Silva e “As Melhores do Verão”

Parceria entre a Nova Birosca e o Lah no Bar vira grande comemoração de aniversário do agitador cultural Ricardo Lucas. Tem noites que são mais do que shows. São encontros. E o Festival de Verão do Silva, marcado para o dia 31 de janeiro, na Nova Birosca do Conic, nasce exatamente com esse espírito: celebrar a música brasileira, a energia do verão e, sobretudo, uma história construída com afeto, diversidade e ocupação cultural da cidade. No centro dessa grande ação está o cantor capixaba Silva, que traz a Brasília o show “As Melhores do Verão”, um repertório especial, com clima de carnaval, pensado para fazer o público cantar, dançar e se reconhecer nessa mistura irresistível de brasilidade. Mas o festival vai além do palco: ele marca também a comemoração dos 40 anos de vida e 20 anos de trajetória profissional de Ricardo Lucas, empresário e produtor cultural que há duas décadas ajuda a escrever capítulos fundamentais da noite e da cultura brasiliense. A festa, que tem seus ingressos disponíveis no site Shotgun, nasce de uma parceria inédita entre a Nova Birosca e o Lah no Bar, dois espaços que são símbolos da cena LGBT+ e da ocupação criativa do Conic. Juntos, eles transformam o coração da cidade em um território de celebração coletiva, com duas pistas, múltiplos ambientes, DJs e artistas da capital federal, criando uma experiência imersiva que dialoga com a estética e a liberdade já vistas em projetos como o Club Vittar. O verão pede Silva A turnê de verão de Silva chega embalada pelo sucesso do Bloco do Silva, projeto que rapidamente conquistou o país e já passou por diversas capitais ao lado de nomes como João Gomes, Alcione, Liniker, entre outros. Inspirado pela atmosfera do Carnaval, o show mistura axé, brasilidades dos anos 1990 e 2000 e homenagens à MPB em ritmo festivo, sem deixar de lado momentos mais afetivos da carreira do artista. No repertório, canções como “A Cor é Rosa”, “Fica Tudo Bem” e “Um Pôr do Sol na Praia” aparecem ao lado de faixas animadas que convidam o público a mergulhar de vez na estação mais quente do ano. Um show pensado para celebrar o agora, com leveza, emoção e aquela sensação boa de verão vivido intensamente. A abertura da noite fica por conta do grupo Elas Que Toquem, com seu pagodão cheio de identidade e tempero baiano, que ainda recebe a participação especial da cantora Ju Rodrigues, reforçando a força feminina nos palcos e a diversidade que dá o tom do festival. Uma história que se confunde com a cidade Celebrar Ricardo Lucas (foto abaixo) é, também, revisitar parte importante da história recente da cultura de Brasília. Ao longo de mais de 20 anos, ele construiu uma trajetória marcada por projetos que redefiniram a relação entre música, público e cidade. Passou pela extinta Boate Garagem, atuou em espaços como o Glow Lounge Bar, a Blue Space Brasília, e deixou uma marca definitiva à frente da Victoria Haus, que funcionou por 12 anos no SAAN e se tornou um dos espaços mais icônicos da noite brasiliense. Nesse percurso, assinou produções e parcerias com nomes como Anitta, Xuxa, Iza, Pabllo Vittar, Preta Gil, Karol Conká, Gloria Groove, Wanessa, Rouge, além de DJs e artistas da cena eletrônica e underground, no Brasil e fora dele. Hoje, à frente do Lah no Bar, conhecido como “o bar da escada mais famosa de Brasília”, Ricardo segue criando encontros. Mais do que um endereço, o Lah virou ponto de convivência afetiva, onde música, conversa, liberdade e diversidade se cruzam diariamente. Desse modo, o Festival de Verão do Silva surge como síntese dessa caminhada: um evento que celebra a música, a cidade, os encontros e a potência cultural do Conic. Um aniversário que vira festa coletiva, um show que vira experiência e uma parceria que reafirma Brasília como território vivo, pulsante e criativo. No fim das contas, é disso que se trata: gente, música, verão e histórias que continuam sendo escritas — de preferência, dançando.   Parabéns pra você! Festival de Verão do SILVA / Nova Birosca – Conic /  Sábado, 31 de janeiro – a partir das 20h30 / Ingressos: Shotgun   Fotos: Reprodução Instagram

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Quando Brasília vira diálogo

Exposição no MAB reúne obras históricas e contemporâneas em uma visita guiada que celebra arte, memória e liberdade. Na última terça-feira, 28, o Museu de Arte de Brasília (MAB) realizou uma visita guiada exclusiva para convidados à exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, com mediação do curador Cláudio Pereira. A atividade proporcionou um percurso aprofundado pela mostra, que reúne obras do acervo do MAB e da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira, articulando arte, memória e história na construção do imaginário da capital federal.     Durante a visita, os convidados puderam conhecer os principais eixos curatoriais da exposição, que propõe uma reflexão sensível e crítica sobre a noção de liberdade em suas dimensões estética, política, poética e histórica. O percurso parte do álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de Mário Fontenelle, e estabelece diálogos com obras de artistas fundamentais para a consolidação visual da Nova Capital, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Athos Bulcão, Marianne Peretti, entre outros, além de produções contemporâneas. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, a visita guiada reforça o papel do museu como espaço de preservação e difusão da memória da cidade. “O MAB é um espaço de celebração da arte contemporânea que conta a história da capital federal. Uma visita como essa, guiada pelo curador Cláudio Pereira, é um privilégio. Com conhecimento e sabedoria, ele nos apresenta a trajetória dessa cidade modernista, tombada como patrimônio histórico mundial”, afirmou. Já o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, destacou o momento de renovação institucional vivido pelo museu. “Essa visita marca a renovação pela qual o Museu de Arte de Brasília está passando, por meio de obras que representam a relação de Brasília com as artes visuais e o design”, ressaltou. Para o curador Cláudio Pereira, a visita representa um marco em sua trajetória no museu. “Esse momento é muito importante para o MAB, especialmente com as duas exposições que tive o privilégio de curar: ‘Diálogos da Modernidade’ e agora ‘Diálogos da Liberdade’. Contamos ainda com a doação da obra ‘Museu Imaginado’ (acima), do artista Carlos Bracher, que retrata a fachada do Museu de Arte de Brasília”, destacou. A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” permanece em cartaz até o dia 26 de fevereiro, reafirmando o compromisso do MAB com a preservação da memória artística, o estímulo ao pensamento crítico e a promoção de diálogos entre diferentes gerações e linguagens artísticas. Aproveita e já siga o @museudeartedebrasilia, e não deixe de conferir alguns cliques de quem participou dessa visita guiada, pelas lentes desse colunista/fotógrafo: Fotos: Gilberto Evangelista

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“À Beira do Sol” em cartaz no CCBB

Atração integra a Ocupação Os Buriti – 30 anos e fica em cartaz até domingo (25). A Cia. Os Buriti está em cartaz de 22 a 25 de janeiro (quinta a domingo) com o espetáculo “À Beira do Sol” (classificação livre), no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). A peça integra a Ocupação Os Buriti – 30 anos, que celebra três décadas do grupo. O espetáculo fica em cartaz na quinta e sexta (22 e 23), às 19h; e no sábado e domingo (24 e 25), com sessões às 16h. A sessão do dia 23 tem interpretação em Libras. Os ingressos estão disponíveis no site do CCBB Brasília e na bilheteria do CCBB. “À Beira do Sol” é um solo interpretado por Naira Carneiro, que também assina a direção e a dramaturgia juntamente com Duda Rios (Cia Barca dos Corações Partidos). A montagem propõe uma imersão poética no universo da loucura e do inconsciente. A criação se inspira nos artistas Arthur Bispo do Rosário e Profeta Gentileza, e também nos relatos da psiquiatra Nise da Silveira. A peça é apresentada em sessão extra em 22 de janeiro (quinta), às 19h. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria física do CCBB e no site. A obra acompanha a trajetória de Arian, que ouve vozes dizendo que o Astro Rei vai se pôr para nunca mais voltar. Ela, então, passa a vigiar o Sol para impedir que o mundo fique para sempre na escuridão. O espetáculo recebeu 19 indicações a prêmios nacionais, como a de melhor espetáculo infantil pelo Prêmio APTR (Associação de Produtores de Teatro) e a de melhor atriz no Prêmio CBTIJ. Ocupação Além de “À Beira do Sol”, a Ocupação Os Buriti – 30 anos apresenta ainda os espetáculos “Cantos de Encontro” (classificação livre). “Depois do Silêncio” (foto acima – classificação 12 anos), que fica em cartaz nos fins de semana de 30 de janeiro a 1º de fevereiro e de 6 a 8 de fevereiro, com sessões sempre às 19h. As entradas podem ser adquiridas na bilheteria física do CCBB e no site. Com direção artística e coreografia de Eliana Carneiro, a atração se baseia em fatos reais da vida da menina Helen Keller (1880-1968), que perde a visão e a audição com poucos anos de idade e passa a viver em um mundo totalmente apartado até a chegada da professora Anne Sullivan. A partir desse encontro, Anne inicia a árdua tarefa de ensinar libras tátil e possibilitar que Helen aprenda a se comunicar com o mundo exterior. A montagem tem no elenco Camila Guerra e Naira Carneiro, que interpretam Anne Sullivan e Helen Keller, e Renata Rezende, atriz surda, que apresenta ao público um contexto atual e autobiográfico, criando um contundente diálogo paralelo entre as personagens de 1890 e os dias de hoje. A peça é bilíngue, encenada em português e em Libras pelas próprias atrizes, o que a torna acessível para pessoas surdas. Já “Cantos de Encontro” tem sessões nos dias 31 de janeiro, 1º, 7 e 8 de fevereiro, sempre às 16h, com venda de ingressos na bilheteria física do CCBB e no site do CCBB. Voltado para crianças de todas as idades, o espetáculo apresenta canções autorais, histórias, dança e manipulação de bonecos. Em cena, quatro intérpretes apresentam diferentes ritmos da música popular brasileira, em uma montagem que já encantou públicos no Brasil e no exterior, com passagens por 40 cidades brasileiras e seis países europeus. Três décadas Criada em 1995 por Eliana Carneiro, a Cia Os Buriti – Teatro de Dança se dedica à criação de espetáculos para todas as idades, unindo diferentes linguagens artísticas. A companhia é formada pela diretora e atriz Eliana, seus filhos Naira Carneiro e Guian Carneiro, pelas atrizes Camila Guerra e Renata Rezende e pelos músicos Jorge Brasil, André Togni, Daniel Pitanga, Marília Carvalho, Diogo Vanelli e Carlos Frazão. Ao longo de sua trajetória, o grupo criou 16 espetáculos autorais, gravou três álbuns musicais, lançou três livros infantis, produziu dois curtas-metragens e 14 videoclipes. Desde 2020, realiza ações artísticas e educacionais contínuas no Espaço Cultural Casa Buriti. A companhia já se apresentou em diversas cidades brasileiras e em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, França, Áustria, Grécia, Índia, México, Paraguai e Romênia, participando de importantes festivais e encontros de teatro, dança e música. Parceria O Centro Cultural Banco do Brasil e a Cia. Os Buriti mantêm uma parceria sólida desde 2006, com a montagem do espetáculo “Cordas e Contos“. Em 2016, essa união foi reafirmada com o espetáculo “Kalo – Filhos do Vento“. Em seguida, a companhia foi convidada a conceber e realizar a instalação e a performance de abertura do Museu Permanente do CCBB. Foi no palco do Centro Cultural que os últimos espetáculos da companhia, “À Beira do Sol” e “Depois do Silêncio“, tiveram suas estreias. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Partiu Teatro? “À Beira do Sol” / 16 a 25 de janeiro – sextas às 19h; sábados e domingos às 16h / Sessão extra em 22 de

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Vai começar o Em Casa Brasília

Festival de arte, encontros e experiências ao ar livre abre oficialmente neste sábado com a festa Benção Brasília. Brasília ganha um novo ponto de encontro cultural a partir deste sábado, 24, com a abertura oficial do Festival em Casa Brasília, uma ocupação urbana artística e cultural temporária que nasce no antigo Pesque e Pague da Lagoa dos Patos, dentro do Parque da Cidade. O projeto propõe a revitalização afetiva e criativa de um espaço que estava adormecido, devolvendo vida ao local por meio de arte, cultura, festas, encontros e experiências ao ar livre. Idealizado a partir de encontros entre amigos, o Festival em Casa Brasília surge do desejo dos sócios João Felipe Maione e Victor Braga de criar um espaço onde o público se sinta acolhido, livre e pertencente. A proposta é simples: ocupar com respeito, criatividade e cuidado um lugar esquecido, ativando-o por um período determinado com programação cultural diversa. “O Festival em Casa nasce do desejo de devolver vida a um espaço que sempre esteve ali, mas que precisava de afeto, presença e criatividade. A gente acredita na ocupação como forma de cuidado, encontro e celebração da cidade e das pessoas que fazem Brasília pulsar”, afirma Victor Braga. O projeto se apresenta como “a casa dos produtores da cidade”, um espaço aberto para receber festas, coletivos e iniciativas culturais que já movimentam a cena brasiliense. Sem rótulos, o Festival em Casa Brasília mistura linguagens, ritmos, estilos e públicos, criando um ambiente plural, descolado e genuinamente conectado à identidade da capital. Inspirado na ideia de uma casa de cabeça para baixo, o espaço propõe novas formas de ocupar e viver a cidade. O conceito atravessa tanto a curadoria quanto a cenografia do espaço, simbolizando a inversão de perspectivas e a busca por novos caminhos para celebrar, conviver e criar. Durante o período da ocupação, o público poderá vivenciar uma programação diversa, que inclui festas e encontros musicais, picnics, feiras criativas e gastronômicas, intervenções artísticas, cenografia autoral e ações promovidas por coletivos culturais da cidade. Tudo pensado para valorizar a brasilidade, os afetos, as cores e a potência criativa de Brasília. A primeira festa, “Bença Brasília”, acontece no sábado, 24 de janeiro, às 18h, e marca oficialmente o início do projeto. Um gesto de saudação à cidade, ao parque e às pessoas que fazem Brasília pulsar, pedindo licença para ocupar, cuidar e transformar o espaço com alegria, respeito e pertencimento. No estacionamento 10 do Parque da Cidade, a batida convida o público a embarcar em uma viagem pelas nossas raízes e misturas, ao som de música urbana, afrohouse, brasilidades e sons que atravessam o Brasil. No domingo, 25 de janeiro, a programação continua a partir das 15h, com o Pic Nic Samba da Tia Zélia, que convida o público a estender a canga, chamar os amigos e curtir uma tarde ao ar livre cheia de afeto e brasilidades. A trilha sonora fica por conta do Samba da Tia Zélia, que recebe Jess Ullun e convidados, transformando o gramado em uma grande comemoração coletiva. E aí, vamos nessa?  Festival em Casa Brasília / Parque da Cidade – antigo Pesque e Pague da Lagoa dos Patos (estacionamento 10) / 24 de janeiro (sábado) e 25 de janeiro (domingo) / Ingressos Benção Brasília & Pic Nic Samba da ia Zélia  / Siga: @festivalemcasabrasilia   Fotos: Divulgação

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Partiu Marsha Trans Brasil!

Ato político-cultural tem participações das deputadas Erika Hilton e da cantora Pepita neste domingo. Em sua terceira edição, a Marsha Trans Brasil ocupa o centro de Brasília no dia 25 de janeiro. Organizada pela Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) e pelo Ibrat (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades), a manifestação político-cultural tem sua concentração em frente ao Congresso Nacional, a partir das 13h, seguida por uma caminhada que segue até o Museu Nacional da República. Entre as participações confirmadas estão a deputada federal Erika Hilton e a cantora Pepita. Para reverberar a voz da população transexual brasileira, a Marsha recebe a participação de pessoas trans da política, do ativismo e da cultura, além de caravanas de ativistas vindas de diversos estados. Participam da manifestação a cantora Pepita, a deputada federal Erika Hilton (SP), as deputadas estaduais Linda Brasil (SE) e Dani Balbi (RJ) e as vereadoras Amanda Paschoal (São Paulo), Juhlia Santos (Belo Horizonte) e Natasha Ferreira (Porto Alegre). Como aliados da causa trans, participam a deputada federal Erika Kokay (DF) e o deputado distrital Fábio Felix (DF), além de representantes de ministérios do governo federal. Para a presidenta da Antra, Bruna Benevides, a programação da Marsha Trans Brasil 2026 expressa uma grande construção coletiva. “São mais de 65 entidades unidas, compostas por movimentos sociais nacionais e locais, sindicatos, organizações internacionais e ativistas comprometidos com a defesa dos direitos das pessoas trans e travestis”, detalha. A manifestação tem como eixo central o enfrentamento ao genocídio de pessoas trans e travestis e a garantia do direito à vida. A organização defende o direito ao nome, à identidade de gênero e ao reconhecimento legal pleno, além da imediata publicação do Paes Pop Trans (Programa de Atenção à Saúde da População Trans). As pautas levantadas abarcam ainda a inclusão e a permanência de estudantes trans na educação, com a implementação de cotas em universidades, institutos federais e concursos públicos, além de programas de acesso e qualificação para o mercado de trabalho formal. Completam as pautas o enfrentamento à transfobia no sistema de Justiça e na segurança pública, a proteção de pessoas trans em contextos de migração e refúgio, o combate à agenda antitrans e a valorização do acúmulo histórico dos movimentos sociais trans como base para soluções políticas. Programação A edição 2026 da Marsha Trans, grafada assim em homenagem a Marsha P. Johnson, referência trans global, tem como tema “Brasil soberano é país sem transfobia”. A pauta reforça o papel das entidades que defendem os direitos das pessoas trans como um espaço de denúncia, memória, resistência e proposição. Para isso, as entidades realizadoras preparam uma programação de atividades de 24 a 27 de janeiro. No dia 24 (sábado), é realizada a Jornada Ibrat, às 9h, e o Bailinho Trans, às 15h. No domingo (25), a concentração para a Marsha começa às 13h, em frente ao Congresso Nacional, com a caminhada às 17h, seguida pelo show da cantora Pepita e apresentações de DJs no Palco Marsha Trans Brasil, a partir das 19h, na área externa do Museu Nacional da República. A programação de domingo é encerrada com o after da Marsha, com karaokê, no Lah no Bar. Na segunda-feira (26), é promovido o Fórum Nacional de Marchas Trans, às 9h, e o Fórum Nacional de Transmasculinidades Negras e Periféricas, às 10h. No turno da tarde, às 14h, é apresentado o Seminário Ativismos e Famílias em Defesa das Juventudes Trans. Às 17h, é celebrada a Visibilidade Trans Nacional no Ministério dos Direitos Humanos, e às 18h é lançado o Dossiê da Antra 2026, que compila dados sobre violências cometidas contra a população trans em todo o Brasil. Veja a programação completa24 de janeiro 9h – Jornada Ibrat (St. Paul Plaza Hotel) 15h – Bailinho Trans (Teatro dos Bancários) 25 de janeiro 13h – Marsha Trans (em frente ao Congresso Nacional) 19h – Shows com Pepita e DJs (Museu Nacional da República) 22h – After da Marsha + Karaokê (Lah no Bar) 26 de janeiro 9h – Fórum Nacional de Marchas Trans (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 10h – Fórum Nacional de Transmasculinidades Negras e Periféricas (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 14h – Seminário Ativismos e Famílias em Defesa das Juventudes Trans (Câmara dos Deputados, Anexo 2) 17h – Visibilidade Trans Nacional no Ministério dos Direitos Humanos e lançamento do Dossiê da Antra 2026 (Auditório do Ministério dos Direitos Humanos) 27 de janeiro 10h – Seminário Educação para Transformar (Sede da OAB-DF, Auditório José Paulo Sepúlveda Pertence) Siga: @marshatransbr  Fotos: Divulgação / Reprodução Instagram

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Quem gosta de saquê, levanta a mão!

Noru Sushi aposta em carta especial, festival de degustação e drinks criativos para celebrar o universo dessa bebida enigmática e surpreendente. Quando se fala em gastronomia japonesa, muita gente pensa imediatamente em sushis e sashimis. Mas hoje, a Coluna #PERAMBULANDO chega para lembrar a todos que, no Noru Sushi (lá no Noroeste), a experiência vai muito além do prato: o restaurante transformou o saquê no grande astro da casa, com uma carta cuidadosa e cheia de personalidade. Conhecido no Japão como nihonshu – literalmente “álcool japonês” – o saquê carrega mais de dois milênios de história. Feito basicamente de arroz polido, água pura, leveduras e do famoso fungo koji, ele é resultado de um processo artesanal delicado, quase ritualístico. Aliás, um detalhe curioso: a qualidade da água utilizada na produção é tão importante quanto o tipo de arroz. Não por acaso, muitas fábricas de saquê no Japão ficam próximas a fontes naturais consideradas sagradas. Com teor alcoólico que varia entre 13% e 16%, a bebida é versátil e cheia de nuances. Pode ser servida gelada, em temperatura ambiente ou até aquecida, escolha que muda completamente a percepção de aromas e sabores, a preferida deste colunista, por se revelar em uma verdadeira viagem sensorial para ser apreciada sem pressa. No Noru, essa tradição ganha ares contemporâneos. O cliente pode optar pela dose ou pela garrafa e explorar rótulos cuidadosamente selecionados, como o conceituado Houou Suishin Junmai Daiginjo, o Hakushika Junmai Yodan Jikomi, entre outros destaques da carta. Os valores das doses variam de R$ 34,81 a R$ 59,81, enquanto as garrafas vão de R$ 169,81 até R$ 6.000,81, contemplando desde opções acessíveis até verdadeiras joias da enologia japonesa. Para quem gosta de experimentar sem compromisso, a casa oferece ainda o Festival de Saquês. Por R$ 129,81 por pessoa, é possível degustar cinco rótulos especiais: Hakushika Kura Pack, Hakushika Josen Honjozo tradicional, Hakushika Yamadanishiki Honjozo, Hakushika Tokusen Yamadanishiki Junmai e Ozeki Nigori. Um convite perfeito para descobrir novos aromas, texturas e estilos. E engana-se quem pensa que o saquê só brilha puro. No balcão do bar, ele vira estrela de drinks autorais cheios de criatividade. Entre os mais pedidos estão o Noru (R$ 37,81), com saquê, vinho branco, syrup de toranja, limão e tônica pink lemonade; o irreverente Yakuza (R$ 42,81), que mistura lichia, Cointreau e um toque de flor de sal; e o surpreendente Moscow Izu (R$ 38,81), releitura do clássico Moscow Mule com espuma de wasabi. A carta ainda traz o delicado Akari (R$ 34,81), com gin, saquê e limão siciliano; o exótico Yoru Yuzu (R$ 42,81), que leva purê de yuzu; além do shot exclusivo Kenji (R$ 19,81), combinação inusitada de saquê, cranberry e gotas de teriyaki. Para os fãs de brasilidade com toque oriental, as Caipisaquês aparecem em sabores como caju, kiwi, lichia, limão, limão siciliano, melancia, morango e seriguela, com preços entre R$ 32,81 e R$ 34,81. Assim, o Noru Sushi prova que o saquê é muito mais do que um simples acompanhamento: é cultura, tradição e criatividade engarrafadas. Para quem aprecia a gastronomia oriental, ou simplesmente gosta de brindar a vida com algo diferente, o endereço se tornou parada obrigatória em Brasília.   Tim-tim oriental! Festival de Saquês do Noru Sushi / CLNW 10-11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste / segundas – 18h às 23h; terça a sábado – 12h às 23h30; domingo – 12h às 23h / Reservas e informações (61) 99554 0336 / Siga @norusushi Fotos: Divulgação

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 “O Reinado do Riso” na CAIXA CULTURAL

Mostra explora o humor presente nas manifestações das culturas populares. De 19 de janeiro a 29 de março de 2026, a exposição “O Reinado do Riso” apresenta, na CAIXA Cultural Brasília, diversas obras que revelam a presença do riso e da comicidade nas festas e brincadeiras populares brasileiras. Com entrada gratuita, a mostra é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre a CAIXA e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para viabilizar exposições, palestras, eventos educativos e ações inclusivas. ​A exposição reúne textos, uma incrível coleção de fantasias, mamulengos, fantoches, esculturas em madeira, pinturas e fotografias para mostrar como o riso e a brincadeira ajudam a manter vivas múltiplas tradições populares, como Carnaval, Folia de Reis, Bumba meu Boi, circo, teatro de bonecos, literatura de cordel, entre outras. Além disso, a mostra evidencia como a comicidade pode ser uma forma de denúncia, resistência e crítica.​ O Reinado do Riso tem curadoria do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), unidade especial do Iphan, e foi realizada em 2012, no Museu de Folclore Edison Carneiro do CNFCP, no Rio de Janeiro. Nesta remontagem com nova expografia, após passar por Brasília, a mostra seguirá itinerante até fevereiro de 2028, passando pelas unidades da CAIXA Cultural de Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. Quem vai? O Reinado do Riso / CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília (DF) / De 20 de janeiro a 29 de março – terça a domingo – 9h às 21h / Entrada gratuita / Livre / Mais Informações @caixaculturalbrasilia – site oficial  Fotos: Divulgação

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Coquetel marca início do Liquidecora

Começou a uma das mais esperadas liquidações de início de ano com descontos de até 50% em móveis, objetos e acessórios, bem como a mostra de ambientes assinados por arquitetos e designers, inspirando novas formas de viver e decorar a casa. De 16 de janeiro a 22 de fevereiro, o Casapark realiza a primeira edição do Liquidecora Casapark 2026, reunindo descontos de até 50% em móveis, objetos e acessórios de decoração. Com o conceito “Sua casa, sua cara com até 50% off”, a campanha convida o público a transformar os ambientes do lar aproveitando vantagens como frete grátis, pronta-entrega e condições especiais de pagamento. É a oportunidade ideal para renovar a casa com estilo, economia e produtos de qualidade. Paralelamente à campanha promocional, acontece, na Praça Central, a Mostra Liquidecora + Casapark Prime 2026, com ambientes assinados por seis escritórios de arquitetura e design de interiores convidados pelo programa de relacionamento do shopping, referência em mobiliário e complementos para a casa. Participam da mostra Cecília Herculano, responsável pelo Quarto de Casal; Renata Ciccarini, que assina o Home Office; o Studio Freijó — formado por Natalie Tramontini e Thalita Gonçalves — à frente do Living do Colecionador; e o Studio Vanguarda, representado por Matheus Silva, com a Sala de Estar. O Loft de Solteiro é assinado pela Traama Arquitetura, com Ana Luiza Veloso e Amanda Saback, enquanto o Espaço Gourmet fica sob responsabilidade da Orla Arquitetura, formada por Isabella Souza e Carla Monza. Um dos destaques da edição é o Living do Colecionador, que apresenta soluções alinhadas a uma das tendências mais relevantes da arquitetura de interiores contemporânea. “A Mostra Liquidecora + Casapark Prime é dinâmica e nos permite inovar, incorporando espaços que refletem as novas formas de morar dos brasileiros”, afirma Carol Valença, gerente de marketing do Casapark. “Nesta edição, incluímos o Living do Colecionador, uma tendência mundial que cresce com velocidade surpreendente no Brasil.” A arte como conceito e forma de expressão atravessa todos os ambientes da mostra, seja por meio de obras, seja na concepção dos espaços. Integrada aos projetos de interiores, ela amplia o significado dos ambientes e cria diálogos entre forma, função, materiais e luz. Essa presença fortalece a identidade dos projetos e promove experiências mais sensíveis, acolhedoras e conectadas ao modo de viver contemporâneo. Confira abaixo cliques de César Rebouças de algumas das pessoas que prestigiaram a abertura do evento, que aconteceu nessa sexta-feira (16), na praça central do mall:   Vamos decorar o lar? Mostra Liquidecora + Casapark Prime 2026 / Praça Central do Casapark / Visitação 16/01 a 22/02 – segunda a sábado – 10h às 22h, domingo – 12h às 20h / Gratuita / @casapark

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“Verão Sem Fim” só no Bali Park

Parque aquático traz até 31 de janeiro uma programação esportiva gratuita como futevôlei, vôlei de praia, hitbox, treino funcional e muito mais.   Atenção você que está de férias em pleno verão na capital federal. A Coluna #PERAMBULANDO avisa que o Bali Park decidiu entrar no clima da estação mais quente do ano com muitas atividades para o público nas férias. É o “Verão Sem Fim” que apresenta uma programação especial para movimentar ainda mais os fins de semana de janeiro em meio as muitas atrações oferecidas pelo parque aquático situado às margens do Lago Corumbá IV, em Luziânia, Goiás (a 80 km de Brasília). O projeto traz o Verão Bali Fit, que acontece até 31 de janeiro, aos sábados e domingos, reunindo atividades esportivas na areia, bem-estar, música e lifestyle praiano e transformando-se em um ponto de encontro para quem busca manter a rotina ativa durante o verão, com a proposta de unir saúde, diversão e experiências ao ar livre. As atividades acontecem pela manhã ou no final da tarde e têm duração média de 45 a 60 minutos, proporcionando momentos de movimento e conexão com a natureza. Entre as modalidades oferecidas ao longo do mês estão futevôlei, vôlei de praia, hitbox, treino funcional/HIIT na areia e fit dance, com aulas conduzidas por profissionais convidados e nomes reconhecidos do universo fitness. Programação por fim de semana Nos dias 17 e 18 de janeiro, o Verão sem Fim continua sob o tema Bali Fit. O sábado conta com treino funcional na areia e aulão de fitdance, enquanto o domingo traz aulão de futevôlei e smart alonga, reforçando a proposta de equilíbrio entre intensidade e bem-estar. Já no quarto final de semana, dias 24 e 25 de janeiro, o Bali Park promove a Sunset Experience, com atividades pensadas para o fim do dia. No sábado, acontecem aulas de hitbox e aulão de fitdance. No domingo, a programação inclui smart alonga e vôlei de praia recreativo, em um clima mais leve e descontraído. O encerramento do Verão Sem Fim acontece no sábado, 31 de janeiro, com um aulão coletivo que reúne diferentes modalidades, como hitbox, treino funcional e smart alonga, celebrando o fim da programação com uma experiência integrada e dinâmica. Sobre o Bali Park Com capacidade para atender até 4 mil pessoas por dia, o Bali Park abriga a maior praia artificial da América do Sul como atração principal. São 10.500 toneladas de areia e 4,5 milhões de litros de água que passam por um tratamento automatizado que faz a leitura da quantidade de cloro sem ação humana e a filtragem a cada quatro horas antes de retornar para as piscinas. Além dos 24.750m² de areia de praia branca e macia, o parque aquático tem ainda a piscina com ondas – que conta com 4.600 metros de lâmina d’água – e uma Ilha Kids. Com o slogan de “um mundo mágico para explorar”, o Bali Kids abriga um playground lúdico em águas rasas, e foi projetado especialmente para unir segurança e diversão. Ele oferece jatos e fontes interativas, toboáguas coloridos e seguros. São três toboáguas e quatro escorregadores infantis, 383 bicos interativos e uma super rampa. Aos aventureiros, o Bali Park oferece diversas atrações de experiência única: voo panorâmico na Mega Tirolesa, em que até quatro pessoas podem descer simultaneamente; o Aqua Bike, um passeio de bicicleta sobre as águas; o balanço panorâmico com lançamento motorizado e 26 metros de altura; aulas de surf na piscina de ondas; Escabali, uma parede de escalada outdoor; e o Fly Bike, um passeio de bicicleta em uma tirolesa a 50 metros de altura Há, ainda, a Burle Experience, uma experiência radical localizada em uma estação flutuante sobre as águas do Corumbá, que disponibiliza atividades como caiaque, stand up paddle ou wakeboard no primeiro cable park em lago aberto do Brasil. A estrutura conta também com cinco quadras de areia para a prática de modalidades como beach tennis, futevôlei e vôlei de praia, além de dois bares molhados, dois bares secos, diversas opções de alimentação e o restaurante principal para até 750 pessoas. Vamos cuidar do corpo! “Verão Sem Fim” / Bali Park -Rodovia Lucena Roriz, S/N, Lago Corumbá IV, Luziânia (GO) / Mais informações (61) 3033-1030 – @balipark Fotos: Divulgação

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Arroz, afeto e tradição no coração de Brasília

Com menu criativo e harmonizações cuidadosas, Festival de Risoto do Lucca segue até o fim de fevereiro no complexo Brasil 21. Vem ver essa dica deliciosa da Coluna #PERAMBULANDO!   Poucos pratos traduzem tão bem a alma da gastronomia italiana quanto o risoto. Cremoso, reconfortante e versátil, ele atravessou séculos como símbolo de tradição, técnica e afeto à mesa. E foi justamente essa paixão pelo arroz arbóreo que conquistou o público brasiliense e levou o Lucca Restaurante, no complexo Brasil 21, a tomar uma decisão certeira: prorrogar seu elogiado Festival de Risoto até o fim de fevereiro. O evento, que inicialmente aconteceria apenas nos meses de novembro e dezembro, segue agora firme e forte às sextas e sábados, sempre no jantar. A proposta continua irresistível: degustação de cinco receitas especiais por R$ 90, uma verdadeira viagem pelos sabores do norte da Itália sem sair da capital federal. “Estender o festival é a nossa forma de agradecer aos nossos clientes e continuar celebrando a culinária italiana”, comenta o chef Miguel Ojeda, responsável por comandar as panelas e manter o padrão que já virou marca registrada da casa. O cardápio do festival foi pensado para agradar tanto os puristas quanto os amantes de versões mais criativas do prato. Entre as estrelas do menu estão o leve e colorido Risoto Mediterraneo, com abobrinhas e berinjelas salteadas; o delicado Risoto de Aspargos; o marcante Risoto Veneto, preparado com funghi seco hidratado em vinho tinto; o encorpado Risoto al Ragù di Manzo, feito com ragu de ossobuco; e o sofisticado Risoto di Gamberetti, que leva camarões salteados no vinho branco, molho de tomate e finalização com pesto. Para completar a experiência, a harmonização também recebe atenção especial. A carta de vinhos, elaborada pelo sommelier Gabriel Cunha Campos, reúne rótulos selecionados com predominância de importações da Del Maipo, além de opções em meia garrafa e vinhos servidos em taça, ou seja, um convite para brindar cada garfada. Para quem ama a culinária italiana Festival de Risoto / Lucca Restaurante, Brasil 21 Suítes – SHS, Quadra 6, Conjunto A, Bloco F, 1º andar / Buffet de segunda a sexta, das 12h às 15h – À la carte de segunda a sábado, das 19h às 23h / Cortesia: três horas de estacionamento grátis / Mais informações (61) 9 9257-3968 – @lucca_restaurante Fotos: Reprodução/Instagram

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