{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"Capital vira palco do VI Festival\u00a0Vulica\u00a0Brasil - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"TVW1IQuroj\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/08\/13\/capital-vira-palco-do-vi-festival-vulica-brasil\/\">Capital vira palco do VI Festival\u00a0Vulica\u00a0Brasil<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/08\/13\/capital-vira-palco-do-vi-festival-vulica-brasil\/embed\/#?secret=TVW1IQuroj\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Capital vira palco do VI Festival\u00a0Vulica\u00a0Brasil&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"TVW1IQuroj\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/SaveClip.App_524813306_18521259532044119_2762432432892775966_n.jpg","thumbnail_width":1080,"thumbnail_height":1211,"description":"O Festival Vulica Brasil \u00e9 o primeiro grande evento internacional de arte urbana de Bras\u00edlia com murais, oficinas e a\u00e7\u00f5es sociais, por artistas da cidade, do Brasil e do mundo. Aten\u00e7\u00e3o amantes da street art, o Festival Vulica Brasil est\u00e1 rolando at\u00e9 o dia 24 de agosto na capital federal. Este \u00e9 o primeiro grande festival internacional de arte urbana a ocupar Bras\u00edlia, transformando o espa\u00e7o p\u00fablico em galeria viva. Aprovado na Sele\u00e7\u00e3o Petrobras Cultural com recursos da Lei Rouanet, o projeto re\u00fane artistas locais, de outras cidades do pa\u00edses e internacionais; promovendo a\u00e7\u00f5es ambientais (pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, cuidado especial com res\u00edduos, reaproveitamento das latas, etc.) e sociais. O evento deste ano marca a estreia brasiliense desse formato de festival, nas ruas, ap\u00f3s cinco edi\u00e7\u00f5es em Minsk (Belarus), entre 2014 e 2019, quando regi\u00e3o abandonada foi transformada em refer\u00eancia cultural, apelidada de \u201cRua Brasil\u201d. Desse modo, a 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Vulica prestar\u00e1 tributo \u00e0 capital modernista, cuja arquitetura singular e energia cultural tornam-se a base ideal para a arte p\u00fablica. As interven\u00e7\u00f5es previstas concentram-se no Conic, \u00edcone simb\u00f3lico da cultura brasiliense, e avan\u00e7am pelo Setor Comercial Sul (SCS), fortalecendo o eixo cultural emergente no centro de Bras\u00edlia, em parceria com o SESI LAB, elemento essencial na efervesc\u00eancia art\u00edstica daquela \u00e1rea, nos \u00faltimos anos.\u00a0 \u201cFazer arte urbana \u00e9 desafiador. Toda cidade apresenta desafios pr\u00f3prios, derivados de sua hist\u00f3ria, cena art\u00edstica, arquitetura, e abertura do governo local a colabora\u00e7\u00f5es. Em Bras\u00edlia, Patrim\u00f4nio Arquitet\u00f4nico da Humanidade pela UNESCO, os obst\u00e1culos existem e n\u00e3o s\u00e3o poucos, mas conseguimos conquistar nosso espa\u00e7o\u201d, afirma Danilo Costa, fundador do\u00a0Vulica. A metodologia de atua\u00e7\u00e3o baseia-se no di\u00e1logo com os moradores e frequentadores das \u00e1reas selecionadas, articula\u00e7\u00e3o com administradores de edif\u00edcios, gestores p\u00fablicos e artistas. Nascido do muralismo, o\u00a0Vulica\u00a0traz dois nomes com hist\u00f3ria nos festivais em Belarus: L7Matrix (SP) e Z\u00e9h Palito (SP). O line-up re\u00fane a maior presen\u00e7a feminina da hist\u00f3ria do evento, na mesma edi\u00e7\u00e3o, com Jumu (Alemanha\/Peru), Ledania (Col\u00f4mbia), Rowan Bathurst (EUA), Hanna Lucatelli e Juliana Lama (Brasil). Completam a sele\u00e7\u00e3o curatorial o coletivo Bicicleta Sem Freio (Goi\u00e2nia), Toys Daniel (Bras\u00edlia), Enivo (SP) e Rafael Sliks (SP), nomes consagrados da cena urbana nacional e internacional. \u201cA inova\u00e7\u00e3o \u00e9 constante na proposta art\u00edstica do\u00a0Vulica\u00a0\u2013 desafiamos a criatividade dos artistas, com obras e linguagens in\u00e9ditas; \u2018trasladamos\u2019 artistas da galeria ao ambiente externo; respeitamos o entorno e as quest\u00f5es sociais dos locais escolhidos. O p\u00fablico poder\u00e1 conferir, ao longo do festival, como o\u00a0Vulica\u00a0promove a arte inovadora e energiza as comunidades frequentadoras das felizardas loca\u00e7\u00f5es eleitas, respeitando o belo patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico e cultural de Bras\u00edlia\u201d, completa o fundador do festival. O festival ser\u00e1 divulgado nas redes sociais, com produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado do Instagrafite (INGF). O p\u00fablico poder\u00e1 participar gratuitamente de oficinas, rodas de conversa, walking tours, live paintings e do grande encerramento, no SESI Lab, em 24 de agosto &#8211; para mais detalhes, siga nossas plataformas. Conhe\u00e7a mais o Vulica \u201cVulica\u201d quer dizer \u201cRua\u201d em belarusso, da\u00ed o nome \u201cVulica\u00a0Brasil\u201d (\u201cRua Brasil\u201d). O festival nasceu do desejo de valorizar a arte urbana brasileira e promover interc\u00e2mbios culturais. Tudo come\u00e7ou na Rua Oktyabrskaya\/Kastrychnitskaya, em um antigo bairro industrial de Minsk. Ao longo dos festivais, o\u00a0Vulica\u00a0gerou mais de 50 interven\u00e7\u00f5es urbanas: murais, esculturas, instala\u00e7\u00f5es, pinturas em bondes, vag\u00f5es de metr\u00f4, chamin\u00e9s de f\u00e1bricas, a\u00e7\u00f5es de urbanismo t\u00e1tico, ambientais e sociais. O projeto busca levar ao mundo a face contempor\u00e2nea do Brasil, por meio da arte p\u00fablica, acess\u00edvel a todos, produzida por artistas de diversas origens, etnias, g\u00eaneros e tribos. Obras como o mural d&#8217;OsGemeos, na Embaixada do Brasil em Minsk, e o trabalho de Ramon Martins, o maior mural do mundo na temporada 2016-2017, impulsionaram e consolidaram o festival. Ao longo das edi\u00e7\u00f5es, ele colaborou estreitamente com organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil locais, inclusive ONGs socioeducativas e at\u00e9 mesmo o PNUD, das Na\u00e7\u00f5es Unidas. O poder p\u00fablico, reticente no in\u00edcio, ao observar os muitos benef\u00edcios socioculturais da iniciativa, passou a apoiar o\u00a0Vulica, oferecendo suporte institucional e log\u00edstico. In\u00e9dito no Brasil, o festival \u00e9 mais do que evento: \u00e9 movimento. Fundado em 2021, o Instituto de Arte e Sustentabilidade\u00a0Vulica\u00a0Brasil (iVB), iniciado como festival em Belarus em 2014, finca bandeira em Bras\u00edlia, ampliando suas atividades locais. Em 2022, realizou o projeto\u00a0Acorda, Conic!, com oficinas de urbanismo t\u00e1tico voltadas para a requalifica\u00e7\u00e3o do local para o p\u00fablico. Em 2024, realizou a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0Natureza Urbana,\u00a0no CCBB, com a cria\u00e7\u00e3o de obras \u201csite specific\u201d ao longo da programa\u00e7\u00e3o &#8211; ap\u00f3s a conclus\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o, a obra escultural de grandes propor\u00e7\u00f5es da dupla ECHO, que por algumas semanas abra\u00e7ou o edif\u00edcio-sede do CCBB (foto abaixo), de autoria de Oscar Niemeyer, foi doada ao acervo do Jardim Bot\u00e2nico, onde se encontra at\u00e9 hoje. Ap\u00f3s dois meses de exposi\u00e7\u00e3o, as esculturas de bambu e os bancos de taipa da artista e designer Nina Coimbra foram doados ao Jardim Bot\u00e2nico de Bras\u00edlia. Os pain\u00e9is de madeira do artista Thiago Toes, da mesma exposi\u00e7\u00e3o, foram doados ao Assentamento Dorothy Stang, em Sobradinho-DF, para decorar a \u00e1rea comunit\u00e1ria e alegrar o cotidiano de mais de 700 fam\u00edlias. Saiba mais e participe do evento seguindo @vulicabrasil! &nbsp;"}