Fronteiras sem sinal? Nunca mais!

Primeira da América do Sul com Wi-Fi em aviões de grande porte, LATAM conecta seus passageiros ao mundo durante todo o trajeto. Sair #PERAMBULANDO também pode ser pelos ares, cruzando oceanos e continentes. E esse tipo de experiência que todo mundo gosta acaba de ganhar um novo ritmo. Imagine a cena: você se acomoda na poltrona, o aviso de cintos se apaga e, enquanto as nuvens desfilam pela janela, você decide como quer que o seu tempo passe. Pode ser uma maratona cinematográfica com o novo filme da franquia Avatar, no Disney+, ou atualizando os episódios da nova temporada de One Piece, na Netflix. Se a ideia for relaxar, nada como dar o play no recém-lançado álbum “EQUILIBRIVM”, da Anitta. Seja qual for sua escolha, tudo isso agora ganha o reforço de uma conectividade que nos mantém ancorados ao que importa, mesmo a 35 mil pés de altitude. A novidade vem com o anúncio do Grupo LATAM, que acaba de realizar o primeiro voo de longa distância com Wi-Fi a bordo em um Boeing 787-9. Com um investimento ambicioso que ultrapassa os US$ 60 milhões, a companhia inicia a implementação gradual de internet em sua frota de aeronaves de corredor duplo. O plano é robusto: equipar mais de 60 aviões entre 2026 e 2028, transformando jornadas para a Europa, Américas, Oceania e África em experiências muito mais próximas e humanas. Como define Paulo Miranda, Vice-Presidente de Clientes do Grupo, o marco alinha o voar às expectativas do mundo atual, onde estar conectado é parte essencial do nosso bem-estar. O que muda para o passageiro A partir deste mês, quem embarcar na primeira aeronave Boeing 787-9 já equipada sentirá a diferença de imediato. O passageiro poderá utilizar um serviço gratuito de mensagens, garantindo que o contato com a família ou o trabalho não seja interrompido pelo embarque. Mas é apenas o começo: em breve, a experiência será ampliada para que associados LATAM Pass possam trabalhar online, navegar livremente e marcar presença nas redes sociais durante todo o trajeto. Essa conectividade de alta velocidade e baixa latência — fruto de uma tecnologia via satélite de ponta — chega para complementar a já premiada plataforma LATAM Play. São mais de 300 filmes, 1.000 episódios de séries e 800 álbuns de música ao alcance das mãos. A expansão do Wi-Fi se une à renovação completa das cabines e às novas suítes da classe Business, elevando o padrão de conforto em rotas icônicas como São Paulo–Londres, Santiago–Sydney e Lima–Madri. Bastidores e Liderança Vale destacar que a LATAM já é veterana na conectividade em voos domésticos, com Wi-Fi em mais de 95% de suas aeronaves de corredor único, atendendo a mais de 18 milhões de passageiros. Agora, ao levar essa tecnologia para os gigantes Boeing, torna-se a primeira companhia sul-americana a oferecer o serviço nesse tipo de aeronave. Além do ganho para quem viaja, a tecnologia aprimora os processos internos, permitindo comunicação em tempo real da tripulação com o solo e otimização de rotas, refletindo em segurança e eficiência. O fato é que a LATAM Airlines S.A. possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A321neo, A320, A320neo e A319. Ela e suas afiliadas são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, África, Estados Unidos e o Caribe.  O grupo é formado ainda pela LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil, possuindo uma frota combinada de 21 aeronaves de carga. Essas afiliadas de carga contam com acesso as aeronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes. Quer saber mais e ficar ligadinhos nas novidades e curiosidades sobre a cia aérea? Siga @latambrasil! Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Reprodução

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Partiu 4a edição do Festival Viva Brasília!

Entre 07 de abril a 10 de maio, as unidades Mané Mercado comemoram o aniversário de Brasília com a mais uma edição do festival que tem sabor de quero mais.   Em 21 de abril, Brasília completa 66 anos de muita história e memória gastronomia afetiva. Os icônicos restaurantes que fizeram e ainda fazem parte das lembranças da capital são o tema do Festival Viva Brasília de 2026 no Mané Mercado – que esse ano traz o festival nas duas unidades: Plano Piloto e Águas Claras. Então se prepare para sair #PERAMBULANDO entre os dias 07 de abril a 10 de maio pelas operações do complexo gastronômico que criaram pratos especiais em homenagem a casas que fizeram história na gastronomia brasiliense. E as homenagens também se estendem à música, com o rock brasiliense ambientando os dias de festival. Acha que acabou? Nas duas unidades, os clientes poderão participar de uma ação com uma roleta de prêmios que vai sortear desde Day Use da brinquedoteca até vouchers de consumo de R$100. Confira os pratos trazidos por cada uma das operações: Águas Claras BSB Grill: em homenagem ao Picanhas do Sul, a casa traz uma picanha acompanhada de arroz carreteiro, feijão tropeiro e batatas fritas (R$269 – serve de 2 a 3 pessoas); Café e um Chêro: o Pão Xique (R$35) vem para homenagear o Xique Xique, com pão francês com carne de sol, queijo coalho, vinagrete e maionese da casa; Casa Mar: para homenagear o Bahea, a casa traz a Moquequinha de Peixe e Camarão (R$86), preparada no leite de coco e dendê, Peixe e camarões frescos no leite de coco e dendê, com pimentões, cebola, tomate e coentro. Acompanha arroz branco, farofa crocante e pirão; Fina da Baco: o Rosbife do Claude (R$69,80) homenageia a Toca do Chopp – Claude Capdeville, com Rosbife ao molho de cebola roxa, vinho tinto, manjericão e champignon com fettuccine na manteiga de açafrão (foto abaixo); Gatto Nero: a casa homenageia sua icônica unidade do Lago Sul com o Paglia e Fieno (R$80) ao molho quatro queijos, Paglia e Fieno (massa de fio artesanal verde e branca), ao molho quatro queijos, acompanhada de picadinho de filé mignon ao molho madeira com champignon; Kazu: o Tataki de Salmão (R$64,90), com cubos de salmão fresco com limão, shoyu especial e azeite, finalizados com cebolinha e cebola roxa picada, vem para homenagear o Nippon (foto de capa); O Popular: o homenageado da vez é o Bar Beirute, com o Baby Beef à Samunique (R$59), um baby beef grelhado, gratinado com creme de queijo, acompanhado de batata palha e arroz com ervilhas; Ricco Burger: mais um ano, a Ricco vem homenageando a tradicional hamburgueria com o Truc’s (R$59), pão recheado com filé mignon, mussarela, ovo, bacon, alface e tomate, finalizado com maionese da casa; Tudo do Porco: O Nhoque de batata-baroa ao ragu de linguiça Blumenau, creme azedo  e queijo parmesão e crocante de pão (R$79,90) foi pensado para homenagear a Charcutaria Egons. Plano Piloto Café e um Chêro: o Pão Xique (R$39) vem para homenagear o Xique Xique, com pão francês com carne de sol, queijo coalho, vinagrete e maionese da casa; Casa Baco: o Rosbife do Claude (R$69,80 – no prato ou para petiscar) homenageia a Toca do Chopp – Claude Capdeville, com Rosbife ao molho de cebola roxa, vinho tinto, manjericão e champignon com fettuccine na manteiga de açafrão; Casa Mar: para homenagear o Bahea, a casa traz a Moquequinha de Peixe e Camarão (R$86), preparada no leite de coco e dendê, Peixe e camarões frescos no leite de coco e dendê, com pimentões, cebola, tomate e coentro. Acompanha arroz branco, farofa crocante e pirão (foto abaixo); De Paulina: em homenagem ao Romano’s, Strogonoff Romano’s (R$77,90) com filé mignon tradicional da casa com cogumelos paris frescos salteados. Acompanha arroz jasmin e batata palha caseira; Mahalo Poke: homenageando o Kojima, a casa traz o Shakemaki de Camarão (R$39,90),  um tempurá de camarão e cream cheese envolto por lâmina de salmão maçaricada, molho tarê e gergelim; O Popular: o homenageado da vez é o Bar Beirute, com o Baby Beef à Samunique (R$59), um baby beef grelhado, gratinado com creme de queijo, acompanhado de batata palha e arroz com ervilhas; Perdomo Doces: em homenagem à baunilha do Cerrado, a Perdomo preparou o Gelato Baunilha do Cerrado (R$35), servido em casquinha artesanal da casa e finalizado com brigadeiro de chocolate ao leite belga 50%; Ricco Burger: mais um ano, a Ricco vem homenageando a tradicional hamburgueria com o Truc’s (R$59), pão recheado com filé mignon, mussarela, ovo, bacon, alface e tomate, finalizado com maionese da casa (foto abaixo); Superquadra Bar: o Filet com Risoto e Rapadura (R$119), um filé na parrilla com molho roti e risoto de grana padano e rapadura, vem homenageando o prato mais consagrado  do Bloco C; Tempero Paraíso: em homenagem ao Fred, a casa traz o Picadinho de Filé Mignon ao Molho Madeira (R$72), acompanhado de farofa crocante, banana empanada e ovo mollet; Tudo do Porco: O Nhoque de batata-baroa ao ragu de linguiça Blumenau, creme azedo  e queijo parmesão e crocante de pão (R$79,90) foi pensado para homenagear a Charcutaria Egons; Véi Chico: em homenagem ao Olinda, a casa traz o Mexidinho do Olinda (R$59), com carne de sol grelhada, mandioca cozida desmanchando e o mexidinho do Olinda: carne de sol  refogada na manteiga de garrafa com alho e cebola, mexida com feijão fradinho e farinha e finalizada com um ovo frito. Bora comemorar o niver da cidade? Mané Mercado Brasília / SRPN ST – Asa Norte, Eixo Monumental – Brasília / @manebrasilia / Mané Mercado Águas Claras / Av. das Araucárias, 1835/2005 – Águas Claras Shopping / @maneaguasclaras Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Helô Sanvoy e Lais Myrrha na Cerrado Cultural

Na última quarta-feira, 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural recebeu cerca de 150 convidados do mundo das artes na inauguração simultânea das exposições “Arquiteturas do Poder”, de Lais Myrrha, e “Eiro”, de Helô Sanvoy. O evento movimentou a QI 05 do Lago Sul, onde o público pôde conferir de perto o diálogo crítico e sensível proposto pelos artistas sobre as bases estruturais e históricas do país, ocupando os dois pavimentos do espaço brasiliense. Sob a curadoria de Ana Avelar, a mineira Lais Myrrha apresentou obras que investigam a carga simbólica do modernismo e os apagamentos sociais contidos nas formas da capital. Belo-horizontina que cresceu rodeada por obras de Oscar Niemeyer, Lais acredita que, mais do que um arquiteto de edifícios, ele foi um criador de imagens. “Em um certo momento do meu trabalho eu comecei a isolar certos elementos, criar sobreposições de coisas. A partir daí também fui trabalhando com outros elementos que tinham relação com essas construções, com a história dessas construções, como o concreto armado, os azulejos e outros elementos”, explica. Já no piso superior, o público foi recebido pela primeira mostra individual de Helô Sanvoy na galeria, com curadoria de Divino Sobral. Em “Eiro“, o artista goiano utiliza a materialidade do cotidiano para refletir sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado. Sobre a expectativa para esta temporada, o artista compartilhou: “Espero que quem venha visitar a exposição encontre um momento de reflexão sobre a vida e que, ao mesmo tempo, essa visita possa ser um tempo de distração para a alma”.     As mostras seguem em cartaz reforçando a missão da Cerrado como um dos principais eixos de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria fica na QI 05, Chácara 10, no Lago Sul. A entrada é gratuita e a visitação está aberta ao público de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h, até o dia 9 de maio. Acompanhe as novidades pelo Instagram @cerrado.galeria e não deixe de conferir mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem passou lá pelo vernissage de abertura: Serviço: Exposições: Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) Curadorias: Ana Avelar e Divino Sobral Quando: 1º de abril a 9 de maio de 2026 Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h Entrada gratuita / Indicação livre Siga: @cerrado.galeria Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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36 anos depois, Avanzzo sai de cena

Há cerca de uma semana, uma notícia mexeu com o coração do mundo da moda brasiliense e reverberou pelas tesourinhas e eixos da capital: a Avanzzo anunciou o encerramento de suas atividades. Hoje, após o impacto inicial e com o tempo necessário para absorver o peso dessa despedida, viemos trazer nossa homenagem a uma marca que não apenas vestiu corpos, mas costurou sua própria identidade à história de Brasília. O encerramento deste ciclo não é apenas o fim de uma operação comercial; é a conclusão de uma passarela de 36 anos construída com sonhos, afeto e um respeito inquebrantável pela cidade. A Avanzzo cresceu junto com o Plano Piloto. Suas vitrines foram espelhos da evolução das mulheres da capital, acompanhando-as do trabalho ao lazer, do cinema às passarelas nacionais. Quem vive em Brasília tem, em algum canto do armário ou da memória, uma peça que remete a um momento especial vivido sob o céu do Planalto Central. A coleção de despedida, apropriadamente batizada de “Tempo“, chega como um abraço final. São 36 modelos atemporais em edição limitada que reeditam os grandes ícones da marca. É uma seleção que sintetiza mais de três décadas de verdade. Como bem define Daniella Naegele, que iniciou essa jornada ao lado do marido Andre e hoje divide a direção com o filho Vítor: “Encerrar este ciclo é uma escolha corajosa. Não nasce da falta, nasce da consciência. Tempo não é fim, é legado.” Manter o equilíbrio entre a produção nacional ética e a invasão do fast fashion global foi um desafio diário enfrentado com altivez. A Avanzzo escolheu sair de cena com a mesma elegância com que entrou: celebrando a mão de obra local e a fidelidade de suas clientes. As 36 peças da coleção “Tempo” são convites para eternizar essa parceria nas lojas do Brasília Shopping, 109 Norte, 206 Sul e Sudoeste. Brasília despede-se de uma etiqueta que soube ler sua luz e seu concreto. Fica a gratidão por cada coleção cápsula de Carnaval, cada camiseta que celebrou o aniversário da cidade e cada look que ajudou a construir a autoestima de tantas mulheres. A Avanzzo sai das araras, mas permanece definitivamente no porta-retratos afetivo da nossa capital. Onde se despedir (Edição Limitada): Lojas Físicas: Brasília Shopping, 109 Norte, 206 Sul e Sudoeste. On-line: avanzzo.com.br Instagram: @avanzzo Fotos: Reprodução Instagram

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“Os Peixes não Falam” perambula por Bsb

Espetáculo premiado circula por creches do DF e anuncia turnê internacional.   Depois de integrar a programação da Bienal de São Paulo e conquistar um feito inédito para o teatro do Distrito Federal, o espetáculo “Os Peixes não Falam” inicia uma nova temporada. Em abril, a obra volta às origens com uma circulação por creches da Candangolândia, promovida com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Paralelamente, a montagem se prepara para uma turnê internacional que passará por México, Argentina e Uruguai, por meio do programa Conexão Cultura. Criado para bebês e crianças de 0 a 5 anos, “Os Peixes não Falam” é um mergulho sensível nos mistérios da linguagem antes da palavra. Em cena, a atriz e diretora Clarice Cardell conduz os pequenos espectadores por uma experiência que combina teatro de objetos, trilha sonora original e uma dramaturgia de afetos. “É um convite para escutar com o corpo e ver com o coração”, resume a artista. Uma turnê que começa na creche e atravessa fronteiras A circulação local, que ocorre de 8 a 16 de abril em unidades de educação infantil da Candangolândia, reforça um dos pilares do projeto: transformar creches em espaços de experimentação artística e democratizar o acesso à arte como ferramenta essencial de formação humana. Ao mesmo tempo, a obra dá um salto internacional. Ainda neste semestre, nos meses de fevereiro, maio e junho, “Os Peixes não Falam” será apresentada em três festivais na América Latina: no Centro Cultural Tijuana (CECUT), no México; no Parque del Conocimiento, em Posadas, na Argentina; e no Festival OFF FIAEuy, que acontece em Montevidéu e San José, no Uruguai. As datas serão anunciadas em breve. Relevância nacional e ineditismo A nova circulação chega em um momento histórico para a cultura do DF. Em maio, Clarice Cardell e sua companhia, a Primeiro Olhar, receberão em São Paulo o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — a primeira vez que uma obra de teatro do Distrito Federal conquista a honraria. Além disso, é a primeira montagem voltada à primeira infância a ser premiada pela instituição. “Com o prêmio da APCA e as circulações local e internacional, temos dois pontos fortes que demostra a potência e a relevância do projeto, bem como a produção teatro feita em Brasília”, destaca Clarice. É uma peça, que nasce do diálogo entre Brasil e França, já passou pela Bienal de São Paulo e agora leva o teatro brasiliense para o exterior. Ficha artística “Os Peixes não Falam” é um espetáculo da companhia Primeiro Olhar, com direção de Clarice Cardell, em parceria com a francesa Katy Deville (Théâtre de Cuisine). A trilha sonora original é de Fernanda Cabral, os figurinos de Larissa Salgado e a preparação corporal de Márcia Duarte. O ponto de partida para a criação ocorreu em dezembro de 2024, durante residência artística no Friche la Belle de Mai, em Marselha. Vale destacar ainda que o espetáculo propõe uma experiência cênica pioneira para a primeira infância. Boias que flutuam como pensamentos, sons que remetem à memória do ventre e uma atuação que transita entre o gesto e o afeto criam paisagens que comunicam sem dizer. “Porque, às vezes, o que mais nos diz é o que não se fala”, explica Clarice. Serviço: Circulação em creches – Candangolândia (DF) Período: 8 a 16 de abril de 2026 Turnê internacional – México, Argentina e Uruguai Fevereiro, maio e junho de 2026 Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Tom Jobim Musical em Brasília

Com mais de 130 mil espectadores e 12 indicações a prêmios, espetáculo faz curta temporada em Brasília. O Ministério da Cultura e a BB Seguros apresentam a turnê nacional de “Tom Jobim Musical“. Consagrado como um dos grandes sucessos recentes do teatro musical brasileiro, o espetáculo chega a Brasília para temporada no Ulysses Centro de Convenções, com estreia nesta sexta-feira (10), após reunir mais de 130 mil espectadores pelo país. “A BB Seguros valoriza a essência do brasileiro, a nossa cultura e a história do nosso país, por isso acreditamos na importância de tornar espetáculos como este cada vez mais acessíveis ao grande público. Tom Jobim é um ícone da música no Brasil e no mundo, e poder levar esse musical para mais cidades é uma grande satisfação e um compromissos para nós.” Delano Valentim de Andrade – Presidente da BB Seguros. A superprodução, que conta com texto de Nelson Motta e Pedro Brício e direção de João Fonseca (conhecido por sucessos como os musicais de Tim Maia, Cazuza, Cássia Eller e Djavan), já acumula números impressionantes que atestam sua grandiosidade. Em suas temporadas anteriores, o musical foi assistido por um público de mais de 130 mil pessoas e teve 12 indicações a prêmios. A Vida do Maestro em Cena Estrelado por Elton Towersey, vivendo Tom Jobim e Leopoldo Pacheco como Vinicius de Moraes, o musical transporta o público para o Rio de Janeiro dos anos 1950 e 60. A trama narra a trajetória de Antônio Carlos Jobim, desde a juventude na praia de Ipanema até a conquista do mundo com a Bossa Nova, passando pelo histórico concerto no Carnegie Hall, em Nova York. A montagem explora a parceria fundamental com Vinicius de Moraes e João Gilberto, além de celebrar figuras icônicas como Elis Regina, Jair Rodrigues, Frank Sinatra Elza Soares e Dolores Duran. Com um elenco de 19 atores e 9 músicos, o público é convidado a cantar junto clássicos eternos como “Garota de Ipanema“, “Chega de Saudade“, “Águas de Março” e “Wave“. “A parte mais difícil de transformar sua vida e obra em um musical de teatro foi lidar com a qualidade de suas músicas: como escolher apenas 30? O certo é que nenhum musical da Broadway teve, tem ou terá um score musical à altura do maestro soberano Tom Jobim”, revela Nelson Motta, coautor do espetáculo. “Uma peça sobre Tom só pode ser uma celebração sobre a música, o amor, a natureza e sobre o Brasil. A música de Tom é a protagonista do espetáculo, mas o homem bonito e charmoso também está lá”, comenta o diretor João Fonseca. A realização é assinada pelas produtoras Atual Produções e Bonus Track e, lideradas por Luiz Oscar Niemeyer, Júlio Figueiredo e Bárbara Guerra. SERVIÇO: TOM JOBIM MUSICAL – TURNÊ NACIONAL Brasília (DF) Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB SEGUROS Patrocínio MAPFRE Apoio UNISYS Datas: 10 a 12 de abril e 16 a 19 de abril de 2026 Local: Ulysses Centro de Convenções – Teatro Planalto Ingressos: sympla.com.br Ingressos a partir de R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 450,00 (inteira). Faixa etária: 10 anos Duração:  2h15 com 15 minutos de intervalo Venda a grupos: grupos@atualp.com.br Acessibilidade:Todas as sessões possuem audiodescrição e libras e disponibilidade de Kit para pessoas neurodivergentes. *Clientes BB Seguros têm 30% de desconto nos ingressos inteiros, limitados a 4 ingressos por CPF. Siga: Instagram: @tomjobimmusical Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Volta do Lago 2026 celebra 20 anos

Solo ou em equipe, uma das corridas mais tradicionais de Brasília reúne atletas de todo o país, no dia 5 de julho, unindo resistência individual e espírito coletivo ao redor do Lago Paranoá.   Correr ao redor do Lago Paranoá, entre paisagens icônicas e desafios que exigem fôlego e estratégia, é o ponto de partida de uma experiência que mistura superação individual e força coletiva. A Volta do Lago chega à sua 20ª edição no dia 5 de julho de 2026 consolidada como um dos eventos esportivos mais marcantes do Distrito Federal. Ao redor do Lago Paranoá, atletas encaram percursos de até 100 km que podem ser feitos de forma individual ou em revezamento — formato que concentra a maior parte dos participantes e dá à prova um caráter coletivo, baseado em planejamento, parceria e integração. Criada em 2004, a corrida nasceu com a proposta de dialogar com a própria essência de Brasília: moderna, desafiadora e conectada com o seu território. Ao longo de duas décadas, se transformou em um evento que vai além da competição e mobiliza atletas de todo o país em torno de um percurso simbólico, que conecta diferentes regiões administrativas e revela a cidade por novos ângulos. Força do revezamento e experiência coletiva Com distâncias de 50, 70 e 100 km, a prova permite diferentes formas de participação. No solo, o desafio é individual e exige resistência física e mental. Já no revezamento — principal característica da prova — entram em cena a estratégia, a logística e o espírito de equipe. Grupos de 4, 6 ou 8 atletas se organizam para dividir o percurso, transformando a corrida em uma vivência compartilhada, marcada por parceria, planejamento e incentivo mútuo a cada trecho. Tradição e identidade com Brasília Ao completar 20 anos — quase um terço da história da capital — a Volta do Lago reforça valores que acompanham sua trajetória desde o início, como inclusão, diversidade de participação, consciência ambiental e valorização dos espaços públicos. Ao longo dos anos, mais de 40 mil atletas já participaram da prova, com representantes de todos os estados brasileiros. O evento também se consolidou como preparação para desafios de longa distância, atraindo desde atletas experientes até grupos que encontram no revezamento uma forma de vivenciar grandes percursos. Experiência que vai além da corrida A estrutura do evento envolve arena, entrega de kits, integração entre equipes e presença de público ao longo do trajeto, movimentando o turismo e a economia local. A prova também promove a ocupação qualificada dos espaços públicos e reforça a conexão dos participantes com a cidade. “Celebrar 20 anos da Volta do Lago é celebrar Brasília. É reconhecer um evento que nasceu com a cara da cidade, que cresceu com ela e que hoje faz parte da sua identidade”, destaca a organização. Inscrições As inscrições estão disponíveis no site oficial: www.voltadolago.com.br. Os participantes poderão optar entre dois tipos de kits: kit completo: camiseta, número de identificação, ecobag, medalha, chip e meia e kit econômico: número de identificação, chip e medalha pós-prova. Os valores variam conforme a categoria (solo ou revezamento), com descontos especiais para atletas PCD e maiores de 60 anos. Premiação Os atletas solos que completarem os 100 km da Volta do Lago receberão uma medalha dourada exclusiva. Já os corredores dos percursos de 70 e 50 km garantem medalhas nas cores prata e bronze. Os três primeiros colocados de cada categoria também serão premiados com troféus – tanto em solo, como nas equipes de revezamento.   Serviço: 20ª Volta do Lago Data: 5 de julho de 2026 (domingo) Horário: largada às 4h Local: Ponte JK – Brasília/DF Inscrições, regulamento e mais informações: www.voltadolago.com.br Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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O “queridinho” dos arquitetos em 2026

Minimalista e com design japonês, teclado da Cassio na nova tonalidade Grey Beige acompanha a valorização de paletas neutras sofisticadas e reposiciona o instrumento no espaço doméstico.   Quando a música encontra o design, o piano passa a ocupar um lugar integrado à arquitetura da casa. Em interiores que privilegiam paletas equilibradas entre calor e sobriedade, materiais naturais e continuidade visual, o instrumento assume nova presença estética. Tons entre o bege e o cinza, superfícies minerais, madeira clara e tecidos naturais definem projetos marcados por atmosfera sensorial e harmonia. A neutralidade deixa de ser ausência e se consolida como construção de identidade. É nesse repertório que se insere o CELVIANO Grey Beige, nova tonalidade da linha de pianos da Casio, referência mundial em tecnologia e instrumentos musicais eletrônicos, que aproxima o instrumento da linguagem dominante nos interiores contemporâneos. “A escolha do Grey Beige reflete a valorização de paletas neutras sofisticadas como greige e tons terrosos suaves, cada vez mais presentes no design e no lifestyle”, afirma Samuel Cimirro, Diretor Executivo da marca. “Essas tonalidades dialogam com o conceito de quiet luxury e com a busca por ambientes acolhedores, atemporais e equilibrados.”   O piano como arquitetura interna Tradicionalmente ligado a salas formais, o piano hoje participa da arquitetura interna da casa. Sua volumetria introduz escala e verticalidade, enquanto sua posição no ambiente pode definir alinhamentos, enquadramentos e percursos. Em projetos de planta aberta, atua como elemento que articula diferentes funções dentro de um mesmo espaço. No CELVIANO Grey Beige, linhas limpas e proporções equilibradas reforçam essa leitura arquitetônica. A tonalidade permite composições com mármores claros, microcimento, madeira natural, linho e fibras artesanais, favorecendo projetos que privilegiam textura e profundidade em vez de contraste. A herança japonesa da Casio encontra ressonância nesse movimento. “O design japonês valoriza minimalismo, funcionalidade e atenção minuciosa aos detalhes, princípios que também orientam a escolha do Grey Beige”, explica Samuel. “O tom dialoga com uma estética marcada por leveza visual, materiais naturais e integração entre objeto e espaço.” Música e linguagem contemporânea O conceito “Where Music Meets Design” sintetiza essa aproximação entre performance e estética. A excelência sonora e a fidelidade mecânica seguem como fundamentos da linha CELVIANO, enquanto sua presença visual passa a dialogar de forma mais consciente com os projetos de interiores. Esse diálogo já se manifesta com outros modelos do portfólio da marca, como o Privia PX-S7000 Honey Mustard, reconhecido internacionalmente em 2023 com o iF Design Gold Award. “A integração do instrumento aos espaços residenciais acontece de maneira cada vez mais orgânica, acompanhando projetos que valorizam coerência cromática, minimalismo e elegância atemporal”, afirma o Gerente de Marketing. Disponível nos modelos AP-750 e AP-300, o CELVIANO Grey Beige amplia as possibilidades de especificação em projetos residenciais que buscam unidade estética e presença cultural. Curadoria e especificação A introdução dessa nova leitura de neutralidade amplia o repertório de arquitetos e designers. O piano passa a dialogar com propostas minimalistas, orgânicas, japandi ou contemporâneas com maior liberdade de composição. “Assim como contamos com músicos e professores que endossam a qualidade técnica do instrumento, estamos nos aproximando de profissionais de interiores que possuem relação genuína com a música”, explica Samuel. “Essa conexão se constrói dentro dos próprios projetos e narrativas desses profissionais.” Ao integrar a curadoria do espaço, o piano passa a dialogar com luz, materiais e proporções como parte da composição arquitetônica. Sua presença se articula ao layout e às texturas, contribuindo para uma atmosfera coesa e sensível. Em interiores que valorizam permanência e identidade, o instrumento consolida-se como elemento cultural e expressão estética. Entre forma, som e matéria, ocupa um território que conecta arquitetura, memória e estilo de vida. Sobre a Casio A Casio Brasil opera como subsidiária de vendas da Casio Computer Co., um dos líderes na fabricação mundial de produtos eletrônicos ao consumidor e de soluções de equipamentos empresariais. Desde sua fundação, em 1957, a marca vem trabalhando para manter o princípio de “criatividade e contribuição” da corporação, lançando produtos inovadores e buscando sempre atender às necessidades dos consumidores. Para mais informações siga @cassioteclados.   Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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150 anos de Joaquín Torres Garcia

Em cartaz no CCBB até 21 de junho, exposição gratuita é a mais abrangente já dedicada ao artista uruguaio e reúne mais de 70 artistas.   A mostra Joaquín Torres García – 150 anos já está aberta para visitação do público no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada gratuita, e a temporada segue até 21 de junho. A exposição reúne um amplo conjunto de obras do artista uruguaio em diálogo com trabalhos de mais de 70 nomes da arte moderna e contemporânea, propondo um novo olhar sobre sua trajetória e sua contribuição para a consolidação de uma linguagem artística latino-americana com projeção internacional ao longo do século XX. A classificação indicativa é livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo link destacado acima. O projeto conta ainda com a colaboração institucional de Alejandro Díaz, diretor do Museo Torres García, cuja parceria foi determinante para viabilizar a vinda dos manuscritos e desenhos inéditos. Com curadoria de Saulo di Tarso, a mostra estabelece conexões entre a produção de Torres García e diferentes vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando sua obra de referências brasileiras, das vanguardas europeias, da arte africana e das culturas indo-americanas. O percurso propõe uma releitura do chamado Universalismo Construtivo, conceito formulado pelo artista para articular formas universais a uma identidade própria da América Latina, ampliando suas interpretações para além das leituras mais difundidas. Reconhecido por integrar importantes coleções internacionais, Torres García tem sua obra apresentada sob uma perspectiva que ultrapassa sua iconografia mais conhecida. A exposição revisita sua trajetória, destacando o papel que desempenhou ao colocar em relação experiências da vanguarda europeia e sua atuação na América Latina, especialmente a partir de seu retorno ao Uruguai, em 1934. A presença de obras como “América invertida”, raramente exibida fora do Museu Torres García, em Montevidéu, reforça esse eixo curatorial, convidando o público a revisitar seu significado para além de leituras consolidadas. Para Saulo Di Tarso, celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige ampliar o olhar histórico. “Estamos apresentando a exposição mais abrangente já dedicada a ele e dessa forma queremos nos aproximar do nosso legado espanhol”. Nesse sentido, a mostra conta com peças fundamentais provenientes de coleções e museus ao redor do mundo: MACBA, IVAM, Colección Telefónica, MSSA, Galerie Gmurzynska e também obras do MASP, Pinacoteca de São Paulo e de importantes coleções privadas brasileiras. A dimensão pedagógica também atravessa a mostra. Para Torres García, a infância ocupava um lugar fundamental em sua reflexão estética. “Ele defendia uma educação artística baseada na experiência e na invenção, em que o principal estímulo estava na criação de símbolos e na organização das percepções. Nesse contexto, chegou a desenvolver brinquedos de madeira com caráter formativo e incorporou à sua pintura uma linguagem sintética, próxima ao traço infantil, valorizando a habilidade das crianças de compreender e estruturar o mundo por meio de signos simples e universais”, completa o curador. Diálogo com a arte brasileira A presença de 40 artistas brasileiros se organiza a partir de dois eixos principais. De um lado, a memória do incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), episódio que marcou profundamente a história das instituições culturais no país e teve repercussão internacional. De outro, a proposta de tensionar, no campo simbólico, as divisões históricas herdadas do Tratado de Tordesilhas e suas reverberações nas relações culturais sul-americanas. A presença de obras e artistas brasileiros e estrangeiros refletem tanto a intenção de diálogo e celebração, encerrando a efeméride dos 150 anos do artista no país quanto a intenção de fortalecer vínculos culturais na América do Sul. “Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, a arte brasileira influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que ‘o nosso norte é o Sul”, afirma o curador. Entre os nomes presentes estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Alfredo Jaar, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges e Rosana Paulino. Apesar de não terem nascido no Brasil, Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi são incluídos por sua importância na história da arte brasileira. A exposição também evidencia conexões diretas entre Torres García e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com nomes como Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro. Um diálogo expressivo também se estabelece com Rosana Paulino em uma das salas da mostra. Todas estas conexões revelam a atualidade da obra de Torres García e sua potência como uma obra viva que convoca à autonomia da América Latina, uma obra pioneira das premissas decoloniais, tão caras à contemporaneidade, e que têm sido invocada como ícone de pertencimento na música, no cinema e no mundo da cultura de modo geral. A América invertida (1943) está agora em exposição no CCBB Brasília. Programação de abertura A abertura da mostra, que ocorreu nessa terça-feira – 31 de março, incluiu uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso. A atividade antecipou as principais chaves de leitura da exposição e apresenta o recorte curatorial proposto, afinal,  cada cidade que recebe a mostra ganha um recorte próprio: em Brasília, as relações entre arte, cidade e espaço público são colocadas à luz, e de forma inédita, a curadoria propõe também traçar diálogos com obras e artistas da Coleção Banco do Brasil, entre eles Rubens Valentim, Maria Bonomi e Athos Bulcão, em torno desta grande celebração. A exposição reafirma a ideia de que o sul não é uma posição geográfica, mas uma postura ética e poética diante do mundo. Em São Paulo, o diálogo entre geometria

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É um pássaro, é um avião… Sim é a Supergirl!

Um dos filmes mais aguardados do ano, Supergirl acaba de ter seu trailer e pôster oficiais revelado pela Warner Bros. Pictures. Com Milly Alcock (A Casa do Dragão) no papel da protagonista e Jason Momoa (Um Filme Minecraft) dando vida ao anti-herói Lobo, o longa será o segundo da nova fase da DC Studios e chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. Rebeldia e aventura se encontram sob o olhar do diretor Craig Gillespie, para contar a história de Kara Zor-El/Supergirl (Alcock), uma jovem cuja vida foi devastada pela perda de seu planeta, Krypton. Agora, aos 23 anos, Kara terá que lidar com o seu passado ao mesmo tempo que inicia uma jornada interestelar em busca de justiça e vingança. O filme se baseia no aclamado quadrinho “Supergirl: Mulher do Amanhã” (Panini), assinado por Tom King e a quadrinista brasileira Bilquis Evely. A HQ foi indicada na categoria de Melhor Série Limitada no Eisner Awards, premiação conhecida como o “Oscar dos quadrinhos”. Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme  Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Para não perder nenhum detalhe, siga @wbpictures_br! Fotos: Divulgação

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