Traços de Toys e sabores de Brasília

Com um menu que transita entre o afetivo e o contemporâneo, a restauratrice Estefanía Morey homenageia os 66 anos da capital com festival gastronômico e mimos artísticos. Brasília é uma cidade que se lê nas entrelinhas da arquitetura e se sente no paladar da sua gente plural. E poucos estabelecimentos da capital federal entendem essa “mistura candanga” como o Restaurante Universal. Até o dia 31 de abril, a casa mergulha nas celebrações do aniversário da nossa capital com o Festival Brasília 66 anos. A proposta da proprietária Estefanía Morey é daquelas que a Coluna #PERAMBULANDO assina embaixo: um menu em três etapas que acolhe o paladar com preços fixos — R$ 95 no almoço e R$ 129 no jantar, e ainda faz um carinho na alma de quem valoriza a arte urbana local.   A experiência começa com entradas que são pura leveza: um Tartar de Salmão (foto de capa) com a picardia do chantilly de wasabi ou a clássica Mini Salad House, que reúne do gergelim ao tomate seco da casa em um mix super equilibrado. No almoço, o protagonismo fica com o Picadinho Universal: um filé cremoso com cogumelos que ganha o coração com arroz de banana e um pastelzinho de queijo com pimenta de cheiro que é puro afeto. Se a ideia for algo mais sofisticado, o Linguine com Camarões ao gorgonzola e pera caramelizada é imbatível, assim como o criativo Canelone Vegetariano de espinafre com melaço de cana. Quando o sol se põe, o festival ganha contornos mais intensos. O Escalopinho au Poivre com arroz à piamontese divide as atenções com um exuberante Pirarucu ao Chutney de Maracujá (foto acima) e risoto de brócolis, um prato que grita Brasil em cada garfada. E para os vegetarianos, as Almôndegas de Abobrinha ao pomodoro garantem que ninguém fique de fora da festa. Para o grand finale, a dúvida cruel fica entre o Pudim de Leite (foto abaixo) tradicionalíssimo ou a Mousse de Chocolate com geleia de frutas vermelhas. Mas o “pulo do gato” desta edição está no brinde: quem pedir os drinks temáticos Catedral ou Ponte JK leva para casa uma lembrança exclusiva assinada pelo artista Toys. Porém, para ver as bebidas e os brindes, você vai precisar assistir a este vídeo que fiz por lá em um momento muito especial. Em suma, a comemoração proposta pelo Restaurante Universal se revela como a união perfeita entre a gastronomia de excelência e o traço icônico que colore os muros da nossa cidade. Perambular pela 210 Sul e se deixar levar por essa jornada de sabores é, sem dúvida, a melhor forma de dizer “parabéns” à nossa Brasília. Vamos celebrar? Homenagem gastronômica Festival Brasília 66 anos / Restaurante Universal / Siga @restaurante.universal Fotos: Divulgação

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“Rave é uma arte”

A notícia que abalou o mundo da música: após duas décadas, a Rainha do Pop decide revisitar a pista de dança mais famosa do mundo e anuncia a sequência do icônico álbum de 2005. E tem mais novidade chegando neste sábado…   Hoje eu aproveito este espaço que a Coluna #PERAMBULANDO me proporciona para dividir com vocês uma das minhas grandes paixões: Madonna. Sim, este jornalista é um dos milhões de fãs dessa mulher incrível que, no começo da semana, parou a internet ao anunciar o lançamento de mais um álbum de estúdio, o aguardadíssimo Confessions II. E como se já não fosse o suficiente para o caração de um fã alucinado, há pouco mais de três horas, neste sábado 18 de abril de 2026 (dia do meu aniversário) ela me presenteia com o lançamento da primeira música em suas plataformas digitais: I Feel So Free… Obrigado pelo present Madge! O fato de que essas novidades deixam muita gente contando os dias é completamente compreensível: afinal, após mais de quatro décadas de carreira, ela continua encantando e, acima de tudo, ditando o ritmo do jogo. Isso porque, desta vez, a eterna “Material Girl” decidiu olhar para o próprio legado para projetar o futuro. Confessions II chega como a continuação direta do aclamado disco de 2005, que nos presenteou com o hino Hung Up. Em comunicado oficial divulgado pela Billboard, Madonna foi enfática sobre a filosofia por trás desse novo trabalho: “Eu queria voltar ao lugar onde a liberdade é a única regra. Para mim, a rave é uma arte; é um espaço sagrado de expressão onde o corpo e o espírito se fundem na batida“. Essa declaração explica muito sobre a sonoridade que podemos esperar: um mergulho profundo na cultura clubber, mas com a maturidade e a visão artística que só ela possui. Aos 67 anos, Madonna prova que a idade é apenas um detalhe diante de uma mente que não para de criar. O burburinho global – que dominou desde as manchetes do G1 até os portais da BBC, sem falar nas publicações especializadas – confirma que o mundo ainda precisa da dose de ousadia que só a Rainha do Pop sabe aplicar. Ela não está apenas lançando músicas novas; ela está reivindicando seu trono na pista de dança, reafirmando que a celebração e a arte de se perder na música são essenciais. Eu, particularmente, já estou com a minha playlist de aquecimento pronta, revisitando os clássicos enquanto aguardo esse novo capítulo que promete redefinir, mais uma vez, o que entendemos por música pop de qualidade. E do outro lado da tele, quem por aí também está com o nível de curiosidade nas alturas por conta de Confessions II? Fotos: Reprodução

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O reencontro de Brasília, Débora Falabella e Prima Facie

Assistido por mais de 150 mil espectadores, em pouco mais dois anos desde a sua estreia, espetáculo sobre advogada de abusadores conquistou as principais premiações do teatro. Em cena, Débora Falabella vive a bem-sucedida advogada Tessa, que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. Vinda de uma família pobre, ela batalhou e venceu no complexo mundo da advocacia. Ao mesmo tempo em que experimenta o sucesso, Tessa precisa encarar uma crise que a obriga a rever uma série de valores e princípios, além de refletir sobre o sistema judicial, a condição feminina e as relações conturbadas entre diversas esferas de poder. Prima Facie cumpre temporada nos dias 30 de abril e 1ª de maio no Teatro Planalto, do Centro Convenções Ulysses, com sessões quinta, às 20h, e sexta, às 15h30 e às 20h. Mas corra e garanta seu lugar pelo Sympla, pois os últimos ingressos da sessão extra estão quase acabando, e os das demais já não restam mais. O fato é que a montagem, que estreou em abril de 2024 no Rio de Janeiro, é um verdadeiro fenômeno de público. Com curtas temporadas de sessões lotadas em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, além dos oito meses em cartaz em São Paulo e dos quatro no Rio de Janeiro, a peça alcançou um público superior a 150 mil espectadores. Em agosto de 2024 em Brasília, o espetáculo recebeu a ministra Cármen Lúcia, do STF, Ayres Britto, ex-ministro do STF, e a ex-subprocuradora Geral da República, Raquel Dodge, para uma bate-papo após a sessão. Durante a temporada no Rio de Janeiro, foram debatidos temas como a representatividade feminina no judiciário e a legislação de violência sexual, com a presença de advogadas de esferas distintas. Desde a sua estreia em Londres, em 2022, Prima Facie seguiu uma trajetória meteórica. Escrito por Suzie Miller, o texto ganhou dezenas de montagens ao redor do mundo, conquistou a Broadway e o West End inglês, e inspirou debates e esforços para mudar algumas leis britânicas. Devido ao êxito, a autora foi convidada para debater sobre o abuso contra mulheres na ONU. Premiações Débora Falabella venceu os Prêmios Shell, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), APTR (Associação de Produtores de Teatro) e Bibi Ferreira de Melhor Atriz. Já a obra recebeu o Prêmio Arcanjo de Melhor Solo e outros quatro troféus da APTR, sendo: Direção (Yara de Novaes), Cenografia (André Cortez), Iluminação (Wagner Antonio) e Figurino (Fabio Namatame).  Ficha técnica Atuação: Débora Falabella | Texto: Suzie Miler | Direção: Yara de Novaes | Tradução: Alexandre Tenório | Cenário: André Cortez | Figurino: Fabio Namatame | Iluminação: Wagner Antonio | Trilha Sonora: Morris | Consultoria jurídica: Maria Luiza Gomes e Mateus Monteiro | Direção de Produção: Catarina Milani | Assistentes de Direção: Ivy Souza e Renan Ferreira | Idealização: Edson Fieschi e Luciano Borges | Realização: Borges & Fieschi Produções e Antes do Nome | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções. Corre que está acabando! Prima Facie / Teatro Planalto do Centro de Convenções Ulysses – Setor de Divulgações Culturais (SDC), Lote 5, Eixo Monumental / 30 de abril e 1º de maio – quinta, às 20h, e sexta, às 15h30 e às 20h / Ingressos pelo Sympla a partir de R$ 80 / 100 minutos / 14 anos / Siga @primafaciebrasil Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Annelize Tozetto

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Beirute celebra 60 anos

Único remanescente da era de ouro da 109 Sul, o “Beira” festeja seis décadas com exposição histórica, DJs, shows e preços que convidam ao brinde. Se as paredes do Beirute falassem, elas não apenas contariam a história de Brasília, elas recitariam crônicas inteiras sobre amizade, resistência e boemia. Hoje, deixo o lado puramente jornalístico de lado para falar como alguém que viveu a efervescência da comercial da 109 Sul. Nos anos 1980 e 90, antes de o mundo estar na palma da mão via redes sociais, aquele quadrilátero era o nosso Google: a gente ia para lá para descobrir onde seria a festa da noite, quem estava com quem e para sentir o pulso da cidade. Entre o Estação 109, o Arabeske e o Bar do Luiz, o Beirute sempre foi o porto seguro, que abraça todas as tribos, juntas e misturadas em um mesmo lugar. Por essas e por outras que, com uma alegria, a Coluna #PERAMBULANDO anuncia que esse ícone está completando 60 anos! E a festa já está rolando a todo o vapor, começou na última quinta (16) e vai até este sábado (18). A celebração está espalhada pelas duas unidades (Asa Sul e Asa Norte) e é um verdadeiro presente para quem quer matar as saudades. Na 109 Sul, a noite de ontem abriu com uma exposição histórica em parceria com o Correio Braziliense — um mergulho visual em fotos e reportagens que mostram por que o “Beira” é patrimônio afetivo da nossa capital. E a música não para: hoje, sexta-feira (17), a partir das 19h, o Beirute Sul recebe o Beira Hits com os DJs Cottonete, Louqueiroz e Marcinho Grande Brother. Já na Asa Norte, o coletivo Brasil na Pista assume o comando com as DJs La Reina e Aiure no projeto Beira Delas. O sábado (18) promete ser aquele dia de perambular sem pressa. Na Asa Sul, a partir das 14h, rola uma Feirinha Literária com poetas locais, seguida de apresentações musicais de Rafael Tavares, Bruno Aguiar e o lendário Liga Tripa. Enquanto isso, na Asa Norte, o sábado começa com o Sambeiras às 13h30, trazendo o gogó de Karla Sangaleti e Luiza Ceolin, fechando a noite com o mestre Manollo e Eliane América, do Cult 22. É programação para reunir todas as gerações que já passaram por aquelas mesas de fórmica.   E como festa boa tem que ter comida, o Beirute preparou um cardápio comemorativo com preços que parecem de outra época: o chopp sai a R$ 6,60 e os clássicos kibe e esfiha a R$ 10,60. Para quem vai com o grupo de amigos, o tradicional filé à parmegiana para dois está saindo a R$ 166,60. É a oportunidade perfeita para sentar, pedir uma Original gelada e brindar à história desse lugar que, há 60 anos, nos ensina que o melhor da vida acontece ao vivo, entre um papo e outro, com o Lago Paranoá como testemunha e o Beirute como casa. Quem aí também tem uma história inesquecível vivida em uma mesa do Beira para compartilhar?

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Cultura, tecnologia e inovação no centro de Brasília

Em sua segunda edição, Setor Criativo Sul transforma o Setor Comercial Sul em território de experimentação, formação e desenvolvimento criativo. O Instituto No Setor apresenta a segunda edição do Setor Criativo Sul, iniciativa que articula cultura, ciência, tecnologia e inovação como estratégia de ativação urbana e desenvolvimento econômico no centro de Brasília. Com realização da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), o projeto acontece entre os dias 20 e 22 de abril, ocupando diferentes espaços do Setor Comercial Sul. A programação de três dias acontece simultaneamente em mais de 10 espaços do Setor Comercial Sul, a partir das 10h, abrangendo oficinas, palestras, rodas de conversas e  transformando o centro da cidade em espaço de troca e debates sobre as relações entre cultura, tecnologia e sustentabilidade. As formativas são acompanhadas de atrações artísticas como jam session no Espelunca Bar, mostra de filmes no Museu dos Correios, desfile de moda na Praça dos Artistas, contação de história para crianças na Praça do Povo, feira de produtores do cerrado no Armazém do Campo. No aniversário de Brasília, 21/4, o SCS recebe programação de shows locais e feira de artesanato. Das 10h às 18h, a Feira na CALçada ocupa a rua do centro da cidade com mais de 40 empreendedores de diferentes fazeres, entre arte, moda, objetos e impressos independentes. Às 14h, as Margaridas sobem no palco para um show de rap candango e são seguidas do Samba Pras Moças, às 17h, encerrando a programação do dia ao som de festa. Rafael Reis, presidente do Instituto No Setor, destacou a importância do projeto na integração e fortalecimento entre os atores do território, impulsionando novas formas de produção e circulação de bens e serviços culturais. “Com foco na economia criativa e no desenvolvimento de soluções urbanas, o projeto busca estimular a criação de redes colaborativas, promover o empreendedorismo e ampliar o acesso a tecnologias e processos de inovação”, completou. O projeto Realizada pela primeira vez em 2018, a iniciativa marcou o território com uma programação diversa e ocupação simultânea de diferentes espaços, reunindo atividades formativas, intervenções urbanas e apresentações culturais. Nesta nova edição, o projeto retoma e amplia essa proposta, fortalecendo o Setor Comercial Sul como espaço de encontro entre diferentes áreas do conhecimento. A proposta conecta cultura, inovação e sustentabilidade em um modelo de ocupação que envolve poder público, universidades, setor produtivo e sociedade civil. A iniciativa ocupa o coração da cidade, ativando espaços como Museu dos Correios, SESC SCS, CAL, Canteiro Central, Galeria dos Estados, além de praças, corredores urbanos, espaços culturais independentes, instituições de ensino e comércios locais da região. Entre os objetivos estão a capacitação em competências criativas e tecnológicas, o incentivo à produção de soluções sustentáveis e o fortalecimento do Setor Comercial Sul como espaço de convivência, produção cultural e inovação. “Queremos posicionar Brasília como referência em iniciativas que conectam desenvolvimento urbano, economia criativa e inclusão produtiva”, destacou o presidente do Instituto No Setor, Rafael Reis. Ao promover a aproximação entre cultura e tecnologia, o Setor Criativo Sul reforça o papel do centro da cidade como espaço estratégico para a experimentação de novas formas de uso, ocupação e produção coletiva, ampliando as possibilidades de desenvolvimento local e dinamização econômica. Para curtir o centro da cidade Setor Criativo Sul / Setor Comercial Sul – Brasília (DF) / 20 a 22 de abril – a partir das 10h / Programação completa – Siga @setorcriativosul   Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação

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Sonho Elétrico já está em cartaz

Com texto original e direção de Marcio Abreu, o espetáculo dialoga com a obra do neurocientista Sidarta Ribeiro e traz reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente.   “Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro Sonho Manifesto, que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça Sonho Elétrico, que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, e cumpre temporada até 3 de maio de 2026, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Com texto e direção de Marcio Abreu e produção da Companhia Brasileira de Teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos custam R$ 15 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir de 8 de abril de 2026 pelo site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria física. O espetáculo que não é recomendado para menores de 16 anos tem programadas duas sessões com Intérprete em LIBRAS aos domingos, nos dias 19 e 26 de abril. Em Sonho Elétrico, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária. A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024). “O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu. Sonho Elétrico é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03. A Gênese do Projeto Sonho Elétrico é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre, criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça Sem Palavras, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento Voo Livre – Futuros, em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de Futuros no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística Voo livre – Sonho Manifesto, direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico, no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes. Para quem curte teatro Sonho Elétrico / Teatro I do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / em cartaz até 3 de maio de 2026 – quinta, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h / 90 minutos / Ingressos: R$ 15 (meia entrada) – no site oficial ou na bilheteria física sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações, a partir das 12h / Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada / 14 anos /  sessões com LIBRAS – 19 e 26 de abril / Siga @ciabrasileira e @ccbbbrasilia Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação  

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Um clássico que atravessa gerações

Com visual moderno e tecnologia de ponta, a nova adaptação de “Pinóquio” chega aos cinemas para encantar crianças e despertar a nostalgia dos adultos. Existem histórias que parecem morar em um lugar especial da nossa memória, e “Pinóquio” é, sem dúvida, uma delas. Nesta quinta-feira, 16 de abril, a Paris Filmes traz para as telonas uma nova versão dessa fábula imortal, e eu já adianto: preparem-se para um espetáculo visual. Tive a oportunidade de conferir o longa em uma cabine de imprensa virtual e saí com a nítida sensação de que o diretor Igor Voloshin conseguiu um feito difícil: respeitar a essência do conto de Carlo Collodi enquanto injeta uma adrenalina de aventura que dialoga perfeitamente com o público de hoje. A trama, como bem sabemos, parte do desejo sincero do carpinteiro Gepeto de ter um filho — pedido atendido por uma estrela cadente que dá vida ao boneco de madeira. Mas o que torna este filme uma “dica imperdível” da Coluna #PERAMBULANDO é a forma como ele utiliza a tecnologia live-action para criar um universo vibrante, onde a jornada de autodescoberta do pequeno protagonista ganha novos tons de emoção. É aquele tipo de cinema que resgata memórias afetivas de quem cresceu com o personagem, mas que tem fôlego de sobra para capturar a imaginação das novas audiências, que certamente ficarão hipnotizadas pelas peripécias e lições de coragem que Pinóquio enfrenta pelo caminho. Resumindo, vai agradar toda a família! O roteiro, assinado por um time de peso (Aksinya Borisova, Alina Tyazhlova e Andrey Zolotarev), foca muito no amadurecimento e naquela busca universal pelo pertencimento. É um programa de família completo, daqueles que rendem ótimas conversas na saída da sala. Se você, como eu, não resiste a uma boa jornada mágica, vale a pena garantir o ingresso. Confira o trailer no perfil da @ParisFilmes para sentir o clima e já escolha a sua pipoca. Ver o boneco mais famoso do mundo ganhar vida de uma forma tão autêntica é, por si só, um grande evento. Não está convencido ainda? Confira o trailer abaixo: Em breve nos cinemas! Pinóquio (Pinocchio) | Estreia em 16 de abril | Direção: Igor Voloshin | Distribuição: Paris Filmes | Classificação: Verifique a programação local | Saiba mais em @ParisFilmes Fotos: Divulgação

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Intimista e Autoral: conheça o Ocean Brasília!

Fundindo alta gastronomia autoral com a calmaria e a vista privilegiada do Lago Paranoá, chef Pedro Moreira comanda com maestria o Ocean na Villa Náutica. Às vezes, a gente só precisa de um lugar que faça o tempo andar mais devagar. E se eu te dissesse que o segredo mais bem guardado de Brasília está ancorado ali no Setor de Clubes Sul? A Coluna #PERAMBULANDO traz hoje como incontornável da gastronomia brasiliense o Ocean. Primeiro voo solo do talentoso chef Pedro Moreira, há pouco mais de um ano o restaurante entrega o que promete: uma viagem sensorial completa. Ao cruzar a entrada na Villa Náutica, o barulho da cidade dá lugar ao som das águas e a uma vista de tirar o fôlego da Ponte JK. É o cenário perfeito para quem, como este colunista, valoriza aquela simplicidade sofisticada que só quem domina a técnica consegue entregar. O chef Pedro, que já é figura conhecida pelos banquetes impecáveis que assina na cidade, lidera o Ocean com uma competência silenciosa e acolhedora. O menu é um passeio pela gastronomia contemporânea com um pé na ousadia. Para começar, não tem como ignorar a casquinha de caranguejo com castanha (R$ 89) — generosa e marcante — ou o frescor do ceviche de peixe branco com frutas (R$ 79). Se você prefere algo mais terroso, o Carpaccio de filé com trufas (R$ 110) é um caminho sem volta. Tudo ali parece dialogar com o horizonte, em uma atmosfera rústica e elegante que te faz sentir, de fato, fora do eixo urbano tradicional. Nos principais, a criatividade do chef ganha corpo em pratos que são verdadeiras pinturas. O Camarão grelhado com fregola cremosa (R$ 180) é um abraço de sabor, mas confesso que o Poivre Ocean (R$ 160) tem um charme especial: o corte de Ancho vem banhado em um molho de pimentas verdes colhidas no próprio quintal do chef, acompanhado de um risoto de Grana Padano impecável. É essa atenção aos detalhes, do insumo caseiro à apresentação milimétrica, que revela a alma do lugar. E para quem não abre mão do doce, a “Primeira Criação do Chef” (R$ 45) — um bolo de chocolate molhado em Amarula com sorbet de jabuticaba — encerra o almoço com o contraste perfeito. Seja para um drinque autoral ao entardecer, como o refrescante Ocean (R$ 37), ou para um jantar intimista sob as luzes da ponte e o Lago Paranoá como testemunha, o convite está feito. Minha dica? Vá sem pressa e já comece, desde já, a seguir o @oceanbrasilia para conferir as imagens (que são um deleite à parte). Como o lugar não é tão grande assim, não deixe de fazer sua reserva pelo WhatsApp (61 99841-1818). Afinal, perambular pela orla do Paranoá e encontrar um refúgio de paz com essa qualidade gastronômica é o tipo de luxo que a gente merece experimentar sempre. Para se deleitar… Ocean Brasília – Villa Náutica | Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lt 9. Próximo ao CICB e Villa Rizza | Terça a quinta – 12h às 17h; Sexta e sábado – 12h às 22h; Domingo – 12h às 17h | 61 99841 1818 | Siga @oceanbrasilia Fotos: Divulgação

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Não perca o Festival de Cultura Popular!

Tradição e sustentabilidade são o foco da 12ª edição do evento que propõe a cultura popular como tecnologia ancestral e estratégia de desenvolvimento sustentável no Cerrado. De 14 a 17 de abril, o Festival Brasília de Cultura Popular realiza sua 12ª edição ocupando o Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 14 e 15, e a região do Lago Oeste, área rural do Distrito Federal, nos dias 16 e 17. Com uma programação que reúne conferência, rodas de conversa, vivências no Cerrado, apresentações culturais, aulas-espetáculo, feira de economia criativa e gastronomia tradicional, o encontro consolida-se como uma plataforma de articulação entre cultura popular, sustentabilidade e desenvolvimento. Mais do que um evento, o Festival propõe uma chave de leitura que reposiciona a cultura popular: não como herança estática do passado, mas como tecnologia ancestral viva e estratégica para o futuro do Cerrado. A partir dessa perspectiva, a 12ª edição adota como eixo central a relação entre Cultura Popular, Cerrado e Desenvolvimento Sustentável, defendendo que não existe desenvolvimento sustentável no bioma sem o reconhecimento e fortalecimento dos saberes tradicionais. Em 2026, o Festival presta homenagem ao historiador Paulo Bertran, intelectual fundamental para a compreensão do Cerrado como território histórico e cultural. Sua obra contribuiu para revelar o bioma como uma paisagem cultural viva, onde natureza, modos de vida e práticas sociais se entrelaçam na construção de identidades e formas de existência. “Não existe desenvolvimento sustentável no Cerrado sem reconhecer e fortalecer os saberes tradicionais. O que o Festival faz é colocar esses conhecimentos no centro do debate público”, destaca a coordenadora do festival, Danielle Freitas. As pessoas interessadas nas atividades ofertadas na edição, podem fazer a inscrição gratuitamente no link disponível na bio do perfil do evento. Atividades Ao longo de quatro dias, o Festival se organiza em dois tempos complementares. Nos dias 14 e 15, no espaço universitário, promove reflexões por meio da conferência livre sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), debates e encontros que conectam mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, estudantes e gestores públicos. O objetivo é inserir os saberes tradicionais no centro das discussões contemporâneas sobre desenvolvimento, em diálogo com a Agenda 2030 da ONU. Já nos dias 16 e 17, no Lago Oeste, a proposta se desloca para o território, convidando o público a vivenciar, na prática, modos de vida sustentáveis que há gerações estruturam comunidades do Cerrado. As atividades incluem experiências com agroecologia, plantas medicinais, cultura alimentar e manejo do bioma, em parceria com iniciativas locais. Conferência  A Conferência livre sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acontece como parte da programação do Festival, em 15 de abril, a partir das 9h, e se integra ao processo de formulação em âmbito nacional da Conferência Nacional dos ODS, que acontece entre 29 de junho e 02 de julho de 2026. A iniciativa propõe um debate estruturado sobre a integração da cultura popular às políticas de desenvolvimento sustentável. Reconhece os territórios culturais como protagonistas na implementação da Agenda 2030 e como espaços vivos de experimentação de soluções sociais e ambientais. O encontro reúne mestres da tradição, lideranças, pesquisadores, gestores públicos, juventudes e representantes da sociedade civil para discutir caminhos práticos de integração entre cultura, meio ambiente e políticas públicas. Desta etapa, será eleito um delegado para a Conferência Nacional ODS, a acontecer em junho de 2026, representando as pautas das culturas populares e dos povos e comunidades tradicionais de Brasília. Cultura Popular  Durante o Festival, o público poderá vivenciar a energia da capoeira com o Grupo Beribazu, conduzido pelo professor Mikhael Ael, mergulhar na mitologia cênica e simbólica do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, e se conectar com os ritmos do Cerrado nas apresentações de Volmir Batista – Batuques e Calangos, que evocam o Brasil profundo em suas sonoridades. E, em se tratando de cultura popular, como não poderia ser diferente, a tradicional Orquestra Alada Trovão da Mata ocupa a Universidade de Brasília com as figuras míticas do Cerrado e seu ritmo próprio, o Samba Pisado. “Ao integrar reflexão, experiência e tradição, o Festival reafirma o papel da cultura popular como tecnologia social capaz de organizar modos de produção, fortalecer relações comunitárias e sustentar práticas ambientais responsáveis,  apontando caminhos concretos para o futuro do Cerrado”, finaliza Freitas. O Festival Brasília de Cultura Popular é realizado pela IBRANOVA e pela Pichaim Produções, com apoio da Fundação Darcy Ribeiro, da Fiocruz Brasília, por meio da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 (EFA), da Universidade de Brasília — via Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC/UnB) e Diretoria de Difusão Cultural e Decanato de Extensão (DDC/DEX) — além do Sítio Floresta. O projeto conta ainda com fomento do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Confira a programação completa: (sujeita a ajustes e alterações) 14 de abril – Abertura do 12º Festival Brasília de Cultura Popular Local: Memorial Darcy Ribeiro – UnB 11h — Abertura da Feira de Economia Criativa 12h — Vivência: Capoeira – Corpo, Território e Resistência 13h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 14h — Roda: Agroecologia e Saúde Mental no Cerrado 15h — Vivência: Teatro de Terreiro 16h — Roda: Agroecologia e Cannabis no Cerrado 17h30 — Homenagem: O Cerrado como Civilização 18h — Apresentação: Cultura Popular Tradicional 19h — Apresentação: Orquestra Alada 15 de abril  — Conferência Livre de Culturas Populares e Tradicionais de Brasília sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável integra a programação Local:  Auditório do Memorial Darcy Ribeiro – UnB 09h — Credenciamento – Conferência ODS 09h30 — Mesa de Abertura 10h — Plenária de Abertura: Cultura Popular e Agenda 2030 11h — Abertura da Feira 12h — Encerramento da plenária e rodas de diálogo 12h — Vivência: Sambadeiras – Corpo e Ancestralidade 14h — Apresentação das propostas dos grupos 14h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 15h — Debate e aprovação das propostas 15h — Vivência: Seu Estrelo – Mito e Território 16h — Eleição da delegação 17h — Mesa de Encerramento da Conferência 17h30 — Cortejo Cultural:

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“O Lago dos Cisnes” em Brasília

Moscow City Ballet faz única apresentação na cidade do Clássico do balé mundial. Em cena, 36 bailarinos prometem uma apresentação para lá de emocionante.   O Moscow City Ballet traz a Brasília um dos maiores clássicos do balé mundial: O Lago dos Cisnes, em uma montagem que reúne tradição, técnica e excelência artística. O espetáculo acontece em 16 de maio, no Centro de Convenções Ulysses. Reconhecida internacionalmente, a companhia foi fundada em 1988 pelo coreógrafo Victor Smirnov-Golovanov e se consolidou como uma das principais representantes da escola russa de balé clássico. Ao longo de sua trajetória, o Moscow City Ballet já se apresentou em diversos países e retorna ao Brasil pela terceira vez este ano com uma turnê que inclui as principais cidades do país. No palco, a montagem reúne 36 bailarinos e traz toda a força estética e narrativa de O Lago dos Cisnes, obra que atravessa gerações e permanece como uma das mais emblemáticas do repertório universal. Com música de Tchaikovski, o espetáculo conduz o público por uma história marcada por amor, encantamento e o eterno conflito entre o bem e o mal. A direção artística é de Ludmila Nerubashenko, responsável por manter o rigor técnico e a identidade da companhia, reconhecida pela precisão de seu corpo de baile e fidelidade às tradições do balé russo. O LAGO DOS CISNES O Lago dos Cisnes, criado no século XIX, é o trabalho mais conhecido e reinterpretado de todo o repertório do balé clássico no mundo. Nele, os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Durante os atos, é contada a história do príncipe Siegfried, que, acompanhado por seus amigos, vai procurar o propósito da distração antes de escolher a consorte. Ao se aproximarem de um lago, o príncipe se apaixona pela princesa (Odette) que foi amaldiçoada pelo feiticeiro maligno (Von Rothbart) a viver como um cisne parte de sua existência. Enganado pelo mago, o príncipe é seduzido por Odile, filha de Von Rothbart. Após um confronto com o vilão, o amor de Siegfried quebra o feitiço que transformou a princesa em um cisne, mas uma tragédia se revela no final. Com a música de Tchaikovski, O Lago dos Cisnes é uma das obras mais ouvidas do repertório universal. Serviço: Moscow City Ballet – O Lago dos Cisnes Dia: 16 de maio de 2026 (sábado) Local: Centro de Convenções Ulysses Horário: 20h Ingressos: A partir de R$ 100 (meia-entrada) pela Bilheteria Digital Informações: Assessoria de Imprensa do Evento / Fotos: Divulgação

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