{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"A for\u00e7a do teatro negro feminino - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"tzWeTkBueg\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/03\/19\/a-forca-do-teatro-negro-feminino\/\">A for\u00e7a do teatro negro feminino<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2025\/03\/19\/a-forca-do-teatro-negro-feminino\/embed\/#?secret=tzWeTkBueg\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;A for\u00e7a do teatro negro feminino&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"tzWeTkBueg\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Barauna-Boi-Valente-Credito-Nathan-Nascimento-2.jpg","thumbnail_width":1772,"thumbnail_height":1181,"description":"Em cartaz neste final de semana, duas produ\u00e7\u00f5es teatrais, protagonizadas por mulheres, destacam a import\u00e2ncia da mem\u00f3ria ancestral, enquanto promovem a inclus\u00e3o e a diversidade no cen\u00e1rio art\u00edstico &nbsp; Em Bras\u00edlia, o teatro negro floresce como um espa\u00e7o celebra\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira. Duas produ\u00e7\u00f5es recentes,\u00a0Bara\u00fana Boi Valente\u00a0e\u00a0Joana, exemplificam essa express\u00e3o art\u00edstica, que n\u00e3o apenas conta hist\u00f3rias, mas tamb\u00e9m resgata mem\u00f3rias, desafia estere\u00f3tipos e fortalece a identidade de um povo. Ambas as obras, idealizadas e protagonizadas por mulheres, destacam a for\u00e7a feminina e a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es. Bara\u00fana Boi Valente (foto de capa), idealizado e interpretado pela atriz\u00a0Aline Marcimiano, sob a dire\u00e7\u00e3o de\u00a0Hugo Rodrigues, \u00e9 uma narrativa \u00e9pica que mergulha nas ra\u00edzes da cultura popular brasileira. A hist\u00f3ria de Bara\u00fana, uma for\u00e7a ancestral feminina, \u00e9 um chamado \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o da vida, da cultura e da resist\u00eancia. A personagem atravessa o tempo e o espa\u00e7o, testemunha as dores da escravid\u00e3o, lidera rebeli\u00f5es e celebra a autonomia feminina. A obra, dividida em sete atos, \u00e9 uma jornada m\u00edtica que resgata saberes ancestrais e vinga a viol\u00eancia contra mulheres negras. Com uma linguagem po\u00e9tica e imag\u00e9tica,\u00a0Bara\u00fana Boi Valente\u00a0convida o p\u00fablico a refletir sobre a import\u00e2ncia de preservar as tradi\u00e7\u00f5es e honrar as mem\u00f3rias que nos constituem. As sess\u00f5es de estreia s\u00e3o dia 21 de mar\u00e7o, no Complexo Cultural da Samambaia, \u00e0s 20h, e 22, s\u00e1bado, no Sal\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o do Riacho Fundo I, tamb\u00e9m \u00e0s 20h. J\u00e1\u00a0Joana, do\u00a0Grupo Embara\u00e7a, revive a emblem\u00e1tica figura de Joana d&#8217;Arc em um contexto contempor\u00e2neo, onde a intoler\u00e2ncia e o esquecimento s\u00e3o as fogueiras a serem enfrentadas. Com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0Fernanda Jacob\u00a0e atua\u00e7\u00e3o de\u00a0Tuanny Araujo, a pe\u00e7a usa a for\u00e7a das palavras e da imagina\u00e7\u00e3o como escudo contra a opress\u00e3o. A personagem, interpretada por Tuanny, desafia as conven\u00e7\u00f5es sociais e mesmo em um cen\u00e1rio de ru\u00ednas, acredita na constru\u00e7\u00e3o de um mundo novo atrav\u00e9s da for\u00e7a dos livros. A obra, que estreou em novembro do ano passado, retorna desta vez no palco do SESC Esta\u00e7\u00e3o 504 Sul nos dias 21, 22 e 23 de mar\u00e7o. Ambas as produ\u00e7\u00f5es s\u00e3o exemplos do poder transformador do teatro negro, que n\u00e3o apenas entret\u00e9m, mas tamb\u00e9m educa, inspira e empodera. A idealiza\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o feminina em\u00a0Bara\u00fana Boi Valente\u00a0e\u00a0Joana\u00a0destacam o papel central das mulheres negras na preserva\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira. Aline Marcimiano e Tuanny Araujo, cada uma \u00e0 sua maneira, encarnam personagens que desafiam o status quo e reafirmam a import\u00e2ncia da mem\u00f3ria coletiva e da resist\u00eancia cultural. Al\u00e9m das pe\u00e7as, o\u00a0Semin\u00e1rio de Dramaturgia e Teatro Negro, promovido pelo Grupo Embara\u00e7a, refor\u00e7a o compromisso com a forma\u00e7\u00e3o e o incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o teatral negra. Com a participa\u00e7\u00e3o de figuras renomadas como\u00a0Cristiane Sobral\u00a0e\u00a0Meimei Bastos, o semin\u00e1rio busca impulsionar novas cria\u00e7\u00f5es c\u00eanicas e fortalecer a presen\u00e7a de artistas negros no cen\u00e1rio cultural brasileiro. Em um momento em que a luta por representatividade e igualdade ganha cada vez mais for\u00e7a, o teatro negro em Bras\u00edlia se consolida como um espa\u00e7o de resist\u00eancia e celebra\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de obras como\u00a0Bara\u00fana Boi Valente\u00a0e\u00a0Joana, e iniciativas como o Semin\u00e1rio de Dramaturgia, a cultura afro-brasileira \u00e9 n\u00e3o apenas preservada, mas tamb\u00e9m reinventada, garantindo que suas ra\u00edzes continuem a florescer e inspirar as gera\u00e7\u00f5es futuras. Servi\u00e7os: Espet\u00e1culo Bara\u00fana Boi Valente Onde e Quando: Complexo Cultural da Samambaia: 21 de mar\u00e7o, \u00e0s 20h \/\u00a0Sal\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o do Riacho Fundo 1: 22 de mar\u00e7o, \u00e0s 20h Quanto: Entrada franca, mediante retirada de ingresso em https:\/\/linktr.ee\/raizesdoencanto Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: n\u00e3o recomendado para menores de 10 anos Observa\u00e7\u00f5es: As sess\u00f5es ter\u00e3o acessibilidade f\u00edsica, int\u00e9rprete de Libras e audiodescri\u00e7\u00e3o.\u00a0Este projeto \u00e9 realizado com fomento da Lei Paulo Gustavo do Distrito Federal Mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0https:\/\/www.instagram.com\/raizesdoencanto\/ Espet\u00e1culo Joana Onde: SESC Esta\u00e7\u00e3o 504 Sul Quando: sexta e s\u00e1bado, 21 e 22\/3, \u00e0s 20h, e domingo, 23, \u00e0s 19h Quanto: R$ 20 (meia-entrada), no Sympla Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: n\u00e3o recomendado para menores de 14 anos Observa\u00e7\u00f5es: Dura\u00e7\u00e3o de 1h10 \/ Temporada realizada com fomento do edital Funarte Retomada Mais informa\u00e7\u00f5es: https:\/\/www.instagram.com\/grupoembaraca\/ \u00a0 Semin\u00e1rio: Dramaturgia e Teatro Negro Onde: SESC Esta\u00e7\u00e3o 504 Sul Quando: ter\u00e7a-feira, 25\/3, das 19h \u00e0s 21h Quanto: entrada gratuita Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: n\u00e3o recomendado para menores de 14 anos Observa\u00e7\u00f5es: semin\u00e1rio realizado com fomento da Lei Paulo Gustavo do Distrito Federal &nbsp; Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o"}