{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"oAWWyxg3gr\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/12\/12\/arte-sob-as-estrelas-com-paulinho-da-viola\/\">Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/12\/12\/arte-sob-as-estrelas-com-paulinho-da-viola\/embed\/#?secret=oAWWyxg3gr\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"oAWWyxg3gr\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-16.04.13.jpeg","thumbnail_width":1125,"thumbnail_height":763,"description":"Bras\u00edlia Museu Aberto encerra 2025 com noite hist\u00f3rica ao som de Paulinho da Viola e a c\u00fapula do Museu da Rep\u00fablica transformada em arte viva. Bras\u00edlia viveu na \u00faltima ter\u00e7a-feira 909), uma daquelas noites que imediatamente entram para a mem\u00f3ria afetiva da cidade. Cerca de 2.500 pessoas se reuniram no Museu da Rep\u00fablica para assistir ao show \u201cQuando o Samba Chama\u201d, de Paulinho da Viola, atra\u00e7\u00e3o principal da segunda edi\u00e7\u00e3o do Bras\u00edlia Museu Aberto \u2013 Edi\u00e7\u00e3o Brasilidades. E, como j\u00e1 \u00e9 a marca registrada do projeto, a m\u00fasica encontrou a arte de forma grandiosa: a c\u00fapula do museu virou tela, palco e poema visual, iluminada por proje\u00e7\u00f5es mapeadas que celebraram o modernismo, a fotografia, a poesia e a produ\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea da capital. \u00a0 A apresenta\u00e7\u00e3o de Paulinho \u2014 serena, elegante e cheia de afeto \u2014 trouxe cl\u00e1ssicos que atravessam gera\u00e7\u00f5es, como Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Onde a Dor N\u00e3o Tem Raz\u00e3o e Pecado Capital. Foi o tipo de encontro raro, em que voz, hist\u00f3ria e repert\u00f3rio parecem conversar diretamente com o cora\u00e7\u00e3o da cidade. O p\u00fablico acompanhou em sil\u00eancio, sorriso e canto, lembrando por que Paulinho \u00e9 uma das figuras mais reverenciadas da m\u00fasica brasileira. Antes e depois do show, o DJ Edy embalou o clima da Esplanada com sets dan\u00e7antes, enquanto as proje\u00e7\u00f5es transformavam Bras\u00edlia em galeria a c\u00e9u aberto. Entre os homenageados estavam nomes essenciais para o imagin\u00e1rio visual do pa\u00eds, como Orlando Brito, Wladimir Carvalho e a Cole\u00e7\u00e3o Bras\u00edlia, al\u00e9m de artistas que hoje d\u00e3o nova fisionomia \u00e0 cena cultural brasiliense \u2014 Antonio Ob\u00e1, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gon\u00e7alves, Stuckert, Delei, entre outros. Uma costura que uniu tradi\u00e7\u00e3o, experimenta\u00e7\u00e3o e o orgulho de ver o patrim\u00f4nio p\u00fablico pulsando vida. Idealizado por Danielle Athayde, o Bras\u00edlia Museu Aberto tem como ess\u00eancia reinventar o uso dos espa\u00e7os monumentais de Bras\u00edlia, aproximando arte e comunidade de forma acess\u00edvel e democr\u00e1tica. Desde 2020, o projeto vem ocupando pr\u00e9dios simb\u00f3licos da capital com proje\u00e7\u00f5es mapeadas, obras de grandes nomes como Siron Franco, Tarsila do Amaral e Burle Marx, al\u00e9m de artistas contempor\u00e2neos do DF. Nesta edi\u00e7\u00e3o, novamente com apoio do Minist\u00e9rio da Cultura e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto reafirmou que cultura viva se faz assim: na rua, em di\u00e1logo com a cidade e sua gente. O fato \u00e9 que, a noite com Paulinho cantando sob o c\u00e9u da Esplanada e a c\u00fapula convertida em arte viva encerrou 2025 com a poesia que Bras\u00edlia merece \u2014 e com a certeza de que o Museu Aberto j\u00e1 ocupa um lugar definitivo no calend\u00e1rio afetivo e cultural do Distrito Federal. Confira quem passou por l\u00e1: &nbsp; Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o"}