Natal, uma festa Universal!

Restaurante Universal promove “Jantar de Natal”, inaugura sala VIP para eventos exclusivos e apresenta cardápio especial para a temporada.   O Restaurante Universal abriu oficialmente a temporada de comemorações de fim de ano com a primeira edição do seu “Jantar de Natal”, realizada nesta segunda-feira (1º/12). O evento reuniu parceiros da casa, jornalistas e influenciadores digitais em uma noite marcada por celebração, novidades e comida saborosa. Estefanía Morey A chegada do Papai Noel foi um dos momentos mais aguardados da noite. Ele distribuiu aos convidados uma garrafa de espumante Casa Valduga Arte Brut, reforçando o clima festivo e o propósito do restaurante de oferecer experiências memoráveis. “O fim de ano sempre traz esse espírito de união e agradecimento. Queremos que o Universal seja um lugar onde as pessoas se sintam acolhidas para confraternizar, celebrar e viver boas experiências”, afirmou a proprietária da casa, Estefanía Morey. Durante o encontro, o Universal também apresentou seu novo espaço, a “Sala VIP” (abaixo), um ambiente reservado para pequenos eventos de até 20 pessoas. O local é voltado para quem busca discrição, conforto e personalização, explicou Estefanía. “A sala foi pensada para eventos menores, onde cada detalhe importa. Queríamos criar um ambiente mais exclusivo, ideal para encontros que pedem privacidade e atendimento diferenciado”, informou. Festival do Chef A noite marcou também o lançamento do cardápio de dezembro, o “Festival do Chef”, com releituras de clássicos da casa. As entradas do menu são a Croqueta Universal (croqueta com aioli de coentro trufado) e a Mini Salad House, composta por mix de folhas ao molho especial de mel e azeite, croûtons, parmesão, gergelim, crispy de couve, tomate seco caseiro, azeitona preta azapa e mozzarella de búfala. Entre os principais do almoço, o cardápio oferece o lombo de pirarucu grelhado acompanhado de purê rústico, molho de sálvia e geleia de pimenta; o Lomo do Chef (foto abaixo), grelhado ao vinagrete de feijões e servido com legumes assados e arroz de alho; e o Linguine Vegetariano, preparado com tomate seco caseiro, manjericão, azeitona preta e fonduta de queijo. Já no jantar, os pratos são o pirarucu grelhado com ervas e coulis de tangerina acompanhado de linguine na mostarda Dijon; o chorizo Black Angus ao coulis de vinho tinto com arroz cremoso de rapa de queijo; e o parpadelle ao molho funghi com cogumelos orgânicos frescos e creme de queijo. Para fechar, as sobremesas do festival são a Mini Rabanada com doce de leite e a Tartelete de Frutas Vermelhas, está última preparada com creme pâtissiere, geleia de morango e frutas frescas. O Festival do Chef conta ainda com dois drinks especiais: o Dry Lichia, feito com Gin Tanqueray, Vermouth Noilly Prat, limão siciliano e lichia; e o Moscow Red Mule, preparado com Ketel One, limão, xarope de cranberry, chá de hibisco e redução de morango. Os valores do menu de dezembro são R$ 95 no almoço e R$ 129 no jantar.   Uma festa e tanto! Restaurante Universal / SQS 210, Bloco B, loja 30, Asa Sul, Brasília – DF / Segunda a domingo – almoço e jantar / Siga @restaurante.universal Fotos: Divulgação

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Vai rolar o VIII Festival de Cinema de Trancoso

Com exibição de filmes de curta e longa-metragem de 18 estados brasileiros e  América Latina, festival acontece entre os dias 06 e 11 de  dezembro. Se você estiver viajando pelo litoral baiano e for amante de cinema, essa notícia é ideal para você. Afinal, a 8a edição do Festival de Cinema de Trancoso, que acontece entre 06 e 11 de dezembro, promete muitas emoções. A programação traz além dos filmes, oficinas de cinema, palestras, debates, lançamentos  de livros, apresentações indígenas, circuito gastronômico e personalidades homenageadas,  entre elas o diretor Jayme Monjardim, as atrizes Mariana Ximenes e Alice Carvalho; Allan  Santos, Nelson Freitas, entre outros   “É uma honra e um desafio capitanear a formação de público regional e a  consolidação de Trancoso como polo cultural, internacional, destacando o destino  não apenas por suas belezas naturais, mas também como referência que proporciona  um Festival de Cinema de alto nível artístico”, declara Flávia Barbalho, diretora do  festival  Os destaques são os documentários Brasília 65 Anos: do Sonho ao Concreto de Walther  Neto onde são homenageados os heróis anônimos, operários e servidores que construíram  a capital, e, Ary do diretor André Weller, sobre a vida e obra de Ary Barroso. Um misto de  cenas ficcionais dramatizadas, imagens de arquivo e narração em primeira pessoa  (realizada pelo ator Lima Duarte). O longa conta a intensa trajetória do compositor mineiro,  sua infância e os dias dourados e de glória no Rio de Janeiro. Na trilha sonora clássicos  como No Rancho Fundo, No Tabuleiro da Baiana, Aquarela do Brasil e Na Baixa do  Sapateiro.  Na programação o divertido Colegas 2 escrito e dirigido por Marcelo Galvão dá continuidade  à jornada emocionante e bem-humorada que cativou o público ao redor do mundo no filme  original de 2012. O road movie foi filmado no Rio Grande do Sul e Uruguai onde acompanha  um grupo de amigos que se esconde em um avião cargueiro, embarcando em uma viagem  repleta de aventuras e perigos rumo à Punta del Leste.  Fôlego-até depois do fim, documentário dirigido por Candé Salles onde a atriz Maria Carol  Rebello conta sua trágica experiência ao perder o tio, o ator e diretor Jorge Fernando, a avó  e atriz Hilda Rebello, ambos falecidos em 2019 e o irmão multiartista João Rebello  assassinado por engano em 2024. “O laço que nos une é de arte e espiritualidade”,  esclarece Maria Carol. Depoimentos marcantes de Xuxa, Ney Matogrosso, Cláudia Raia,  Marcelo D2, Tony Ramos, Guel Arraes, Silvio de Abreu, Patrícia Travassos, Mariana  Ximenes, entre outros.  O Avental Rosa de Jayme Monjardim conta a história de Alice (Cyria Coentro), uma mulher  que dedica sua vida ao voluntariado, abdicando de seu próprio tempo. Em um hospital de  luxo, onde ganha seu dinheiro, ela trabalha como acompanhante. Em hospitais com poucas  condições, trabalha como voluntária e dedica, sem ganhos, seu amor e compaixão.   Estranhos na Noite de Whalter Neto é uma homenagem à cidade de São Paulo, as  conexões humanas nas madrugadas da grande metrópole. São Paulo intensa, pulsante,  imprevisível e cheia de histórias que convidam para refletir. São três narrativas paralelas em  uma noite de sexta-feira. No elenco Mônica Carvalho, Oscar Magrini, Paulo Vilhena,  Ricardo Macchi, Ju Schalch, Oscar Pardini e Jorge Mesquita.   O Homem só dirigido por Cláudia Jouvin mostra a história de Arnaldo (Vladimir Brichta), um  homem que está infeliz no casamento e no trabalho. Para tentar resolver seus problemas,  ele procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da vida miserável que  levam. Com um clone ocupando seu lugar ele poderia começar uma vida nova, mas na hora  do radical procedimento surge a dúvida sobre se é isto que ele realmente deseja fazer.  Destaque para a personagem Josie interpretada por Mariana Ximenes com visual bem  diferente do que estamos acostumados e chama a atenção pela sua atuação.   MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 2025  SELEÇÃO OFICIAL  Gênero Ficção  Amélia – de André Leão  Bijupirá – de Eduardo Boccaletti  Dependências – de Luisa Arraes  E assim aprendi a voar – de Antonio Fargoni  Eu não sei se vou ter que falar tudo de novo – de Vitória Fallavena e Thassilo Weber Ferrolho – de Alexandre Derlam  Menino do Guarda-chuva Vermelho – de Andyara Miranda  Meu Pequeno Sentinela – de Lucas Marques  Mundinho – de Lúcio Lima  O Céu Não Sabe Meu Nome – de Carol Aó  O Colecionador de Cheiro de Nucas Femininas – de Ana Clara Vidal de Negreiros & Natália  Damião  O Correspondente – de Bruno Barcelos e Thali Bartikoski  O fantasma de Deodato – de Maiara Líbano  O Leve Bailar das Borboletas – de Leandro Fasoli  Os Pedais de Pedro – de Vinícius di Castro  Poente – de Felipe Careli  Rapsódia em Azul – de Marina Barancelli  Gênero Experimental  Re-Éksodos – de Julia Horta Paiva  Terreno – de Penelope Corinaldesi  Gênero Documentário  AugA – A Origem – de Miguel Nagle  Benzô – de Letícia Andra  Canto de Acauã – de Jaya Pereira  Da aldeia à universidade – de Leandro de Alcântara eTúlio de Melo  Emerenciana – de Larissa Nepomuceno  Era uma vez… Em cordel – de Bruno Rafael Fragoso da Silva Kephas é Pedra – de Luiz Alberto Cassol  Mercado de História – de Alcinethe Maria Cavalcante Damasceno  O apagar das estrelas – Legados de Julio Lobo – de Diego Ruiz de Aquino e Jean Marcel  Camargo  O Empalhador – de Carlos Neto  Penna Prearo: Forasteiro Sonhador – de Laura Barile  Raízes de Trancoso – de Carol Kanashiro e Tomás Vianna  Silêncio na Boiada – de Luiza Fernandes  Gênero Animação  A Vila de Itueta – de Crianças da Escola Municipal de Santo Antônio / Projeto Animação /  Instituto Marlin Azul  Ária – de Arthur P. Motta  Benzedeiras – de Beatriz Lindenberg e Jamilda Bento  Hacker Leonilia – de Gustavo Fontele  Kigalinha – de Gabriel Justo e Felipe Santana  Nova Aurora – de Victor Jiménez  O Chapéu do Zezéu – de Alunos da Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel / Projeto  Animação – Instituto Marlin Azul  O Despertar de Aiyra – de Duda Rodrigues e Juliana Rogge  O Menino que

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Onde não há mar, nasce um movimento

Estreia do documentário “Uma Praia no Quadradinho” mostra como o Beach Tennis vem transformando o DF e marca uma noite especial dedicada à solidariedade. O Beach Tennis é daqueles esportes que chegam de mansinho, mas mudam a paisagem e a rotina de uma cidade inteira. Em Brasília, ele virou parte do cotidiano e já está presente em mais de 14 Regiões Administrativas, levando saúde, integração e uma energia comunitária que poucos esportes conseguem criar. Não por acaso, dez atletas brasilienses figuram entre os 300 melhores atletas profissionais do mundo. E em pleno Planalto Central, sem ondas e sem litoral, o DF encontrou sua própria praia e junto com ela, uma comunidade apaixonada que cresce a cada ano. Diante desse cenário vibrante, Brasília recebe o lançamento de “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF”, documentário inédito que conta a trajetória e o impacto do esporte no Distrito Federal. A estreia acontece no próximo domingo, dia 7 de dezembro, às 18h, em uma sessão especial no cinema do Casapark. Idealizado pelo Instituto Calango como um presente para a comunidade do Beach na capital federal, produzido e dirigido por Dan Rocha, o filme revela como a cidade se tornou um dos maiores polos da modalidade no Brasil, mesmo tão distante do mar. O evento tem um propósito ainda maior já que ele é totalmente beneficente, com 100% da renda revertida para os Programas 2026 do Instituto Calango, organização que encampa a iniciativa e usa o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. “Vale destacar que o Beach Tennis está em plena expansão na capital federal e já movimenta uma economia vibrante, se consolidando como um verdadeiro gerador de oportunidades”, pontua Dani Brito, Presidente do Instituto Calango. “Porém, existe uma demanda crescente por profissionais qualificados em diversas frentes, de instrutores e gestores a árbitros, de organizadores de eventos e operadores do ecossistema esportivo”, ressalta. Mas é fato que o potencial do esporte vai muito além da geração de renda. Ele transforma vidas, promovendo inclusão, ressignificando trajetórias, fortalecendo vínculos e melhorando a qualidade de vida de quem o pratica – independentemente da idade ou origem. “O Beach Tennis é um esporte apaixonante, acessível, fácil de aprender e que já conquistou Brasília, não só pela vibe, mas pelo que representa: saúde, pertencimento, empoderamento e oportunidade. E justamente por acreditarmos profundamente nesse poder transformador que seguimos impulsionando essa rede que cresce, acolhe e gera impacto de verdade”, explica Dani. Ainda sobre o lançamento do documentário, outro destaque da noite será a presença de grandes nomes do Beach Tennis brasileiro e que participarão de um talk show sobre a história e o futuro da modalidade. Entre eles estão Delano Choairy e Bruno Ferreira. E como nada é por acaso, vale lembrar que não deixa de ser simbólico que essa sessão especial aconteça na semana do Dia de Doar, movimento internacional dedicado a fortalecer a cultura de doação e inspirar gestos de generosidade. “É um lembrete de que esporte também é solidariedade, e que fazer o bem, quando é coletivo, reverbera ainda mais forte”, completa Brito. Mas atenção pois essa corrente do bem contará com apenas 200 lugares, com ingressos que podem ser adquiridos pelo Sympla a R$150, incluindo combo de pipoca. Empresas interessadas podem adquirir pacotes corporativos e cotas de patrocínio. Afinal, “Uma Praia no Quadradinho” é mais do que um filme: é um convite para celebrar uma trajetória e construir, juntos, um futuro ainda mais inclusivo e sustentável para o Beach Tennis no DF. Sinopse Brasília nunca teve mar, mas encontrou na areia do Beach Tennis um novo jeito de pulsar. O documentário “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF” revela como a capital federal, longe do litoral, se tornou um dos maiores pólos da modalidade no país, atraindo eventos internacionais, movimentando comunidades inteiras e transformando a rotina de quem vive o esporte no dia a dia. Dan Rocha, que assina a produção e a direção, cria uma narrativa que percorre os primeiros passos da modalidade no Distrito Federal; apresentando os pioneiros que acreditaram antes de todo mundo; as arenas que surgiram como pontos de encontro; e as histórias de alunos, atletas e profissionais que viram suas vidas mudarem dentro da quadra. Depoimentos reais mostram como o esporte gerou saúde, pertencimento, propósito e novas oportunidades, da iniciação esportiva à profissionalização. Com imagens marcantes e um olhar humano, o filme expõe como Brasília ressignificou a modalidade, criando sua própria cultura, seu próprio jeito de jogar e um movimento que hoje inspira outras cidades do país. Entre memória, paixão e comunidade, o documentário revela ainda que a força do Beach Tennis no DF vai além da técnica: é sobre vínculos, inclusão e a sensação coletiva de que, mesmo no coração do Brasil, é possível encontrar uma praia para chamar de nossa.   Esporte, cultura e solidariedade!  “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Tennis do DF” / CasaPark – Brasília / 07 de dezembro – 18h / Ingresso individual pelo Sympla: R$ 150 – Evento beneficente: renda integral para os Programas 2026 do Instituto Calango / Classificação indicativa livre / Acesse o site oficial e siga @institutocalango Fotos: Divulgação

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Sabores Que Fazem a Festa em Bsb

Para quem está procurando um lugar para confraternização ou celebrações petit comité, a Coluna #PERAMBULANDO traz uma dica superespecial!   Fim de ano tem cheiro de festa, de reencontro e de mesa farta e Brasília tem a sorte de ser uma cidade com diversos lugares que traduzem muito bem esse espírito. Entre eles está o restaurante da Chef Ticiana Werner. E para quem já está planejando as tradicionais confras ou imaginando onde celebrar as férias reunindo amigos, fique sabendo que a casa preparou uma novidade que chega na hora certa. A Chef liberou uma oferta especial que transforma o seu farto Bufê de Antepastos em protagonista absoluto da temporada. E não é à toa: são 12 metros de opções montados com precisão artesanal, desde queijos finos e charcutaria de alta qualidade até pães e focaccias de fermentação natural, pastas, carpaccio, ceviche, petiscos e frutas secas. Tudo fresco, elegante e irresistível. E o melhor e tudo, à vontade, para que cada um faça da experiência o seu próprio percurso de sabores.É aquele tipo de mesa que dispensa grandes formalidades: você circula, descobre, repete, combina, revisita. E de repente percebe que confraternizar pode ser simplesmente isso, aproveitar a companhia e deixar o paladar conduzir a noite. E para acabar o mistério, essa experiência está disponível em uma condição especial e válida somente até 28 de janeiro. A oferta é exclusiva para consumo no local, para grupos de até seis pessoas, e como ela deve ser aproveitada de segunda a quarta-feira, sempre no jantar, a partir das 18h30, a semana já começa quebrando a rotina. O preço? De R$ 88 por apenas R$ 69! Diz se não é perfeito para brindar o fim do ano, celebrar as férias, marcar o início de 2025 ou simplesmente viver uma noite gostosa, sem motivo algum além do prazer de comer bem. Partiu comemorar a vida! Restaurante Ticiana Werner / CLS 201 Sul Bloco C Lojas 05 e 11, Brasília – segunda a sábado – 11h30 às 00h / Siga @ticianawerner   Fotos: Divulgação

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As Raízes e Heranças Visuais de José Maciel

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves recebe a exposição que reflete sobre o conceito de nacionalidade. Na última quinta-feira, 27 de outubro, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi palco de um coquetel especial que reuniu cerca de 200 convidados para a abertura da aguardada exposição do artista visual e advogado José Maciel, intitulada “RAÍZES — Heranças Visuais”. A mostra ficará aberta ao público até o dia 1º de fevereiro e promete encantar os visitantes com sua profundidade e cores vibrantes. Com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira, e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, a exposição reúne cerca de cinquenta obras inéditas, que transitam entre desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados. A variedade de formas e materiais reflete a riqueza e a multiplicidade das referências que permeiam a arte de Maciel, que mergulha em uma reflexão sobre identidade, memória e pertencimento. O Panteão, com seu caráter histórico e simbólico, foi o cenário perfeito para o diálogo entre as obras de Maciel e o grandioso painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara. A interação entre as obras de arte foi uma verdadeira imersão nas camadas da memória coletiva e pessoal, convidando o público a refletir sobre as múltiplas origens que nos constituem, tanto como indivíduos quanto como nação. O artista, ao revisitar o passado, traz à tona sentimentos e símbolos que ganham nova configuração no presente, criando um elo poético e dinâmico entre tempos e significados. Além da exposição, os convidados foram brindados com um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que compila as últimas obras de José Maciel (foto acima), incluindo suas pinturas, esculturas e trabalhos em pedras. Organizado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, o livro tem tiragem limitada de 700 exemplares e estará disponível em livrarias de Brasília. A noite foi embalada pela música do saxofonista Washington Aguiar, que criou a atmosfera perfeita para o evento e para surpresa dos presentes contou com uma palhinha do músico saxofonista Milton Guedes, amigo de longa data da família Maciel, que encantou os convidados com sua performance. Um evento memorável, que uniu arte, história e a vibrante cultura de nossa capital, foi celebrando a arte e a memória de nosso país em um dos mais icônicos espaços da cidade. Confira alguns cliques de quem passou por lá:   Para quem curte artes-plásticas! RAÍZES – Heranças Visuais de José Maciel / Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Praça dos Três Poderes, Brasília / Até 1º de fevereiro – Terça a sexta – 9h às 18h; sábado, domingo e feriado – 9h às 17h / Gratuita e livre Fotos: Move Filmes

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Conheça os Brazulejos de Lígia Medeiros!

Fruto de uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, designer revela série de trabalho que propõe a convergência entre arte, design e arquitetura.   No dia 22 de novembro, das 17h às 21h, a artista plástica Lígia de Medeiros apresenta seus trabalhos inéditos em azulejaria e desenhos digitais, incluindo reelaborações de obras criadas a partir de 2017. Com curadoria de Renata Azambuja, Brazulejos reúne 23 painéis de azulejos de tamanhos variados e 18 desenhos impressos, com figuras humanas e geométricas. A mostra, realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), fica em cartaz no Espaço Oscar Niemeyer até 13 de janeiro de 2026, com visitação de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada gratuita e livre para todos os públicos, e conta com acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão por meio de QRCode para audiodescrição das obras e caderno em braile descrevendo as obras. Lígia de Medeiros desenvolve uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, explorando a convergência entre arte, design e arquitetura. Suas criações evocam o diálogo entre o concreto e o poético, onde o traço geométrico se encontra com o lirismo das paisagens do Cerrado e o espírito modernista de Brasília. Sua trajetória é marcada por múltiplas vivências e reinvenções: nos anos 1980, iniciou sua atuação no Rio de Janeiro, comercializando móveis e objetos de arte; na década seguinte, em São Paulo, aprofundou-se na estética modernista; e, já em Brasília, consolidou-se na criação e produção de móveis e joias autorais, sempre inspirada nas formas orgânicas e nos ritmos da natureza. A mostra está organizada em blocos “geradores de imagens”, como define a artista. “Há o grupo que evidencia a interação do humano com o construtivo e com a paisagem; o conjunto que aborda o feminino; o bloco que apresenta as pesquisas com a linguagem; e o agrupamento que se refere à brasilidade”, explica Renata Azambuja em seu texto curatorial. A curadora ressalta ainda que uma das principais características de Lígia é o gosto pela experimentação com materiais, formas e cores. Sua produção traz à tona um repertório que inclui experiências no design de móveis, na moda e no trabalho como antiquária, mesmo quando lidava com móveis modernistas ainda não considerados antiguidades. Renata Azambuja destaca o caráter múltiplo da formação e da trajetória da artista. Brazulejos oferece ao público a oportunidade de acompanhar as diversas transformações em seu processo criativo. O percurso inventivo que dá origem à exposição constrói uma jornada visual repleta de pontes entre diferentes tempos e espacialidades relacionadas ao azulejo — elemento que se tornou central em sua pesquisa. “A artista apresenta azulejos que funcionam como painéis desenhados, retomando a tradição narrativa dos azulejos portugueses”, afirma a curadora. “A criação exige disciplina e persistência, e me parece mais um gesto de teimosia. Também sou perfeccionista. É mais fácil quando há tesão envolvido. Dom? Talvez, um pouco”, destaca Lígia de Medeiros que em sua trajetória, nada é em vão. Há uma conexão entre todas as experiências. Com o tempo, a artista compreendeu o significado de tudo o que vivenciou e reconheceu uma harmonia entre experiências aparentemente diversas, mas que convergem. “Se tivesse apenas acumulado informações, essa coerência não se manifestaria. Ela existe porque assimilei plenamente as vivências e as expresso de modo a refletir minha presença em cada resultado”, afirma. “Não hesito em combinar o que me agrada. Nunca me preocupo se algo vai ‘encaixar’. Se gosto, sei que se integrará naturalmente. O mesmo ocorre em minha casa: se gosto, uso, e funciona. Tenho convicção de que dá certo”, diz a artista. A artista ressalta também o Modernismo como referência essencial em sua produção, especialmente pela busca da depuração. Ao projetar móveis modernistas, sempre priorizou a eliminação do supérfluo e a valorização da execução. A linha, a precisão do esquadro, o encaixe perfeito das juntas — elementos dominados pelos japoneses, muitas vezes sem o uso de pregos —, o acabamento e até o aroma da madeira são aspectos fundamentais na percepção do objeto. “Minha atenção constante se volta para a geometria, buscando a perfeição. Um milímetro de diferença é imediatamente perceptível, tamanha é a dedicação. A depuração elimina os detalhes que desviam o olhar do essencial. Ao representar a figura humana, procuro capturar sua essência, a forma primordial, com linhas e traços que revelam o que a define”, completa Medeiros.   Para quem gosta de design! Brazulejos de Ligia de Medeiros / Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes, Bloco J, Brasília-DF / de 22 de novembro até 13 de janeiro de 2026 – terça a sexta – 9h às 18h, sábado, domingo e feriados – 9h às 17 / Livre e gratuito Foto: Lula Lopes

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Feriado Para Lembrar Quem Somos

Consciência Negra, capoeira, shows, arte e uma programação extensa que transforma Brasília em território vivo de memória e celebração.   Sim, quinta-feira (20) é feriado, é Dia da Consciência Negra! E  para ficar como o brasiliense gosta, o ponto facultativo será estendido na sexta-feira (21) também. Diante disso, a capital federal se ajeita para aquele raro respiro de quatro dias, que parece até um presente inesperado no meio de novembro. E a Coluna  #PERAMBULANDO aproveita a vibe ancestral, política, cultural e, acima de tudo, viva que a data emana para trazer aquela matéria que mistura informação e diversão em um texto só. Vamos lá? Comecemos pelo básico: o que abre e o que fecha? De imediato é bom lembrar que na quinta e no domingo (23), o transporte público será gratuito, facilitando os deslocamentos de quem quiser visitar a família ou, quem sabe, mergulhar na programação cultural da cidade. O Zoológico e o Jardim Botânico também estarão com entrada gratuita: dois bolsões de verde para quem quer desacelerar. Já os serviços como Na Hora, Detran, BRB e centros olímpicos não abrem durante o feriado. Os restaurantes comunitários funcionam normalmente na quinta e na sexta, com algumas exceções no sábado. Brasília muda de marcha, mas segue andando. Enquanto um pedaço da cidade desacelera, outro vibra. E vibra forte! Entre sexta e domingo, Brasília é tomada por um dos eventos mais potentes do nosso calendário: o Consciência Negra 2025, que transforma a área externa do Museu Nacional da República em um grande território de expressão afro-brasileira. Música, arte, gastronomia, literatura, debates, moda, ancestralidade e futuro – tudo pulsando ao mesmo tempo. É um evento que abraça a cidade e convida todo mundo a entrar. A programação é extensa, diversa, emocionante, e você pode conferi-la completa no perfil @consciencianegradf, que está trazendo todos os detalhes. Entre os destaques, shows de Ludmilla, Timbalada, Psirico, Carlinhos Brown (foto de capa), Alexandre Pires e uma constelação de artistas do DF. Tem também cortejos, oficinas, performances, feira afro, rodas de conversa e uma programação dedicada à infância, lembrando que formar o futuro também passa por celebrar o presente. E para quem curte cultivar a conexão corpo, mente e espírito, Brasília recebe, ao longo do fim de semana, o VIII Bambas – Esporte e Capoeira, que ocupa o Marco Zero e o Centro Cultural de Brasília. É uma celebração da capoeira em sua potência máxima: rodas, jogos, vivências, oficinas, cerimônias e apresentações que unem técnica, energia e história. Tudo culmina na formatura de Mestre Piolho, figura exponencial dessa expressão cultural no DF, e que chega ao título após décadas dedicadas à arte, ao ensino e à comunidade. Então já acessa o perfil @bambascapoeiraesporte para fazer sua inscrição (pelo link na bio) e ficar por dentro da programação completa. Agora cabe a você decidir qual convite aceitar para curtir o fim de semana que te propõe caminhar, ouvir, celebrar, refletir, aprender, dançar, se emocionar, prestigiar artistas negros, fortalecer iniciativas culturais, respeitar a história e, principalmente, se reconhecer como parte dela. Afinal de contas, a Consciência Negra não é um ponto no calendário: é um lembrete vivo de que a ancestralidade ainda escreve o presente, e que Brasília, quando quer, vira palco dessa escrita com uma força bonita de ver. Fotos: Divulgação

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Vem aí o IX Encontro das Cidades Criativas Brasileiras

Com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, evento vai contar com especialistas nacionais e internacionais.   De 25 a 28 de novembro, Brasília sediará o IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO (IX ECRIATIVA), com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”. O evento, organizado pelo Instituto ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal, com apoio da Secretaria de Turismo do DF por meio de um termo de colaboração, reunirá representantes das 15 cidades brasileiras da Rede da UNESCO e convidados internacionais para debater como a criatividade pode ser um motor para o desenvolvimento urbano, econômico e social. Reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa do Design desde 2017, Brasília fortalecerá sua posição como um centro estratégico de inovação, turismo e economia criativa. O evento proporcionará uma oportunidade única para troca de experiências, promoção de boas práticas e articulação de políticas públicas que integrem cultura, design, sustentabilidade, inovação e turismo. Para o Secretário de Turismo Cristiano Araújo, Brasília vive um momento de expansão turística, fortalecendo-se nos segmentos de negócios, cívico, cultural e criativo. “A realização do IX Encontro de Cidades Criativas da Unesco (ECriativa) reforça esse posicionamento e amplia o diálogo sobre inovação, cultura e economia criativa no Brasil. Nossa capital, moderna por essência e criativa por vocação, abre suas portas para a troca de experiências e o estímulo a novas perspectivas”, afirma o secretário. As 15 cidades brasileiras que compõem a Rede de Cidades Criativas da UNESCO são: Artesanato: João Pessoa (PB) Artes Midiáticas: Campina Grande (PB) Cinema: Santos (SP), Penedo (RJ) Design: Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) Literatura: Rio de Janeiro (RJ) Gastronomia: Belém (PA), Florianópolis (SC), Paraty (RJ), Belo Horizonte (MG) Música: Salvador (BA), Recife (PE) Cinema: São Paulo (SP) Essas cidades, com suas respectivas especialidades, têm em comum o uso da criatividade para impulsionar o desenvolvimento cultural, sustentável e econômico local. O IX ECRIATIVA será uma plataforma para discutir como expandir o impacto da economia criativa e fortalecer as redes colaborativas, tanto no Brasil quanto no exterior. O evento também contará com a presença de Denise Bax, Secretária da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN), e outras autoridades e especialistas, que compartilharão suas visões sobre o futuro das cidades criativas e as melhores práticas para conectar cultura, sustentabilidade, inovação e turismo. Confira a programação completa no site oficial do evento.   Fotos: Divulgação

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Songbook acessivel

Daniel Santiago e Pedro Martins lançam o Songbook Simbiose que traz partituras e acessibilidade para a música instrumental. Dois dos nomes inventivos da música instrumental brasileira, Daniel Santiago e Pedro Martins, lançam o Songbook Simbiose, um projeto editorial inédito que reúne partituras, cifras, diagramas de acordes e textos dos álbuns Simbiose (2017) e Movement (2023). A obra será publicada em versão física, digital acessível e em Braille, com distribuição gratuita de parte dos exemplares a instituições de ensino e acervos públicos. Com prefácio assinado pelo renomado bandolinista Hamilton de Holanda, o songbook é descrito como “um mapa afetivo de dois universos que se entrelaçam em simbiose”. Hamilton destaca a rara combinação entre “sofisticação e espontaneidade, profundidade e leveza”, presente na música da dupla. “Cada faixa desses discos carrega em si um gesto de liberdade – aquela que nasce do domínio da linguagem, mas também da entrega total ao momento presente”, escreve. Em novembro de 2025, três eventos gratuitos e acessíveis marcarão o lançamento no Distrito Federal, com pocket shows realizados na Escola de Música de Brasília (17/11), no Clube do Choro (24/11) e na Universidade de Brasília (25/11). Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, audiodescrição e estrutura física acessível. Segundo Hamilton de Holanda, a música de Daniel e Pedro “não pede apenas admiração — ela convida ao diálogo, à escuta ativa, à coragem de também compor, experimentar e encontrar, ali no meio do caminho, a sua própria voz”. O Songbook Simbiose, financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), é um registro técnico e, ao mesmo tempo, um manifesto artístico. Traz influências que vão do Clube da Esquina ao jazz, do choro à música nordestina, sempre com a identidade musical de Brasília em evidência. Se liga! Lançamento Songbook Simbiose / 17 de novembro – Escola de Música de Brasília – 16h | Convidado: Rodrigo Bezerra / 24 de novembro – Clube do Choro de Brasília – 19h30 | Convidado: Marcus Moraes / 25 de novembro – Universidade de Brasília – 12h | Campus Darcy Ribeiro Fotos: Divulgação

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Stilletos vermelhos colocam mundo fashion em alerta!

No rastro do teaser viral de O Diabo Veste Prada 2, expectativas sobem tão rápido quanto um salto Valentino Rockstud.   Nesta semana o mundo da moda foi pego de surpresa com o  primeiro teaser de O Diabo Veste Prada 2. E a sensação que ele trouxe para este colunista foi justamente a de abrir um closet vintage da Runway, onde a gente já conhece tudo dali, mas mesmo assim, perde o fôlego. Afinal, em poucos segundos, um close calculado de um stiletto vermelho diz mais que qualquer diálogo, reacendendo uma febre que mistura nostalgia, moda e puro entretenimento. Meryl Streep, reluzente em seus Valentino Rockstud siren-red, nem precisa falar. Basta pisar. Um frame, um eco coletivo: “ela voltou”. O burburinho não é à toa. Depois de quase duas décadas, o universo impecavelmente ácido de Miranda Priestly retorna aos cinemas em maio de 2026, com Anne Hathaway e Emily Blunt reprisando seus papéis e uma lista de novos nomes que faria qualquer red carpet tremer: Stanley Tucci, Kenneth Branagh, Lucy Liu, Sydney Sweeney, Simone Ashley, Justin Theroux e até ela, Lady Gaga – cuja participação segue envolta em mistério, como toda diva merece. A sequência, revelada pela Disney e pela 20th Century Studios, coloca Miranda diante de um cenário cruel: sua carreira estaria em queda, forçando-a a enfrentar Emily, agora uma executiva poderosa de um conglomerado de luxo. Um enredo digno das melhores tretas editoriais, onde poder, publicidade e moda se digladiam em silêncio, e com belos sapatos, claro! Para contextualizar: o original de 2006 arrecadou mais de 326 milhões de dólares com um orçamento modesto e virou referência de moda, comportamento corporativo e memes eternos. Era inevitável que seu retorno mexesse com emocional, memória afetiva e, sobretudo, com nosso gosto por glamour e veneno bem aplicado. O teaser, que saiu há poucos dias, já viralizou no TikTok, no Instagram e nas rodinhas fashionistas – porque a internet é rápida, mas o mundo da moda, meu amor, é ainda mais! Cada segundo está sendo dissecado: o salto, o tapping no chão, o styling minimalista, o blazer estruturado, o olhar que humilha. A sensação é a de que estamos presenciando o início de uma nova temporada de tendências antes mesmo da estreia do filme. E, como bom observador do jogo da moda, arrisco dizer: há um simbolismo claro naquele Valentino vermelho. Nada ali é aleatório. O Rockstud, que marcou a década de 2010, volta como comentário estético – e talvez até irônico – sobre poder, permanência e reinvenção. Não é novidade que O Diabo Veste Prada sempre conversou com a moda real, e aqui não é diferente. Se o primeiro filme retratou o choque de Andy com a máquina editorial, este promete explorar os bastidores do luxo corporativo, onde as marcas valem bilhões, e publicidade é sinônimo de sobrevivência. Uma arena perfeita para Miranda e Emily medirem forças. Enfim, para quem tá morrendo de ansiedade: força na peruca! Então reforça o laquê, já que a estreia está marcada para 1º de maio de 2026 (30 de abril no Brasil). Até lá, só nos resta revisitar o clássico, teorizar sobre a função narrativa daquele sapato vermelho e, claro, preparar o psicológico: porque se o teaser já abalou as estruturas, imagine o filme inteiro. E se alguém perguntar se este colunista está animado, eu diria apenas: That’s all! E pra quem por acaso ainda não viu o trailler, ele está logo abaixo. Só dar play e se deliciar:

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