{"version":"1.0","provider_name":"LACKMAN &amp; CO.","provider_url":"https:\/\/lackman.com.br","author_name":"Gilberto Evangelista - Colunista","author_url":"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/author\/gilberto-brito\/","title":"Tr\u00eas vivas para Dulcina de Moraes - LACKMAN &amp; CO.","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"dzbZMEeg7B\"><a href=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2023\/11\/11\/tres-vivas-para-dulcina-de-moraes\/\">Tr\u00eas vivas para Dulcina de Moraes<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lackman.com.br\/index.php\/2023\/11\/11\/tres-vivas-para-dulcina-de-moraes\/embed\/#?secret=dzbZMEeg7B\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Tr\u00eas vivas para Dulcina de Moraes&#8221; &#8212; LACKMAN &amp; CO.\" data-secret=\"dzbZMEeg7B\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lackman.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","thumbnail_url":"http:\/\/lackman.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ROMEU-E-JULIETA-Foto-Valner-Cintra1.jpg","thumbnail_width":2464,"thumbnail_height":1632,"description":"Com recorde de inscri\u00e7\u00f5es, Festival Dulcina tem programa\u00e7\u00e3o variada com 17 pe\u00e7as de todas as regi\u00f5es brasileiras, sendo uma produ\u00e7\u00e3o internacional, al\u00e9m de prestar homenagem a Alexandre Ribondi &nbsp; Ele est\u00e1 de volta! O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega \u00e0 sua terceira edi\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, trazendo uma rica programa\u00e7\u00e3o para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, for\u00e7a motriz dos palcos e da profissionaliza\u00e7\u00e3o dessa arte no Distrito Federal e no pa\u00eds. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi\u00f5es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe\u00e7as e performances, uma delas de Lima (Peru), al\u00e9m de uma pe\u00e7a e uma exposi\u00e7\u00e3o dedica ao jornalista, escritor e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi. No total ser\u00e3o 10 dias que ningu\u00e9m vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 \u00e9 que ele est\u00e1 dando seu primeiro passo rumo \u00e0 sua internacionaliza\u00e7\u00e3o abrindo espa\u00e7o para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao receber a participa\u00e7\u00e3o de Astr\u00e1galo (produ\u00e7\u00e3o encenada dias 10 e 11, \u00e0s 20h no Teatro Galp\u00e3o Hugo Rodas do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c\u00eanico da companhia \u00d3palo Teatro, em coprodu\u00e7\u00e3o com CAPAZ, que denuncia as pr\u00e1ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d\u00e9cada dos anos 70 e 80. \u201cUm espet\u00e1culo necess\u00e1rio que traz a tem\u00e1tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest\u00f5es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas\u201d, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade \u00e9 que pela primeira vez, o Festival recebe a participa\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as das cinco regi\u00f5es do Brasil, com espet\u00e1culos oriundos do Amazonas, Paran\u00e1, Cear\u00e1, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. \u201cN\u00e3o centralizar e tampouco delimitar as inscri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00f5es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa\u00e7os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina \u00e9 de fato um espa\u00e7o diverso\u201d, destaca Lopes sobre esta edi\u00e7\u00e3o que teve nada menos do que exatas 361 inscri\u00e7\u00f5es, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. \u201cE isso comprova que a quantidade de produ\u00e7\u00f5es realizadas em todo o pa\u00eds, bem como a vontade de participar do evento, \u00e9 enorme, o que nos traz uma percep\u00e7\u00e3o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer\u201d, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, o Festival est\u00e1 trazendo mais produ\u00e7\u00f5es neste ano. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 intensa, ao todo s\u00e3o 17 espet\u00e1culos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons\u00e1vel pelo evento e 1 participa\u00e7\u00e3o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar\u00e3o sendo encenadas pe\u00e7as e realizadas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em at\u00e9 tr\u00eas locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceil\u00e2ndia, Samambaia e Taguatinga s\u00e3o as Regi\u00f5es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. \u201cA curadoria primou pela diversifica\u00e7\u00e3o, apostando em diferentes tipos de espet\u00e1culos, performativos, c\u00f4micos, dram\u00e1ticos, ent\u00e3o \u00e9 realmente para um p\u00fablico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet\u00f3ria\u201d, explica Cleber Lopes. Entre as atra\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 Os Melhores do Mundo com uma pe\u00e7a in\u00e9dita (depois de mais de uma d\u00e9cada sem estrear espet\u00e1culos). O espet\u00e1culo Telaplana (que j\u00e1 est\u00e1 fazendo algumas apresenta\u00e7\u00f5es no Clube do Choro \u00e0s ter\u00e7as-feiras) ser\u00e1 apresentado no SESC Ceil\u00e2ndia, no dia 15 de novembro, \u00e0s 19h. A com\u00e9dia explora situa\u00e7\u00f5es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais \u201cvirtual e interativa\u201d. O ingresso \u00e9 gratuito. E al\u00e9m de pe\u00e7as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco a\u00e7\u00f5es formativas, onde duas delas ser\u00e3o workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; al\u00e9m de tr\u00eas media\u00e7\u00f5es com debates com estudantes, antes e ap\u00f3s os espet\u00e1culos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, \u00dcbercapitalismo, e Media Negra (na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Espa\u00e7o Semente no Gama). &nbsp; Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposi\u00e7\u00e3o em homenagem ao jornalista e teatr\u00f3logo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al\u00e9m de A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina, pe\u00e7a escrita por ele e que, inclusive, abrir\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o teatral \u00e0s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es do Espa\u00e7o Cultural Renato Russo. Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos. H\u00e1 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est\u00e1 entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sin\u00f4nimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela cr\u00edtica social em defesa da diversidade. La\u00eds Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl\u00ednio M\u00f3sca, Irm\u00e3os Guimar\u00e3es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan\u00e7ou C\u00e1ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias art\u00edsticas e de seu acervo pessoal \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gera\u00e7\u00f5es que precisam saber quem \u00e9 Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Bras\u00edlia. &nbsp; Programa\u00e7\u00e3o teatral Dia 10\/11\/23 &#8211; sexta-feira 19h &#8211; A Vida Ordin\u00e1ria de Cristina (DF) Espa\u00e7o Renato Russo \u2013 Sala Marco Ant\u00f4nio Guimar\u00e3es Sinopse: Com dire\u00e7\u00e3o de Alessandro Brand\u00e3o e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do di\u00e1logo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televis\u00e3o sensacionalista, enquanto esperam para as grava\u00e7\u00f5es. Uma \u00e9 T\u00f4nia, uma mulher transg\u00eanero, interpretada pela estreante Lu\u00edsa Rodrigues. A outra \u00e9 Cristina, uma mulher cisg\u00eanero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. Ao longo da conversa, as duas trocam experi\u00eancias e perspectivas a respeito"}