{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"N\u00e3o perca a exposi\u00e7\u00e3o Entre-lugar: Trajet\u00f3rias - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"6YudOpS98o\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/10\/31\/nao-perca-a-exposicao-entre-lugar-trajetorias\/\">N\u00e3o perca a exposi\u00e7\u00e3o Entre-lugar: Trajet\u00f3rias<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/10\/31\/nao-perca-a-exposicao-entre-lugar-trajetorias\/embed\/#?secret=6YudOpS98o\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;N\u00e3o perca a exposi\u00e7\u00e3o Entre-lugar: Trajet\u00f3rias&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"6YudOpS98o\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/180102_nHanashiro_img001_1-scaled.jpg","thumbnail_width":1920,"thumbnail_height":2560,"description":"Mostra no Museu Vivo da Mem\u00f3ria Candanga une arte, hist\u00f3ria e afeto ao retratar, por meio das obras de C\u00e9lia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro, as heran\u00e7as visuais e humanas da imigra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil. &nbsp; A partir do dia 1\u00ba de novembro, o Museu Vivo da Mem\u00f3ria Candanga abre as portas para um mergulho nas lembran\u00e7as que ajudaram a erguer Bras\u00edlia \u2014 e o pa\u00eds. A mostra \u201cEntre-Lugar: Trajet\u00f3rias\u201d, com curadoria de Gladstone Menezes, re\u00fane fotografias, objetos e instala\u00e7\u00f5es que revisitam a presen\u00e7a e a contribui\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias japonesas na forma\u00e7\u00e3o da capital, por meio do olhar sens\u00edvel das artistas C\u00e9lia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro. A exposi\u00e7\u00e3o pode ser visitada at\u00e9 20 de dezembro, de segunda a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 17h, com entrada gratuita e recursos de audiodescri\u00e7\u00e3o e material em braile. O projeto tem patroc\u00ednio do Fundo de Apoio \u00e0 Cultura do DF (FAC-DF). Mais que um registro hist\u00f3rico, \u201cEntre-Lugar: Trajet\u00f3rias\u201d \u00e9 uma conversa entre o passado e o presente \u2014 entre o Jap\u00e3o e Bras\u00edlia. As imagens, extra\u00eddas de \u00e1lbuns de fam\u00edlia das pioneiras Hanashiro e Matsunaga, formam uma narrativa de pertencimento e resist\u00eancia, onde cada foto carrega fragmentos de mem\u00f3ria, f\u00e9 e identidade. \u201cEntre-Lugar: Trajet\u00f3rias prop\u00f5e compartilhar lembran\u00e7as que reafirmam a mem\u00f3ria como uma das mais valiosas ferramentas de transforma\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o do futuro\u201d, resume o curador Gladstone Menezes. As trajet\u00f3rias das duas fam\u00edlias caminharam em paralelo at\u00e9 o encontro de Nilce Eiko e C\u00e9lia Matsunaga, nos anos 1990. A partir desse ponto, suas linguagens se entrela\u00e7am em obras que falam de ancestralidade e da busca pelo que est\u00e1 al\u00e9m do vis\u00edvel. Em Nilce Eiko Hanashiro, a mem\u00f3ria \u00e9 chama, rito e performance. A instala\u00e7\u00e3o \u201cNoivos\u201d (1994) resgata fotografias de casamentos arranjados, revelando nas express\u00f5es e trajes dos retratados as tens\u00f5es entre tradi\u00e7\u00e3o e desejo. J\u00e1 a videoinstala\u00e7\u00e3o \u201c3&#215;4\u201d, ainda em processo, re\u00fane cem retratos acompanhados por can\u00e7\u00f5es e prov\u00e9rbios de Okinawa gravados por Yoshiko Hanashiro \u2014 um autorretrato coletivo que celebra a diversidade de identidades nipo-brasileiras. Em \u201cLeques\u201d (2000), Nilce inverte o s\u00edmbolo da delicadeza ao incendi\u00e1-lo, transformando o gesto em um manifesto po\u00e9tico sobre liberdade e g\u00eanero. J\u00e1 C\u00e9lia Matsunaga constr\u00f3i sua po\u00e9tica no espa\u00e7o entre a forma e o sil\u00eancio. Em suas obras, o que n\u00e3o se v\u00ea sustenta o que se revela \u2014 dobras, recortes e pausas que convidam o olhar \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o. No livro-objeto \u201cV\u00e9u de Noiva\u201d (2012), o papel vegetal vira cascata transl\u00facida em muta\u00e7\u00e3o constante; em \u201cAmaz\u00f4nia\u201d (2017), as imagens monocrom\u00e1ticas recortadas sugerem a fragilidade da paisagem; em \u201cRe-encontrar\u201d (2012), parceria com Daniel Mira, a tipografia ileg\u00edvel dialoga com tra\u00e7os org\u00e2nicos; e em \u201cA Casa\u201d (2025), p\u00e1ginas suspensas como bandeirolas evocam as primeiras moradias da capital, convertendo lembran\u00e7as em experi\u00eancia sensorial. A mostra tamb\u00e9m lan\u00e7a luz sobre a pr\u00f3pria hist\u00f3ria das fam\u00edlias. A saga dos Hanashiro, oriundos de Okinawa, e dos Matsunaga, de T\u00f3quio, percorre o interior paulista at\u00e9 o nascimento de Bras\u00edlia, onde ambos se fixaram nos anos 1950. Foram candangos, pioneiros e empreendedores \u2014 ajudaram a erguer a cidade e, com ela, suas pr\u00f3prias ra\u00edzes. Nilce, filha ca\u00e7ula dos Hanashiro, costumava dizer com orgulho que era \u201ccandanga e descendente de japoneses pioneiros\u201d. \u201cRealizar essa exposi\u00e7\u00e3o no Museu da Mem\u00f3ria Candanga carrega um car\u00e1ter de resgate. A mem\u00f3ria de Bras\u00edlia est\u00e1 se deteriorando \u2014 e lembrar \u00e9 tamb\u00e9m reconstruir\u201d, reflete Gladstone Menezes. Com imagens, objetos e gestos que atravessam gera\u00e7\u00f5es, \u201cEntre-Lugar: Trajet\u00f3rias\u201d transforma o espa\u00e7o expositivo em territ\u00f3rio de reencontros. \u00c9 arte que narra hist\u00f3rias, mas tamb\u00e9m as devolve ao tempo \u2014 com a delicadeza de quem sabe que o passado, quando tocado com cuidado, ainda pulsa no presente. &nbsp; Partiu expo! Entre-Lugar: Trajet\u00f3rias de C\u00e9lia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro \/ Museu Vivo da Mem\u00f3ria Candanga, N\u00facleo Bandeirante, Bras\u00edlia-DF \/ 01 novembro a 20 dezembro 2025 &#8211; segunda a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 17h \/ Entrada franca \/ Livre Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o"}