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<oembed><version>1.0</version><provider_name>LACKMAN &amp; CO.</provider_name><provider_url>https://lackman.com.br</provider_url><author_name>Gilberto Evangelista - Colunista</author_name><author_url>https://lackman.com.br/index.php/author/gilberto-brito/</author_url><title>Tr&#xEA;s vivas para Dulcina de Moraes - LACKMAN &amp; CO.</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="oYTDWK4POw"&gt;&lt;a href="https://lackman.com.br/index.php/2023/11/11/tres-vivas-para-dulcina-de-moraes/"&gt;Tr&#xEA;s vivas para Dulcina de Moraes&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://lackman.com.br/index.php/2023/11/11/tres-vivas-para-dulcina-de-moraes/embed/#?secret=oYTDWK4POw" width="600" height="338" title="&#x201C;Tr&#xEA;s vivas para Dulcina de Moraes&#x201D; &#x2014; LACKMAN &amp; CO." data-secret="oYTDWK4POw" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regi&#xF5;es Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de pe&#xE7;as e performances, uma delas de Lima (Peru), al&#xE9;m de uma pe&#xE7;a e uma exposi&#xE7;&#xE3;o dedica ao jornalista, escritor e teatr&#xF3;logo Alexandre Ribondi. No total ser&#xE3;o 10 dias que ningu&#xE9;m vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 &#xE9; que ele est&#xE1; dando seu primeiro passo rumo &#xE0; sua internacionaliza&#xE7;&#xE3;o abrindo espa&#xE7;o para outros pa&#xED;ses da Am&#xE9;rica Latina ao receber a participa&#xE7;&#xE3;o de Astr&#xE1;galo (produ&#xE7;&#xE3;o encenada dias 10 e 11, &#xE0;s 20h no Teatro Galp&#xE3;o Hugo Rodas do Espa&#xE7;o Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento c&#xEA;nico da companhia &#xD3;palo Teatro, em coprodu&#xE7;&#xE3;o com CAPAZ, que denuncia as pr&#xE1;ticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na d&#xE9;cada dos anos 70 e 80. &#x201C;Um espet&#xE1;culo necess&#xE1;rio que traz a tem&#xE1;tica da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, quest&#xF5;es que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas&#x201D;, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade &#xE9; que pela primeira vez, o Festival recebe a participa&#xE7;&#xE3;o de pe&#xE7;as das cinco regi&#xF5;es do Brasil, com espet&#xE1;culos oriundos do Amazonas, Paran&#xE1;, Cear&#xE1;, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e S&#xE3;o Paulo. &#x201C;N&#xE3;o centralizar e tampouco delimitar as inscri&#xE7;&#xF5;es de produ&#xE7;&#xF5;es foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espa&#xE7;os, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina &#xE9; de fato um espa&#xE7;o diverso&#x201D;, destaca Lopes sobre esta edi&#xE7;&#xE3;o que teve nada menos do que exatas 361 inscri&#xE7;&#xF5;es, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. &#x201C;E isso comprova que a quantidade de produ&#xE7;&#xF5;es realizadas em todo o pa&#xED;s, bem como a vontade de participar do evento, &#xE9; enorme, o que nos traz uma percep&#xE7;&#xE3;o muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer&#x201D;, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em rela&#xE7;&#xE3;o aos anos anteriores, o Festival est&#xE1; trazendo mais produ&#xE7;&#xF5;es neste ano. A programa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; intensa, ao todo s&#xE3;o 17 espet&#xE1;culos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, respons&#xE1;vel pelo evento e 1 participa&#xE7;&#xE3;o especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estar&#xE3;o sendo encenadas pe&#xE7;as e realizadas a&#xE7;&#xF5;es de forma&#xE7;&#xE3;o em at&#xE9; tr&#xEA;s locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceil&#xE2;ndia, Samambaia e Taguatinga s&#xE3;o as Regi&#xF5;es Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. &#x201C;A curadoria primou pela diversifica&#xE7;&#xE3;o, apostando em diferentes tipos de espet&#xE1;culos, performativos, c&#xF4;micos, dram&#xE1;ticos, ent&#xE3;o &#xE9; realmente para um p&#xFA;blico diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, forma&#xE7;&#xE3;o e aperfei&#xE7;oamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajet&#xF3;ria&#x201D;, explica Cleber Lopes. Entre as atra&#xE7;&#xF5;es que estar&#xE3;o em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edi&#xE7;&#xE3;o &#xE9; Os Melhores do Mundo com uma pe&#xE7;a in&#xE9;dita (depois de mais de uma d&#xE9;cada sem estrear espet&#xE1;culos). O espet&#xE1;culo Telaplana (que j&#xE1; est&#xE1; fazendo algumas apresenta&#xE7;&#xF5;es no Clube do Choro &#xE0;s ter&#xE7;as-feiras) ser&#xE1; apresentado no SESC Ceil&#xE2;ndia, no dia 15 de novembro, &#xE0;s 19h. A com&#xE9;dia explora situa&#xE7;&#xF5;es absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais &#x201C;virtual e interativa&#x201D;. O ingresso &#xE9; gratuito. E al&#xE9;m de pe&#xE7;as encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco a&#xE7;&#xF5;es formativas, onde duas delas ser&#xE3;o workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; al&#xE9;m de tr&#xEA;s media&#xE7;&#xF5;es com debates com estudantes, antes e ap&#xF3;s os espet&#xE1;culos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, &#xDC;bercapitalismo, e Media Negra (na apresenta&#xE7;&#xE3;o realizada no Espa&#xE7;o Semente no Gama). &nbsp; Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposi&#xE7;&#xE3;o em homenagem ao jornalista e teatr&#xF3;logo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, al&#xE9;m de A Vida Ordin&#xE1;ria de Cristina, pe&#xE7;a escrita por ele e que, inclusive, abrir&#xE1; a programa&#xE7;&#xE3;o teatral &#xE0;s 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Ant&#xF4;nio Guimar&#xE3;es do Espa&#xE7;o Cultural Renato Russo. Com dire&#xE7;&#xE3;o de Alessandro Brand&#xE3;o, a montagem gira em torno do di&#xE1;logo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televis&#xE3;o sensacionalista, enquanto esperam para as grava&#xE7;&#xF5;es. Ao longo da conversa, as duas trocam experi&#xEA;ncias e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstru&#xE7;&#xE3;o de preconceitos. H&#xE1; 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi est&#xE1; entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sin&#xF4;nimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela cr&#xED;tica social em defesa da diversidade. La&#xED;s Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Pl&#xED;nio M&#xF3;sca, Irm&#xE3;os Guimar&#xE3;es, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lan&#xE7;ou C&#xE1;ssia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias art&#xED;sticas e de seu acervo pessoal &#xE0; exposi&#xE7;&#xE3;o promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gera&#xE7;&#xF5;es que precisam saber quem &#xE9; Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Bras&#xED;lia. &nbsp; Programa&#xE7;&#xE3;o teatral Dia 10/11/23 &#x2013; sexta-feira 19h &#x2013; A Vida Ordin&#xE1;ria de Cristina (DF) Espa&#xE7;o Renato Russo &#x2013; Sala Marco Ant&#xF4;nio Guimar&#xE3;es Sinopse: Com dire&#xE7;&#xE3;o de Alessandro Brand&#xE3;o e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do di&#xE1;logo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televis&#xE3;o sensacionalista, enquanto esperam para as grava&#xE7;&#xF5;es. Uma &#xE9; T&#xF4;nia, uma mulher transg&#xEA;nero, interpretada pela estreante Lu&#xED;sa Rodrigues. A outra &#xE9; Cristina, uma mulher cisg&#xEA;nero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. Ao longo da conversa, as duas trocam experi&#xEA;ncias e perspectivas a respeito</description></oembed>
