{"id":5884,"date":"2023-11-11T10:37:33","date_gmt":"2023-11-11T13:37:33","guid":{"rendered":"https:\/\/lackman.com.br\/?p=5884"},"modified":"2023-11-13T07:54:27","modified_gmt":"2023-11-13T10:54:27","slug":"tres-vivas-para-dulcina-de-moraes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2023\/11\/11\/tres-vivas-para-dulcina-de-moraes\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas vivas para Dulcina de Moraes"},"content":{"rendered":"<h5><em>Com recorde de inscri\u00e7\u00f5es, Festival Dulcina tem programa\u00e7\u00e3o variada com 17 pe\u00e7as de todas as regi\u00f5es brasileiras, sendo uma produ\u00e7\u00e3o internacional, al\u00e9m de prestar homenagem a Alexandre Ribondi<\/em><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele est\u00e1 de volta! O <strong>Festival Dulcina<\/strong>, que acontece <strong>entre os dias 10 e 19 de novembro<\/strong>, chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, trazendo uma rica programa\u00e7\u00e3o para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada <strong>Dulcina de Moraes<\/strong>, for\u00e7a motriz dos palcos e da profissionaliza\u00e7\u00e3o dessa arte no Distrito Federal e no pa\u00eds. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi\u00f5es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe\u00e7as e performances, uma delas de Lima (Peru), al\u00e9m de uma pe\u00e7a e uma exposi\u00e7\u00e3o dedica ao jornalista, escritor e teatr\u00f3logo <strong>Alexandre Ribondi<\/strong>. No total ser\u00e3o 10 dias que ningu\u00e9m vai querer ficar de fora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5886\" aria-describedby=\"caption-attachment-5886\" style=\"width: 2560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5886 size-full\" src=\"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1709\" srcset=\"https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-scaled.jpg 2560w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-300x200.jpg 300w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-768x513.jpg 768w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Medeia-Negra-Margarethe-Leite-1-Ramona-Gayao-2048x1367.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5886\" class=\"wp-caption-text\">Med\u00e9ia Negra &#8211; M\u00e1rcia Limma<\/figcaption><\/figure>\n<p>Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 \u00e9 que ele est\u00e1 dando seu primeiro passo rumo \u00e0 sua internacionaliza\u00e7\u00e3o abrindo espa\u00e7o para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao receber a participa\u00e7\u00e3o de <strong><em>Astr\u00e1galo<\/em><\/strong> (produ\u00e7\u00e3o encenada dias 10 e 11, \u00e0s 20h no Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c\u00eanico da companhia <strong>\u00d3palo Teatro<\/strong>, em coprodu\u00e7\u00e3o com <strong>CAPAZ<\/strong>, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 70 e 80. \u201c<em>Um espet\u00e1culo necess\u00e1rio que traz a tem\u00e1tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest\u00f5es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas<\/em>\u201d, analisa o <strong>coordenador geral do evento Cleber Lopes<\/strong>.<\/p>\n<p>Outra novidade \u00e9 que pela primeira vez, o Festival recebe a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as das <strong>cinco regi\u00f5es do Brasil<\/strong>, com espet\u00e1culos oriundos do Amazonas, Paran\u00e1, Cear\u00e1, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. \u201c<em>N\u00e3o centralizar e tampouco delimitar as inscri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00f5es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa\u00e7os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina \u00e9 de fato um espa\u00e7o diverso<\/em>\u201d, destaca Lopes sobre esta edi\u00e7\u00e3o que teve nada menos do que exatas <strong>361 inscri\u00e7\u00f5es<\/strong>, diante de 204 no ano passado, ou seja, um <strong>aumento de 80%<\/strong>. \u201c<em>E isso comprova que a quantidade de produ\u00e7\u00f5es realizadas em todo o pa\u00eds, bem como a vontade de participar do evento, \u00e9 enorme, o que nos traz uma percep\u00e7\u00e3o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer<\/em>\u201d, avalia o coordenador.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5890\" aria-describedby=\"caption-attachment-5890\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5890 size-full\" src=\"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA.jpeg\" alt=\"\" width=\"1600\" height=\"1074\" srcset=\"https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA.jpeg 1600w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA-300x201.jpeg 300w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA-1024x687.jpeg 1024w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA-768x516.jpeg 768w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/TELA-PLANA-1536x1031.jpeg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5890\" class=\"wp-caption-text\">Tela Plana &#8211; Cia. Os Melhores do Mundo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Mesmo com um dia a menos em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, o Festival est\u00e1 trazendo mais produ\u00e7\u00f5es neste ano. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 intensa, ao todo s\u00e3o <strong>17 espet\u00e1culos<\/strong> (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons\u00e1vel pelo evento e 1 participa\u00e7\u00e3o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar\u00e3o sendo encenadas pe\u00e7as e realizadas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em at\u00e9 tr\u00eas locais diferentes: <strong>Gama, Plano Piloto, Ceil\u00e2ndia, Samambaia e Taguatinga<\/strong> s\u00e3o as Regi\u00f5es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. \u201c<em>A curadoria primou pela diversifica\u00e7\u00e3o, apostando em diferentes tipos de espet\u00e1culos, performativos, c\u00f4micos, dram\u00e1ticos, ent\u00e3o \u00e9 realmente para um p\u00fablico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet\u00f3ria<\/em>\u201d, explica Cleber Lopes.<\/p>\n<p>Entre as atra\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 <strong>Os Melhores do Mundo<\/strong> com uma <strong>pe\u00e7a in\u00e9dita<\/strong> (depois de mais de uma d\u00e9cada sem estrear espet\u00e1culos). O espet\u00e1culo <strong><em>Telaplana<\/em><\/strong> (que j\u00e1 est\u00e1 fazendo algumas apresenta\u00e7\u00f5es no Clube do Choro \u00e0s ter\u00e7as-feiras) ser\u00e1 apresentado no SESC Ceil\u00e2ndia, no dia 15 de novembro, \u00e0s 19h. A com\u00e9dia explora situa\u00e7\u00f5es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais \u201c<em>virtual e interativa<\/em>\u201d. O ingresso \u00e9 gratuito.<\/p>\n<p>E al\u00e9m de pe\u00e7as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com <strong>cinco a\u00e7\u00f5es formativas<\/strong>, onde duas delas ser\u00e3o workshops, um sobre <strong>Teatro Negro<\/strong> e outro com a companhia pernambucana <strong>Magiluth<\/strong>; al\u00e9m de tr\u00eas media\u00e7\u00f5es com debates com estudantes, antes e ap\u00f3s os espet\u00e1culos: <strong><em>Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, <\/em><\/strong><strong><em>\u00dcbercapitalismo, e Media Negra (na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Espa\u00e7o Semente no Gama)<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Extra, extra e um viva a Ribondi!<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A <strong>exposi\u00e7\u00e3o em homenagem ao jornalista e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi<\/strong> chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al\u00e9m de <strong><em>A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina<\/em><\/strong>, pe\u00e7a escrita por ele e que, inclusive, abrir\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o teatral \u00e0s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo. Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-5885\" src=\"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Copia-de-Sem-nome-5-1024x537.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"537\" srcset=\"https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Copia-de-Sem-nome-5-1024x537.jpg 1024w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Copia-de-Sem-nome-5-300x157.jpg 300w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Copia-de-Sem-nome-5-768x402.jpg 768w, https:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Copia-de-Sem-nome-5.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est\u00e1 entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram <strong>sin\u00f4nimos do teatro brasiliense<\/strong>. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela <strong>cr\u00edtica social em defesa da diversidade<\/strong>. La\u00eds Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl\u00ednio M\u00f3sca, Irm\u00e3os Guimar\u00e3es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan\u00e7ou C\u00e1ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com <strong>fotografias art\u00edsticas e de seu acervo pessoal<\/strong> \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gera\u00e7\u00f5es que precisam saber quem \u00e9 Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Programa\u00e7\u00e3o teatral<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Dia 10\/11\/23 &#8211; sexta-feira <\/strong><\/p>\n<p><strong>19h &#8211; A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Uma \u00e9 T\u00f4nia, uma mulher transg\u00eanero, interpretada pela estreante Lu\u00edsa Rodrigues. A outra \u00e9 Cristina, uma mulher cisg\u00eanero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Astr\u00e1lago<\/strong> (Lima\/Peru)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Astr\u00e1galo \u00e9 um depoimento c\u00eanico da companhia \u00d3palo Teatro em coprodu\u00e7\u00e3o com CAPAZ, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 1970 e 80. O nome est\u00e1 inspirado em uma das sete pe\u00e7as \u00f3sseas que formam o tarso e se chama Astr\u00e1galo. Este osso na antiguidade foi conhecido tamb\u00e9m como \u201ctaba\u201d e foi usado como brinquedo de azar pela sua anatomia c\u00fabica e seus seis lados, ou seja, o astr\u00e1galo \u00e9 o antepassado do dado moderno. O jogo de azar representa o destino inexor\u00e1vel que tivemos que percorrer. Cada um de n\u00f3s vem para este mundo com um destino. As pessoas com defici\u00eancia chegam a este mundo com o des\u00edgnio de ter que superar os obst\u00e1culos e limita\u00e7\u00f5es que a sociedade imp\u00f5e para encarar os preconceitos e paradigmas estabelecidos socialmente. Com cunho testemunhal, este projeto visa reivindicar os direitos e o espa\u00e7o de pessoas diversas que tiveram que se submeter a diferentes tratamentos m\u00e9dicos, agravando a sua vulnerabilidade e sacrificando assim grande parte da sua inf\u00e2ncia, sua vida, sua dignidade e seu sorriso.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia: 11\/11\/23 \u2013 s\u00e1bado<\/strong><\/p>\n<p><strong>19h \u2013 A M\u00e1quina Desejante<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Sala Multiuso <\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: A M\u00e1quina Desejante surge como uma pe\u00e7a-concerto-instala\u00e7\u00e3o interpretada por dois m\u00fasicos-performers (Jo\u00e3o Lucas e C\u00e9sar Lignelli). A obra funde na linguagem teatral os par\u00e2metros de composi\u00e7\u00e3o musical de modo a criar uma expressividade h\u00edbrida em que a narrativa da voz (Aurora), dos mecanismos, das imagens videogr\u00e1ficas e das intensidades performativas \u00e9 movida pela tra\u00e7\u00e3o r\u00edtmica, harm\u00f4nica, mel\u00f3dica ou t\u00edmbrica dos eventos sonoros. De modo inverso, a m\u00fasica flui na reverbera\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica de mecanismos maqu\u00ednicos desenvolvidos pelos autores, acompanhando a narrativa de Aurora (a voz) e ampliando os seus sentidos produzindo um sentido aventuroso de compromisso com o p\u00fablico. A ideia \u00e9 lan\u00e7ar o desafio de uma experi\u00eancia perceptiva conjunta, ancorada que est\u00e1, por um lado, na performatividade mec\u00e2nica do cen\u00e1rio e, por outro, na expressividade abstrata da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Astr\u00e1lago<\/strong> (Lima\/Peru)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o<\/em> Hugo Rodas (veja sinopse acima)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 12\/11\/23 \u2013 domingo <\/strong><\/p>\n<p><strong>18h \u2013<\/strong> <strong>Quarto Azul<\/strong> (AM)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Quarto Azul conta a hist\u00f3ria de um casal no come\u00e7o de um relacionamento. O primeiro beijo, o primeiro encontro, a primeira rela\u00e7\u00e3o, tudo \u00e9 apresentado de forma c\u00f4mica e rom\u00e2ntica. Afinal, como n\u00e3o se lembrar de quando tudo era novidade? Nessa modernidade das rela\u00e7\u00f5es l\u00edquidas \u2013 conceito institu\u00eddo pelo soci\u00f3logo Zygmunt Bauman, descobriremos nossa rea\u00e7\u00e3o ao entrar naquele quarto pela primeira vez. O Grupo Jurubebas de Teatro estreou em 2017 este espet\u00e1culo que, na verdade, \u00e9 um ato, uma pe\u00e7a-conversa com o espectador que brinca entre o real e o ficcional. A pe\u00e7a faz parte da pesquisa que o diretor Felipe Jatob\u00e1 desenvolve sobre dramaturgias de autofic\u00e7\u00e3o, uma rela\u00e7\u00e3o performativa bem-humorada e afetiva que aproxima o espectador da narrativa.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013<\/strong> <strong>Transmitologia<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p>Transmitologia \u00e9 um espet\u00e1culo teatral que conta a hist\u00f3ria de uma travesti guerrilheira, vivida por Maria L\u00e9o Araruna, e que sobrevive ao atual apocalipse pol\u00edtico-social em que vivemos. Um mundo de arquiteturas e conceitos em ru\u00ednas \u2500 no qual a guerra e o desejo pelo agora s\u00e3o as \u00fanicas constantes \u2500 \u00e9 corporificado por essa personagem tamb\u00e9m capenga em manter a integridade de sua mulheridade e humanidade (inclusive, muito orgulhosa de tais fracassos). A pe\u00e7a tem a necessidade de retratar a intera\u00e7\u00e3o \u00edntima entre o contexto de viol\u00eancia em que se vive e os afetos e sentimentos por ele impulsionados, e como essas mesmas sensa\u00e7\u00f5es s\u00e3o capazes de acionar pot\u00eancias criativas para novas possibilidades de mundo.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 90 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 13\/11\/23 \u2013 segunda-feira<\/strong><\/p>\n<p><strong>15h \u2013 Enluarada: uma Epopeia Sertaneja<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Teatro Paulo Autran &#8211; SESC Taguatinga Norte<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: \u201cEnluarada \u2013 Uma Epopeia Sertaneja\u201d traz \u00e0 tona a culin\u00e1ria, os mitos e ritos que envolvem hist\u00f3rias tradicionais, onde os personagens presentes na cultura popular mineira, como os caipiras, violeiros, garimpeiros, vaqueiros, santos e mo\u00e7as, permitem a comunica\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico a partir da hist\u00f3ria narrada sobre a jovem donzela Maroca e seu grande amor, o Heitor, vaqueiro e tamb\u00e9m violeiro. Enquanto prepara uma galinhada, a mo\u00e7a (interpretada por Ca\u00edsa Tib\u00farcio) conta sua narrativa, que tem como pano de fundo, uma epopeia no interior campestre mineiro, que mistura hist\u00f3rias inventadas e lembradas, a partir de suas viv\u00eancias familiares. Ao t\u00e9rmino do preparo, que coincide com o fim do espet\u00e1culo, ela oferece a comida ao p\u00fablico como uma grande celebra\u00e7\u00e3o ao teatro.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Enluarada: uma Epopeia Sertaneja<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Teatro Paulo Autran &#8211; SESC Taguatinga Norte<\/em> (veja sinopse acima)<\/p>\n<p>(Ser\u00e1 realizado bate papo com o p\u00fablico ao final das apresenta\u00e7\u00f5es)<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>Dia 14\/11\/23 \u2013 ter\u00e7a-feira<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>8h \u2013 Hor\u00e1rio Comercial<\/strong> (MT)<\/p>\n<p><em>Rodovi\u00e1ria do Plano Piloto (acesso Metr\u00f4)<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: O que \u00e9 o nosso trabalho? A que se destina? \u00c9 importante para qu\u00ea? Compreendemos plenamente a import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas ou intelectuais que tanto usamos para trabalhar? Como nos sentimos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carga hor\u00e1ria que dedicamos de nosso tempo de vida para realizar os trabalhos que fazemos? Hor\u00e1rio Comercial \u00e9 uma performance inspirada no livro &#8220;A Vida N\u00e3o \u00e9 \u00datil&#8221; de Ailton Krenak. Ali, uma persona com roupa de trabalhador, trabalha amarrando e desamarrando n\u00f3s em um cabo por 8 horas seguidas com um intervalo de 1 hora para o almo\u00e7o, sem construir ou concretizar nada.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 9 horas<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: Livre<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>19h \u2013 Fauna<\/strong> (MG)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: &#8220;Ei, voc\u00ea me conhece? Posso me aproximar? Eu sou s\u00f3 um animal vivo.&#8221; Nesta pe\u00e7a-conversa, dois atores (Italo Laureano e Rejane Faria) convidam o p\u00fablico a explorar a dimens\u00e3o pol\u00edtica dos afetos. Corpos e discursos se misturam e se confundem para desconstru\u00edrem identidades pessoais e coletivas. &#8220;Fauna&#8221; \u00e9 o sexto espet\u00e1culo do Quatroloscinco, estreado em setembro de 2016, e que d\u00e1 continuidade \u00e0 pesquisa iniciada com &#8220;Ignor\u00e2ncia&#8221; (2015). Esta montagem rompe a narrativa tradicional, atenuando os limites f\u00edsicos entre palco e plateia e criando um circuito de situa\u00e7\u00f5es que levam o espectador para dentro da cena. Referenciada pela obra &#8220;O circuito dos afetos: corpos pol\u00edticos, desamparo e fim do indiv\u00edduo&#8221;, do fil\u00f3sofo Vladimir Safatle, a pe\u00e7a discute temas como viol\u00eancia, desejo, liberdade, confiss\u00e3o e desamparo. Esta produ\u00e7\u00e3o representou Minas Gerais no Sesc Palco Girat\u00f3rio 2018, maior projeto de circula\u00e7\u00e3o teatral do pa\u00eds, pelo qual esteve em 31 cidades de 16 estados. Tamb\u00e9m participou de outros 14 festivais nacionais e internacionais de teatro.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 80 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 15\/11\/23 \u2013 quarta-feira<\/strong><\/p>\n<p><strong>11h \u2013 Romeu e Julieta<\/strong> (SP)<\/p>\n<p><em>Torre de TV, Pra\u00e7a Central da Feira<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Romeu e Julieta \u00e9 um pretexto para, mais uma vez, a Cia. Talagad\u00e1, por meio do Teatro de Formas Animadas, falar de temas t\u00e3o pertinentes ao momento em que vivemos como: viol\u00eancia, intoler\u00e2ncia, preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o em diferentes n\u00edveis e situa\u00e7\u00f5es, para os quais a arte se faz t\u00e3o necess\u00e1ria, seja como um artif\u00edcio de fuga, engajamento pol\u00edtico e social, ou, apenas, um modo l\u00fadico de vingar a vida. Desse modo, buscou-se inspira\u00e7\u00e3o na vida e obra de Arthur Bispo do Ros\u00e1rio (1911 &#8211; 1989), negro, nordestino e pobre que foi diagnosticado como paranoico-esquizofr\u00eanico em uma interface com o cl\u00e1ssico de Shakespeare, propondo ao expectador, al\u00e9m de uma experi\u00eancia c\u00f4mica, l\u00fadica e on\u00edrica, tamb\u00e9m uma reflex\u00e3o pol\u00edtica e social, na qual, mais que compadecer do amor imposs\u00edvel dos protagonistas, pensar nas consequ\u00eancias dos atos que n\u00f3s mesmos representamos, seja como \u201cCapuletos\u201d ou \u201cMont\u00e9quios\u201d.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: livre<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>19h \u2013 Tela Plana<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Teatro Newton Rossi &#8211; SESC Ceil\u00e2ndia<\/em><\/p>\n<p>Sinopse: Ningu\u00e9m vive mais sem o celular, TV, tablet, Computadores. Eles est\u00e3o nos carros, nas ruas, elevadores. A rela\u00e7\u00e3o cada vez mais presente e dependente que temos com a tela plana, foi o mote para a cria\u00e7\u00e3o do novo espet\u00e1culo da Cia. Os Melhores do Mundo. Hoje ela \u00e9 dobr\u00e1vel, redonda, touch e, melhor, divertida. Afinal, pode ser sobre qualquer coisa, posto que absolutamente tudo est\u00e1 ali, refletindo, girando. Porque a tela \u00e9 plana, tr\u00e1gica, dram\u00e1tica, mas necessariamente arredondada para o humor, o grupo agora orbita nessas telas, e se valem da enorme quantidade de informa\u00e7\u00f5es que insiste em \u201cmetaversar\u201d, trazendo para o p\u00fablico uma s\u00e9rie de esquetes in\u00e9ditas que giram em torno de&#8230; do&#8230; do qu\u00ea mesmo?<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: \u00a080 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Mir\u00f3: Estudo\u00a0 n\u00ba 2<\/strong> (PE)<\/p>\n<p><em>Teatro Garagem \u2013 SESC 913 Sul <\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Personagem \u00e9 qualquer ser atuante de uma hist\u00f3ria ou obra. Normalmente \u00e9 uma pessoa, mas pode ser um animal, um ser fict\u00edcio ou um objeto. Uma loca\u00e7\u00e3o, como o Castelo da Disney, pode ser um personagem tamb\u00e9m. Personagens podem ter nomes ou n\u00e3o, reais ou fict\u00edcios, tudo pode ser um personagem. Isso \u00e9 o que diz o Wikipedia, mas o que dir\u00e1 o Estudo N\u00b02? Que comece o jogo deste espet\u00e1culo que come\u00e7ou a ser idealizado em 2015, quando o grupo teatral pernambucano Magiluth passou por um momento de reformula\u00e7\u00e3o interna gigantesco devido a encontros e trocas com grandes artistas. Entre eles encontros, a aproxima\u00e7\u00e3o com um dos mais importantes poetas pernambucanos da contemporaneidade, Poeta Mir\u00f3 da Muribeca. \u201cMir\u00f3: estudo N\u00b02\u201d, o jogo proposto \u00e9: como fazer um personagem?<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 80 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 16 anos<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dia 16\/11\/23 \u2013 quinta-feira<\/strong><\/p>\n<p><strong>15h \u2013 \u00dcbercapitalismo<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Teatro Newton Rossi &#8211; SESC Ceil\u00e2ndia<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: \u00dcbercapitalismo coloca em cena dois personagens do mundo atual, o Entregador e o Coach de Finan\u00e7as, que evidenciam as contradi\u00e7\u00f5es do capitalismo e da ideologia da meritocracia. O encontro dos dois personagens \u2013 vividos por Abaet\u00ea Queiroz e Lupe Leal \u2013 promove um olhar sobre os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos a servi\u00e7o dos processos de explora\u00e7\u00e3o do ser humano pelo ser humano. Nossa trag\u00e9dia social \u00e9 apresentada com uma cr\u00edtica simultaneamente \u00e1cida e c\u00f4mica.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n<p>(Ser\u00e1 realizado bate papo com o p\u00fablico ao final da apresenta\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>17h \u2013 Romeu e Julieta<\/strong> (SP)<\/p>\n<p><em>SDS \u2013 CONIC, Pra\u00e7a Zumbi dos Palmares<\/em> \u2013 Setor de Divers\u00f5es Sul (veja sinopse acima)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 17\/11\/23 \u2013 sexta-feira<\/strong><\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Med\u00e9ia Negra<\/strong> (BA)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: O espet\u00e1culo exp\u00f5e as opress\u00f5es contra as mulheres negras em diferentes lugares de fala e tempos hist\u00f3ricos, como um grito contundente contra o condicionamento social que as marginaliza, julgam e aprisionam. A partir de fragmentos de diferentes vers\u00f5es do mito cl\u00e1ssico, elementos musicais e refer\u00eancias da cultura negra, o mon\u00f3logo de M\u00e1rcia Limma provoca o p\u00fablico a refletir sobre o seu lugar no processo de descoloniza\u00e7\u00e3o e evoca o poder das mulheres negras para reagir \u00e0s viola\u00e7\u00f5es e lutar pela liberta\u00e7\u00e3o. Desde sua estreia, em 2018, a pe\u00e7a j\u00e1 foi indicada a diversos pr\u00eamios e circulou por festivais internacionais na Alemanha, Uruguai e Portugal, dentre diversos festivais nacionais como o Festival nordestino de Guaramiranga, Festival de Arte Negra-FAN, FIT S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto entre outros importantes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>21h \u2013<\/strong> <strong>Cabe\u00e7a Oca<\/strong> (SP)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: A Cia Talagad\u00e1, na constru\u00e7\u00e3o desse projeto, se prop\u00f4s a um novo desafio art\u00edstico: saciar o \u00edmpeto pol\u00edtico de denunciar atitudes as quais acham-se contr\u00e1rias ao desenvolvimento humano, e ao mesmo, tempo transcender sua capacidade criativa atrav\u00e9s de po\u00e9ticas visuais e do teatro de formas animadas, proporcionando, de fato, uma comunh\u00e3o entre p\u00fablico e espectador e n\u00e3o apenas um projeto que satisfa\u00e7a uma das partes, seja o entretenimento ou a doutrina de um pensamento est\u00e9tico e filos\u00f3fico.\u00a0 O existencialismo entra como tema principal, ap\u00f3s diversas pesquisas, em resposta \u00e0 necessidade dos integrantes da companhia em falar de si mesmos, do impacto com o mundo a sua volta; o poder e a influ\u00eancia que a m\u00eddia no mundo atual e na difus\u00e3o de uma aliena\u00e7\u00e3o generalizada.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o \u2013 60 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o \u2013 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 18\/11\/23 \u2013 s\u00e1bado<\/strong><\/p>\n<p><strong>18h30 \u2013 H\u00e1 uma festa sem come\u00e7o que n\u00e3o termina com o fim<\/strong> (CE)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo <\/em><\/p>\n<p>Livro \u00e9 \u00e1rvore, verso j\u00e1 foi tra\u00e7o escrito na terra arada. Os verbos s\u00e3o passado e presente simult\u00e2neos. Nenhuma palavra termina em si mesma, os corpos tamb\u00e9m n\u00e3o. Num rito coletivo de festa e de teatro, uma casa se reabre \u00e0s\/aos convivas e reaprende: como estarmos juntos novamente? Quatro artistas (Eliel Carvalho, Jota J\u00fanior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima), tal qual p\u00e1ginas soltas de um livro, folheiam o tempo e convidam o p\u00fablico a percorrer um lugar, um ontem, uma vida, um agora, um pa\u00eds, um amanh\u00e3. Este texto-pe\u00e7a, criado em 2021, \u00e9 um encontro, uma confid\u00eancia, uma roda de conversa. Um convite para fazer dan\u00e7ar as mem\u00f3rias de cada um e de todos n\u00f3s; do grupo Pavilh\u00e3o da Magn\u00f3lia; e do Brasil. Ao dan\u00e7arem juntas, fazem aparecer os fantasmas de nosso pa\u00eds, feridas nunca superadas.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 100 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 16 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>19h \u2013<\/strong> <strong>Senhora P<\/strong> (DF)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u>: Senhora P dialoga sobre viol\u00eancias contra mulheres e discute as multiplicidades de abusos cometidos em territ\u00f3rios p\u00fablicos e privados. Passeia entre a distopia e a hiper-realidade, onde uma Professora \u00e9 confrontada com um turbilh\u00e3o de interrogat\u00f3rios, mem\u00f3rias e anseios de outros futuros poss\u00edveis. A obra usufrui de uma estrutura composta por aulas, depoimentos e um intermin\u00e1vel interrogat\u00f3rio que lan\u00e7am Adriana Lodi, atriz\/personagem, numa busca por encontrar formas de agir contra os processos de subordina\u00e7\u00e3o, adestramento e opress\u00e3o impostas pelo patriarcado capital\u00edstico colonial. A cria\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo \u00e9 assinada pelo Coletivo coquetel molotov e contou com a participa\u00e7\u00e3o de Daniela Diniz, Fernando Villar, Rodolfo Godoi para a constru\u00e7\u00e3o da dramaturgia autoral.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 80 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>20h \u2013 Med\u00e9ia Negra<\/strong> (BA)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Semente \u2013 Gama<\/em> (veja sinopse acima)<\/p>\n<p>(Ser\u00e1 realizado bate papo com o p\u00fablico ao final da apresenta\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dia 19\/11\/23 \u2013 domingo<\/strong><\/p>\n<p>18h \u2013 <strong>O Arquip\u00e9lago<\/strong> (PR)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo \u2013 Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas<\/em><\/p>\n<p>O solo do ator Pablito Kucarz, leva \u00e0 cena a hist\u00f3ria de sua m\u00e3e. Uma mulher comum, como diversas outras m\u00e3es que abandonaram sua casa muito jovens para trabalhar na cidade grande. Tamb\u00e9m se permite questionar esta hist\u00f3ria quando, em busca de sua pr\u00f3pria identidade, se confronta com temas como preconceito, bullying, machismo e viol\u00eancia. Com tom suave a narrativa tem ares de f\u00e1bula pessoal ao lan\u00e7ar m\u00e3os de met\u00e1foras poderosas: a fam\u00edlia que \u00e9 um<\/p>\n<p>arquip\u00e9lago, juntos por\u00e9m separados pela \u00e1gua salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lan\u00e7ada como um proj\u00e9til que ao inv\u00e9s de ferir prefere dan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 min<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>19h \u2013 H\u00e1 uma festa sem come\u00e7o que n\u00e3o termina com o fim<\/strong> (CE)<\/p>\n<p><em>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo<\/em> (veja sinopse acima)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BILHETERIA PAGA NOS SEGUINTES LOCAIS:<\/strong><\/p>\n<p>Espa\u00e7o Cultural Renato Russo<\/p>\n<p>Teatro Garagem \u2013 SESC 913 sul<\/p>\n<p>bilheteriadigital.com<\/p>\n<p><strong>R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ENTRADA FRANCA NOS SEGUINTES LOCAIS: <\/strong><\/p>\n<p>Teatro Paulo Autran \u2013 SESC Taguatinga Norte<\/p>\n<p>Teatro Newton Rossi \u2013 SESC Ceil\u00e2ndia<\/p>\n<p>Espa\u00e7o Cultural Semente \u2013 Setor Central \u2013 Gama (ao lado da Rodovi\u00e1ria)<\/p>\n<p>Torre de TV \u2013 Pra\u00e7a da Feira<\/p>\n<p>Pra\u00e7a Zumbi dos Palmares \u2013 SDS<\/p>\n<p>Rodovi\u00e1ria do Plano Piloto<\/p>\n<p>Entrada Franca<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Todos os espet\u00e1culos tem acessibilidade com tradu\u00e7\u00e3o em libras e audiodescri\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>* Necess\u00e1rio agendamento de audiodescri\u00e7\u00e3o at\u00e9 48h antes do espet\u00e1culo pelo whatsApp 61 9860-1384<\/p>\n<p>Programa\u00e7\u00e3o completa no site <a href=\"http:\/\/www.festivaldulcina.com.br\">www.festivaldulcina.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com recorde de inscri\u00e7\u00f5es, Festival Dulcina tem programa\u00e7\u00e3o variada com 17 pe\u00e7as de todas as regi\u00f5es brasileiras, sendo uma produ\u00e7\u00e3o internacional, al\u00e9m de prestar homenagem a Alexandre Ribondi &nbsp; Ele est\u00e1 de volta! O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, trazendo uma rica programa\u00e7\u00e3o para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, for\u00e7a motriz dos palcos e da profissionaliza\u00e7\u00e3o dessa arte no Distrito Federal e no pa\u00eds. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi\u00f5es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe\u00e7as e performances, uma delas de Lima (Peru), al\u00e9m de uma pe\u00e7a e uma exposi\u00e7\u00e3o dedica ao jornalista, escritor e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi. No total ser\u00e3o 10 dias que ningu\u00e9m vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 \u00e9 que ele est\u00e1 dando seu primeiro passo rumo \u00e0 sua internacionaliza\u00e7\u00e3o abrindo espa\u00e7o para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao receber a participa\u00e7\u00e3o de Astr\u00e1galo (produ\u00e7\u00e3o encenada dias 10 e 11, \u00e0s 20h no Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c\u00eanico da companhia \u00d3palo Teatro, em coprodu\u00e7\u00e3o com CAPAZ, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 70 e 80. \u201cUm espet\u00e1culo necess\u00e1rio que traz a tem\u00e1tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest\u00f5es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas\u201d, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade \u00e9 que pela primeira vez, o Festival recebe a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as das cinco regi\u00f5es do Brasil, com espet\u00e1culos oriundos do Amazonas, Paran\u00e1, Cear\u00e1, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. \u201cN\u00e3o centralizar e tampouco delimitar as inscri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00f5es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa\u00e7os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina \u00e9 de fato um espa\u00e7o diverso\u201d, destaca Lopes sobre esta edi\u00e7\u00e3o que teve nada menos do que exatas 361 inscri\u00e7\u00f5es, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. \u201cE isso comprova que a quantidade de produ\u00e7\u00f5es realizadas em todo o pa\u00eds, bem como a vontade de participar do evento, \u00e9 enorme, o que nos traz uma percep\u00e7\u00e3o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer\u201d, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, o Festival est\u00e1 trazendo mais produ\u00e7\u00f5es neste ano. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 intensa, ao todo s\u00e3o 17 espet\u00e1culos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons\u00e1vel pelo evento e 1 participa\u00e7\u00e3o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar\u00e3o sendo encenadas pe\u00e7as e realizadas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em at\u00e9 tr\u00eas locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceil\u00e2ndia, Samambaia e Taguatinga s\u00e3o as Regi\u00f5es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. \u201cA curadoria primou pela diversifica\u00e7\u00e3o, apostando em diferentes tipos de espet\u00e1culos, performativos, c\u00f4micos, dram\u00e1ticos, ent\u00e3o \u00e9 realmente para um p\u00fablico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet\u00f3ria\u201d, explica Cleber Lopes. Entre as atra\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 Os Melhores do Mundo com uma pe\u00e7a in\u00e9dita (depois de mais de uma d\u00e9cada sem estrear espet\u00e1culos). O espet\u00e1culo Telaplana (que j\u00e1 est\u00e1 fazendo algumas apresenta\u00e7\u00f5es no Clube do Choro \u00e0s ter\u00e7as-feiras) ser\u00e1 apresentado no SESC Ceil\u00e2ndia, no dia 15 de novembro, \u00e0s 19h. A com\u00e9dia explora situa\u00e7\u00f5es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais \u201cvirtual e interativa\u201d. O ingresso \u00e9 gratuito. E al\u00e9m de pe\u00e7as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco a\u00e7\u00f5es formativas, onde duas delas ser\u00e3o workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; al\u00e9m de tr\u00eas media\u00e7\u00f5es com debates com estudantes, antes e ap\u00f3s os espet\u00e1culos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, \u00dcbercapitalismo, e Media Negra (na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Espa\u00e7o Semente no Gama). &nbsp; Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposi\u00e7\u00e3o em homenagem ao jornalista e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al\u00e9m de A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina, pe\u00e7a escrita por ele e que, inclusive, abrir\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o teatral \u00e0s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo. Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos. H\u00e1 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est\u00e1 entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sin\u00f4nimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela cr\u00edtica social em defesa da diversidade. La\u00eds Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl\u00ednio M\u00f3sca, Irm\u00e3os Guimar\u00e3es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan\u00e7ou C\u00e1ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias art\u00edsticas e de seu acervo pessoal \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gera\u00e7\u00f5es que precisam saber quem \u00e9 Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Bras\u00edlia. &nbsp; Programa\u00e7\u00e3o teatral Dia 10\/11\/23 &#8211; sexta-feira 19h &#8211; A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina (DF) Espa\u00e7o Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es Sinopse: Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Uma \u00e9 T\u00f4nia, uma mulher transg\u00eanero, interpretada pela estreante Lu\u00edsa Rodrigues. A outra \u00e9 Cristina, uma mulher cisg\u00eanero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. 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O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, trazendo uma rica programa\u00e7\u00e3o para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, for\u00e7a motriz dos palcos e da profissionaliza\u00e7\u00e3o dessa arte no Distrito Federal e no pa\u00eds. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi\u00f5es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe\u00e7as e performances, uma delas de Lima (Peru), al\u00e9m de uma pe\u00e7a e uma exposi\u00e7\u00e3o dedica ao jornalista, escritor e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi. No total ser\u00e3o 10 dias que ningu\u00e9m vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 \u00e9 que ele est\u00e1 dando seu primeiro passo rumo \u00e0 sua internacionaliza\u00e7\u00e3o abrindo espa\u00e7o para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao receber a participa\u00e7\u00e3o de Astr\u00e1galo (produ\u00e7\u00e3o encenada dias 10 e 11, \u00e0s 20h no Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c\u00eanico da companhia \u00d3palo Teatro, em coprodu\u00e7\u00e3o com CAPAZ, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 70 e 80. \u201cUm espet\u00e1culo necess\u00e1rio que traz a tem\u00e1tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest\u00f5es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas\u201d, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade \u00e9 que pela primeira vez, o Festival recebe a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as das cinco regi\u00f5es do Brasil, com espet\u00e1culos oriundos do Amazonas, Paran\u00e1, Cear\u00e1, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. \u201cN\u00e3o centralizar e tampouco delimitar as inscri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00f5es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa\u00e7os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina \u00e9 de fato um espa\u00e7o diverso\u201d, destaca Lopes sobre esta edi\u00e7\u00e3o que teve nada menos do que exatas 361 inscri\u00e7\u00f5es, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. \u201cE isso comprova que a quantidade de produ\u00e7\u00f5es realizadas em todo o pa\u00eds, bem como a vontade de participar do evento, \u00e9 enorme, o que nos traz uma percep\u00e7\u00e3o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer\u201d, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, o Festival est\u00e1 trazendo mais produ\u00e7\u00f5es neste ano. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 intensa, ao todo s\u00e3o 17 espet\u00e1culos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons\u00e1vel pelo evento e 1 participa\u00e7\u00e3o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar\u00e3o sendo encenadas pe\u00e7as e realizadas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em at\u00e9 tr\u00eas locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceil\u00e2ndia, Samambaia e Taguatinga s\u00e3o as Regi\u00f5es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. \u201cA curadoria primou pela diversifica\u00e7\u00e3o, apostando em diferentes tipos de espet\u00e1culos, performativos, c\u00f4micos, dram\u00e1ticos, ent\u00e3o \u00e9 realmente para um p\u00fablico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet\u00f3ria\u201d, explica Cleber Lopes. Entre as atra\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 Os Melhores do Mundo com uma pe\u00e7a in\u00e9dita (depois de mais de uma d\u00e9cada sem estrear espet\u00e1culos). O espet\u00e1culo Telaplana (que j\u00e1 est\u00e1 fazendo algumas apresenta\u00e7\u00f5es no Clube do Choro \u00e0s ter\u00e7as-feiras) ser\u00e1 apresentado no SESC Ceil\u00e2ndia, no dia 15 de novembro, \u00e0s 19h. A com\u00e9dia explora situa\u00e7\u00f5es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais \u201cvirtual e interativa\u201d. O ingresso \u00e9 gratuito. E al\u00e9m de pe\u00e7as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco a\u00e7\u00f5es formativas, onde duas delas ser\u00e3o workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; al\u00e9m de tr\u00eas media\u00e7\u00f5es com debates com estudantes, antes e ap\u00f3s os espet\u00e1culos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, \u00dcbercapitalismo, e Media Negra (na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Espa\u00e7o Semente no Gama). &nbsp; Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposi\u00e7\u00e3o em homenagem ao jornalista e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al\u00e9m de A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina, pe\u00e7a escrita por ele e que, inclusive, abrir\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o teatral \u00e0s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo. Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos. H\u00e1 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est\u00e1 entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sin\u00f4nimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela cr\u00edtica social em defesa da diversidade. La\u00eds Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl\u00ednio M\u00f3sca, Irm\u00e3os Guimar\u00e3es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan\u00e7ou C\u00e1ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. 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O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, trazendo uma rica programa\u00e7\u00e3o para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, for\u00e7a motriz dos palcos e da profissionaliza\u00e7\u00e3o dessa arte no Distrito Federal e no pa\u00eds. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi\u00f5es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe\u00e7as e performances, uma delas de Lima (Peru), al\u00e9m de uma pe\u00e7a e uma exposi\u00e7\u00e3o dedica ao jornalista, escritor e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi. No total ser\u00e3o 10 dias que ningu\u00e9m vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 \u00e9 que ele est\u00e1 dando seu primeiro passo rumo \u00e0 sua internacionaliza\u00e7\u00e3o abrindo espa\u00e7o para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao receber a participa\u00e7\u00e3o de Astr\u00e1galo (produ\u00e7\u00e3o encenada dias 10 e 11, \u00e0s 20h no Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c\u00eanico da companhia \u00d3palo Teatro, em coprodu\u00e7\u00e3o com CAPAZ, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 70 e 80. \u201cUm espet\u00e1culo necess\u00e1rio que traz a tem\u00e1tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest\u00f5es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas\u201d, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade \u00e9 que pela primeira vez, o Festival recebe a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as das cinco regi\u00f5es do Brasil, com espet\u00e1culos oriundos do Amazonas, Paran\u00e1, Cear\u00e1, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. \u201cN\u00e3o centralizar e tampouco delimitar as inscri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00f5es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa\u00e7os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina \u00e9 de fato um espa\u00e7o diverso\u201d, destaca Lopes sobre esta edi\u00e7\u00e3o que teve nada menos do que exatas 361 inscri\u00e7\u00f5es, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. \u201cE isso comprova que a quantidade de produ\u00e7\u00f5es realizadas em todo o pa\u00eds, bem como a vontade de participar do evento, \u00e9 enorme, o que nos traz uma percep\u00e7\u00e3o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer\u201d, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, o Festival est\u00e1 trazendo mais produ\u00e7\u00f5es neste ano. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 intensa, ao todo s\u00e3o 17 espet\u00e1culos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons\u00e1vel pelo evento e 1 participa\u00e7\u00e3o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar\u00e3o sendo encenadas pe\u00e7as e realizadas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em at\u00e9 tr\u00eas locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceil\u00e2ndia, Samambaia e Taguatinga s\u00e3o as Regi\u00f5es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. \u201cA curadoria primou pela diversifica\u00e7\u00e3o, apostando em diferentes tipos de espet\u00e1culos, performativos, c\u00f4micos, dram\u00e1ticos, ent\u00e3o \u00e9 realmente para um p\u00fablico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet\u00f3ria\u201d, explica Cleber Lopes. Entre as atra\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 Os Melhores do Mundo com uma pe\u00e7a in\u00e9dita (depois de mais de uma d\u00e9cada sem estrear espet\u00e1culos). O espet\u00e1culo Telaplana (que j\u00e1 est\u00e1 fazendo algumas apresenta\u00e7\u00f5es no Clube do Choro \u00e0s ter\u00e7as-feiras) ser\u00e1 apresentado no SESC Ceil\u00e2ndia, no dia 15 de novembro, \u00e0s 19h. A com\u00e9dia explora situa\u00e7\u00f5es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais \u201cvirtual e interativa\u201d. O ingresso \u00e9 gratuito. E al\u00e9m de pe\u00e7as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco a\u00e7\u00f5es formativas, onde duas delas ser\u00e3o workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; al\u00e9m de tr\u00eas media\u00e7\u00f5es com debates com estudantes, antes e ap\u00f3s os espet\u00e1culos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, \u00dcbercapitalismo, e Media Negra (na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Espa\u00e7o Semente no Gama). &nbsp; Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposi\u00e7\u00e3o em homenagem ao jornalista e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al\u00e9m de A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina, pe\u00e7a escrita por ele e que, inclusive, abrir\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o teatral \u00e0s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo. Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos. H\u00e1 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est\u00e1 entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sin\u00f4nimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela cr\u00edtica social em defesa da diversidade. La\u00eds Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl\u00ednio M\u00f3sca, Irm\u00e3os Guimar\u00e3es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan\u00e7ou C\u00e1ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias art\u00edsticas e de seu acervo pessoal \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gera\u00e7\u00f5es que precisam saber quem \u00e9 Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Bras\u00edlia. &nbsp; Programa\u00e7\u00e3o teatral Dia 10\/11\/23 &#8211; sexta-feira 19h &#8211; A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina (DF) Espa\u00e7o Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es Sinopse: Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Uma \u00e9 T\u00f4nia, uma mulher transg\u00eanero, interpretada pela estreante Lu\u00edsa Rodrigues. A outra \u00e9 Cristina, uma mulher cisg\u00eanero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. 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