{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"150 anos de Joaqu\u00edn Torres Garcia - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"FNPZpDhJlM\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2026\/04\/01\/150-anos-de-joaquin-torres-garcia\/\">150 anos de Joaqu\u00edn Torres Garcia<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2026\/04\/01\/150-anos-de-joaquin-torres-garcia\/embed\/#?secret=FNPZpDhJlM\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;150 anos de Joaqu\u00edn Torres Garcia&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"FNPZpDhJlM\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/1949-11-Figuras-con-Palomas-2.jpg","thumbnail_width":2500,"thumbnail_height":2138,"description":"Em cartaz no CCBB at\u00e9 21 de junho, exposi\u00e7\u00e3o gratuita \u00e9 a mais abrangente j\u00e1 dedicada ao artista uruguaio e re\u00fane mais de 70 artistas. &nbsp; A mostra Joaqu\u00edn Torres Garc\u00eda \u2013 150 anos j\u00e1 est\u00e1 aberta para visita\u00e7\u00e3o do p\u00fablico no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada gratuita, e a temporada segue at\u00e9 21 de junho. A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane um amplo conjunto de obras do artista uruguaio em di\u00e1logo com trabalhos de mais de 70 nomes da arte moderna e contempor\u00e2nea, propondo um novo olhar sobre sua trajet\u00f3ria e sua contribui\u00e7\u00e3o para a consolida\u00e7\u00e3o de uma linguagem art\u00edstica latino-americana com proje\u00e7\u00e3o internacional ao longo do s\u00e9culo XX. A classifica\u00e7\u00e3o indicativa \u00e9 livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo link destacado acima. O projeto conta ainda com a colabora\u00e7\u00e3o institucional de Alejandro D\u00edaz, diretor do Museo Torres Garc\u00eda, cuja parceria foi determinante para viabilizar a vinda dos manuscritos e desenhos in\u00e9ditos. Com curadoria de Saulo di Tarso, a mostra estabelece conex\u00f5es entre a produ\u00e7\u00e3o de Torres Garc\u00eda e diferentes vertentes da arte moderna e contempor\u00e2nea, aproximando sua obra de refer\u00eancias brasileiras, das vanguardas europeias, da arte africana e das culturas indo-americanas. O percurso prop\u00f5e uma releitura do chamado Universalismo Construtivo, conceito formulado pelo artista para articular formas universais a uma identidade pr\u00f3pria da Am\u00e9rica Latina, ampliando suas interpreta\u00e7\u00f5es para al\u00e9m das leituras mais difundidas. Reconhecido por integrar importantes cole\u00e7\u00f5es internacionais, Torres Garc\u00eda tem sua obra apresentada sob uma perspectiva que ultrapassa sua iconografia mais conhecida. A exposi\u00e7\u00e3o revisita sua trajet\u00f3ria, destacando o papel que desempenhou ao colocar em rela\u00e7\u00e3o experi\u00eancias da vanguarda europeia e sua atua\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina, especialmente a partir de seu retorno ao Uruguai, em 1934. A presen\u00e7a de obras como \u201cAm\u00e9rica invertida\u201d, raramente exibida fora do Museu Torres Garc\u00eda, em Montevid\u00e9u, refor\u00e7a esse eixo curatorial, convidando o p\u00fablico a revisitar seu significado para al\u00e9m de leituras consolidadas. Para Saulo Di Tarso, celebrar 150 anos de um artista da dimens\u00e3o de Torres Garc\u00eda exige ampliar o olhar hist\u00f3rico. \u201cEstamos apresentando a exposi\u00e7\u00e3o mais abrangente j\u00e1 dedicada a ele e dessa forma queremos nos aproximar do nosso legado espanhol\u201d. Nesse sentido, a mostra conta com pe\u00e7as fundamentais provenientes de cole\u00e7\u00f5es e museus ao redor do mundo: MACBA, IVAM, Colecci\u00f3n Telef\u00f3nica, MSSA, Galerie Gmurzynska e tamb\u00e9m obras do MASP, Pinacoteca de S\u00e3o Paulo e de importantes cole\u00e7\u00f5es privadas brasileiras. A dimens\u00e3o pedag\u00f3gica tamb\u00e9m atravessa a mostra. Para Torres Garc\u00eda, a inf\u00e2ncia ocupava um lugar fundamental em sua reflex\u00e3o est\u00e9tica. \u201cEle defendia uma educa\u00e7\u00e3o art\u00edstica baseada na experi\u00eancia e na inven\u00e7\u00e3o, em que o principal est\u00edmulo estava na cria\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos e na organiza\u00e7\u00e3o das percep\u00e7\u00f5es. Nesse contexto, chegou a desenvolver brinquedos de madeira com car\u00e1ter formativo e incorporou \u00e0 sua pintura uma linguagem sint\u00e9tica, pr\u00f3xima ao tra\u00e7o infantil, valorizando a habilidade das crian\u00e7as de compreender e estruturar o mundo por meio de signos simples e universais\u201d, completa o curador. Di\u00e1logo com a arte brasileira A presen\u00e7a de 40 artistas brasileiros se organiza a partir de dois eixos principais. De um lado, a mem\u00f3ria do inc\u00eandio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), epis\u00f3dio que marcou profundamente a hist\u00f3ria das institui\u00e7\u00f5es culturais no pa\u00eds e teve repercuss\u00e3o internacional. De outro, a proposta de tensionar, no campo simb\u00f3lico, as divis\u00f5es hist\u00f3ricas herdadas do Tratado de Tordesilhas e suas reverbera\u00e7\u00f5es nas rela\u00e7\u00f5es culturais sul-americanas. A presen\u00e7a de obras e artistas brasileiros e estrangeiros refletem tanto a inten\u00e7\u00e3o de di\u00e1logo e celebra\u00e7\u00e3o, encerrando a efem\u00e9ride dos 150 anos do artista no pa\u00eds quanto a inten\u00e7\u00e3o de fortalecer v\u00ednculos culturais na Am\u00e9rica do Sul. \u201cDesde o Modernismo, assim como a antropologia dos tr\u00f3picos, a arte brasileira influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa hist\u00f3ria apenas no sentido inverso. Por isso, foi l\u00f3gico adensar a presen\u00e7a da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que \u2018o nosso norte \u00e9 o Sul\u201d, afirma o curador. Entre os nomes presentes est\u00e3o Cec\u00edlia Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenfl\u00eddio, Alfredo Jaar, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Ros\u00e1rio, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, H\u00e9lio Oiticica, Emanoel Ara\u00fajo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Fl\u00e1vio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, S\u00e9rgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges e Rosana Paulino. Apesar de n\u00e3o terem nascido no Brasil, Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi s\u00e3o inclu\u00eddos por sua import\u00e2ncia na hist\u00f3ria da arte brasileira. A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m evidencia conex\u00f5es diretas entre Torres Garc\u00eda e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, al\u00e9m de rela\u00e7\u00f5es conceituais com nomes como Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Ros\u00e1rio, Emanoel Ara\u00fajo e Willys de Castro. Um di\u00e1logo expressivo tamb\u00e9m se estabelece com Rosana Paulino em uma das salas da mostra. Todas estas conex\u00f5es revelam a atualidade da obra de Torres Garc\u00eda e sua pot\u00eancia como uma obra viva que convoca \u00e0 autonomia da Am\u00e9rica Latina, uma obra pioneira das premissas decoloniais, t\u00e3o caras \u00e0 contemporaneidade, e que t\u00eam sido invocada como \u00edcone de pertencimento na m\u00fasica, no cinema e no mundo da cultura de modo geral. A Am\u00e9rica invertida (1943) est\u00e1 agora em exposi\u00e7\u00e3o no CCBB Bras\u00edlia. Programa\u00e7\u00e3o de abertura A abertura da mostra, que ocorreu nessa ter\u00e7a-feira &#8211; 31 de mar\u00e7o, incluiu uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso. A atividade antecipou as principais chaves de leitura da exposi\u00e7\u00e3o e apresenta o recorte curatorial proposto, afinal,\u00a0 cada cidade que recebe a mostra ganha um recorte pr\u00f3prio: em Bras\u00edlia, as rela\u00e7\u00f5es entre arte, cidade e espa\u00e7o p\u00fablico s\u00e3o colocadas \u00e0 luz, e de forma in\u00e9dita, a curadoria prop\u00f5e tamb\u00e9m tra\u00e7ar di\u00e1logos com obras e artistas da Cole\u00e7\u00e3o Banco do Brasil, entre eles Rubens Valentim, Maria Bonomi e Athos Bulc\u00e3o, em torno desta grande celebra\u00e7\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o reafirma a ideia de que o sul n\u00e3o \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, mas uma postura \u00e9tica e po\u00e9tica diante do mundo. Em S\u00e3o Paulo, o di\u00e1logo entre geometria"}