Tom Jobim Musical em Brasília

Com mais de 130 mil espectadores e 12 indicações a prêmios, espetáculo faz curta temporada em Brasília. O Ministério da Cultura e a BB Seguros apresentam a turnê nacional de “Tom Jobim Musical“. Consagrado como um dos grandes sucessos recentes do teatro musical brasileiro, o espetáculo chega a Brasília para temporada no Ulysses Centro de Convenções, com estreia nesta sexta-feira (10), após reunir mais de 130 mil espectadores pelo país. “A BB Seguros valoriza a essência do brasileiro, a nossa cultura e a história do nosso país, por isso acreditamos na importância de tornar espetáculos como este cada vez mais acessíveis ao grande público. Tom Jobim é um ícone da música no Brasil e no mundo, e poder levar esse musical para mais cidades é uma grande satisfação e um compromissos para nós.” Delano Valentim de Andrade – Presidente da BB Seguros. A superprodução, que conta com texto de Nelson Motta e Pedro Brício e direção de João Fonseca (conhecido por sucessos como os musicais de Tim Maia, Cazuza, Cássia Eller e Djavan), já acumula números impressionantes que atestam sua grandiosidade. Em suas temporadas anteriores, o musical foi assistido por um público de mais de 130 mil pessoas e teve 12 indicações a prêmios. A Vida do Maestro em Cena Estrelado por Elton Towersey, vivendo Tom Jobim e Leopoldo Pacheco como Vinicius de Moraes, o musical transporta o público para o Rio de Janeiro dos anos 1950 e 60. A trama narra a trajetória de Antônio Carlos Jobim, desde a juventude na praia de Ipanema até a conquista do mundo com a Bossa Nova, passando pelo histórico concerto no Carnegie Hall, em Nova York. A montagem explora a parceria fundamental com Vinicius de Moraes e João Gilberto, além de celebrar figuras icônicas como Elis Regina, Jair Rodrigues, Frank Sinatra Elza Soares e Dolores Duran. Com um elenco de 19 atores e 9 músicos, o público é convidado a cantar junto clássicos eternos como “Garota de Ipanema“, “Chega de Saudade“, “Águas de Março” e “Wave“. “A parte mais difícil de transformar sua vida e obra em um musical de teatro foi lidar com a qualidade de suas músicas: como escolher apenas 30? O certo é que nenhum musical da Broadway teve, tem ou terá um score musical à altura do maestro soberano Tom Jobim”, revela Nelson Motta, coautor do espetáculo. “Uma peça sobre Tom só pode ser uma celebração sobre a música, o amor, a natureza e sobre o Brasil. A música de Tom é a protagonista do espetáculo, mas o homem bonito e charmoso também está lá”, comenta o diretor João Fonseca. A realização é assinada pelas produtoras Atual Produções e Bonus Track e, lideradas por Luiz Oscar Niemeyer, Júlio Figueiredo e Bárbara Guerra. SERVIÇO: TOM JOBIM MUSICAL – TURNÊ NACIONAL Brasília (DF) Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB SEGUROS Patrocínio MAPFRE Apoio UNISYS Datas: 10 a 12 de abril e 16 a 19 de abril de 2026 Local: Ulysses Centro de Convenções – Teatro Planalto Ingressos: sympla.com.br Ingressos a partir de R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 450,00 (inteira). Faixa etária: 10 anos Duração:  2h15 com 15 minutos de intervalo Venda a grupos: grupos@atualp.com.br Acessibilidade:Todas as sessões possuem audiodescrição e libras e disponibilidade de Kit para pessoas neurodivergentes. *Clientes BB Seguros têm 30% de desconto nos ingressos inteiros, limitados a 4 ingressos por CPF. Siga: Instagram: @tomjobimmusical Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Volta do Lago 2026 celebra 20 anos

Solo ou em equipe, uma das corridas mais tradicionais de Brasília reúne atletas de todo o país, no dia 5 de julho, unindo resistência individual e espírito coletivo ao redor do Lago Paranoá.   Correr ao redor do Lago Paranoá, entre paisagens icônicas e desafios que exigem fôlego e estratégia, é o ponto de partida de uma experiência que mistura superação individual e força coletiva. A Volta do Lago chega à sua 20ª edição no dia 5 de julho de 2026 consolidada como um dos eventos esportivos mais marcantes do Distrito Federal. Ao redor do Lago Paranoá, atletas encaram percursos de até 100 km que podem ser feitos de forma individual ou em revezamento — formato que concentra a maior parte dos participantes e dá à prova um caráter coletivo, baseado em planejamento, parceria e integração. Criada em 2004, a corrida nasceu com a proposta de dialogar com a própria essência de Brasília: moderna, desafiadora e conectada com o seu território. Ao longo de duas décadas, se transformou em um evento que vai além da competição e mobiliza atletas de todo o país em torno de um percurso simbólico, que conecta diferentes regiões administrativas e revela a cidade por novos ângulos. Força do revezamento e experiência coletiva Com distâncias de 50, 70 e 100 km, a prova permite diferentes formas de participação. No solo, o desafio é individual e exige resistência física e mental. Já no revezamento — principal característica da prova — entram em cena a estratégia, a logística e o espírito de equipe. Grupos de 4, 6 ou 8 atletas se organizam para dividir o percurso, transformando a corrida em uma vivência compartilhada, marcada por parceria, planejamento e incentivo mútuo a cada trecho. Tradição e identidade com Brasília Ao completar 20 anos — quase um terço da história da capital — a Volta do Lago reforça valores que acompanham sua trajetória desde o início, como inclusão, diversidade de participação, consciência ambiental e valorização dos espaços públicos. Ao longo dos anos, mais de 40 mil atletas já participaram da prova, com representantes de todos os estados brasileiros. O evento também se consolidou como preparação para desafios de longa distância, atraindo desde atletas experientes até grupos que encontram no revezamento uma forma de vivenciar grandes percursos. Experiência que vai além da corrida A estrutura do evento envolve arena, entrega de kits, integração entre equipes e presença de público ao longo do trajeto, movimentando o turismo e a economia local. A prova também promove a ocupação qualificada dos espaços públicos e reforça a conexão dos participantes com a cidade. “Celebrar 20 anos da Volta do Lago é celebrar Brasília. É reconhecer um evento que nasceu com a cara da cidade, que cresceu com ela e que hoje faz parte da sua identidade”, destaca a organização. Inscrições As inscrições estão disponíveis no site oficial: www.voltadolago.com.br. Os participantes poderão optar entre dois tipos de kits: kit completo: camiseta, número de identificação, ecobag, medalha, chip e meia e kit econômico: número de identificação, chip e medalha pós-prova. Os valores variam conforme a categoria (solo ou revezamento), com descontos especiais para atletas PCD e maiores de 60 anos. Premiação Os atletas solos que completarem os 100 km da Volta do Lago receberão uma medalha dourada exclusiva. Já os corredores dos percursos de 70 e 50 km garantem medalhas nas cores prata e bronze. Os três primeiros colocados de cada categoria também serão premiados com troféus – tanto em solo, como nas equipes de revezamento.   Serviço: 20ª Volta do Lago Data: 5 de julho de 2026 (domingo) Horário: largada às 4h Local: Ponte JK – Brasília/DF Inscrições, regulamento e mais informações: www.voltadolago.com.br Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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O “queridinho” dos arquitetos em 2026

Minimalista e com design japonês, teclado da Cassio na nova tonalidade Grey Beige acompanha a valorização de paletas neutras sofisticadas e reposiciona o instrumento no espaço doméstico.   Quando a música encontra o design, o piano passa a ocupar um lugar integrado à arquitetura da casa. Em interiores que privilegiam paletas equilibradas entre calor e sobriedade, materiais naturais e continuidade visual, o instrumento assume nova presença estética. Tons entre o bege e o cinza, superfícies minerais, madeira clara e tecidos naturais definem projetos marcados por atmosfera sensorial e harmonia. A neutralidade deixa de ser ausência e se consolida como construção de identidade. É nesse repertório que se insere o CELVIANO Grey Beige, nova tonalidade da linha de pianos da Casio, referência mundial em tecnologia e instrumentos musicais eletrônicos, que aproxima o instrumento da linguagem dominante nos interiores contemporâneos. “A escolha do Grey Beige reflete a valorização de paletas neutras sofisticadas como greige e tons terrosos suaves, cada vez mais presentes no design e no lifestyle”, afirma Samuel Cimirro, Diretor Executivo da marca. “Essas tonalidades dialogam com o conceito de quiet luxury e com a busca por ambientes acolhedores, atemporais e equilibrados.”   O piano como arquitetura interna Tradicionalmente ligado a salas formais, o piano hoje participa da arquitetura interna da casa. Sua volumetria introduz escala e verticalidade, enquanto sua posição no ambiente pode definir alinhamentos, enquadramentos e percursos. Em projetos de planta aberta, atua como elemento que articula diferentes funções dentro de um mesmo espaço. No CELVIANO Grey Beige, linhas limpas e proporções equilibradas reforçam essa leitura arquitetônica. A tonalidade permite composições com mármores claros, microcimento, madeira natural, linho e fibras artesanais, favorecendo projetos que privilegiam textura e profundidade em vez de contraste. A herança japonesa da Casio encontra ressonância nesse movimento. “O design japonês valoriza minimalismo, funcionalidade e atenção minuciosa aos detalhes, princípios que também orientam a escolha do Grey Beige”, explica Samuel. “O tom dialoga com uma estética marcada por leveza visual, materiais naturais e integração entre objeto e espaço.” Música e linguagem contemporânea O conceito “Where Music Meets Design” sintetiza essa aproximação entre performance e estética. A excelência sonora e a fidelidade mecânica seguem como fundamentos da linha CELVIANO, enquanto sua presença visual passa a dialogar de forma mais consciente com os projetos de interiores. Esse diálogo já se manifesta com outros modelos do portfólio da marca, como o Privia PX-S7000 Honey Mustard, reconhecido internacionalmente em 2023 com o iF Design Gold Award. “A integração do instrumento aos espaços residenciais acontece de maneira cada vez mais orgânica, acompanhando projetos que valorizam coerência cromática, minimalismo e elegância atemporal”, afirma o Gerente de Marketing. Disponível nos modelos AP-750 e AP-300, o CELVIANO Grey Beige amplia as possibilidades de especificação em projetos residenciais que buscam unidade estética e presença cultural. Curadoria e especificação A introdução dessa nova leitura de neutralidade amplia o repertório de arquitetos e designers. O piano passa a dialogar com propostas minimalistas, orgânicas, japandi ou contemporâneas com maior liberdade de composição. “Assim como contamos com músicos e professores que endossam a qualidade técnica do instrumento, estamos nos aproximando de profissionais de interiores que possuem relação genuína com a música”, explica Samuel. “Essa conexão se constrói dentro dos próprios projetos e narrativas desses profissionais.” Ao integrar a curadoria do espaço, o piano passa a dialogar com luz, materiais e proporções como parte da composição arquitetônica. Sua presença se articula ao layout e às texturas, contribuindo para uma atmosfera coesa e sensível. Em interiores que valorizam permanência e identidade, o instrumento consolida-se como elemento cultural e expressão estética. Entre forma, som e matéria, ocupa um território que conecta arquitetura, memória e estilo de vida. Sobre a Casio A Casio Brasil opera como subsidiária de vendas da Casio Computer Co., um dos líderes na fabricação mundial de produtos eletrônicos ao consumidor e de soluções de equipamentos empresariais. Desde sua fundação, em 1957, a marca vem trabalhando para manter o princípio de “criatividade e contribuição” da corporação, lançando produtos inovadores e buscando sempre atender às necessidades dos consumidores. Para mais informações siga @cassioteclados.   Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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150 anos de Joaquín Torres Garcia

Em cartaz no CCBB até 21 de junho, exposição gratuita é a mais abrangente já dedicada ao artista uruguaio e reúne mais de 70 artistas.   A mostra Joaquín Torres García – 150 anos já está aberta para visitação do público no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada gratuita, e a temporada segue até 21 de junho. A exposição reúne um amplo conjunto de obras do artista uruguaio em diálogo com trabalhos de mais de 70 nomes da arte moderna e contemporânea, propondo um novo olhar sobre sua trajetória e sua contribuição para a consolidação de uma linguagem artística latino-americana com projeção internacional ao longo do século XX. A classificação indicativa é livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo link destacado acima. O projeto conta ainda com a colaboração institucional de Alejandro Díaz, diretor do Museo Torres García, cuja parceria foi determinante para viabilizar a vinda dos manuscritos e desenhos inéditos. Com curadoria de Saulo di Tarso, a mostra estabelece conexões entre a produção de Torres García e diferentes vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando sua obra de referências brasileiras, das vanguardas europeias, da arte africana e das culturas indo-americanas. O percurso propõe uma releitura do chamado Universalismo Construtivo, conceito formulado pelo artista para articular formas universais a uma identidade própria da América Latina, ampliando suas interpretações para além das leituras mais difundidas. Reconhecido por integrar importantes coleções internacionais, Torres García tem sua obra apresentada sob uma perspectiva que ultrapassa sua iconografia mais conhecida. A exposição revisita sua trajetória, destacando o papel que desempenhou ao colocar em relação experiências da vanguarda europeia e sua atuação na América Latina, especialmente a partir de seu retorno ao Uruguai, em 1934. A presença de obras como “América invertida”, raramente exibida fora do Museu Torres García, em Montevidéu, reforça esse eixo curatorial, convidando o público a revisitar seu significado para além de leituras consolidadas. Para Saulo Di Tarso, celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige ampliar o olhar histórico. “Estamos apresentando a exposição mais abrangente já dedicada a ele e dessa forma queremos nos aproximar do nosso legado espanhol”. Nesse sentido, a mostra conta com peças fundamentais provenientes de coleções e museus ao redor do mundo: MACBA, IVAM, Colección Telefónica, MSSA, Galerie Gmurzynska e também obras do MASP, Pinacoteca de São Paulo e de importantes coleções privadas brasileiras. A dimensão pedagógica também atravessa a mostra. Para Torres García, a infância ocupava um lugar fundamental em sua reflexão estética. “Ele defendia uma educação artística baseada na experiência e na invenção, em que o principal estímulo estava na criação de símbolos e na organização das percepções. Nesse contexto, chegou a desenvolver brinquedos de madeira com caráter formativo e incorporou à sua pintura uma linguagem sintética, próxima ao traço infantil, valorizando a habilidade das crianças de compreender e estruturar o mundo por meio de signos simples e universais”, completa o curador. Diálogo com a arte brasileira A presença de 40 artistas brasileiros se organiza a partir de dois eixos principais. De um lado, a memória do incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), episódio que marcou profundamente a história das instituições culturais no país e teve repercussão internacional. De outro, a proposta de tensionar, no campo simbólico, as divisões históricas herdadas do Tratado de Tordesilhas e suas reverberações nas relações culturais sul-americanas. A presença de obras e artistas brasileiros e estrangeiros refletem tanto a intenção de diálogo e celebração, encerrando a efeméride dos 150 anos do artista no país quanto a intenção de fortalecer vínculos culturais na América do Sul. “Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, a arte brasileira influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que ‘o nosso norte é o Sul”, afirma o curador. Entre os nomes presentes estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Alfredo Jaar, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges e Rosana Paulino. Apesar de não terem nascido no Brasil, Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi são incluídos por sua importância na história da arte brasileira. A exposição também evidencia conexões diretas entre Torres García e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com nomes como Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro. Um diálogo expressivo também se estabelece com Rosana Paulino em uma das salas da mostra. Todas estas conexões revelam a atualidade da obra de Torres García e sua potência como uma obra viva que convoca à autonomia da América Latina, uma obra pioneira das premissas decoloniais, tão caras à contemporaneidade, e que têm sido invocada como ícone de pertencimento na música, no cinema e no mundo da cultura de modo geral. A América invertida (1943) está agora em exposição no CCBB Brasília. Programação de abertura A abertura da mostra, que ocorreu nessa terça-feira – 31 de março, incluiu uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso. A atividade antecipou as principais chaves de leitura da exposição e apresenta o recorte curatorial proposto, afinal,  cada cidade que recebe a mostra ganha um recorte próprio: em Brasília, as relações entre arte, cidade e espaço público são colocadas à luz, e de forma inédita, a curadoria propõe também traçar diálogos com obras e artistas da Coleção Banco do Brasil, entre eles Rubens Valentim, Maria Bonomi e Athos Bulcão, em torno desta grande celebração. A exposição reafirma a ideia de que o sul não é uma posição geográfica, mas uma postura ética e poética diante do mundo. Em São Paulo, o diálogo entre geometria

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É um pássaro, é um avião… Sim é a Supergirl!

Um dos filmes mais aguardados do ano, Supergirl acaba de ter seu trailer e pôster oficiais revelado pela Warner Bros. Pictures. Com Milly Alcock (A Casa do Dragão) no papel da protagonista e Jason Momoa (Um Filme Minecraft) dando vida ao anti-herói Lobo, o longa será o segundo da nova fase da DC Studios e chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. Rebeldia e aventura se encontram sob o olhar do diretor Craig Gillespie, para contar a história de Kara Zor-El/Supergirl (Alcock), uma jovem cuja vida foi devastada pela perda de seu planeta, Krypton. Agora, aos 23 anos, Kara terá que lidar com o seu passado ao mesmo tempo que inicia uma jornada interestelar em busca de justiça e vingança. O filme se baseia no aclamado quadrinho “Supergirl: Mulher do Amanhã” (Panini), assinado por Tom King e a quadrinista brasileira Bilquis Evely. A HQ foi indicada na categoria de Melhor Série Limitada no Eisner Awards, premiação conhecida como o “Oscar dos quadrinhos”. Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme  Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Para não perder nenhum detalhe, siga @wbpictures_br! Fotos: Divulgação

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Lúdica e saborosa: confira a Páscoa Remembear!

Manhã de encontros e afeto marca evento de que movimentou o Lago Sul.   O último sábado começou ensolarado e no clima perfeito para receber o evento de Páscoa da Remembear. Ao longo da manhã, a área externa da loja no Lago Sul se transformou em um espaço de encontros e experiências compartilhadas, reunindo clientes, amigos e muitas famílias. Com uma proposta sensível e autoral, o evento trouxe à prática o conceito de uma Páscoa minimalista, onde a simplicidade dos elementos ganhou protagonismo. Entre cenouras que pareciam brotar do ambiente e uma ambientação marcada por materiais naturais, o espaço convidava à pausa e ao olhar atento aos detalhes. As crianças foram protagonistas da manhã, se divertindo nas oficinas e explorando cada canto do ambiente com curiosidade e encantamento. Enquanto isso, adultos aproveitavam o clima acolhedor para circular, encontrar amigos e vivenciar a proposta da marca de forma leve e afetiva. “A ideia era justamente essa: criar um momento de conexão, onde as pessoas pudessem viver a Páscoa de forma mais sensível, com tempo, presença e significado”, destacou Luiza Gurgolino, diretora da Remembear. A manhã seguiu em ritmo tranquilo, com experiências que reforçaram a essência da marca, unir afeto, estética e propósito em cada detalhe. A ação contou ainda com a participação de parceiros que ajudaram a compor o ambiente e as ativações do evento, entre eles Aloha Festas, Andrea Zakarewicz, Bolo da Ivone, Bueno Móveis e Decorações, Cenário Festa, Confraternize, Fast Massagem, Glow Produções, Maria Tereza Cavalcanti, Mesa Kids, Paula Mendes, Pink Balloons, Só Usei 1x e Vinalla Vinhos. Há 23 anos no mercado brasiliense, a Remembear é uma marca que une afeto, propósito e estética em cada detalhe. Especializada em presentes e produtos temáticos, se destaca pelo cuidado na escolha dos materiais, pelas embalagens autorais e pelo compromisso em criar experiências que transmitem significado. A coleção especial de Páscoa já está disponível na loja física, além dos canais digitais da marca, como Instagram e WhatsApp. Por isso mesmo que, mais do que um evento, a Páscoa da Remembear hoje se consolidou como um encontro que traduziu, na prática, a delicadeza da celebração. Confira mais cliques de quem passou por lá feitos por este colunista/fotógrafo:

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Hipismo: Stephan Barcha revela seus segredos

Atividade acontece nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril e reúne cavaleiros e amazonas para treinamento intensivo A Sociedade Hípica de Brasília recebe, nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril, a Clínica de Salto com o cavaleiro olímpico Stephan Barcha, um dos principais representantes do Brasil no cenário internacional do hipismo. Durante três dias, cavaleiros e amazonas terão a oportunidade de participar de treinos intensivos, trocar experiências e aprimorar técnicas ao lado de um atleta que compete nos maiores eventos da modalidade no mundo. “A clínica é um momento importante de troca. Mais do que técnica, buscamos desenvolver a leitura de percurso, o tempo e a conexão entre cavalo e cavaleiro, que fazem toda a diferença em pista”, destaca Stephan Barcha. Reconhecido como um dos grandes nomes do salto brasileiro, Stephan Barcha acumula resultados expressivos em sua trajetória esportiva. Entre os destaques recentes estão o 5º lugar nos Jogos Olímpicos de Paris, a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, além dos títulos de bicampeão brasileiro Sênior Top e tricampeão do Ranking Brasileiro Sênior Top. O cavaleiro também foi o brasileiro melhor classificado no ranking da Federação Equestre Internacional (FEI) e recebeu, nos últimos dois anos, o Prêmio Brasil Olímpico na modalidade salto, reconhecimento concedido aos principais atletas do país. A clínica é voltada a cavaleiros e amazonas que buscam aperfeiçoamento técnico e aprofundamento na prática do salto, proporcionando uma experiência de aprendizado direto com um atleta de referência internacional. Serviço: Clínica de Salto com Stephan Barcha Local: Sociedade Hípica de Brasília Dias: 31 de março, 1º e 2 de abril Informações e inscrições: (61) 3245-5870   Com informações da Assessoria de Imprensa / Foto: Divulgação

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Kyoto: o burger sabor japão

Páprica Burger funde a tradição milenar japonesa com o vigor do legítimo blend de Wagyu em uma temporada que promete arrebatar o paladar brasiliense. Se existe algo que me fascina na gastronomia é a coragem de cruzar fronteiras, ainda mais quando uma das hamburguerias que mais curto na cidade decide brincar com nosso paladar. Desta vez, o Páprica Burger acaba de lançar: Kyoto, uma criação que é uma verdadeira ode à delicadeza e à profundidade da culinária japonesa, transformando o pão com carne em uma experiência de contemplação. Esse flerte com o rigor do sol nascente que traz um resultado super saboroso até nós é fruto de uma viagem dos proprietários da casa, Bruna Montanaro e Lucas Arteaga, e que serviu de inspiração para criar o sanduíche dessa temporada do Páprica e que a Coluna #PERAMBULANDO te conta já, sem mais delongas. E o que o leitor tem que saber de imediato sobre esse sanduba, que fica no cardápio por apenas três meses, é que ele é feito de um blend 100% Wagyu: a realeza bovina, dona de marmoreio invejável que entrega uma suculência quase amanteigada. Mas o “pulo do gato” está no equilíbrio dos sabores orientais: a cebola salteada no missô e saquê mirin traz aquele umami profundo, enquanto a maionese de karashi — a mostarda japonesa que flerta com o ardor do wasabi — chega para dar o choque de personalidade necessário. É a precisão de Kyoto encontrando a técnica artesanal da Páprica, tudo envelopado em um pão fofinho com gergelim. O valor do Kyoto é de R$ 67 (ou R$ 87 no combo), e uma dica de ouro para os entusiastas: você pode elevar qualquer burger do cardápio substituindo o blend tradicional pelo Wagyu por um acréscimo de apenas R$ 15. Com unidades espalhadas pelo Eixinho (204 Norte), Setor Hoteleiro Sul, Shopping Iguatemi e a recém-chegada loja em Águas Claras (Manhattan Shopping), não faltam endereços para você se render a essa fusão cultural. E se bater aquela vontade de saborear no conforto de casa, o ponto de Take Out no Lago Sul (subida da QI 23) está a postos diariamente. Ficou curioso? Então comece clicando neste link para assistir a um vídeo onde este colunista experimenta essa delícia. A seguir, comece a seguir o @papricaburger para conferir os detalhes e os horários de cada unidade, mas não perca muito tempo com o celular na mão e vá #PERAMBULANDO o quanto antes para saborear o Kyoto o quanto antes, já que temporadas assim, tão intensas e bem executadas, costumam deixar saudades antes mesmo de terminarem. É isso mesmo, o Japão nunca esteve tão perto — e tão saboroso — aqui no quadradinho.  Nos vemos no balcão? Fotos: Divulgação

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Fricções e memórias em mostras simultâneas

Com obras de Lais Myrrha e Helô Sanvoy, as exposições “Arquiteturas do Poder” e “Eiro” propõem um olhar crítico sobre as bases estruturais e históricas do país. A partir do dia 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural, em Brasília, transforma seus dois pavimentos em um espaço de potente reflexão visual e histórica. Localizado na QI 05, Chácara 10 do Lago Sul, a @cerrado.galeria inaugura, simultaneamente, as exposições Arquiteturas do Poder, de Lais Myrrha, e Eiro, de Helô Sanvoy. Embora independentes, as mostras tecem um diálogo profundo sobre os apagamentos, as memórias e as relações de trabalho e de poder que alicerçam o Brasil. Desse modo, é estabelecido uma conversa entre os artistas. É o zeitgeist, o espírito do tempo, que se manifesta, valendo-se de materiais e linguagens tão distintas. Suas obras convergem, quase por acaso, para as mesmas temáticas. Essa troca ganha ainda mais força com a presença de dois curadores de excelência, que conduzem o público por essas narrativas com clareza e sensibilidade: a historiadora e crítica de arte Ana Avelar e o pesquisador, artista e diretor artístico da Cerrado Divino Sobral. A temporada segue de portas abertas, com visitação gratuita, até o dia 9 de maio. O peso oculto da forma geométrica No térreo, sob a curadoria de Ana Avelar, Lais Myrrha apresenta Arquiteturas do Poder. A artista faz de Brasília o centro de sua investigação, colocando-a como alegoria de um Estado que se projeta racional, branco e perpétuo, mas que não considera a desigualdade social sobre a qual foi constituído. Sem buscar a invalidação do modernismo, mas recusando a reverência cega, Myrrha expõe o que as superfícies lisas e os ângulos retos de nossas construções icônicas tentam esconder o trabalho dos que construíram a cidade e a herança colonial que a capital tentou apagar. A curadora Ana Avelar destaca essa ambivalência constitutiva do modernismo nas obras da artista, onde a beleza arquitetônica seduz, mas também silencia. Séries como Estudo de Caso: Kama Sutra, Dupla Exposição, em que edifícios modernistas se sobrepõem a pinturas históricas de Debret e Portinari, e Vertebral Case, com imponentes fragmentos de colunas de concreto caídas como ruínas ósseas, convidam o visitante a medir, com o próprio corpo, o tamanho dessa utopia fraturada. A matéria, o corpo e o trabalhador brasileiro Já no piso superior, o público é recebido por Helô Sanvoy em Eiro, sua primeira mostra individual na galeria Cerrado, com curadoria de Divino Sobral. Aqui, a investigação afasta-se do concreto armado e debruça-se sobre a carga histórica e econômica dos materiais cotidianos. O artista cria atritos poéticos utilizando carvão, pó de pau-brasil, vidro estilhaçado, couro e copos americanos para falar sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado pelo capital. Divino Sobral conduz o olhar do espectador para a sutileza com que Sanvoy transforma materiais em signos. O próprio título da mostra faz referência ao sufixo latino “-eiro”, que constitui o nosso gentílico, originado da extração exploratória do pau-brasil, e nomeia tantas profissões populares, como pedreiro, boiadeiro, coveiro, lixeiro. Destacam-se obras que vão desde a utilização do vidro temperado estilhaçado em Lucidez difusa, até a instável e transparente instalação Continente, erguida com centenas de copos americanos empilhados, equilibrando a fragilidade do material e a força da memória coletiva. Dois olhares curatoriais Vale destacar que as mostras marcam também um encontro de visões curatoriais refinadas. Ana Avelar, com sua vasta experiência acadêmica e atuação focada na arte moderna e contemporânea brasileira, traz uma leitura afiada e histórica para as provocações de Lais Myrrha. Já Divino Sobral, que também é artista visual, empresta sua sensibilidade estética e poética para desdobrar as materialidades de Helô Sanvoy, construindo, juntos, uma experiência imperdível na capital federal. Quem é quem? Lais Myrrha: Sua prática artística evidencia a relação entre o lugar físico e o lugar simbólico, abordando os discursos de poder denotados por convenções espaciais e arquitetônicas. Possui obras no acervo de instituições como Pinacoteca de São Paulo, Blanton Museum of Art (EUA) e Fundação de Serralves (Portugal). Já expôs em bienais de destaque, como a 32ª Bienal de São Paulo e a 13ª Bienal de La Habana. Helô Sanvoy: Artista goiano, mestre em Artes Visuais e membro do Grupo EmpreZa. Sua pesquisa transita por desenho, vídeo, performance, objeto e instalação, explorando as qualidades plásticas e políticas de diferentes materiais. Vencedor do Prêmio Pipa (2023), possui obras em coleções de peso, como as do MAC-USP, Museu de Arte do Rio (MAR) e MARGS. Ana Avelar (Curadora): Historiadora da arte, curadora e professora universitária com foco em arte moderna, contemporânea e crítica curatorial. Realiza exposições em museus e galerias pelo Brasil e é conselheira do Prêmio Pipa. Divino Sobral (Curador): Pesquisador, artista visual, curador independente e diretor artístico da Cerrado Galeria. Com vasta produção crítica no Brasil e exterior, sua prática cruza memória, história e materialidade de maneira sensível e poética, tanto em seus textos quanto em suas próprias obras. Sobre a Cerrado Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado consolidou-se como um dos principais espaços de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria promove a circulação de artistas jovens e consagrados, investe na formação de público e fomenta novas coleções. Sua programação reúne exposições, debates e ações educativas. Pra quem curte artes-visuais!  Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) / Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília-DF / 1º de abril a 9 de maio de 2026 – Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h / Gratuita – Indicação livre / Siga: @cerrado.galeria Fotos: Divulgação

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Do revival à ópera, a arte de #PERAMBULAR por Brasília

Uma curadoria especial de eventos que unem música, fotografia, inovação gastronômica e reflexões femininas para preencher a sua agenda na capital. A música clássica ganha um contorno de força e resistência com a montagem da ópera “Irmã Angélica“, do italiano Giacomo Puccini, que protagoniza um feito raro: elenco e equipe técnica inteiramente femininos. Sob a sensível direção cênica de Hyandra L., a obra reflete sobre a opressão patriarcal e as escolhas da mulher, ambientada na clausura de um convento do século XVII. O espetáculo, que emociona pela profundidade e traz Janette Dornellas revezando o papel-título, tem apresentações neste sábado (28) às 19h e domingo (29) às 17h e 19h, no Teatro Newton Rossi do Sesc Ceilândia, seguindo depois para o Teatro Paulo Gracindo do Sesc Gama entre os dias 17 e 19 de abril. A entrada para maiores de 14 anos é gratuita mediante a doação de alimentos ou materiais de limpeza para o Carmelo Nossa Senhora do Carmo, com ingressos retirados previamente pelo Sympla.    Para quem busca uma pausa acolhedora na aceleração do cotidiano, a Referência Galeria (CLN 202, Bloco B, Asa Norte) abriga até 9 de maio a belíssima exposição fotográfica “Habitar o Interlúdio“. Com curadoria de Léo Tavares, o artista Fred Lamego convida o espectador a uma imersão introspectiva através de 37 imagens inéditas capturadas em diversas partes do Brasil e do mundo, como Tóquio, Macapá e Jerusalém, criando uma atmosfera poética onde a figura humana é apenas sugerida pelo espaço. É um verdadeiro convite à meditação visual que pode ser visitado gratuitamente de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h, com mais detalhes no perfil @referenciagaleria. A inovação tecnológica invade a cozinha neste fim de semana, dias 28 e 29 de março, com a engenhosa competição Printer Chef 2026, que ocupa o espaço Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional como parte da programação do Geek Prime. O evento é um banquete para curiosos e entusiastas, misturando a gastronomia do futuro com a cultura maker ao desafiar os participantes a criarem pratos utilizando impressoras 3D de alimentos e a obrigatoriedade de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) na receita. Uma excelente oportunidade para ver ao vivo como a ciência pode revolucionar a sustentabilidade alimentar, com todos os detalhes dessa imersão deliciosa disponíveis no site oficial do evento. Valorizando o fazer manual e a presença feminina nas artes, o Museu de Arte de Brasília (MAB) segue até o final de março com uma programação educativa especial e muito afetiva voltada para o Mês das Mulheres. O espaço oferece uma série de atividades acessíveis que abraçam desde bebês até adultos, destacando oficinas deliciosas como a de bordado em talagarça e a criação lúdica de vitrais “fake” usando arame e esmalte. Além de visitas mediadas que jogam luz sobre as trajetórias das artistas do acervo, o museu reforça seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade, permitindo que escolas e grupos agendem essas experiências gratuitamente diretamente pela plataforma Conecta. Encerrando a lista com muito balanço, a febre nostálgica tomou conta da cidade e obrigou o projeto Temporaneo a abrir uma sessão extra da consagrada banda Rod Hanna, garantindo que a grande festa siga firme até este sábado (28). Conhecida por figurinos marcantes e uma performance que revisita com maestria as eras de ouro do pop, disco e dance music das décadas passadas, a banda promete transformar a AABB (Setor de Clubes Sul) em uma imensa e sofisticada pista de dança a partir das 19h30. Voltada para maiores de 18 anos, a noitada tem ingressos a partir de R$ 180 (meia-entrada) vendidos na Bilheteria Digital, além de opções de bistrô para grupos que desejam celebrar as boas memórias musicais com conforto. Fotos: Divulgação

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