Imperdível: Manu Chao em Brasília!

Atenção, muita atenção! Manu Chao fará um show no formato “Ultra Acústico” em Brasília no dia 21 de fevereiro de 2026, às 18h, na Nova Birosca, no Conic. A apresentação faz parte da sua turnê pelo Brasil e traz sucessos, clássicos e músicas novas do último álbum Viva Tu, lançado em 2024. O disco, um apanhado de inéditas em 17 anos, inclui a música em português chamada São Paulo Motoboy, single dedicado aos entregadores da capital paulista e aborda as angústias e realidades enfrentadas por eles. Inclusive, vale destacar que este disco é uma obra poliglota que mistura gêneros e inclui canções em espanhol, francês, português e inglês. Manu Chao conhecido mundialmente pelas canções Clandestino, Me Gusta Tu, Bongo Bong entre outros sucessos veio à capital federal pela última vez em 2009 para uma apresentação no Arena Futebol Clube. Por isso mesmo, os fãs da nova geração e também os antigos esperam ansiosamente pelo show que promete ser inesquecível e cheio de significado. Discografia O cantor possui discografia extensa com cinco álbuns de estúdio  Clandestino (1998), Próxima Estación : Esperanza (2001), Sibérie m’était contéee (2004), La Radiolina (2007) e  Viva Tu (2024) e dois álbuns ao vivo: Rádio Bemba Sound System (2002) e Baionarena (2009)  Conhecido por ser um dos músicos mais engajados, ele usa sua voz e popularidade para defender causas sociais e ambientais, como a proteção da Amazônia e Imigração. Com uma postura antimidiática, ele apoia comunidades locais em turnês acústicas nas quais mantém contato direto com o público. Filho de pais espanhóis exilados da ditadura de Francisco Franco, Manu Chao tem como  herança de seu pai, o jornalista galego Ramón Chao, um forte posicionamento político. Uma das canções que chama a atenção dos fãs em que Manu Chao fez participação especial é Sulamericano do Baiana System do disco o Futuro não Demora gravado em 2019. Assim sendo, sua música traz uma mistura de ritmos caribenhos e baianos com letra de protesto, com ênfase na identidade latino-americana e na crítica ao imperialismo, consciência local e influências estrangeiras. Quem vai? Manu Chao Ultra Acústico / Birosca do Conic-SDS bloco E loja 3 Plano Piloto-Brasília – DF / 21 de fevereiro (sábado) – 18h às 2h / Ingressos no Shotgun a R$150 (meia e meia solidária – 1kg de alimento) Fotos: Divulgação  

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Vem ver os campeõs do Restaurante Universal

Apostando em receitas inéditas, restaurante queridinho da cidade traz uma seleção saborosa para a 33a Brasília Restaurant Week. É isso mesmo amantes da gastronomia. Começou mais uma edição da Brasília Restaurant Week. E vocês tem até o dia 8 de março para aproveitar menus completos em diversas casas da capital pagando de R$ 59,90 até R$ 149,90. E entre 150 restaurantes, eu escolhi o Universal, um dos meus preferidos na cidade para conferir suas criações. Seguindo a temática “Copa dos Campeões”, a proposta do Restaurante Universal traz criações inéditas que surpreendem. Enquanto o almoço (que foi o menu que experimentei) sai por R$ 95, o jantar custa R$ 115, com a possibilidade de harmonização com drinks.   As entradas são oferecidas em duas opções. Final de 98 é um creme de legumes assados com ervas finas, finalizado com crocante de cebola. Já o Campo Verde Universal apresenta um mix de folhas frescas ao molho especial de mel e azeite, acompanhado de croûtons, lascas de parmesão, mix de gergelim, crispy de couve, tomate seco artesanal Universal, azeitona preta Azapa e mozzarella de búfala. No almoço, o cardápio oferece três pratos principais. Ronaldo Fenômeno – Jogo de Corpo, que traz cubos de filé-mignon ao molho de rapadura com pimenta-dedo-de-moça, acompanhados de arroz crocante de queijo coalho. A Valenciana Universal é uma paella mista de frutos do mar e frango, finalizada com azeite extravirgem e toque de limão siciliano. A opção Azzurra Vegetariana aposta em aligot de coco com cogumelos orgânicos frescos e legumes grelhados. Para o jantar, as opções também são três. Saltimbocca alla Romana – Azzurra Clássica, que apresenta filé-mignon com sálvia e presunto de Parma, servido sobre molho de ervas finas, acompanhado de arroz cremoso de alho-poró. Amazônia em Campo traz pirarucu confitado ao molho de sálvia e geleia de pimenta, acompanhado de aligot de coco e azeite de salsa. Michel Platini – Les Bleus é um nhoque artesanal com cogumelos orgânicos frescos e fonduta de queijo gruyère. As sobremesas fecham o menu com duas escolhas. Hexa dos Sonhos é um pudim de leite com calda de rapadura. Gol de Placa Universal apresenta mousse de chocolate com chantilly Universal e crocante de brownie. Além do menu, o restaurante oferece dois drinks a R$ 44. A Amarelinha é uma caipirosca de frutas amarelas com maracujá, manga e laranja, preparada com vodka Ketel One. O Spritz de Maçã Verde combina maçã verde, notas cítricas sutis e espumante Arte Brut Casa Valduga. “A proposta do cardápio Copa dos Campeões é oferecer uma experiência completa, com pratos que dialogam com diferentes referências da nossa cozinha e valorizam ingredientes bem trabalhados. Participar do Brasília Restaurant Week é uma oportunidade de apresentar esse conceito a um público ainda mais amplo”, afirma a proprietária do Restaurante Universal, Estefanía Morey. Aos curiosos de plantão, clique aqui para assistir ao vídeo que revela, quais, entre as opções do almoço eu degustei e minha opinião.

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Antes do confete cair…

Vem ver essa curadoria de festas, blocos e encontros feita especialmente para você viver o pré-Carnaval de Brasília do jeito que só a cidade sabe fazer. Falta uma semaninha para o Carnaval bater à porta e, até lá, Brasília entrega um esquenta de respeito — daqueles que não deixam folião nenhum parado em casa. Entre tradição, rua ocupada, música boa e muito brilho fora do padrão, a Coluna #PERAMBULANDO fez a lição de casa e separou alguns agitos certeiros para você já entrar no clima, testar o look e aquecer o passinho. Se liga nessa seleção pensada para viver a cidade antes do confete oficial tomar conta de tudo. Ah! E vale lembrar, desde já, que os todos são gratuitos. Para participar, acesse os perfis destacados na matéria e se joga na folia! Capela Imperial: 50 anos de samba, memória e resistência Poucas coisas são tão bonitas quanto ver uma escola de samba celebrar sua própria história ao lado da comunidade. A Capela Imperial chega aos 50 anos reafirmando sua importância para o carnaval do DF com uma festa gratuita, reunindo gerações, sambas-enredo marcantes e uma bateria que dispensa apresentações. A celebração, com entrada gratuita e muito samba, acontece no sábado (07), em frente à sede da agremiação (Setor J Norte, CNJ 01, em frente ao campo sintético), a partir das 15h. Para o cinquentenário da Capela Imperial, o elenco que se apresenta conta com Samba do Camelo, Karika com K, Sandrinho Amor Maior, Milsinho e a bateria Chapa Quente. A comemoração promovida pela agremiação faz parte do projeto Distrito Criativo, uma parceria do Distrito Drag com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Isso é mais do que comemorar: é viver o samba, contar história cantando e reforçar que tradição também se constrói no asfalto brasiliense. Se você gosta de Carnaval com raiz, esse é o tipo de encontro que emociona e contagia. Para mais informações, siga o perfil @grescapelaimperial. Bloquinho Xeque Mate: brasilidade, pista quente e pôr do sol animado O Parque da Cidade vira palco de um Carnaval solar, democrático e cheio de identidade com o Bloquinho Xeque Mate. Inspirado na vibração da Pedra do Sal, o evento transforma o Festival Em Casa em um grande quintal coletivo, onde a música dita o ritmo do dia inteiro — do começo da tarde até o céu ficar dourado. DJs, atrações ao vivo, clima de bloco e aquela mistura deliciosa de gente, dança e encontros fazem desse agito um esquenta perfeito para quem gosta de Carnaval com groove, diversidade sonora e zero frescura. No comando do som, nomes que sabem levantar multidões: Trisal Batidão, Jess Ullun, Luisa Porfirio e Fabio Ferreira, além de uma atração surpresa ao vivo, prometendo manter a pista em constante ebulição. O evento contará com bar e opções de alimentação à venda, garantindo conforto durante toda a programação, que rola no sábado (07) e vai das 14h às 22h, lá no Estacionamento 10 do Parque da Cidade. Então, já fic sabendo que o glitter tá liberado, fica por sua conta o corpo solto e o astral lá em cima. Para saber mais, basta seguir o perfil @festivalemcasa. Cafuçu do Cerrado: o exagero como linguagem oficial da alegria Ele voltou — e voltou como tem que ser: exagerado, debochado, afetivo e absolutamente libertador. O Cafuçu do Cerrado retorna às ruas celebrando 13 anos como um dos blocos mais autênticos do Carnaval brasiliense, no domingo, 8 de fevereiro, das 15h às 22h, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte), com entrada franca. Aqui, elegância é ser cafona, charme é exagerar e fantasia boa é aquela que faz rir. Inspirado nos carnavais do Nordeste, o bloco mistura orquestra de frevo, banda ao vivo, batucada, DJs e uma multidão vestida de oncinha, lamê, cetim e muito orgulho de ser fora do padrão. Entre os destaques da programação estão a Academia da Berlinda (PE), referência da música pernambucana contemporânea, o Batalá Brasília, com a força de seus tambores femininos e ancestrais, além da Orquestra Cafuçu e DJs convidados, em uma trilha sonora que passeia pelo brega nordestino e outros ritmos populares. O Cafuçu do Cerrado integra a programação do DF Folia 2026, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do DF, realizada por meio de chamamento público com investimento total de R$ 10 milhões, em parceria com a Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade. É Carnaval como estado de espírito — e um dos mais aguardados do pré. Quer saber mais? Então siga o perfil @cafucudocerrado. Faz Amor Urgente: ocupar o centro, dançar junto e celebrar coletivamente No coração da cidade, o Samba Urgente reafirma que Carnaval também é encontro, afeto e ocupação do espaço público. O bloco Faz Amor Urgente transforma o centro de Brasília em uma grande roda de música, reunindo samba, choro, frevo, axé, funk e outros ritmos que dialogam com a diversidade da cidade. Criado de forma orgânica, entre amigos, o coletivo cresceu e hoje é símbolo de um Carnaval acolhedor, bem organizado e com energia de festa feita por quem ama a rua. Ideal para quem gosta de Carnaval com propósito, boa música e clima de comunidade. Então não esqueça, é nesse domingo (08), das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, atrás do Bloco A do Edifício Sede I do Banco do Brasil, na Asa Sul. Com programação gratuita e aberta ao público, o evento tem capacidade máxima para 5.100 pessoas.Para mais informações, siga o perfil @sambaurgente. Agora a pergunta que não quer calar: já decidiu por onde vai começar esse pré-Carnaval? Dá tempo de ir em mais de um, testar fantasias, encontrar amigos e descobrir novos amores de bloco. Só não esquece do básico: protetor solar, camisinha na pochete, hidratação constante, respeito acima de tudo — não é não — e, se for beber, não dirija. O resto… tá liberado! Fotos: Divulgação

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Vem aí o Beco Elétrico 2026!

Evento gratuito integra o projeto Cidade Viva e transforma a Galeria dos Estados em um território pulsante da cena eletrônica. Atenção você que gosta de uma boa balada, pois a Coluna #PERAMBULANDO tem a dica ideal para você! Afinal, Brasília voltará a vibrar em frequência eletrônica no dia 7 de fevereiro, quando o Beco Elétrico realiza mais uma edição do seu já consagrado evento de rua. Das 20h às 6h, a Galeria dos Estados, no Setor Comercial Sul, será ocupada por uma programação intensa, gratuita e acessível, que une música eletrônica, performances, arte e cenografia imersiva — tudo dentro do projeto Cidade Viva, uma iniciativa do Instituto No Setor, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Mais do que uma festa, o Beco Elétrico se afirma como uma potente manifestação cultural que escolhe o Setor Comercial Sul não por acaso. A região, não residencial, ampla e de fácil acesso, oferece o cenário ideal para grandes ocupações urbanas, permitindo que a cidade seja vivida de outra forma — aberta, plural e coletiva. O projeto funciona como uma verdadeira incubadora de intercâmbio, integração e resistência nas ruas, legitimando a música eletrônica como expressão cultural rica, diversa e inclusiva. Nesta edição, o line-up reúne nomes de destaque da cena nacional e local. Diretamente do Rio Grande do Norte, a DJ Dandarona se junta à mineira Femminino, além dos DJs residentes DJ Baladas, Cxxju, Giograng, DJ Giovanna, Lascasas, Leriss e Madamy, garantindo uma noite atravessada por diferentes estéticas e narrativas sonoras. O evento conta ainda com performances de GG Limona, Naomi Leaks, Oli e Kedineo, ampliando o diálogo entre música, corpo e presença cênica. Integrando a programação do Cidade Viva, o Beco Elétrico faz parte de um conjunto de ações que buscam dinamizar cultural e socialmente diversas regiões do Distrito Federal. O projeto realiza um programa integrado que inclui a Mostra Ballroom, no Instituto No Setor (SCS); o Distrito Sonoro, no Porks, em Ceilândia; o próprio Beco Elétrico, na Galeria dos Estados (SBS); o TransCultura, também no Instituto No Setor; e o Setor Criativo Sul, ocupando diferentes espaços do SCS. Juntas, essas iniciativas consolidam territórios criativos, democráticos, acessíveis e voltados à inovação social, promovendo arte, educação, ocupação urbana e participação coletiva como pilares de uma cidade mais justa e inclusiva. Atento às questões de acessibilidade, o evento contará com área PCD, atendimento especializado, entrada facilitada, exclusiva e sinalizada para esse público, além da distribuição de abafadores de ouvido para pessoas autistas, reafirmando o compromisso do projeto com o cuidado e a inclusão. Criado em 2018, o Beco Elétrico nasceu da colaboração entre cinco coletivos independentes de música eletrônica do Distrito Federal — LIMBO, Confronto Soundsystem, SNM, Sujo e Sintra FM. Nas duas primeiras edições, realizadas em 2018 e 2019, foram promovidas dez festas gratuitas, sempre aos sábados de junho, no Beco da CAL, também no Setor Comercial Sul. Em 2020, diante do cenário turbulento imposto pela pandemia, o festival se reinventou em formato virtual, alcançando mais de 10 mil espectadores e arrecadando R$ 13 mil, destinados a pessoas em situação de rua da região. Desde então, o projeto realizou cinco eventos com apoio do FAC, mantendo um padrão de excelência e entregas consistentes. O Beco Elétrico segue, assim, reafirmando seu papel como força criativa da cidade — ocupando, transformando e ressignificando o espaço urbano por meio da música, da arte e do encontro. Ah! E o melhor, vem agora, tem ingressos grátis aqui neste link para você! Vai ficar de fora? Farra eletrizante, bora? Beco Elétrico / Galeria dos Estados / 07 de fevereiro – 20h / Entrada gratuita / Siga @becoeletrico Fotos: Divulgação

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Onde o café conta histórias

No AHA! Cafés, cada grão carrega origem, técnica e afeto, desde a torrefação própria às delícias que aquecem o dia. Sempre existiu um momento sagrado no café: aquele instante em que o aroma sobe da xícara e nos devolve ao presente. Um movimento que vai do pé à xícara – da terra onde o grão brota à espuma que dança na manhã – garante muito mais do que sabor: garante sentido. E, na capital federal, essa relação profunda com o café encontra um endereço que entende essa poesia: o AHA! Cafés. Mais do que uma cafeteria aconchegante na comercial da 111 Norte, o AHA! é uma micro-torrefação de cafés especiais com compromisso declarado de respeitar a origem de cada grão e passar adiante a história de quem planta, escolhe, torra e finalmente entrega a experiência ao paladar. Tanto é que, ao entrar, a primeira impressão que este colunista teve foi de que, entre cheiros de café recém-tostado e texturas que convidam ao toque, o lugar abre um repertório de experiências que vão bem além da bebida. Assim sendo, é quase impossível falar de café sem mencionar as boas companhias que encontramos na casa: pão de queijo quentinho, broa de milho ou um bolinho de cenoura com calda de chocolate, daqueles que despertam memórias afetivas. Já no cardápio de cafés, nomes próprios como Brisa de Manhumirim (com notas de nozes, açúcar mascavo e frutas vermelhas), Protázio (aromas que lembram especiarias e chocolate), e o recém-lançado Viva Bahia (corpo licoroso com flores e mel cítrico) são provas do cuidado com cada perfil sensorial servido ali, e da variedade que o Brasil oferece de norte a sul no cultivo do café. Mas usando um termo que anda #PERAMBULANDO bastante por aí e  cai perfeitamente aqui, a “narrativa” do AHA! vai além do momento de consumo. Afinal, no subsolo da loja, longe dos olhos apressados, está a alma do lugar: a torrefação. É ali que a proprietária, Bibiana Perdomo (abaixo), mestra em torra e barista, faz a mágica acontecer. Seu processo é de uma atenção quase cerimonial: “Eu acompanho todo o processo, desde a visitação nas fazendas produtoras, a escolha dos lotes, análise dos grãos, seleção para a torra, temperatura adequada, prova e degustação; e a escolha dos rótulos e nomes dos cafés que iremos comercializar” , sempre com precisão e respeito pela origem. E o AHA! não guarda esses saberes só para si. A conexão com os produtores é explícita: a casa valoriza a transparência e o cuidado em cada fase da cadeia produtiva, celebrando famílias e histórias que transformam um cultivo tradicional em um café especial, carregado de identidade e propósito. Assim, a experiência ali transcende o ato de beber café. Ela nos convida a habitar um tempo onde cada gole faz sentido, cada aroma conta uma história e cada pausa é um convite à presença. O AHA! Cafés é, de fato, um lugar onde o café é tratado como cultura – e onde, mais do que provar, você aprende a sentir o café em todas as suas dimensões. Agora que você já terminou a leitura, clique aqui, e assista ao vídeo da visita que a Coluna #PERAMBULANDO fez por lá recentemente. Mas fica o aviso, as imagens são “fortes”, não estranhe se ficar com vontade de ir lá fazer uma visita o quanto antes. Que tal um coffee break? Aha! Cafés / CLN 111 Bloco A -Asa Norte / Segunda sábado – 08h às 19h / Siga @ahacafes   Fotos: Reprodução Instagram  

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Menos tela, mais presença

Entre sons, texturas e paisagens invisíveis, experiências imersivas em Brasília propõem uma reconexão urgente com a natureza.   Em tempos em que tudo disputa nossa atenção por telas, algoritmos e notificações, cresce, felizmente, o desejo por experiências que nos devolvam ao essencial: o corpo presente, a escuta atenta, o contato direto com a natureza. Brasília entra forte nessa conversa com duas propostas imersivas que, cada uma à sua maneira, apostam no sensorial como caminho de reconexão: Experiência Animal, no Zoológico de Brasília, e Botânica, instalação sonora que ocupa o Parque Olhos d’Água. No Zoológico, a palavra-chave é vivência. A inédita Experiência Animal, em cartaz a partir de 11 de fevereiro, transforma a visita tradicional em um percurso interativo que estimula sentidos muitas vezes adormecidos. Sons da fauna, texturas que reproduzem pelos e penas, ambientes inspirados em ecossistemas diversos e desafios lúdicos convidam crianças e adultos a sentir, literalmente, a vida selvagem. Mais do que observar, a proposta é criar vínculo, curiosidade e consciência ambiental desde cedo. Idealizada por Bruno C. de Macedo, a exposição nasce com um propósito claro: aproximar pessoas da biodiversidade de forma sensível e acessível. Com mediação pedagógica, recursos de acessibilidade e uma metodologia baseada em pensadores como Lev Vygotsky e Mitchel Resnick, a experiência aposta no aprendizado ativo, onde tocar, ouvir e experimentar se tornam ferramentas de conhecimento. O resultado é um zoológico que se reinventa como espaço educativo, afetivo e contemporâneo – sem perder sua memória afetiva tão cara aos brasilienses. Já no Parque Olhos d’Água, a imersão acontece pelo ouvido. Botânica, obra do artista australiano Iain Mott, propõe um passeio onde o invisível ganha protagonismo. Munidos de fones de ouvido e tecnologia de rastreamento por GPS de alta precisão, os participantes caminham pelo parque enquanto descobrem uma paisagem sonora cuidadosamente composta e espacializada, que se revela de acordo com cada passo, gesto e movimento da cabeça. Descrita pelo artista como uma “fantasia sonora”, Botânica não substitui a natureza, ela se soma a ela. A tecnologia aqui é discreta, quase silenciosa, usada não para competir com o ambiente, mas para ampliar a escuta e aprofundar a relação com o espaço natural. O parque segue sendo parque; o que muda é a forma como nos colocamos nele. A obra, em cartaz de 6 de fevereiro a 1º de março de 2026, é fruto de anos de pesquisa em ambisonics e deriva do projeto Ambisonic Cerrado, reafirmando Brasília como território fértil para experimentações entre arte, ciência e paisagem. Seja pelo toque, pelo som ou pelo simples ato de caminhar com atenção, essas duas experiências nos lembram de algo fundamental: a natureza não precisa ser explicada, ela precisa ser sentida. Em comum, Experiência Animal e Botânica nos convidam a desacelerar, escutar melhor e reaprender a estar presentes. Um luxo cada vez mais raro e cada vez mais necessário. E claro, mais informações, basta acessar @experienciaanimal_ ou www.escuta.org/botanica. Serviços: Experiência Animal / Zoológico de Brasília / 11 de fevereiro a 11 de maio / Terça a domingo – 10h às 16h / Gratuita mediante ingresso regular do Zoológico / Livre / @experienciaanimal_   Botânica – um jardim de som / Parque Olhos d’Água – Quadras 413 e 414, Asa Norte, Brasília-DF / 6 de fevereiro a 1º de março / Sexta a domingo – 10h às 18h / Livre /  www.escuta.org/botanica Fotos: Divulgação

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Uma ponte, um lago, bons drinks!

Chard, Gran Bier, Izzi Wine Garden, Mormaii, Sallva e Soho apresentam algumas opções refrescantes dos cardápios que encantam a todos no Pontão do Lago Sul. Verão pede gelo no copo, conversa boa e um cenário que ajude a desacelerar. Pensando nisso, a Coluna #PERAMBULANDO lembrou que, em Brasília, poucos lugares entregam tudo isso de uma vez como o Pontão do Lago Sul, onde o Lago Paranoá vira quase ingrediente extra da experiência. Então, que tal aproveitar a estação mais quente do ano, em seis casas do complexo que apostam em drinks autorais e refrescantes? Vamos começar pelo Chard, onde a pedida ideal é o Amalfi Spritz (R$ 43), uma combinação elegante de espumante Brut, licor Villa Massa, limoncello com avelã e soda de capim-limão, daqueles que começam suaves e terminam marcantes. Já o Gran Bier vai direto no espírito tropical com a Pinã Colada (R$ 19,90), preparada com rum, suco de abacaxi, leite condensado e leite de coco — refrescante, cremosa e sem rodeios. No Izzi Wine Garden, o drink escolhido atende pelo nome de Crimson Dawn (R$ 42), misturando tequila Jose Cuervo, redução de hibisco e sumo de limão, em uma proposta equilibrada entre acidez e frescor. O clima de praia do Mormaii ganha forma no Ohana (R$ 39,90), que leva gin Gordon’s, morango, uva, limão, hortelã, xarope de cranberry e água tônica — leve, aromático e com cara de fim de tarde à beira d’água. No Sallva, o destaque é o Tarsila (R$ 40), criado pela mixologista Ana Negra em homenagem à artista Tarsila do Amaral. A receita une cachaça premium, hortelã, xarope de cajuzinho do cerrado, limão e goiabada, trazendo brasilidade e identidade ao copo. Para fechar o circuito de drinks do Pontão, o Soho aposta na sua já clássica Sakeroska (R$ 32), versão da caipirinha feita com saquê no lugar da cachaça ou da vodka. Leve, aromática e cítrica, combina frutas frescas maceradas, açúcar e saquê bem gelado. No fim das contas, o verão no Pontão é isso: bons encontros, vista privilegiada e drinks que ajudam a transformar qualquer tarde comum em um pequeno ritual de celebração. Fotos: Divulgação

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Tá pensando que Carnaval é bagunça?

Campanha promove formação para trabalhadores do Carnaval neste ano. A campanha Folia com Respeito inicia, em 2026, uma nova etapa de mobilização junto aos blocos, bandas carnavalescas, grupos artísticos, fanfarras e plataformas de Carnaval do Distrito Federal. Até o período da folia, os coletivos poderão aderir à iniciativa por meio da assinatura da Carta Compromisso, que estabelece diretrizes para a promoção de um Carnaval seguro, inclusivo e livre de violências. Segundo Letícia Helena, fundadora da campanha, a ação busca fortalecer uma cultura de cuidado coletivo no Carnaval. “Ao promover informação, diálogo e práticas responsáveis, a campanha contribui para que o Carnaval seja um espaço mais acolhedor para todas as pessoas, valorizando o respeito, a diversidade e a convivência”, destaca. Como parte das ações, a campanha realizará treinamentos presenciais voltados a trabalhadores do Carnaval e integrantes de blocos que aderirem à campanha. As formações acontecem nos dias 3 e 10 de fevereiro, das 18h30 às 21h, na OAB/DF, e terão como foco a abordagem inclusiva, a orientação sobre situações de violência contra pessoas e o espaço público e a promoção do respeito ao consentimento e à diversidade nas festas. Para Veranne Magalhães, Presidente da Comissão de Cultura e Economia Criativa da OAB/DF, a educação é o melhor caminho para a conscientização. “A OAB-DF é parceira da campanha há 5 anos por acreditar que desrespeito e violação de direitos, como assédio e importunação sexual, não podem acontecer em nenhum dia do ano, quanto mais na maior manifestação cultural do Brasil, que é o Carnaval, e deve ser um momento de alegria e festejos que inundam todas as ruas e avenidas do DF”, ressalta. Além dos treinamentos, os blocos que assinarem a Carta Compromisso receberão um kit de comunicação, com materiais gráficos e digitais, como adesivos, cartazes, artes, fotos e vídeos, para utilização nas redes sociais e nos espaços de circulação dos foliões. A iniciativa reforça o compromisso coletivo com práticas que valorizem a segurança, o cuidado e o respeito durante o Carnaval do Distrito Federal. Folia com Respeito Criada em 2016 e implementada em 2017, a campanha chega a 2026 celebrando 10 anos de atuação contínua no DF, consolidando-se como uma das principais iniciativas de prevenção à violência, combate ao assédio e promoção dos direitos humanos nos festejos de rua da capital. À época, surgiu como resposta ao crescimento das denúncias de violência durante o Carnaval, num contexto de expansão dos blocos de rua e de maior ocupação dos espaços públicos por foliões e foliãs. Acesse a carta compromisso: forms.gle/bpAXDZMTbxVHEUNi8 Partiu festejar com responsabilidade Treinamento Folia com Respeito – Carnaval 2026 / Escola Superior da Advocacia/OAB DF, Sala 1 do Edifício Sede da OAB/DF, SEPN 516 Bloco B Lote 7, Asa Norte /  3 e 10 de fevereiro de 2026 – 18h30 às 20h30 Fotos: Divulgação

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Livro: Bloco das Montadas conta sua história

Apresentação da publicação é no dia 3 de fevereiro no Museu Nacional da República, às 19h. O coletivo Distrito Drag lança, nesta terça-feira (o3), o livro “De Salto e Leque – Memórias Carnavalescas do Bloco das Montadas”, publicação que registra a história de uma das agremiações que têm feito história no carnaval de Brasília. A publicação é apresentada ao público no auditório 2 do Museu Nacional da República, às 19h. Com um resgate da história do bloco, o livro conta a trajetória do projeto surgido em 2018 até sua edição de 2024, que reuniu 100 mil pessoas na área externa do Museu Nacional da República. Por meio de um vasto acervo fotográfico, é possível compreender toda a força do trabalho coletivo em nome da liberdade de existir e de se expressar que tornou o Bloco das Montadas um espaço querido pelo público de Brasília em sua maior festa de rua. A publicação do livro é realizada com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A necessidade de um registro em formato de livro surgiu ao longo dos anos de crescimento da atração e pela relevância adquirida no setor cultural do DF. É o que afirma o produtor cultural  Emerson Lima, que interpreta a drag Kelly Queen. “De salto e leque a gente toma conta das ruas levando alegria, música e diversão e o público. Desde a primeira edição, o bloco só cresce e a gente fica muito feliz com o fato de ele ter ficado conhecido como o bloco do respeito, do amor”. “De Salto e Leque”, além de um livro, é um ato de celebração, de acordo com uma das fundadoras do projeto, a produtora cultural Ruth Venceremos. “O livro registra o desejo coletivo de ocupar o carnaval com orgulho, brilho e crítica, sob o protagonismo de artistas LGBTQIA+ no coração da capital do país. Porque o carnaval é, e sempre será, território de liberdade”, acredita. Pensado para celebrar Brasília, com suas diversas culturas e geografias, o Bloco das Montadas se tornou referência por fazer do carnaval uma experiência de afirmação de identidade e política “sem abrir mão do deboche, da festa e da beleza”, completa a produtora cultural. Da criação de um espaço diverso até se tornar uma das maiores atrações do carnaval de Brasília, o bloco vive de quebrar paradigmas e mostrar a força e o impacto da cultura produzida na capital. “Desde a primeira edição superamos todas as expectativas, mostrando que os foliões realmente abraçaram este bloco da diversidade”, avalia a drag queen Raykka Rica, interpretada pelo produtor cultural Gherald George, que integra a equipe fundadora do Bloco das Montadas. Reconhecimento Em 2019, 2020, 2023 e 2024, a atração foi eleita, por voto popular, como o melhor bloco pelo CB Folia, realizado pelo Correio Braziliense. Para a edição deste ano, o desafio é manter a qualidade que o faz ser um dos blocos mais queridos pelo público de Brasília. Tradicionalmente, a atração de domingo no carnaval de Brasília. Neste ano, a estrutura que abriga a agremiação recebe o público no dia 15 de fevereiro, na área externa do Museu Nacional da República. As atrações sobem ao palco a partir das 13 horas, com música, dança e performances pensadas e preparadas para terem a cara do carnaval brasileiro. Registro cinematográfico Além do livro, o bloco carnavalesco tem um registro cinematográfico, o curta-metragem “Glitter Carnavalesco”, com roteiro e direção da cineasta Marla Galdino. A obra foi lançada em 2023 na programação do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes eventos audiovisuais do país. Vamos? “De Salto e Leque – Memórias Carnavalescas do Bloco das Montadas” / Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2) / 3 de fevereiro, às 19h Foto: Divulgação

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Brasília se confirmando na passarela ballroom

Mostra de Cultura Ballroom reúne 11 casas de voguing, performances e debate sobre memória e identidade neste fim de semana A quarta edição da Mostra de Cultura Ballroom é atração deste fim de semana em Brasília, no Espaço Cultural Renato Russo, às 19h. O evento reúne 11 casas de voguing, que se apresentam em seis categorias para celebrar o movimento do Distrito Federal no Ball All Black Ball. A entrada é gratuita. Além das apresentações no sábado, na sexta (30), às 19h30, é realizada a roda de conversa “Memória, Identidade e Mudança Social”, com a artista Puma Camillê, baiana reconhecida por sua relevante contribuição à cultura ballroom brasileira. O debate também é promovido no espaço cultural. O baile, no sábado (31), tem seis categorias: OTA runway, begginers performance, old way, face OTA, soft & cunt versus dramatics e house leaders performance. Na tradição dos bailes, artistas representam as casas e performam em categorias que privilegiam elementos como dança, desfile e dublagem, e recebem notas dos jurados da bancada. Com apresentação de Simone Demoqueen e participação da DJ Úrsula Zion Rattura, 11 casas de voguing se apresentam neste sábado: Casa de Laffond, Casa de Abloh (foto de capa), Casa de Ratturas, Casa de Onija, House Of HandsUp, Casa dy Luxúria, House Of Cabal, Casa de Arapô, House Of Mamba Negra, COB TV e Chanter’s. O evento tem a missão de promover mais visibilidade para as casas de voguing do Distrito Federal e oferecer um ambiente para que artistas performáticos possam ampliar seu público. O projeto integra o Distrito Criativo, uma parceria do Distrito Drag com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). História do ballroom Nascida como uma cultura de resistência nos anos 1970, na cidade de Nova Iorque, a cultura ballroom surgiu com os bailes, realizados em guetos, como resposta à marginalização da população LGBTQIA+. Nas décadas seguintes, a cultura dos bailes se espalhou por vários países e se tornou fundamental na identidade cultural, tendo como protagonistas pessoas trans periféricas, negras e de origem latina. Em sua constituição, os bailes eram palcos para apresentações e disputas performáticas das casas, grupos de pessoas que viviam juntas em habitações coletivas e constituíam ambientes de acolhimento, fundamentais para a sobrevivência de pessoas LGBTQIA+, colocadas à margem da sociedade. Os ballrooms se tornaram ambientes em que integrantes podiam celebrar suas existências e se expressar artisticamente de maneira livre. Bora ali dar close? Mostra de Cultura Ballroom / Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) / Roda de conversa – 30 de janeiro – 19h30 / Baile voguing – 31 de janeiro – 19h / Entrada gratuita / Mais informações @distritodrag Fotos: Divulgação

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