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<oembed><version>1.0</version><provider_name>LACKMAN &amp; CO.</provider_name><provider_url>https://lackman.com.br</provider_url><author_name>Gilberto Evangelista - Colunista</author_name><author_url>https://lackman.com.br/index.php/author/gilberto-brito/</author_url><title>Bras&#xED;lia, a arte do planalto - LACKMAN &amp; CO.</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Fz0N0iAqkb"&gt;&lt;a href="https://lackman.com.br/index.php/2024/09/28/brasilia-a-arte-do-planalto/"&gt;Bras&#xED;lia, a arte do planalto&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://lackman.com.br/index.php/2024/09/28/brasilia-a-arte-do-planalto/embed/#?secret=Fz0N0iAqkb" width="600" height="338" title="&#x201C;Bras&#xED;lia, a arte do planalto&#x201D; &#x2014; LACKMAN &amp; CO." data-secret="Fz0N0iAqkb" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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Com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Sara Seilert, a mostra &#xE9; realizada pela FGV Arte (espa&#xE7;o experimental e de pesquisa art&#xED;stica da Funda&#xE7;&#xE3;o Getulio Vargas), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), e fica aberta para visita&#xE7;&#xE3;o gratuita at&#xE9; o dia 24 de novembro. Segundo o curador, a escritora Vera Brant (1927-2014), mineira de Diamantina que mudou-se para Bras&#xED;lia em 1960, foi tecel&#xE3; de uma importante rede social que uniu JK, Niemeyer, Athos Bulc&#xE3;o, Darcy Ribeiro, Wladimir Murtinho, UnB, Gilmar Mendes, Zanine Caldas, Rubem Valentim e Galeno. &#x201C;Ela foi o primeiro e generoso perisc&#xF3;pio para enxergar Bras&#xED;lia como uma rede extratemporal e extraterritorial&#x201D;, conta Herkenhoff. Essa mobilidade de Vera Brant por campos de a&#xE7;&#xE3;o t&#xE3;o variados serviu como um guia para o grupo curatorial perceber que Bras&#xED;lia, al&#xE9;m do campo predominantemente masculino do poder, &#xE9; uma cidade feminina. &#x201C;A exposi&#xE7;&#xE3;o refor&#xE7;a o feminino a partir do grupo de mulheres escultoras da capital federal, como Maria Martins, Mary Vieira e Marianne Peretti. &#xC9; interessante tamb&#xE9;m como o discurso sobre a arte em Bras&#xED;lia &#xE9; feito predominantemente por mulheres&#x201D;, instiga o curador. As obras de Maria Martins, por exemplo, estabelecem um forte di&#xE1;logo com esse espa&#xE7;o feminino na arte, rejeitando o papel de subservi&#xEA;ncia e colocando a mulher em uma condi&#xE7;&#xE3;o de corpo desejante. Entre outras artistas presentes na exposi&#xE7;&#xE3;o, est&#xE3;o Adriana Vignoli, Daiara Tukano, Raquel Nava, Clarice Gon&#xE7;alves, Camila Soato, Maria Bonomi, Severina, Maria do Barro, Adriane Kari&#xFA;, Alessandra Fran&#xE7;a, Regina Pessoa e Zuleika de Souza. Bras&#xED;lia, a arte do planalto expande tamb&#xE9;m seu olhar para os tempos atuais e a arte que &#xE9; feita no Centro-oeste, mais especificamente nesta regi&#xE3;o do planalto central brasileiro, onde h&#xE1; mais de sessenta anos foi instalada a nova capital. &#x201C;Na exposi&#xE7;&#xE3;o, n&#xF3;s aproveitamos para fazer uma refer&#xEA;ncia &#xE0;s mulheres ind&#xED;genas, com suas t&#xE9;cnicas tradicionais de cer&#xE2;mica, porque cabia &#xE0; elas fazer cer&#xE2;mica nos povos originais instalados no Centro-Oeste&#x201D;, diz Herkenhoff. De fato, a ideia que direcionou a mostra foi a de reproduzir uma grande festa do olhar, mostrando que a capital federal, que n&#xE3;o se reduz &#xE0; sua esfera pol&#xED;tica, &#xE9; intensa, ampla e surpreendente. &#x201C;Essa mostra significa tamb&#xE9;m um encontro entre dois olhares curatoriais. Porque agora n&#xF3;s unimos os olhares da Sara Seilert com o meu. Ent&#xE3;o n&#xF3;s buscamos produzir um olhar sobre Bras&#xED;lia. Assim, j&#xE1; n&#xE3;o &#xE9; mais apenas um olhar de fora&#x201D;, afirma o curador. Desdobramentos contempor&#xE2;neos Com uma quantidade impressionante de artistas, desde os j&#xE1; consagrados no mercado da arte at&#xE9; os contempor&#xE2;neos, a mostra re&#xFA;ne mais de 300 itens. Sucedendo Bras&#xED;lia, a arte da democracia, exposi&#xE7;&#xE3;o realizada no Rio de Janeiro de abril a agosto deste ano, a nova mostra retrata a hist&#xF3;ria da cultura art&#xED;stica do planalto, sua diversidade e complexidade e seus desdobramentos atuais. Enquanto a exibi&#xE7;&#xE3;o carioca tratava da passagem da capital federal do Rio de Janeiro para Bras&#xED;lia, junto da consolida&#xE7;&#xE3;o das estruturas republicanas, a que est&#xE1; exposta no Museu Nacional da Rep&#xFA;blica aborda a dimens&#xE3;o est&#xE9;tica do surgimento de Bras&#xED;lia, entendida como uma obra de arte coletiva. Ao mesmo tempo, p&#xF5;e em destaque um elenco de agentes culturais da capital e das cidades-sat&#xE9;lites. &#x201C;A vinda da exposi&#xE7;&#xE3;o para o Museu Nacional da Rep&#xFA;blica contou com a minha participa&#xE7;&#xE3;o na amplia&#xE7;&#xE3;o da abordagem dessa poss&#xED;vel narrativa da hist&#xF3;ria da arte brasiliense. Ent&#xE3;o, ganhamos espa&#xE7;o para a inclus&#xE3;o de novos artistas e eu inclu&#xED; algumas obras do acervo do Museu Nacional da Rep&#xFA;blica, que &#xE9; uma institui&#xE7;&#xE3;o que cresceu e floresceu junto a essa produ&#xE7;&#xE3;o art&#xED;stica contempor&#xE2;nea&#x201D;, avalia Sara Seilert. A exibi&#xE7;&#xE3;o conta com documentos hist&#xF3;ricos, como o diploma de candango &#x2013; conferido aos oper&#xE1;rios que levantaram a nova cidade por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil de 1955 a 1961, respons&#xE1;vel pela constru&#xE7;&#xE3;o de Bras&#xED;lia e a transfer&#xEA;ncia do poder do Rio de Janeiro para o planalto central; o croqui do plano piloto assinado por L&#xFA;cio Costa; e o manuscrito de Oscar Niemeyer sobre o monumento JK.&#xA0;Esse projeto representa, segundo Sara, &#x201C;a diversidade da arte contempor&#xE2;nea do Distrito Federal&#x201D;, assim como o seu processo hist&#xF3;rico e espont&#xE2;neo. A ideia &#xE9; que, ao visitar a mostra, o p&#xFA;blico se sinta convidado a compreender a regi&#xE3;o geogr&#xE1;fica em toda a sua pot&#xEA;ncia criativa. Veja uma pequena parcela do que a exposi&#xE7;&#xE3;o oferece enquanto experi&#xEA;ncia, clicando neste link. Artistas [ordem alfab&#xE9;tica]: Adriana Vignoli; Adriane Kari&#xFA;; Adriano e Fernando Guimar&#xE3;es; Ailton Krenak; Alberto da Veiga Guignard; Alessandra Fran&#xE7;a; Alexandre Fran&#xE7;a; Alfredo Ceschiatti; Alfredo Fontes; Alice Lara; Antonio Ob&#xE1;; Athos Bulc&#xE3;o; Ben&#xE9; Fonteles; Benjamin Silva; Bento Viana; Bernardo Figueiredo; Betty Bettiol; Bruno Faria; Bruno Giorgi; Bruno Jungmann; Caio Reisewitz; Camila Soato; Candida Hof&#xEB;r; Carpio de Moraes; C&#xE9;sar Becker; Chico Amaral; Christus N&#xF3;brega; Cildo Meireles; Clarice Gon&#xE7;alves; Dad&#xE1; do Barro; Daiara Tukano; Danyella Proen&#xE7;a; Davi Almeida; Dirceu Mau&#xE9;s; Edu Sim&#xF5;es; Elder Rocha; Evandro Prado; Evandro Salles; Fayga Ostrower; Fernando Lindote; Francisco Galeno; Frans Krajcberg; Fred Lamego; Fulvio Roiter; Gabriela Bil&#xF3;; Gaspari Di Caro; G&#xEA; Orthof; Gl&#xEA;nio Bianchetti; Greg&#xF3;rio Soares; Grupo Poro; Gu da Cei; Guy Veloso; Hal Wildson; Hassan Bourkia; Hel&#xF4; Sanvoy; Hugo Fran&#xE7;a; Isabela Couto; Ismael Monticelli; Jo&#xE3;o Angelini; Jo&#xE3;o Trevisan; Joaquim Paiva; Jonathas de Andrade; Josaf&#xE1; Neves; Jos&#xE9; Ivacy; Jos&#xE9; Roberto Bassul; Juvenal Pereira; Kazuo Okubo; Kurt Klagsbrunn (foto de capa &#x2013; Pal&#xE1;cio do Alvorada, s.d.); L&#xEA;da Watson; Leo Tavares; Leonardo Finotti; Lina Bo Bardi; Luciana Paiva; Lucio Costa; Luiz Alphonsus; Luiz Mauro; Marcel Duchamp; Marcela Campos; Marcio Borsoi; Maria Bonomi; Maria do Barro; Maria Martins; Marianne Peretti; Mary Vieira; Miguel Rio Branco; Milan Dusek; Milton Guran; Milton</description></oembed>
