que Pinóquio enfrenta pelo caminho. Resumindo, vai agradar toda a família! O roteiro, assinado por um time de peso (Aksinya Borisova, Alina Tyazhlova e Andrey Zolotarev), foca muito no amadurecimento e naquela busca universal pelo pertencimento. É um programa de família completo, daqueles que rendem ótimas conversas na saída da sala. Se você, como eu, não resiste a uma boa jornada mágica, vale a pena garantir o ingresso. Confira o trailer no perfil da @ParisFilmes para sentir o clima e já escolha a sua pipoca. Ver o boneco mais famoso do mundo ganhar vida de uma forma tão autêntica é, por si só, um grande evento. Não está convencido ainda? Confira o trailer abaixo: Em breve nos cinemas! Pinóquio (Pinocchio) | Estreia em 16 de abril | Direção: Igor Voloshin | Distribuição: Paris Filmes | Classificação: Verifique a programação local | Saiba mais em @ParisFilmes Fotos: Divulgação

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Intimista e Autoral: conheça o Ocean Brasília!

Fundindo alta gastronomia autoral com a calmaria e a vista privilegiada do Lago Paranoá, chef Pedro Moreira comanda com maestria o Ocean na Villa Náutica. Às vezes, a gente só precisa de um lugar que faça o tempo andar mais devagar. E se eu te dissesse que o segredo mais bem guardado de Brasília está ancorado ali no Setor de Clubes Sul? A Coluna #PERAMBULANDO traz hoje como incontornável da gastronomia brasiliense o Ocean. Primeiro voo solo do talentoso chef Pedro Moreira, há pouco mais de um ano o restaurante entrega o que promete: uma viagem sensorial completa. Ao cruzar a entrada na Villa Náutica, o barulho da cidade dá lugar ao som das águas e a uma vista de tirar o fôlego da Ponte JK. É o cenário perfeito para quem, como este colunista, valoriza aquela simplicidade sofisticada que só quem domina a técnica consegue entregar. O chef Pedro, que já é figura conhecida pelos banquetes impecáveis que assina na cidade, lidera o Ocean com uma competência silenciosa e acolhedora. O menu é um passeio pela gastronomia contemporânea com um pé na ousadia. Para começar, não tem como ignorar a casquinha de caranguejo com castanha (R$ 89) — generosa e marcante — ou o frescor do ceviche de peixe branco com frutas (R$ 79). Se você prefere algo mais terroso, o Carpaccio de filé com trufas (R$ 110) é um caminho sem volta. Tudo ali parece dialogar com o horizonte, em uma atmosfera rústica e elegante que te faz sentir, de fato, fora do eixo urbano tradicional. Nos principais, a criatividade do chef ganha corpo em pratos que são verdadeiras pinturas. O Camarão grelhado com fregola cremosa (R$ 180) é um abraço de sabor, mas confesso que o Poivre Ocean (R$ 160) tem um charme especial: o corte de Ancho vem banhado em um molho de pimentas verdes colhidas no próprio quintal do chef, acompanhado de um risoto de Grana Padano impecável. É essa atenção aos detalhes, do insumo caseiro à apresentação milimétrica, que revela a alma do lugar. E para quem não abre mão do doce, a “Primeira Criação do Chef” (R$ 45) — um bolo de chocolate molhado em Amarula com sorbet de jabuticaba — encerra o almoço com o contraste perfeito. Seja para um drinque autoral ao entardecer, como o refrescante Ocean (R$ 37), ou para um jantar intimista sob as luzes da ponte e o Lago Paranoá como testemunha, o convite está feito. Minha dica? Vá sem pressa e já comece, desde já, a seguir o @oceanbrasilia para conferir as imagens (que são um deleite à parte). Como o lugar não é tão grande assim, não deixe de fazer sua reserva pelo WhatsApp (61 99841-1818). Afinal, perambular pela orla do Paranoá e encontrar um refúgio de paz com essa qualidade gastronômica é o tipo de luxo que a gente merece experimentar sempre. Para se deleitar… Ocean Brasília – Villa Náutica | Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lt 9. Próximo ao CICB e Villa Rizza | Terça a quinta – 12h às 17h; Sexta e sábado – 12h às 22h; Domingo – 12h às 17h | 61 99841 1818 | Siga @oceanbrasilia Fotos: Divulgação

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Não perca o Festival de Cultura Popular!

Tradição e sustentabilidade são o foco da 12ª edição do evento que propõe a cultura popular como tecnologia ancestral e estratégia de desenvolvimento sustentável no Cerrado. De 14 a 17 de abril, o Festival Brasília de Cultura Popular realiza sua 12ª edição ocupando o Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 14 e 15, e a região do Lago Oeste, área rural do Distrito Federal, nos dias 16 e 17. Com uma programação que reúne conferência, rodas de conversa, vivências no Cerrado, apresentações culturais, aulas-espetáculo, feira de economia criativa e gastronomia tradicional, o encontro consolida-se como uma plataforma de articulação entre cultura popular, sustentabilidade e desenvolvimento. Mais do que um evento, o Festival propõe uma chave de leitura que reposiciona a cultura popular: não como herança estática do passado, mas como tecnologia ancestral viva e estratégica para o futuro do Cerrado. A partir dessa perspectiva, a 12ª edição adota como eixo central a relação entre Cultura Popular, Cerrado e Desenvolvimento Sustentável, defendendo que não existe desenvolvimento sustentável no bioma sem o reconhecimento e fortalecimento dos saberes tradicionais. Em 2026, o Festival presta homenagem ao historiador Paulo Bertran, intelectual fundamental para a compreensão do Cerrado como território histórico e cultural. Sua obra contribuiu para revelar o bioma como uma paisagem cultural viva, onde natureza, modos de vida e práticas sociais se entrelaçam na construção de identidades e formas de existência. “Não existe desenvolvimento sustentável no Cerrado sem reconhecer e fortalecer os saberes tradicionais. O que o Festival faz é colocar esses conhecimentos no centro do debate público”, destaca a coordenadora do festival, Danielle Freitas. As pessoas interessadas nas atividades ofertadas na edição, podem fazer a inscrição gratuitamente no link disponível na bio do perfil do evento. Atividades Ao longo de quatro dias, o Festival se organiza em dois tempos complementares. Nos dias 14 e 15, no espaço universitário, promove reflexões por meio da conferência livre sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), debates e encontros que conectam mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, estudantes e gestores públicos. O objetivo é inserir os saberes tradicionais no centro das discussões contemporâneas sobre desenvolvimento, em diálogo com a Agenda 2030 da ONU. Já nos dias 16 e 17, no Lago Oeste, a proposta se desloca para o território, convidando o público a vivenciar, na prática, modos de vida sustentáveis que há gerações estruturam comunidades do Cerrado. As atividades incluem experiências com agroecologia, plantas medicinais, cultura alimentar e manejo do bioma, em parceria com iniciativas locais. Conferência  A Conferência livre sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acontece como parte da programação do Festival, em 15 de abril, a partir das 9h, e se integra ao processo de formulação em âmbito nacional da Conferência Nacional dos ODS, que acontece entre 29 de junho e 02 de julho de 2026. A iniciativa propõe um debate estruturado sobre a integração da cultura popular às políticas de desenvolvimento sustentável. Reconhece os territórios culturais como protagonistas na implementação da Agenda 2030 e como espaços vivos de experimentação de soluções sociais e ambientais. O encontro reúne mestres da tradição, lideranças, pesquisadores, gestores públicos, juventudes e representantes da sociedade civil para discutir caminhos práticos de integração entre cultura, meio ambiente e políticas públicas. Desta etapa, será eleito um delegado para a Conferência Nacional ODS, a acontecer em junho de 2026, representando as pautas das culturas populares e dos povos e comunidades tradicionais de Brasília. Cultura Popular  Durante o Festival, o público poderá vivenciar a energia da capoeira com o Grupo Beribazu, conduzido pelo professor Mikhael Ael, mergulhar na mitologia cênica e simbólica do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, e se conectar com os ritmos do Cerrado nas apresentações de Volmir Batista – Batuques e Calangos, que evocam o Brasil profundo em suas sonoridades. E, em se tratando de cultura popular, como não poderia ser diferente, a tradicional Orquestra Alada Trovão da Mata ocupa a Universidade de Brasília com as figuras míticas do Cerrado e seu ritmo próprio, o Samba Pisado. “Ao integrar reflexão, experiência e tradição, o Festival reafirma o papel da cultura popular como tecnologia social capaz de organizar modos de produção, fortalecer relações comunitárias e sustentar práticas ambientais responsáveis,  apontando caminhos concretos para o futuro do Cerrado”, finaliza Freitas. O Festival Brasília de Cultura Popular é realizado pela IBRANOVA e pela Pichaim Produções, com apoio da Fundação Darcy Ribeiro, da Fiocruz Brasília, por meio da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 (EFA), da Universidade de Brasília — via Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC/UnB) e Diretoria de Difusão Cultural e Decanato de Extensão (DDC/DEX) — além do Sítio Floresta. O projeto conta ainda com fomento do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Confira a programação completa: (sujeita a ajustes e alterações) 14 de abril – Abertura do 12º Festival Brasília de Cultura Popular Local: Memorial Darcy Ribeiro – UnB 11h — Abertura da Feira de Economia Criativa 12h — Vivência: Capoeira – Corpo, Território e Resistência 13h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 14h — Roda: Agroecologia e Saúde Mental no Cerrado 15h — Vivência: Teatro de Terreiro 16h — Roda: Agroecologia e Cannabis no Cerrado 17h30 — Homenagem: O Cerrado como Civilização 18h — Apresentação: Cultura Popular Tradicional 19h — Apresentação: Orquestra Alada 15 de abril  — Conferência Livre de Culturas Populares e Tradicionais de Brasília sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável integra a programação Local:  Auditório do Memorial Darcy Ribeiro – UnB 09h — Credenciamento – Conferência ODS 09h30 — Mesa de Abertura 10h — Plenária de Abertura: Cultura Popular e Agenda 2030 11h — Abertura da Feira 12h — Encerramento da plenária e rodas de diálogo 12h — Vivência: Sambadeiras – Corpo e Ancestralidade 14h — Apresentação das propostas dos grupos 14h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 15h — Debate e aprovação das propostas 15h — Vivência: Seu Estrelo – Mito e Território 16h — Eleição da delegação 17h — Mesa de Encerramento da Conferência 17h30 — Cortejo Cultural:

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“O Lago dos Cisnes” em Brasília

Moscow City Ballet faz única apresentação na cidade do Clássico do balé mundial. Em cena, 36 bailarinos prometem uma apresentação para lá de emocionante.   O Moscow City Ballet traz a Brasília um dos maiores clássicos do balé mundial: O Lago dos Cisnes, em uma montagem que reúne tradição, técnica e excelência artística. O espetáculo acontece em 16 de maio, no Centro de Convenções Ulysses. Reconhecida internacionalmente, a companhia foi fundada em 1988 pelo coreógrafo Victor Smirnov-Golovanov e se consolidou como uma das principais representantes da escola russa de balé clássico. Ao longo de sua trajetória, o Moscow City Ballet já se apresentou em diversos países e retorna ao Brasil pela terceira vez este ano com uma turnê que inclui as principais cidades do país. No palco, a montagem reúne 36 bailarinos e traz toda a força estética e narrativa de O Lago dos Cisnes, obra que atravessa gerações e permanece como uma das mais emblemáticas do repertório universal. Com música de Tchaikovski, o espetáculo conduz o público por uma história marcada por amor, encantamento e o eterno conflito entre o bem e o mal. A direção artística é de Ludmila Nerubashenko, responsável por manter o rigor técnico e a identidade da companhia, reconhecida pela precisão de seu corpo de baile e fidelidade às tradições do balé russo. O LAGO DOS CISNES O Lago dos Cisnes, criado no século XIX, é o trabalho mais conhecido e reinterpretado de todo o repertório do balé clássico no mundo. Nele, os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Durante os atos, é contada a história do príncipe Siegfried, que, acompanhado por seus amigos, vai procurar o propósito da distração antes de escolher a consorte. Ao se aproximarem de um lago, o príncipe se apaixona pela princesa (Odette) que foi amaldiçoada pelo feiticeiro maligno (Von Rothbart) a viver como um cisne parte de sua existência. Enganado pelo mago, o príncipe é seduzido por Odile, filha de Von Rothbart. Após um confronto com o vilão, o amor de Siegfried quebra o feitiço que transformou a princesa em um cisne, mas uma tragédia se revela no final. Com a música de Tchaikovski, O Lago dos Cisnes é uma das obras mais ouvidas do repertório universal. Serviço: Moscow City Ballet – O Lago dos Cisnes Dia: 16 de maio de 2026 (sábado) Local: Centro de Convenções Ulysses Horário: 20h Ingressos: A partir de R$ 100 (meia-entrada) pela Bilheteria Digital Informações: Assessoria de Imprensa do Evento / Fotos: Divulgação

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BSB tem 34 bares no Comida di Buteco

Circuito acontece de 10 de abril a 3 de maio e leva público e jurados a avaliar petiscos, atendimento e experiência.   Tem competição que se ganha no detalhe. Outras, no tempero, e há aquelas em que todo mundo sai ganhando. Em sua 11ªedição em Brasília, a disputa mais saborosa do ano vai começar e quem dá as cartas não são apenas os jurados, mas também o público, que circula, experimenta, vota e, acima de tudo, celebra. De 10 de abril a 3 de maio, a capital federal sairá #PERAMBULANDO pelo saboroso circuito do Comida di Buteco 2026, que reúne 34 bares em uma verdadeira maratona gastronômica, transformando balcões, mesas e calçadas em arenas de criatividade, tradição e afeto. O brasiliense poderá desfrutar dos pratos pelo custo de R$40 em butecos da Asa Norte, Asa Sul, Taguatinga, Guará, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Águas Claras, Sobradinho, Vila Planalto, Sudoeste, Paranoá, Taquari e Vicente Pires (veja lista completa dos participantes abaixo). O movimento é um retrato vivo do Brasil que acontece longe dos holofotes, aquele que empreende com o que tem, que cresce no improviso e que transforma receita de família em patrimônio coletivo. E neste ano, o desafio ganha um ingrediente especial: as verduras. O tema da edição convida os participantes a reinventar sabores, explorar texturas e surpreender o público com criações que tem a alma da cozinha de raiz. Na prática, funciona assim: público e jurados percorrem os butecos, avaliam petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco, protagonista da disputa, responde por 70% da nota. A primeira etapa é regional onde a votação é feita pelo público e jurados da própria cidade. Depois de eleitos os campeões de cada circuito, um outro corpo de jurados visita e avalia os campeões para que seja eleito então, o MELHOR BUTECO DO BRASIL. Em julho, numa festa realizada em São Paulo é revelado o buteco campeão. Confira a lista dos butecos participantes e petiscos no site www.comidadibuteco.com.br O concurso mobiliza uma cadeia inteira. Gera fluxo nos bairros, movimenta pequenos negócios, cria empregos e fortalece um dos símbolos mais autênticos da cultura brasileira: o buteco como extensão da casa. Não à toa, o evento já impacta milhares de famílias e mobiliza milhões de pessoas em todo o país. Na capital federal os patrocinadores são o Grupo Heineken com AMSTEL e FYS, Santander/Getnet, McCain, Unilever com Knorr, Chandon e Seara (que em alguns butecos traz um petisco extra em forma de desafio do sabor). Já entre os apoiadores institucionais estão Germer, Abrasel e Neooh. Tradição O Comida di Buteco foi criado em 2000, com a finalidade de resgatar e valorizar a cozinha de raiz por meio da visibilidade aos botecos espontâneos e tradicionais. Desde 2016 elege o melhor boteco do país, no entanto, mais do que um concurso já é considerado um movimento tradicional que acontece simultaneamente de norte a sul do Brasil. Em Brasília, a experiência ganha contornos próprios. Entre quadras, regiões administrativas e diferentes sotaques, o circuito revela uma cidade que também se reconhece na mesa diversa, criativa e, cada vez mais, conectada à cultura do boteco. No fim, essa não é apenas uma disputa gastronômica. É um convite a provar, a circular, a descobrir e, principalmente, a fazer parte. ServiçoBora butecar? Festival Comida di Buteco 2026 em Brasília / 10 de abril até 3 de maio / Preço único dos petiscos: R$40 / Siga @_comidadibuteco e Acesse o Site Oficial LISTA DOS BUTECOS POR REGIÃO ADMINISTRATIVA Samambaia Mesquimar Cozinha e Bar 404 Brasas Bar e Espetaria Asa Norte Na Seis Gambar Etnias Resto e Bar Encontro a Mineira Dom Caricas BBQ Dikantu bar Aflora Bar Asa Sul Embaixada do Piauí Taguatinga Tardezinha Quiosque do Cabeça Boteco Véio CHico Bahea Cozinha Baiana Adega da Cachaça Guará Quiosque do Galego Lampião Gastrobar Ceará Carne de Sol Arere Gourmet Núcleo Bandeirante   Esquema do Peixe Avenida do Espetinho Bar e Restaurante Nordestino Águas Claras Federal Bar e Cozinha Espetaria En la Braza Boteco do Cantinho Sobradinho Pança Cheia Palorama Churrasquinho do Dimi Vicente Pires Tatá Kombinado COnstelação 5 Cozinha e Bar Taquari Cuscuz Restaurante, Sudoeste Goianeiro Churrasco, Vila Planalto Quintal da Vila Paranoá Wagner Vieira BBQ Fotos Divulgação

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Fronteiras sem sinal? Nunca mais!

Primeira da América do Sul com Wi-Fi em aviões de grande porte, LATAM conecta seus passageiros ao mundo durante todo o trajeto. Sair #PERAMBULANDO também pode ser pelos ares, cruzando oceanos e continentes. E esse tipo de experiência que todo mundo gosta acaba de ganhar um novo ritmo. Imagine a cena: você se acomoda na poltrona, o aviso de cintos se apaga e, enquanto as nuvens desfilam pela janela, você decide como quer que o seu tempo passe. Pode ser uma maratona cinematográfica com o novo filme da franquia Avatar, no Disney+, ou atualizando os episódios da nova temporada de One Piece, na Netflix. Se a ideia for relaxar, nada como dar o play no recém-lançado álbum “EQUILIBRIVM”, da Anitta. Seja qual for sua escolha, tudo isso agora ganha o reforço de uma conectividade que nos mantém ancorados ao que importa, mesmo a 35 mil pés de altitude. A novidade vem com o anúncio do Grupo LATAM, que acaba de realizar o primeiro voo de longa distância com Wi-Fi a bordo em um Boeing 787-9. Com um investimento ambicioso que ultrapassa os US$ 60 milhões, a companhia inicia a implementação gradual de internet em sua frota de aeronaves de corredor duplo. O plano é robusto: equipar mais de 60 aviões entre 2026 e 2028, transformando jornadas para a Europa, Américas, Oceania e África em experiências muito mais próximas e humanas. Como define Paulo Miranda, Vice-Presidente de Clientes do Grupo, o marco alinha o voar às expectativas do mundo atual, onde estar conectado é parte essencial do nosso bem-estar. O que muda para o passageiro A partir deste mês, quem embarcar na primeira aeronave Boeing 787-9 já equipada sentirá a diferença de imediato. O passageiro poderá utilizar um serviço gratuito de mensagens, garantindo que o contato com a família ou o trabalho não seja interrompido pelo embarque. Mas é apenas o começo: em breve, a experiência será ampliada para que associados LATAM Pass possam trabalhar online, navegar livremente e marcar presença nas redes sociais durante todo o trajeto. Essa conectividade de alta velocidade e baixa latência — fruto de uma tecnologia via satélite de ponta — chega para complementar a já premiada plataforma LATAM Play. São mais de 300 filmes, 1.000 episódios de séries e 800 álbuns de música ao alcance das mãos. A expansão do Wi-Fi se une à renovação completa das cabines e às novas suítes da classe Business, elevando o padrão de conforto em rotas icônicas como São Paulo–Londres, Santiago–Sydney e Lima–Madri. Bastidores e Liderança Vale destacar que a LATAM já é veterana na conectividade em voos domésticos, com Wi-Fi em mais de 95% de suas aeronaves de corredor único, atendendo a mais de 18 milhões de passageiros. Agora, ao levar essa tecnologia para os gigantes Boeing, torna-se a primeira companhia sul-americana a oferecer o serviço nesse tipo de aeronave. Além do ganho para quem viaja, a tecnologia aprimora os processos internos, permitindo comunicação em tempo real da tripulação com o solo e otimização de rotas, refletindo em segurança e eficiência. O fato é que a LATAM Airlines S.A. possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A321neo, A320, A320neo e A319. Ela e suas afiliadas são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, África, Estados Unidos e o Caribe.  O grupo é formado ainda pela LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil, possuindo uma frota combinada de 21 aeronaves de carga. Essas afiliadas de carga contam com acesso as aeronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes. Quer saber mais e ficar ligadinhos nas novidades e curiosidades sobre a cia aérea? Siga @latambrasil! Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Reprodução

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Partiu 4a edição do Festival Viva Brasília!

Entre 07 de abril a 10 de maio, as unidades Mané Mercado comemoram o aniversário de Brasília com a mais uma edição do festival que tem sabor de quero mais.   Em 21 de abril, Brasília completa 66 anos de muita história e memória gastronomia afetiva. Os icônicos restaurantes que fizeram e ainda fazem parte das lembranças da capital são o tema do Festival Viva Brasília de 2026 no Mané Mercado – que esse ano traz o festival nas duas unidades: Plano Piloto e Águas Claras. Então se prepare para sair #PERAMBULANDO entre os dias 07 de abril a 10 de maio pelas operações do complexo gastronômico que criaram pratos especiais em homenagem a casas que fizeram história na gastronomia brasiliense. E as homenagens também se estendem à música, com o rock brasiliense ambientando os dias de festival. Acha que acabou? Nas duas unidades, os clientes poderão participar de uma ação com uma roleta de prêmios que vai sortear desde Day Use da brinquedoteca até vouchers de consumo de R$100. Confira os pratos trazidos por cada uma das operações: Águas Claras BSB Grill: em homenagem ao Picanhas do Sul, a casa traz uma picanha acompanhada de arroz carreteiro, feijão tropeiro e batatas fritas (R$269 – serve de 2 a 3 pessoas); Café e um Chêro: o Pão Xique (R$35) vem para homenagear o Xique Xique, com pão francês com carne de sol, queijo coalho, vinagrete e maionese da casa; Casa Mar: para homenagear o Bahea, a casa traz a Moquequinha de Peixe e Camarão (R$86), preparada no leite de coco e dendê, Peixe e camarões frescos no leite de coco e dendê, com pimentões, cebola, tomate e coentro. Acompanha arroz branco, farofa crocante e pirão; Fina da Baco: o Rosbife do Claude (R$69,80) homenageia a Toca do Chopp – Claude Capdeville, com Rosbife ao molho de cebola roxa, vinho tinto, manjericão e champignon com fettuccine na manteiga de açafrão (foto abaixo); Gatto Nero: a casa homenageia sua icônica unidade do Lago Sul com o Paglia e Fieno (R$80) ao molho quatro queijos, Paglia e Fieno (massa de fio artesanal verde e branca), ao molho quatro queijos, acompanhada de picadinho de filé mignon ao molho madeira com champignon; Kazu: o Tataki de Salmão (R$64,90), com cubos de salmão fresco com limão, shoyu especial e azeite, finalizados com cebolinha e cebola roxa picada, vem para homenagear o Nippon (foto de capa); O Popular: o homenageado da vez é o Bar Beirute, com o Baby Beef à Samunique (R$59), um baby beef grelhado, gratinado com creme de queijo, acompanhado de batata palha e arroz com ervilhas; Ricco Burger: mais um ano, a Ricco vem homenageando a tradicional hamburgueria com o Truc’s (R$59), pão recheado com filé mignon, mussarela, ovo, bacon, alface e tomate, finalizado com maionese da casa; Tudo do Porco: O Nhoque de batata-baroa ao ragu de linguiça Blumenau, creme azedo  e queijo parmesão e crocante de pão (R$79,90) foi pensado para homenagear a Charcutaria Egons. Plano Piloto Café e um Chêro: o Pão Xique (R$39) vem para homenagear o Xique Xique, com pão francês com carne de sol, queijo coalho, vinagrete e maionese da casa; Casa Baco: o Rosbife do Claude (R$69,80 – no prato ou para petiscar) homenageia a Toca do Chopp – Claude Capdeville, com Rosbife ao molho de cebola roxa, vinho tinto, manjericão e champignon com fettuccine na manteiga de açafrão; Casa Mar: para homenagear o Bahea, a casa traz a Moquequinha de Peixe e Camarão (R$86), preparada no leite de coco e dendê, Peixe e camarões frescos no leite de coco e dendê, com pimentões, cebola, tomate e coentro. Acompanha arroz branco, farofa crocante e pirão (foto abaixo); De Paulina: em homenagem ao Romano’s, Strogonoff Romano’s (R$77,90) com filé mignon tradicional da casa com cogumelos paris frescos salteados. Acompanha arroz jasmin e batata palha caseira; Mahalo Poke: homenageando o Kojima, a casa traz o Shakemaki de Camarão (R$39,90),  um tempurá de camarão e cream cheese envolto por lâmina de salmão maçaricada, molho tarê e gergelim; O Popular: o homenageado da vez é o Bar Beirute, com o Baby Beef à Samunique (R$59), um baby beef grelhado, gratinado com creme de queijo, acompanhado de batata palha e arroz com ervilhas; Perdomo Doces: em homenagem à baunilha do Cerrado, a Perdomo preparou o Gelato Baunilha do Cerrado (R$35), servido em casquinha artesanal da casa e finalizado com brigadeiro de chocolate ao leite belga 50%; Ricco Burger: mais um ano, a Ricco vem homenageando a tradicional hamburgueria com o Truc’s (R$59), pão recheado com filé mignon, mussarela, ovo, bacon, alface e tomate, finalizado com maionese da casa (foto abaixo); Superquadra Bar: o Filet com Risoto e Rapadura (R$119), um filé na parrilla com molho roti e risoto de grana padano e rapadura, vem homenageando o prato mais consagrado  do Bloco C; Tempero Paraíso: em homenagem ao Fred, a casa traz o Picadinho de Filé Mignon ao Molho Madeira (R$72), acompanhado de farofa crocante, banana empanada e ovo mollet; Tudo do Porco: O Nhoque de batata-baroa ao ragu de linguiça Blumenau, creme azedo  e queijo parmesão e crocante de pão (R$79,90) foi pensado para homenagear a Charcutaria Egons; Véi Chico: em homenagem ao Olinda, a casa traz o Mexidinho do Olinda (R$59), com carne de sol grelhada, mandioca cozida desmanchando e o mexidinho do Olinda: carne de sol  refogada na manteiga de garrafa com alho e cebola, mexida com feijão fradinho e farinha e finalizada com um ovo frito. Bora comemorar o niver da cidade? Mané Mercado Brasília / SRPN ST – Asa Norte, Eixo Monumental – Brasília / @manebrasilia / Mané Mercado Águas Claras / Av. das Araucárias, 1835/2005 – Águas Claras Shopping / @maneaguasclaras Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Helô Sanvoy e Lais Myrrha na Cerrado Cultural

Na última quarta-feira, 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural recebeu cerca de 150 convidados do mundo das artes na inauguração simultânea das exposições “Arquiteturas do Poder”, de Lais Myrrha, e “Eiro”, de Helô Sanvoy. O evento movimentou a QI 05 do Lago Sul, onde o público pôde conferir de perto o diálogo crítico e sensível proposto pelos artistas sobre as bases estruturais e históricas do país, ocupando os dois pavimentos do espaço brasiliense. Sob a curadoria de Ana Avelar, a mineira Lais Myrrha apresentou obras que investigam a carga simbólica do modernismo e os apagamentos sociais contidos nas formas da capital. Belo-horizontina que cresceu rodeada por obras de Oscar Niemeyer, Lais acredita que, mais do que um arquiteto de edifícios, ele foi um criador de imagens. “Em um certo momento do meu trabalho eu comecei a isolar certos elementos, criar sobreposições de coisas. A partir daí também fui trabalhando com outros elementos que tinham relação com essas construções, com a história dessas construções, como o concreto armado, os azulejos e outros elementos”, explica. Já no piso superior, o público foi recebido pela primeira mostra individual de Helô Sanvoy na galeria, com curadoria de Divino Sobral. Em “Eiro“, o artista goiano utiliza a materialidade do cotidiano para refletir sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado. Sobre a expectativa para esta temporada, o artista compartilhou: “Espero que quem venha visitar a exposição encontre um momento de reflexão sobre a vida e que, ao mesmo tempo, essa visita possa ser um tempo de distração para a alma”.     As mostras seguem em cartaz reforçando a missão da Cerrado como um dos principais eixos de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria fica na QI 05, Chácara 10, no Lago Sul. A entrada é gratuita e a visitação está aberta ao público de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h, até o dia 9 de maio. Acompanhe as novidades pelo Instagram @cerrado.galeria e não deixe de conferir mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem passou lá pelo vernissage de abertura: Serviço: Exposições: Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) Curadorias: Ana Avelar e Divino Sobral Quando: 1º de abril a 9 de maio de 2026 Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h Entrada gratuita / Indicação livre Siga: @cerrado.galeria Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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36 anos depois, Avanzzo sai de cena

Há cerca de uma semana, uma notícia mexeu com o coração do mundo da moda brasiliense e reverberou pelas tesourinhas e eixos da capital: a Avanzzo anunciou o encerramento de suas atividades. Hoje, após o impacto inicial e com o tempo necessário para absorver o peso dessa despedida, viemos trazer nossa homenagem a uma marca que não apenas vestiu corpos, mas costurou sua própria identidade à história de Brasília. O encerramento deste ciclo não é apenas o fim de uma operação comercial; é a conclusão de uma passarela de 36 anos construída com sonhos, afeto e um respeito inquebrantável pela cidade. A Avanzzo cresceu junto com o Plano Piloto. Suas vitrines foram espelhos da evolução das mulheres da capital, acompanhando-as do trabalho ao lazer, do cinema às passarelas nacionais. Quem vive em Brasília tem, em algum canto do armário ou da memória, uma peça que remete a um momento especial vivido sob o céu do Planalto Central. A coleção de despedida, apropriadamente batizada de “Tempo“, chega como um abraço final. São 36 modelos atemporais em edição limitada que reeditam os grandes ícones da marca. É uma seleção que sintetiza mais de três décadas de verdade. Como bem define Daniella Naegele, que iniciou essa jornada ao lado do marido Andre e hoje divide a direção com o filho Vítor: “Encerrar este ciclo é uma escolha corajosa. Não nasce da falta, nasce da consciência. Tempo não é fim, é legado.” Manter o equilíbrio entre a produção nacional ética e a invasão do fast fashion global foi um desafio diário enfrentado com altivez. A Avanzzo escolheu sair de cena com a mesma elegância com que entrou: celebrando a mão de obra local e a fidelidade de suas clientes. As 36 peças da coleção “Tempo” são convites para eternizar essa parceria nas lojas do Brasília Shopping, 109 Norte, 206 Sul e Sudoeste. Brasília despede-se de uma etiqueta que soube ler sua luz e seu concreto. Fica a gratidão por cada coleção cápsula de Carnaval, cada camiseta que celebrou o aniversário da cidade e cada look que ajudou a construir a autoestima de tantas mulheres. A Avanzzo sai das araras, mas permanece definitivamente no porta-retratos afetivo da nossa capital. Onde se despedir (Edição Limitada): Lojas Físicas: Brasília Shopping, 109 Norte, 206 Sul e Sudoeste. On-line: avanzzo.com.br Instagram: @avanzzo Fotos: Reprodução Instagram

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“Os Peixes não Falam” perambula por Bsb

Espetáculo premiado circula por creches do DF e anuncia turnê internacional.   Depois de integrar a programação da Bienal de São Paulo e conquistar um feito inédito para o teatro do Distrito Federal, o espetáculo “Os Peixes não Falam” inicia uma nova temporada. Em abril, a obra volta às origens com uma circulação por creches da Candangolândia, promovida com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Paralelamente, a montagem se prepara para uma turnê internacional que passará por México, Argentina e Uruguai, por meio do programa Conexão Cultura. Criado para bebês e crianças de 0 a 5 anos, “Os Peixes não Falam” é um mergulho sensível nos mistérios da linguagem antes da palavra. Em cena, a atriz e diretora Clarice Cardell conduz os pequenos espectadores por uma experiência que combina teatro de objetos, trilha sonora original e uma dramaturgia de afetos. “É um convite para escutar com o corpo e ver com o coração”, resume a artista. Uma turnê que começa na creche e atravessa fronteiras A circulação local, que ocorre de 8 a 16 de abril em unidades de educação infantil da Candangolândia, reforça um dos pilares do projeto: transformar creches em espaços de experimentação artística e democratizar o acesso à arte como ferramenta essencial de formação humana. Ao mesmo tempo, a obra dá um salto internacional. Ainda neste semestre, nos meses de fevereiro, maio e junho, “Os Peixes não Falam” será apresentada em três festivais na América Latina: no Centro Cultural Tijuana (CECUT), no México; no Parque del Conocimiento, em Posadas, na Argentina; e no Festival OFF FIAEuy, que acontece em Montevidéu e San José, no Uruguai. As datas serão anunciadas em breve. Relevância nacional e ineditismo A nova circulação chega em um momento histórico para a cultura do DF. Em maio, Clarice Cardell e sua companhia, a Primeiro Olhar, receberão em São Paulo o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — a primeira vez que uma obra de teatro do Distrito Federal conquista a honraria. Além disso, é a primeira montagem voltada à primeira infância a ser premiada pela instituição. “Com o prêmio da APCA e as circulações local e internacional, temos dois pontos fortes que demostra a potência e a relevância do projeto, bem como a produção teatro feita em Brasília”, destaca Clarice. É uma peça, que nasce do diálogo entre Brasil e França, já passou pela Bienal de São Paulo e agora leva o teatro brasiliense para o exterior. Ficha artística “Os Peixes não Falam” é um espetáculo da companhia Primeiro Olhar, com direção de Clarice Cardell, em parceria com a francesa Katy Deville (Théâtre de Cuisine). A trilha sonora original é de Fernanda Cabral, os figurinos de Larissa Salgado e a preparação corporal de Márcia Duarte. O ponto de partida para a criação ocorreu em dezembro de 2024, durante residência artística no Friche la Belle de Mai, em Marselha. Vale destacar ainda que o espetáculo propõe uma experiência cênica pioneira para a primeira infância. Boias que flutuam como pensamentos, sons que remetem à memória do ventre e uma atuação que transita entre o gesto e o afeto criam paisagens que comunicam sem dizer. “Porque, às vezes, o que mais nos diz é o que não se fala”, explica Clarice. Serviço: Circulação em creches – Candangolândia (DF) Período: 8 a 16 de abril de 2026 Turnê internacional – México, Argentina e Uruguai Fevereiro, maio e junho de 2026 Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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